Posts filed under ‘Sociedade’
“Arquivos do Ultramar”

Na sequência de projecto lançado em 2006 pelo historiador José Mattoso, com apoio da Fundação Gulbenkian – e visando «resgatar a memória histórica da presença portuguesa no Ultramar, localizando e descrevendo a documentação hoje dispersa por diversos organismos» – encontra-se já disponível o “Arquivos do Ministério do Ultramar“, reunindo documentação emitida entre 1930 e 1974 no âmbito da acção do Ministério do Ultramar.
Pordata – Base de dados
A PORDATA é um serviço público de informação estatística criado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, disponibilizando milhares de estatísticas e indicadores sobre os mais diversos aspectos da realidade portuguesa.
“Portugal nas trincheiras”
A partir de hoje, e até ao próximo dia 23 de Abril, estará patente nos Museus da Politécnica (Rua da Escola Politécnica, 60, em Lisboa) a exposição “Portugal nas trincheiras – a I Guerra da República“, reunindo mais de 200 peças e documentos em homenagem aos combatentes portugueses da I Guerra Mundial.
Exposição de jornais dos séculos XVIII a XX na Hemeroteca de Lisboa
A Hemeroteca de Lisboa apresenta, até ao próximo dia 20 de Março, uma mostra de jornais da cidade, desde os séculos XVIII ao XX, com informação detalhada sobre cada periódico. Esta exposição decorre em paralelo a um ciclo de conferências sob o mote: “Para a História do Jornalismo Lisboeta (Séculos XVIII – XX)”.
Estarão patentes exemplares da “Gazeta de Lisboa” (1715), do “Jornal Encyclopedico” (1820), assim como “A Cidade”, “Olisipo” ou “Avenida”, entre outras publicações.
British Library lança cronologia histórica multimédia
A British Library disponibiliza online uma cronologia multimédia de acontecimentos históricos, desde a Idade Média até à actualidade, incluindo reproduções de textos (nomeadamente manuscritos de grandes figuras da História), imagens e sons.
(via “Da caverna ao ciberespaço” – Manuel Pinto)
Uma das escolas mais avançadas do mundo é portuguesa

(artigo na Visão – ver também o blogue da escola)
Regabofe
Este país parece apostado a mostrar que não sabe ou não gosta de viver em Democracia. Confunde-se Liberdade com libertinagem.
Está tudo apostado em mandar o primeiro-ministro para casa, a começar pelos amigos dele que só metem argoladas.
Por mais que isso possa vir a satisfazer os egos, os ódios, e todos os demais sentimos ruins que perpassam na nossa sociedade carente de valores, o que se está a passar é muito grave, e se o Governo cair será muito pior.
Muito mais que as questões da economia, e o que isso poderá agravar da credibilidade do Estado, da pressão das agências de rating, etc, o que é grave em tudo isto é o Estado de Direito que se está a esvanecer.
Acabaram-se os direitos individuais, a presunção de inocência, o respeito pelas leis e pelas regras. Os julgamentos são feitos na comunicação social e nas ruas.
Ao contrário da imagem que muitos conseguem fazer passar, não é a liberdade de expressão que está em risco, mas o exacto contrário. Em Portugal todos dizem o que querem, fazem o que bem entendem, que nada lhes acontece; por maior que seja o disparate, a mentira, a calúnia, enfim…
(Hugo Cristóvão, no Algures Aqui)
“O procedimento e o conteúdo”
Um outro problema político e grave é o que vem sendo conhecido pelo conteúdo dos documentos julgados em segredo de justiça. O seu conhecimento público não esconde o aludido ou alegado plano do actual Governo para controlar órgãos de Comunicação Social ou calar jornalistas. A pressuposta acção atentatória contra a liberdade de expressão é em si mesmo um caso. Não dá direito a alguém dizer que no actual Portugal não há liberdade de expressão. O facto de alguns poderem declará-lo e, porventura, virem a prová-lo, é a verificação da existência dessa liberdade. Sou a favor do esclarecimento total possível das eventuais acções para cercear esse direito. Para invocar esse meu direito basta o que vivi quando, neste país, não havia liberdade de expressão. […]
(Paquete de Oliveira, no Jornal de Notícias – via Jornalismo e Comunicação)
(A) histeria (II)
O problema é que a Oposição sabe que, por pior que seja Sócrates, não existe alternativa ao seu famigerado Governo.
Parece que o dr. Paulo Rangel vai denunciar no Parlamento Europeu a falta de liberdade de expressão que, segundo ele, existe em Portugal. Confesso que me custa a perceber qual é o alcance desta nobre iniciativa: promover uma comissão internacional para averiguar a saúde da nossa democracia? Não faço ideia. Mas este simples facto revela, por si só, a histeria que tomou conta do País, nos últimos dias. […]
(Constança Cunha e Sá – Correio da Manhã)







