O prémio Nobel da Paz foi hoje atribuído ao antigo Presidente da Finlândia Martti Ahtisaari, pelos seus «importantes esforços, em vários continentes e ao longo de mais de três décadas, para resolver conflitos internacionais», de que se destacam a sua acção no processo de independência da Namíbia, no acordo de paz com os ex-rebeldes independentistas do Movimento Aceh Livre na Indonésia e como mediador no Kosovo.
A este propósito, farei apenas remissão para o texto que aqui publiquei há quase 8 meses (18 de Fevereiro): «a decisão está tomada e acabará por ir, inevitavelmente, no sentido do reconhecimento da independência… Porquê então o protelamento?»
Ao chegar ao último fim-de-semana da EXPO 2008, em Zaragoza (com encerramento agendado para Domingo, 14 de Setembro, após 3 meses de exibição), podemos começar a apelar à memória, por via de uma galeria de fotos, disponível para consulta.
O líder da UNITA, Isaías Samakuva, anunciou o reconhecimento dos resultados eleitorais em Angola, felicitando o MPLA pela vitória obtida (cerca de 82 % dos votos, face a apenas cerca de 10 % para a UNITA).
O processo eleitoral havia sido já – após as reticências inicialmente expressas, na manhã de sexta-feira – considerado “transparente”, e representando um “avanço para a paz” pelos observadores da União Europeia.
Quando estão já escrutinados cerca de metade dos votos das eleições legislativas em Angola, o MPLA lidera as contagens, com mais de 80 % dos votos, face a apenas cerca de 10 % da UNITA, o que origina controvérsia sobre a validade destas eleições.
Alegando que «não houve condições para que o processo fosse considerado normal», Isaías Samakuva requereu hoje a repetição das eleições legislativas em Luanda.
P. S. Mais informações sobre as eleições em Angola, aqui, na BBC.
O líder da UNITA, Isaías Samakuva afirmou esta manhã que «a votação em Luanda está uma grande confusão, um completo desastre. Espero que as coisas melhorem ao longo do dia», e, ainda, «se as coisas continuarem assim, a votação é inaceitável».
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