Romancista norte-americano, considerado o grande narrador do Sul dos Estados Unidos da América, um dos maiores escritores do século XX, William Faulkner foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1949. Destacaram-se as suas obras: O Som e a Fúria; As I Lay Dying; Absalão, Absalão; Santuário; Desce, Moisés; O Mundo não Perdoa.
Pelos microfones da histórica “Emissora Nacional” (e da sua sucessora, actual “Antena 1”) passaram grandes vozes, de várias gerações, de que são apenas exemplo (entre muitas outras que não me vêm agora à memória):
Maria Leonor, Fernando Pessa, Jorge Alves, Pedro Moutinho, Artur Agostinho, Etelvina Lopes de Almeida, Amadeu José de Freitas, Domingos Lança Moreira, Rui Romano, Nuno Brás, Luís Filipe Costa, Matos Maia, Carlos Cruz, Romeu Correia, Costa Martins, Fernando Correia, Francisco Amaral, Francisco Sena Santos, Adelino Gomes e António Macedo.
Após a reorganização interna de 1979, seria criada autonomamente a Rádio Comercial, que assumiria uma vertente de concorrência com outros operadores privados no mercado publicitário; este canal viria a ser privatizado.
Em 1994, nascia a Antena 3, com uma vocação orientada para o segmento jovem dos ouvintes.
Em 1995, surgia a RDP África, operando para os países africanos de expressão portuguesa.
Depois de integrada, em 2000, na Portugal Global, SGPS – holding criada para agrupar os média estatais, entretanto extinta – seria criada em 2004 a Rádio e Televisão de Portugal, SGPS, holding que reune a RTP e a RDP.
Compreende actualmente os seguintes canais:
– Antena 1 – rádio generalista;
– Antena 2 – canal cultural, orientado preferencialmente para a música erudita;
– Antena 3 – vocacionado para o público jovem e as novas tendências da música;
– RDP Internacional – emitindo em língua portuguesa para a diáspora lusitana em todo o mundo;
– RDP África – emissão para os países africanos de expressão oficial portuguesa;
– Antena 1 – Madeira;
– Antena 3 – Madeira;
– Antena 1 – Açores.
Durante um largo período da sua existência, a Emissora Nacional operou como veículo de propaganda estatal, à semelhança de outras rádios nacionais, embora tal característica fosse mais vincada no caso português, devido ao regime ditatorial vigente. Momentos marcantes do início dessa época seriam as transmissões do desencadear da Guerra Civil de Espanha (1936) e da Segunda Guerra Mundial (1939).
Tradicionalmente, afirmou-se pelo estilo sóbrio e de rigor dos seus locutores, dos mais conceituados do país, ocupando papel central na história da rádio.
Na década de 50 seriam criadas as Orquestras Sinfónica, Típica e Ligeira da Emissora Nacional, que assumiriam papel de relevo no panorama cultural português da época, revelando grandes nomes da música. A acção cultural passaria também pelo histórico teatro radiofónico.
Na sequência da Revolução do 25 de Abril, a Emissora Nacional seria ocupada, vindo subsequentemente a ser nacionalizada, sendo criada a RDP – Empresa Pública de Radiodifusão, agrupando a generalidade das estações radiofónicas, com a única excepção significativa da Rádio Renascença. Agrupar-se-ia então em 4 canais nacionais e 3 regionais no Continente, para além de 2 canais regionais nas ilhas.
1. Este “blogue" tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular páginas na Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de comunicação social, que nem sempre será viável citar ou referenciar.
Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.
2. Os comentários expressos neste "blogue" vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste "blogue", pelo que publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo.
Reservo-me também o direito de eliminar comentários que possa considerar difamatórios, ofensivos, caluniosos ou prejudiciais a terceiros; textos de carácter promocional poderão ser também excluídos.