Tiago Rodrigues, de 42 anos, actor, dramaturgo, encenador e produtor (actualmente director artístico do Teatro Nacional D. Maria II), foi hoje distinguido com a 33.ª edição do “Prémio Pessoa“, no valor de 60 mil euros.
Nas edições anteriores do “Prémio Pessoa”, foram distinguidos:
2018 – Miguel Bastos Araújo (geógrafo)
2017 – Manuel Aires Mateus (arquitecto)
2016 – Frederico Lourenço (escritor)
2015 – Rui Chafes (escultor)
2014 – Henrique Leitão (investigador)
2013 – Maria Manuel Mota (investigadora)
2012 – Richard Zenith (investigador, escritor e tradutor)
2011 – Eduardo Lourenço (ensaísta e filósofo)
2010 – Maria do Carmo Fonseca (cientista)
2009 – D. Manuel Clemente (bispo)
2008 – Carrilho da Graça (arquitecto)
2007 – Irene Pimentel (historiadora e investigadora)
2006 – António Câmara (professor catedrático, empresário e investigador)
2005 – Luís Miguel Cintra (actor e encenador)
2004 – Mário Cláudio (escritor)
2003 – José Gomes Canotilho (constitucionalista)
2002 – Manuel Sobrinho Simões (investigador)
2001 – João Bénard da Costa (crítico e historiador de cinema)
2000 – Emmanuel Nunes (compositor)
1999 – Manuel Alegre (poeta) e José Manuel Rodrigues (fotógrafo)
1998 – Eduardo Souto de Moura (arquitecto)
1997 – José Cardoso Pires (escritor)
1996 – João Lobo Antunes (neurocirurgião)
1995 – Vasco Graça Moura (ensaísta)
1994 – Herberto Hélder (poeta)
1993 – Fernando Gil (filósofo)
1992 – Hannah e António Damásio (neurocientistas)
1991 – Cláudio Torres (arqueólogo)
1990 – Menez (pintora)
1989 – Maria João Pires (pianista)
1988 – António Ramos Rosa (poeta)
1987 – José Mattoso (historiador)
O prémio Nobel da Economia 2019 foi hoje atribuído a Abhijit Banerjee (EUA), Esther Duflo (França) e Michael Kremer (EUA), pela sua “abordagem experimental para aliviar a pobreza global”.
O prémio Nobel da Paz 2019 foi hoje atribuído a Abiy Ahmed Ali (Etiópia), “pelos seus esforços para alcançar a paz e cooperação internacional, e em particular pela sua decisiva iniciativa para resolver o conflito fronteiriço com a vizinha Eritreia”.
Foram hoje atribuídos os Prémios Nobel da Literatura referentes aos anos de 2018 e 2019, respectivamente a Olga Tokarczuk (Polónia) e a Peter Handke (Áustria).
Olga Tokarczuk vencera já, no ano passado, o “Man Booker International Prize”, com o romance Viagens, publicado em Portugal pela editora “Cavalo de Ferro”.
De Peter Handke encontram-se publicadas em Portugal nomeadamente as seguintes obras: A Angústia do Guarda-redes antes do Penalti, A Hora da Sensação Verdadeira, Para uma Abordagem da Fadiga, A Mulher Canhota ou Uma Breve Carta para Um Longo Adeus.
O prémio Nobel da Química 2019 foi hoje atribuído aos investigadores John B. Goodenough (EUA), M. Stanley Whittingham (Reino Unido) e Akira Yoshino (Japão), pelo desenvolvimento de baterias de lítio.
O prémio Nobel da Física 2019 foi hoje atribuído aos investigadores James Peebles (EUA), por “descobertas teóricas em cosmologia física”; e Michel Mayor (Suíça) e Didier Queloz (Suíça), “pela descoberta de um exoplaneta orbitando uma estrela do tipo solar”.
O prémio Nobel da Medicina 2019 foi hoje atribuído aos investigadores William G. Kaelin Jr. (EUA), Peter J. Ratcliffe (Reino Unido) e Gregg L. Semenza (EUA), “pelas suas descobertas sobre como as células se adaptam à disponibilidade de oxigénio”.
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