Posts filed under ‘Internacional’

"LE 14 JUILLET"

Não, é claro que não me esqueci; “Allons les enfants de la Patrie… le jour de gloire est arrivé…”. 

No “Dia nacional da França”, em que se cumprem 214 anos da Revolução Francesa, a minha referência vai – como não podia deixar de ser (e um pouco à imagem do “Dia nacional dos EUA”) – para uma história que representará para toda o sempre, um ideal de amizade: “Le Petit Prince”, de Antoine de Saint-Exupéry (datada de 1943). 

“Era uma vez um principezinho que vivia num planeta pouco maior do que ele e precisava de um amigo…”.

[42]

14 Julho, 2003 at 7:44 am

LULA

Sem perder de vista as dificuldades por que passa o Brasil, é inquestionável o seu papel preponderante na cena internacional, desde logo uma “potência regional” de primeira grandeza, afectando decisivamente toda a envolvente sul-americana. 

Não deixa portanto de ser de alguma forma honroso que a primeira visita presidencial (de Luiz Inácio Lula da Silva) tenha por destino Portugal. 

Poderia escrever sobre mil figuras de relevo na história, cultura e desporto brasileiros. De memória, cito apenas algumas: Jorge Amado, Erico Veríssimo, Gilberto Freyre e Paulo Coelho (um “recordista mundial” de vendas na actualidade), na literatura; Chico Buarque, Elis Regina, Gal Costa, Maria Betânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil (agora ministro da cultura), Milton Nascimento, Roberto Carlos (porque não? …), Marisa Monte e Adriana Calcanhoto, na música; Arnaldo Jabor, Cacá Diegues, Glauber Rocha e Fernanda Montenegro, no cinema; Pelé (e mais outras centenas de futebolistas …); Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna (campeões mundiais do desporto mais selectivo do mundo – em que apenas cerca de 20 “eleitos” disputam, anualmente, o título de melhor piloto do planeta…), and so on, and so on… 

Um mundo (sempre) por descobrir (para além das novelas…). 

P.S. Bem sei que, daqui a pouco, “não me vou perdoar” por ter esquecido “n” personalidades que não poderia ter negligenciado…

[33]

11 Julho, 2003 at 8:07 pm

IN GOD WE TRUST

Neste “4th of July”, estaremos porventura distantes dos ideais puros e algo românticos do Liberty Bell da Philadelphia de 1776 (It was “Once upon a time in America”…); mas o mundo é também, hoje, radicalmente diferente: maior competitividade (cada vez levada mais ao extremo), maior agressividade; uma espécie de luta pela sobrevivência da espécie, em que só os mais fortes “vingam”.

Poderia escrever sobre mil aspectos positivos dos “gloriosos” EUA neste seu aniversário, mas vou-me ficar por uma história, eventualmente das mais singelas, mas que continua a ser, passados cerca de 100 anos, um hino à amizade: “As fabulosas aventuras de Tom Sawyer e Huckleberry Finn” (de Mark Twain).

A reler, sempre !

[14]

4 Julho, 2003 at 7:23 am

DE UMA VEZ POR TODAS?

Diz Ariel Sharon (na sequência de uma reunião com o seu homólogo palestino): “Possibilidade de paz é agora maior” (ou seja, “a viabilidade de um acordo com os palestinos é actualmente muito maior do que no passado…”).

E isso quer dizer…?

Podemos interpretar como sendo uma mensagem de esperança?

Vai mesmo haver paz um dia?

De uma vez por todas?

[8]

1 Julho, 2003 at 7:45 pm

ANGOLA – UMA NOVA ESPERANÇA

A eleição de Isaías Samakuva – considerado um perfil de conciliador – como líder da UNITA proporciona uma nova esperança na definitiva passagem da força das armas ao poder da democracia, reforçada pela intenção declarada do cumprimento integral dos acordos de paz, favorecendo a reconciliação de todos os angolanos. Oxalá!

[5]

30 Junho, 2003 at 7:23 am

REPÚBLICA TURCA DO NORTE DE CHIPRE (!?)

Eu bem sei que há, nos dias que correm, mil e uma preocupações em todo o mundo, mais importantes que esta RTNC…

Nós conhecemos o Chipre nos anos 70 (quando a selecção de Portugal se começou a cruzar com este simpático país nos campeonatos internacionais de futebol – era então uma das poucas selecções a quem tínhamos a certeza de ganhar sempre… e por alguns golos).

Ora, foi precisamente em 1974 (ano em que não aconteceram só coisas boas, como é óbvio) que aquela ilha do mediterrâneo foi dividida em duas partes, através de uma “barreira fronteiriça”: na parte sul da ilha, o regime era afecto à vizinha Grécia; na parte norte, foi então instaurada a República Turca do Norte de Chipre (cujo regime, obviamente, é afecto à vizinha Turquia – que foi, aliás, o único país a reconhecer oficialmente essa República). Como é que é possível que haja um país cujo nome oficial inclui referência a outro??? Como é possível dizer-se haver “cipriotas-gregos” e “cipriotas-turcos”?

Mas os tempos evoluem e, o Chipre, será nosso parceiro na União Europeia daqui a poucos meses! (apenas a parte sul…).

Para concluir, o aspecto positivo que está na origem deste escrito é que, após quase 30 anos de absoluta divisão, foi finalmente possível aos “cipriotas do norte” transpor as fronteiras para o sul e vice-versa.

Terá sido um passo ainda muito tímido (mas poderá ser o início da queda de um mini-“muro de Berlim”). Como o primeiro passo é sempre o mais difícil de dar, há que ter esperança que os cipriotas possam rapidamente unir-se e trabalhar e viver em harmonia.

[4]

29 Junho, 2003 at 11:14 am

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