Posts filed under ‘Sociedade’
MANCHETES DO DIA – 25.06.07
– Inauguração do Museu Colecção Berardo, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa
– ONU deverá prosseguir a missão de paz no Líbano, não obstante o atentado de ontem, que vitimou 6 militares espanhóis
MANCHETES DO DIA – 22.06.07
– Terceira acusação de Pinto da Costa por corrupção desportiva activa
– União Europeia em busca de consenso para acordo sobre novo Tratado Constitucional
PRESIDÊNCIA PORTUGUESA DA UNIÃO EUROPEIA – SITE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Depois do portal da Presidência Portuguesa da União Europeia, inaugurado a 1 de Junho, a Assembleia da República disponibiliza também uma página de acompanhamento da Presidência Portuguesa, na qual será possível conhecer os temas, documentação, convites e pormenores logísticos de cada uma das reuniões.
CONVENTO DE CRISTO (V)
“Guarda-se o melhor para o fim e o Claustro de D. João III (também conhecido por Claustro Principal ou dos Filipes – foi aqui que Filipe II de Espanha foi coroado Filipe I de Portugal) é considerada uma das obras-primas do Renascimento europeu. Projectado por Diogo de Torralva, o claustro foi concebido pela urgência de uma passagem digna entre a igreja e o dormitório dos frades e ficou concluído em 1562.
Para que a visita seja completa falta apenas desfrutar da paisagem envolvente (e descansar as pernas depois de uma extenuante exploração) antes de voltar a atravessar o portal que espera por se encerrar. Das ameias do castelo, pode admirar-se Tomar e a Mata dos Sete Montes, nome herdado pelas sete colinas que vigiam a área florestal.”
“Público”, suplemento “Fugas” (série “Lugares Mágicos de Portugal”), 30 de Dezembro de 2006 – texto de Carla B. Ribeiro
MANCHETES DO DIA – 21.06.07
– Interrupção Voluntária da Gravidez isenta de taxas moderadoras – nova lei entra em vigor a 15 de Julho
– Viatura de matrícula portuguesa detectada em Ayamonte com 100 kg de explosivos, alegadamente pertencente à ETA
CONVENTO DE CRISTO (IV)
“No interior impõe-se a visita aos claustros da Lavagem, onde se procedia aos trabalhos de limpeza e manutenção das roupas dos monges, e o do cemitério, onde se encontram sepultados os habitantes do antigo convento, como é o caso de Diogo da Gama, irmão de Vasco da Gama e embaixador de D. Manuel I em Roma em 1502.
Seguem-se o Claustro da Hospedaria, com quatro galerias com arcadas duplas, separadas por contrafortes, onde o convento albergava os seus convidados ou os caminheiros em viagem. Também voltada para a rua estava o Claustro da Micha, com quatro alas abertas para o pátio por arcos plenos geminados e em asa de cesto, onde se distribuía alimento aos pobres. Mais recatado, o Claustro de Santa Bárbara, de pequenas dimensões, é ofuscado pela Janela do Capítulo. Daqui para chegar ao Claustro dos Corvos – estrutura quadrangular, com duas galerias de dupla arcada, separadas por contrafortes – passa-se pelos velhos açougue, cozinha, forno, casa de lenha e refeitório. Há ainda para descobrir o calefatório, onde se refugiavam os mais friorentos no pico do Inverno, e o das necessárias, com os anexos sanitários.”
“Público”, suplemento “Fugas” (série “Lugares Mágicos de Portugal”), 30 de Dezembro de 2006 – texto de Carla B. Ribeiro
MANCHETES DO DIA – 20.06.07
– Tratado de Tordesilhas e Corpo Cronológico (Torre do Tombo) declarados bens do património documental da “Memória do Mundo”, da UNESCO
– Estudo sobre localização de novo aeroporto em Alcochete acordado entre a CIP e o Governo
MICROSOFT SURFACE
http://services.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/271552687
(via Abrupto, a partir de http://www.microsoft.com/surface)
TRATADO DE TORDESILHAS INTEGRA "MEMÓRIA DO MUNDO DA UNESCO"
O Tratado de Tordesilhas, tal como o Corpo Cronológico (colecção que reúne mais de 80 mil documentos em papel e pergaminho, datados dos séculos XV e XVI, na Torre do Tombo, em Lisboa), foram inscritos no registo “Memória do Mundo da UNESCO”, como bens do património documental.
CONVENTO DE CRISTO (III)
“Por tudo isto, o Convento de Cristo não se conhece numa visita a correr. Cada canto deve ser explorado com calma e circunspecção. É necessário “vestir” o hábito e, tal monge ou freira, palmilhar os vários claustros do convento ou deslumbrar-se na magistral igreja manuelina. Mas o espanto assombra-nos antes: no exterior, a entrada é feita com algum cerimonial, tanto pela monumentalidade do espaço como pela admiração com que se observa a inclusão de motivos góticos, renascentistas e manuelinos, sem que nenhum dos estilos choque com o outro.
Finalmente a igreja, onde se pode adquirir o bilhete de entrada para o convento. A obra, que se distingue pela charola românica (actual capela-mor, com uma planta em forma de rotunda, que cita o Santo Sepulcro de Jerusalém), é resultado das vivências dos cavaleiros do Templo em terras árabes e nela se distinguem os revestimentos com talha dourada e as esculturas em madeira, nas quais são representadas cenas da vida de Jesus, misturadas com episódios do reinado manuelino. São de notar, aliás, as fortes afinidades entre o coro da igreja do convento e alguns detalhes do Mosteiro dos Jerónimos, ex-libris do estilo manuelino. A sacristia é mais vulgarmente conhecida por Sala do Capítulo e é aqui que se encontra a deslumbrante Janela do Capítulo, bordada a pedra, da autoria de Diogo de Arruda.”
“Público”, suplemento “Fugas” (série “Lugares Mágicos de Portugal”), 30 de Dezembro de 2006 – texto de Carla B. Ribeiro



