Posts filed under ‘Sociedade’

33 ANOS DE LIBERDADE (VI)

25 Abril, 2007 at 7:55 pm Deixe um comentário

33 ANOS DE LIBERDADE (V)

25 Abril, 2007 at 6:42 pm Deixe um comentário

33 ANOS DE LIBERDADE (IV)

25 Abril, 2007 at 3:10 pm Deixe um comentário

33 ANOS DE LIBERDADE (III)

25 Abril, 2007 at 4:26 am Deixe um comentário

33 ANOS DE LIBERDADE (II)

25 Abril, 2007 at 12:20 am Deixe um comentário

33 ANOS DE LIBERDADE (I)

24 Abril, 2007 at 10:55 pm 3 comentários

BILINGUISMO NO TIROL DO SUL

Sarentino é uma localidade italiana, situada junto à fronteira com a Áustria, com cerca de 6 650 habitantes, onde menos de 10 % do jovens nascidos nos últimos anos terá apelido italiano.

Conquistada pela Itália em 1919, na província autónoma de Bolzano (herdeira do Tirol do Sul) fala-se sobretudo o idioma alemão (cerca de 70 % da população), graças ao apoio sempre prestado pela Áustria, numa luta pela preservação da língua e da cultura desta comunidade que se viu enquadrada num novo país na sequência do desmembramento do Império Austro-Húngaro, com um modelo educativo que permite optar pelo ensino com base numa das línguas, mas obrigando a que, simultaneamente, se estude também o outro idioma, de forma a promover o bilinguismo.

Numa região em que há ainda espaço para cerca de 4 % de habitantes que se expressam em romanche, outra língua derivada do latim!

24 Abril, 2007 at 12:35 pm 1 comentário

"PORTUGUÊS" EM KUMZAR (OMAN)

Sabia que a língua portuguesa deixou raízes que subsistem ainda hoje, numa comunidade de cerca de 2 000 pessoas, em Kumzar, na península de Musandam (no sultanato de Oman)?

O espírito português continua a viver no Golfo Pérsico, traduzido em algumas palavras que se mantêm – transmitidas, por via oral, de pais a filhos – desde a passagem dos portugueses nos séculos XV e XVI, integrando o dialecto kumzari, que mistura o árabe, o persa, o inglês e o português, vestígios das sucessivas presenças de culturas e influências estrangeiras.

24 Abril, 2007 at 8:30 am Deixe um comentário

"FAIT-DIVERS"

Parece estranho que – num país em que há tantas questões (realmente importantes) a debater, tantas medidas de modernização a adoptar e a concretizar – tantos se ocupem e concentrem as suas energias com um fait-divers.

Dito isto – não tendo, até agora, querido alinhar em “julgamentos sumários”, mesmo sem ouvir o “acusado” – a ideia que ressalta da entrevista de ontem de José Sócrates (nunca a vida académica de uma pessoa terá sido tão escrutinada em Portugal!…) é a de que uma parte do seu percurso académico (em concreto, o último dos seus 6 anos de estudos superiores – a nível de Bacharelato; Curso de Estudos Superiores Especializados – CESE, o qual pode conferir diploma equivalente a licenciatura; e conclusão de licenciatura – precisamente o da conclusão desse grau de ensino) registou algumas atribulações – não obstante, não sendo possível demonstrar que José Sócrates tenha sido de alguma forma favorecido nessa fase final do seu curso, parece-me pouco curial estar a questionar uma eventual situação de favorecimento.

Para além disso, parece claro que o Primeiro-Ministro usou (ou – pelo menos, por omissão – deixou usar), em determinada fase do seu percurso político, nomeadamente enquanto Deputado, uma qualificação de que só posteriormente viria a dispor, a de licenciado em Engenharia (sendo que não disporá da qualificação de Engenheiro, dado não estar inscrito na respectiva Ordem – a justificação do “uso social” da designação de Engenheiro não deixa de ser questionável…).

Terá cometido um erro? Parece inequívoco que sim.

Poderá / deverá tal erro afectar o seu desempenho político, nomeadamente o seu actual cargo de Primeiro-Ministro? Em minha opinião – e concluindo como iniciei -, o País necessita de convergência das energias dos portugueses para superar as suas dificuldades, limitações e problemas e não de continuar a “distrair-se” com fait-divers.

12 Abril, 2007 at 8:58 am 5 comentários

GRANDES PORTUGUESES (?)

Terão os portugueses que votaram em António Oliveira Salazar – dando-lhe a vitória no concurso promovido pela RTP – ponderado que um concurso / votação deste tipo nunca teria sido possível no seu consulado?

Se sim, esta votação foi um embuste. Se não, traduz um perturbante alheamento da realidade.

Em qualquer dos casos – mesmo relativizando a sua importância -, é triste o resultado desta votação.

E não, não é para esquecer, mas sim para reflectir.

Numa triste página da “pequena história” de Portugal, aqui fica a ordenação resultante da votação dos espectadores do programa: Salazar; Álvaro Cunhal; Aristides de Sousa Mendes (uma das poucas coisas boas deste programa…); D. Afonso Henriques; Camões; D. João II; Infante D. Henrique; Fernando Pessoa; Marquês de Pombal; e Vasco da Gama.

26 Março, 2007 at 7:56 am 4 comentários

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