O jurista Tiago Pitta e Cunha, de 54 anos, “CEO” da Fundação Oceano Azul, foi hoje distinguido com a 35.ª edição do “Prémio Pessoa“, no valor de 65 mil euros, em especial pelo seu trabalho na defesa dos oceanos.
Nas edições anteriores do “Prémio Pessoa”, foram distinguidos:
2020 – Elvira Fortunato (investigadora)
2019 – Tiago Rodrigues (actor, dramaturgo, encenador e produtor)
2018 – Miguel Bastos Araújo (geógrafo)
2017 – Manuel Aires Mateus (arquitecto)
2016 – Frederico Lourenço (escritor)
2015 – Rui Chafes (escultor)
2014 – Henrique Leitão (investigador)
2013 – Maria Manuel Mota (investigadora)
2012 – Richard Zenith (investigador, escritor e tradutor)
2011 – Eduardo Lourenço (ensaísta e filósofo)
2010 – Maria do Carmo Fonseca (cientista)
2009 – D. Manuel Clemente (bispo)
2008 – Carrilho da Graça (arquitecto)
2007 – Irene Pimentel (historiadora e investigadora)
2006 – António Câmara (professor catedrático, empresário e investigador)
2005 – Luís Miguel Cintra (actor e encenador)
2004 – Mário Cláudio (escritor)
2003 – José Gomes Canotilho (constitucionalista)
2002 – Manuel Sobrinho Simões (investigador)
2001 – João Bénard da Costa (crítico e historiador de cinema)
2000 – Emmanuel Nunes (compositor)
1999 – Manuel Alegre (poeta) e José Manuel Rodrigues (fotógrafo)
1998 – Eduardo Souto de Moura (arquitecto)
1997 – José Cardoso Pires (escritor)
1996 – João Lobo Antunes (neurocirurgião)
1995 – Vasco Graça Moura (ensaísta)
1994 – Herberto Hélder (poeta)
1993 – Fernando Gil (filósofo)
1992 – Hannah e António Damásio (neurocientistas)
1991 – Cláudio Torres (arqueólogo)
1990 – Menez (pintora)
1989 – Maria João Pires (pianista)
1988 – António Ramos Rosa (poeta)
1987 – José Mattoso (historiador)
O prémio Nobel da Economia 2021 foi hoje atribuído aos investigadores David Card (EUA, de origem do Canadá) – “pelas suas contribuições empíricas sobre a economia do trabalho” – e Joshua D. Angrist (EUA) e Guido W. Imbens (EUA, com origem nos Países Baixos), “pelas suas contribuições metodológicas para a análise das relações causais”.
O prémio Nobel da Paz 2021 foi hoje atribuído aos jornalistas Maria Ressa (Filipinas/EUA) e Dmitry Andreyevich Muratov (Rússia), “pelos seus esforços para salvaguardar a liberdade de expressão, pré-condição para a democracia e paz duradoura”.
O prémio Nobel da Literatura 2021 foi hoje atribuído a Abdulrazak Gurnah (Tanzânia) “pela forma intransigente e compassiva como descreveu os efeitos do colonialismo e o destino dos refugiados no abismo entre culturas e continentes”. Da sua obra foi publicado em Portugal, pela Difel, o romance “Junto ao Mar”.
O prémio Nobel da Química 2021 foi hoje atribuído aos investigadores Benjamin List (Alemanha) e David W.C. MacMillan (Reino Unido), “pelo desenvolvimento de organocatálise assimétrica” (criando uma ferramenta para a construção de moléculas, útil para pesquisa de novos produtos farmacêuticos).
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