O “Ratinho” é um menino que sofre de lisencefalia, uma doença que coloca a sua vida em risco praticamente desde que nasceu. Agora que o Natal se aproxima a passos largos, uma boa causa, para ajudar esta família na sua luta diária, é a de participar no leilão de um conjunto de prendinhas, cujo produto reverte para os tratamentos e consultas de que este menino tanto carece para dispor de um mínimo de qualidade de vida possível.
O leilão decorre aqui; uma sugestão para algumas compras de Natal – que podem vir embrulhadas como prendas e tudo, se assim o desejarem. E cada compra que façam proporcionará mais um sorriso de um menino que não merecia o que a vida lhe reservou, e um passo mais para ele poder ir a um médico em Itália, que lhe dê esperança num futuro melhor.
Como foi pensado o jornalismo em Portugal até à Revolução de 1974? Foi esta a grande questão que balizou a produção deste livro colectivo – da autoria de Jorge Pedro Sousa (Coord.), Mário Pinto, Ricardo Jorge Pinto, Gabriel Silva, Nair Silva, Carlos Duarte, Eduardo Zilles Borba, Mônica Delicato, Patrícia Teixeira e Patrísia Ciancio -, produzido no âmbito de um projecto de investigação financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
Este trabalho, em doisvolumes, encontra-se disponível para download gratuito.
Já para além da novela, o romance do Orçamento – entre o par PS / PSD, com sistemáticos arrufos quais namorados que não se querem entender – ameaça transformar-se numa triste saga, em que os espectadores (todos nós), para além de terem percebido já qual o final (a inevitável aprovação), constatam estar perante o desempenho de maus actores – todos os partidos com representação parlamentar, desde a ala mais à esquerda à ala mais à direita do hemiciclo -, que, sem efectiva preocupação perante a situação do País, zelando antes pelos seus próprios interesses eleitorais, lá vão ensaiando as suas já esgotadas (e esgotantes) rábulas, privilegiando as jogadas tácticas que pensam lhes virão permitir capitalizar mais votos. Lamentável e de efeitos devastadores sobre a credibilidade de toda a classe política, a par das imprevisíveis consequências a nível dos agora tão glosados mercados.
O Prémio Nobel da Economia, atribuído pelo Banco Central da Suécia, foi hoje concedido aos estado-unidenses Peter A. Diamond e Dale T. Mortensen e ao cipriota Christopher Pissarides, pelos seus trabalhos sobre mercados em que compradores e vendedores têm dificuldade em encontrar-se mutuamente, também com a designação de “mercados de fricções na procura”, com aplicação particular nos mercados laborais, procurando dar resposta à questão: «Por que há tantas pessoas desempregadas ao mesmo tempo que existe um grande número de vagas de postos de trabalho?».
O Prémio Nobel da Paz foi hoje atribuído ao dissidente e activista chinês Liu Xiaobo, de 54 anos – preso no final de 1999, cumprindo uma pena de 11 anos, por reclamar um regime democrático -, «pela sua longa e não violenta luta pelos direitos humanos fundamentais na China».
A distinção de Liu Xiaobo, intelectual que representa a face mais visível de um grupo de dissidentes (entre os quais se contam Hu Jia e Gao Zhiseng), participante da marcha de Tiananmen de 1989, traduz um elo de ligação entre os direitos humanos e a paz, não obstante a decisão do Comité Nobel (na Noruega) não ser bem recebida pelo Governo chinês.
Termina a missão espacial que mediu o Universo – via El País – Na imagem, uma representação da história do Cosmos ao longo de 13 700 milhões de anos, desde o “Big Bang” (à esquerda), e o satélite “Wmap”
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