Posts filed under ‘Pessoal’

Praga (II)

27 Dezembro, 2010 at 10:46 pm Deixe um comentário

Praga (I)

27 Dezembro, 2010 at 10:44 pm Deixe um comentário

What’s another year?

Cantava Johnny Logan há já 30 anos, uma música com um poema sem esperança (curiosamente vencedora do Eurofestival de 1980).

Ao contrário, este foi mais um ano bom, em muito boa companhia, na qual se incluem todos os amigos, desde os virtuais aos bem reais, e, sobretudo, tu, pelo sexto ano consecutivo, caminhando lado a lado comigo, rumo ao futuro.

Obrigado a todos!

E como de memórias se fala, aqui fica a música:

20 Novembro, 2010 at 11:55 pm Deixe um comentário

5 anos

5 Novembro, 2010 at 9:54 am Deixe um comentário

“Carta aberta” – Parte II

«É impressionante como as mais opostas sensações se podem confundir num mesmo momento (os tais “mixed feelings” de que já aqui falei há tempos)!» – aqui (te) escrevi isto, há já 7 anos!

Dizia eu, então, que, dia após dia, ao longo de 5 anos, me (nos) tinhas apoiado, proporcionando o melhor dos teus esforços para contribuir decisivamente para o “sucesso”.

Nessa altura, estavas a iniciar uma nova fase da tua “caminhada”, ganhando “asas”, num dos dias mais gratificantes da minha vida profissional.

Outros 7 anos decorreram entretanto e soubeste sempre, a cada ano – a cada dia! – continuar a dar o  teu melhor, numa dedicação extrema, de enorme envolvimento e competência colocados ao serviço da empresa e dos seus clientes, com uma permanente atitude de exemplar profissionalismo.

A vida é feita de encontros e desencontros. Hoje, os nossos caminhos desencontram-se. É um momento difícil para mim (como é, sei-o, também para ti). A vida é feita de opções e de encruzilhadas em que temos de seguir um rumo, o melhor rumo para cada um de nós.

Tem agora início um novo ciclo para ti. Neste momento, que posso eu dizer-te senão: OBRIGADO!

E desejar-te toda a sorte que mereces. Estou certo que vais ter muito sucesso. “O futuro começa hoje mesmo”.

Como então, como sempre, “Count on me!”

Como não gosto de despedidas: não (te disse nem) digo adeus. Até um dia destes. Um beijo deste teu amigo.

30 Setembro, 2010 at 7:48 pm Deixe um comentário

About.me

23 Setembro, 2010 at 1:03 pm Deixe um comentário

Idade da inocência

A propósito de Idade da inocência – que há já largos anos ficou para trás no que à blogosfera respeita -, ao entusiasmo inicial de ter um blogue em que pensamos poder escrever coisas que irão interessar muitos, vamos descobrindo que, finalmente, não interessarão assim tanto(s).

E a esse entusiasmo sucede-se necessariamente a rotina e a inevitável saturação, acabando por atravessar-se uma fase em que o blogue se transforma em obrigação; em que a liberdade do prazer de não «cumprir um dever» se torna superior ao de poder dispor de um espaço aberto e livre de escrita.

Do período de férias, com o blogue naturalmente em pousio, ressalta que se parece ter transformado em obituário (três referências no intervalo de apenas um mês…).

Com o aproximar do final do Verão, como que num renascimento, será porventura tempo de ajustamentos na “linha editorial”. A ver vamos…

1 Setembro, 2010 at 8:55 am Deixe um comentário

Laurent Fignon (1960-2010)

Há uma idade – da inocência – em que, quantas vezes sem sabermos explicar porquê, adoptamos como ídolos personalidades que se destacam em determinada área, com frequência particular no caso de desportistas.

Com os meus 16 anos, acompanhava com fervor a carreira de Joaquim Agostinho, em especial as suas proezas no “Tour de France”, que correria pela última vez nesse ano de 1983, terminando num muito honroso 11º lugar – para o veterano do pelotão, então já com 40 anos -, a escassos segundos da posição que lhe daria direito à tradicional “volta de honra” nos Champs Elysées.

