Posts filed under ‘Sociedade’
Prémio Nobel da Paz – 2019
O prémio Nobel da Paz 2019 foi hoje atribuído a Abiy Ahmed Ali (Etiópia), “pelos seus esforços para alcançar a paz e cooperação internacional, e em particular pela sua decisiva iniciativa para resolver o conflito fronteiriço com a vizinha Eritreia”.
Prémio Nobel da Literatura – 2018 e 2019
Foram hoje atribuídos os Prémios Nobel da Literatura referentes aos anos de 2018 e 2019, respectivamente a Olga Tokarczuk (Polónia) e a Peter Handke (Áustria).
Olga Tokarczuk vencera já, no ano passado, o “Man Booker International Prize”, com o romance Viagens, publicado em Portugal pela editora “Cavalo de Ferro”.
De Peter Handke encontram-se publicadas em Portugal nomeadamente as seguintes obras: A Angústia do Guarda-redes antes do Penalti, A Hora da Sensação Verdadeira, Para uma Abordagem da Fadiga, A Mulher Canhota ou Uma Breve Carta para Um Longo Adeus.
Prémio Nobel da Química – 2019
O prémio Nobel da Química 2019 foi hoje atribuído aos investigadores John B. Goodenough (EUA), M. Stanley Whittingham (Reino Unido) e Akira Yoshino (Japão), pelo desenvolvimento de baterias de lítio.
Prémio Nobel da Física – 2019
O prémio Nobel da Física 2019 foi hoje atribuído aos investigadores James Peebles (EUA), por “descobertas teóricas em cosmologia física”; e Michel Mayor (Suíça) e Didier Queloz (Suíça), “pela descoberta de um exoplaneta orbitando uma estrela do tipo solar”.
Prémio Nobel da Medicina – 2019
O prémio Nobel da Medicina 2019 foi hoje atribuído aos investigadores William G. Kaelin Jr. (EUA), Peter J. Ratcliffe (Reino Unido) e Gregg L. Semenza (EUA), “pelas suas descobertas sobre como as células se adaptam à disponibilidade de oxigénio”.
Eleições Legislativas 2019 – Resultados


(via MAI – clicar na imagem para ampliar)
Parlamento Europeu – Deputados eleitos 2019-2015
Resultados das Eleições para o Parlamento Europeu
(Dados via Ministério da Administração Interna – Clicar na imagem para ampliar)
Niki Lauda (1949-2019)
Quando comecei a acompanhar a Fórmula 1, no ano de 1976, Niki Lauda acabara de se sagrar, pela primeira vez, Campeão do Mundo, à frente de Emerson Fittipaldi.
Pilotando um monolugar da mítica Ferrari, tornara-se já no meu primeiro ídolo, ainda antes do terrível acidente de Nürburgring, a 1 de Agosto, de que escapou miraculosamente, com severas queimaduras, retirado do bólide em chamas por Arturo Merzario, Brett Lunger, Guy Edwards e Harald Ertl.
Liderava já, nessa altura, de forma absolutamente destacada, o campeonato – após os nove primeiros Grandes Prémios da temporada -, com 58 pontos, face a apenas 35 pontos de James Hunt.
Não foi sem o que então me pareceu uma forte injustiça, que vi Lauda, gradualmente – após período de convalescença que o afastou das pistas durante cerca de mês e meio – ir perdendo a sua vantagem. Quando regressou, a 12 de Setembro, em Monza, o seu avanço face a Hunt reduzira-se somente a 2 pontos – que ampliaria ainda, nesse dia (mercê de um extraordinário desempenho que lhe proporcionou um excelente 4.º lugar), para 5 pontos. Entretanto, surgiria a notícia da desqualificação de Hunt na corrida da Grã-Bretanha, o que recolocava então a vantagem de Lauda em 17 pontos!
Contudo, os dois triunfos do inglês no Canadá e nos EUA apertaram a diferença para uma estreita margem de três pontos. A retirada do austríaco (à semelhança do que fizeram também, por exemplo, Fittipaldi e José Carlos Pace) na derradeira prova, no Japão – numa pista em perigosíssimas condições, inundada pela água -, permitiram a James Hunt (3.º classificado, a uma volta de Mario Andretti), pela primeira vez em toda a época, assumir o comando, sagrando-se Campeão do Mundo, por um ponto!
Depois de recuperar – logo no ano imediato – o título de Campeão do Mundo, que ingloriamente deixara escapar em 1976 (ganhando então com uma clara vantagem de 17 pontos sobre o 2.º classificado, Jody Scheckter, com James Hunt a terminar o campeonato em 5.º, a 32 pontos do vencedor), e após ter mudado para a Brabham em 1978, Lauda retirar-se-ia das pistas no final do ano de 1979.
Regressaria em 1982, na McLaren, para, no ano de 1984, obter, de forma absolutamente fantástica (tendo somado três triunfos e três segundos lugares nas sete últimas provas) – com o 2.ª posição alcançada na derradeira corrida (depois de sair do 11.º posto da grelha de partida), no Grande Prémio do Estoril, no retorno da Fórmula 1 a Portugal, após um interregno desde 1960 -, o seu terceiro título de Campeão do Mundo, superando o seu colega de equipa, Alain Prost, por 0,5 pontos de vantagem!
Ao longo da sua magnífica carreira, figurando como um dos maiores ícones da modalidade rainha do automobilismo, venceu 25 Grandes Prémios, obteve 24 “pole positions”, tendo subido ao pódio por 54 vezes.