Enquanto os franceses suspiravam pelo sucessor de Bernard Hinault, ausente por lesão, que pensavam ter encontrado em Pascal Simon – que lideraria a prova durante vários dias, inclusivamente mesmo depois de, na sequência de uma queda, ter fracturado um braço, o que inevitavelmente o viria a obrigar a desistir – um herói improvável surgiria.

Estreante na maior competição velocipédica do mundo, Laurent Fignon era um jovem parisiense de apenas 22 anos, que “chegou, viu e venceu”. E assim, do nada, nascia o meu novo  ídolo!

Com o seu sucesso me entusiasmei na fase decisiva da prova de 1983, e, ainda mais vibraria, no ano seguinte, com a forma categórica como se impôs ao regressado “todo-poderoso” Hinault, com triunfos em 5 etapas!

Porventura não tanto quanto sofri com a decepção de 1989, perdendo ingloriamente a competição para o estado-unidense Greg LeMond por escassos 8 segundos, após mais de 3 000 km percorridos, e quase 100 horas a pedalar.

Retirado da competição, mas acompanhando o ciclismo até ao fim – agora como comentador televisivo -, ao mesmo tempo que lutava contra um implacável adversário, o meu ídolo teve hoje a última derrota da sua vida. Tinha apenas 50 anos…

31 Agosto, 2010 at 8:46 pm Deixe um comentário

7 anos de Memória Virtual

28 Junho, 2010 at 8:30 am Deixe um comentário

Homenagem aos Campeões Nacionais 1973-74

Na vida, há coisas que dinheiro nenhum do mundo pode comprar…

Como o dia cheio, repleto de emoções, como que um sonho irreal, que me foi proporcionado no Sábado – ao longo do dia dei por mim a interrogar-me, por várias vezes, se “aquilo” estava mesmo a acontecer; se era realmente eu que estava ali, ao lado de ídolos da minha meninice, de quem coleccionei os famosos cromos (alguns ainda do tempo das figurinhas enroladas em rebuçados!…) e cujos nomes ouvi em tantos relatos pela rádio.

Os mesmos cromos que Conhé conserva ainda na sua carteira, com uma mini-colecção de diversos exemplares retratando os seus tempos de glória e que, orgulhosamente, me mostrava.

Ao regressar 36 anos no tempo, foi também como se regressasse à minha infância, ao meu próprio passado, à época em que morava ali, a “dois passos” do Estádio onde tantas tardes de festa se viveram.

Ou, também, como a emoção e a extraordinária alegria do reencontro que, conforme pude testemunhar, vi estampada nos rostos daquelas estrelas do futebol dos anos 70: foi impossível não vibrar com as carinhosas saudações que, em especial, foram atribuídas – e largamente retribuídas – por um Camolas, feliz que nem um menino! E, também, por Bolota, viajando expressamente desde o Canadá, onde se encontra radicado.

Ainda outro, de muitos momentos de emoções fortes, também a partir do Canadá, com a intervenção em directo para o Cine-Teatro Paraíso, via telemóvel, do capitão João Carlos, saudando os seus colegas Campeões ali reunidos (no que seria seguido também por Fernandes, a partir de França).

Intervenções bem complementadas pelas palavras da Presidente da Assembleia Geral do União de Tomar, Graça Costa, assim como pela emocionada alocução de Maria Júlia Filipe, recordando o seu pai João Lopes da Costa, e dando o grito de alerta de que o União irá prosseguir, a caminho e para além do centenário, com vitalidade reforçada.

O dia começou cedo, pelas 10 horas, com a inauguração da Exposição “Os Campeões de 1974”, patente na Galeria Templários, onde, em plena Rua Serpa Pinto, se começaram a juntar os Campeões, com oportunidade para apreciar as fotos e outro material alusivo ao evento – com destaque para a taça de Campeão Nacional -, também com a passagem emécran de imagens disponibilizadas pela RTP referentes à Final disputada a 23 de Junho de 1974, no Estádio Municipal de Coimbra, entre o União de Tomar e o Sporting Clube de Espinho, com o triunfo tomarense por 4-3, com três golos de Bolota e um do capitão João Carlos.

Seguindo-se para o Estádio Municipal, iniciar-se-ia o torneio triangular de veteranos, entre as equipas do União, do Espinho e do Benfica (“Sport Lisboa e Saudade”), que esta última, dirigida por Artur Santos, treinador da equipa do União que se sagrou campeã em1974, viria a vencer.

A começar a tarde, a sessão especial comemorativa, de homenagem aos Campeões, no Cine-Teatro Paraíso, com a excelente apresentação de Paulo Pereira, que, como referi já, teve oportunidade de dialogar via telefone com João Carlos e Fernandes.

De regresso ao Estádio, tempo para animadas conversas, recordando os “bons velhos tempos”, com inúmeras e curiosas histórias, como as que o sempre esfusiante Kiki (um entusiasmo contagiante) me contava, também com a participação de Faustino, recordando o dia em que passou de “não ter carro nenhum a ter dois carros e meio!…”, ou como, na célebre “liguilla” de 1970-71, num jogo disputado com o Marinhense, após ser substituído, teve de “fugir” do campo, ainda equipado, dadas as intenções “pouco amistosas” da claque da equipa adversária…

Assim como a recordação do generoso Faustino, ainda a propósito do jogo da Final de 1974, em que – dado que apenas os jogadores que jogavam recebiam o prémio de jogo – e com o marcador em 4-1, favorável ao União, “simulou” uma lesão para ser substituído, de forma a possibilitar que Fernando fosse também premiado…

Ou as histórias de Manuel José, com um magnetismo especial, que lhe é conferido – não só pelo seu estatuto no futebol nacional e internacional – também, talvez principalmente, pelas suas origens algarvias, sempre congregando à sua volta um grupo ávido de ouvintes, também com tempo para recordar junto com a comitiva espinhense, os tempos passados naquele clube, como jogador e o seu início como treinador.

Tendo vindo também à baila algumas das brincadeiras que, no fundo, contribuíram para uma grande união de grupo, factor chave nas conquistas do União, como o dia em que Raul Águas descobriu que tinha um gafanhoto dentro da camisola, a passear pelas costas…

Tal como, passando na rua, a caminho do Cine-Teatro, um tomarense se dirigir de forma espontânea a Nascimento, questionando-o se tinha vindo visitar a “sua baliza”…

Ocasião ainda para assinalar a simpatia com que fui tratado por Alexandre (proveniente da velhinha CUF) ou por José Jorge, grande unionista, árbitro do torneio.

Com o jantar de encerramento e entrega de troféus, no Hotel dos Templários, ficou reforçado o espírito de sã convivência que se viveu durante todo o dia, com a glória aos vencedores e a honra aos vencidos, os convidados espinhenses, também a caminho do centenário em 2014, curiosamente tal como o União de Tomar, quais “equipas-gémeas”.

Depois das intervenções dos Presidentes da Câmara Municipal de Tomar e de Espinho e dos vereadores da Câmara Municipal de Tomar, assim como dos representantes das equipas de veteranos do Espinho e do Benfica (Artur Santos), a derradeira intervenção ficaria a cargo de Raul Águas que manifestou a sua alegria pela ocasião – a par da tristeza em ver o Estádio sem bancada -, lembrando os que partiram já (Quim Pereira, João Lopes da Costa, Florival e Pavão) e deixando um apelo às autoridades no sentido de continuarem a apoiar o União de Tomar.

“Last but not least”, endereço os meus Parabéns à magnífica organização, da responsabilidade dos veteranos do União de Tomar, superiormente coordenados pelo incansável José Martins, com a excelente colaboração de outras figuras do clube, como Paulo Moura ou Ferreira, entre muitos outros, traduzindo um verdadeiro espírito de equipa.

Pessoalmente, é com imenso gosto que expresso o meu sentido agradecimento por esta inolvidável experiência que me foi proporcionada, grato pelo tratamento que me foi dispensado, que a todos apresento, nas pessoas do José Martins (a quem reitero o obrigado pelo amável convite) e do José Tapadas.

3 Maio, 2010 at 2:36 pm Deixe um comentário

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