Posts filed under ‘Economia e Gestão’

Moody’s corta rating de Portugal para “lixo”

O “crescente risco” de que Portugal tenha de pedir um segundo empréstimo antes de regressar aos mercados e a crescente possibilidade de uma renegociação da dívida levaram a agência de rating Moody’s a descer a nota de Portugal para um nível considerado junk (lixo).

(Público)

O que me suscita nomeadamente a seguinte questão: como será possível justificar as notações que eram atribuídas a Portugal por estas mesmas agências de rating há 12 ou há 18 meses?

O detalhe do fundamento da notação atribuída hoje pode ser consultado aqui:

1. The growing risk that Portugal will require a second round of official financing before it can return to the private market, and the increasing possibility that private sector creditor participation will be required as a pre-condition.

2. Heightened concerns that Portugal will not be able to fully achieve the deficit reduction and debt stabilisation targets set out in its loan agreement with the European Union (EU) and International Monetary Fund (IMF) due to the formidable challenges the country is facing in reducing spending, increasing tax compliance, achieving economic growth and supporting the banking system.

(clicar na imagem para ampliar)

5 Julho, 2011 at 8:04 pm Deixe um comentário

«Sinais»

Cerca de três quartos do orçamento de estado são gastos (por ordem decrescente) na segurança social, saúde e educação. Não é possível equilibrar as contas públicas sem reduzir gastos nestas três áreas e não há subsídios de Natal que cheguem para tapar o buraco crescente nas mesmas.

É essencial para a viabilidade da república que a população tenha consciência deste facto e entenda que muitos benefícios sociais garantidos pelo estado terão de sofrer ajustamentos (ou mesmo cortes). Para isso é importante tomar medidas que sinalizem inequivocamente esta realidade.

Até ao momento, a única medida verdadeiramente sinalizadora e inequívoca é um imposto extraordinário (nos vários significados do termo) que incide maioritáriamente sobre aqueles que já pagam mais impostos e contribuições. A sinalização está completamente ao contrário: De um lado, medida imediata no lado da receita, tal como fizeram os governos anteriores, com o resultadão que todos conhecemos; do outro, conversa teórica vaga sobre racionalização da despesa, mudanças das funções do estado, e tal, com medidas que ainda virão, no futuro, como sempre.

(Miguel Botelho Moniz, n’O Insurgente – sublinhados meus)

4 Julho, 2011 at 6:32 pm Deixe um comentário

«A Hamiltonian Solution For Europe»

«What would that look like?

It would start with the recognition that Greece is insolvent. It can’t pay the money it owes. One or two or maybe three other countries also may be insolvent. And the existence of solvency problems in some states is creating liquidity problems for other larger states. So there’s some insolvency, and even though the insolvency is concentrated in a relatively small number of small states it’s a problem for a much broader set of European people. At the same time, if you look at the total amount of sovereign debt in Europe and compare it to the Eurozone’s total fiscal capacity, the debt is very manageable. The Eurozone as a whole is a very solvent, creditworthy entity. So in principle you could consolidate all that outstanding European debt into a single Eurozone-wide debt financed by a modest European Solidarity VAT Surcharge. Then you’d have to severely curtail (if not eliminate) the EU member states’ ability to engage in deficit spending, limiting them to some kind of authority to borrow from a central European entity. The EU itself would become a debt-issuing, taxing entity like a real country.»

(ver artigo completo)

20 Junho, 2011 at 9:58 pm Deixe um comentário

“Grèce : le graphique qui condamne l’Europe, Merkel et Sarkozy”

Je dois à un des commentateurs de ce blog d’avoir trouvé sur Bloomberg un graphique qui, pour moi résume d’une manière frappante la manière irresponsable dont la Commission Européenne, la Banque Centrale Européenne et le Fonds Monétaire International ont gère la crise grecque. Il y a un an, les obligations à trois ans de la Grèce avaient un rendement de 8%. Ce rendement est maintenant de 30%. Le cout théorique de cette hausse dépasse 100 milliards d’euros.

Nous voici maintenant acculés à des solutions qui proviendront de la poche des contribuables de l’Eurozone. Tout cela aurait pu être évité si nous avions à la tête des Etats Europeens et des autorités internationales de vrais dirigeants qui assument leurs responsabilités.

(via Démystifier la Finance – Le Monde)

Ou, por cá, na mesma linha, Helena Garrido, dizendo que «Ainda não é tarde para salvar o euro»:

Porque é que a crise da Grécia não se resolve? Porque há países do euro que não querem que o problema se resolva.

Nem sabem a caixa de Pandora que estão a abrir. Hoje é a Grécia, amanhã podem ser, eles, os tais que hoje abandonam os gregos. Entretanto podem ter destruído o sonho de paz e prosperidade na Europa.

A Grécia enganou as autoridades europeias? Há quanto tempo se sabia isso, há quanto tempo se era cúmplice disso? A Grécia não cumpriu o plano que viabilizou o empréstimo? Sim, algumas medidas que estavam nas suas mão não cumpriu, como por exemplo, as privatizações entre as quais estão a tão popular venda de ilhas. Mas há medidas que seria manifestamente impossível cumprir: quem impôs as medidas tinha a obrigação de saber, quer pelo que sabe de economia, como pelo que conhece do funcionamento da sociedade grega, que se estava perante um elevado risco de se entrar no círculo vicioso de austeridade, recessão e maior peso da dívida. A Grécia vai entrar no seu quinto plano de austeridade e as autoridades europeias continuam a insistir que terá de ter um défice público de 2,6% do PIB em 2014, a partir dos 7,5% projectados para este ano.

Alguns países do euro estão, há muito, a condenar a Grécia ao incumprimento que está agora à vista de todos. Aquilo que as agências de “rating” estão a fazer, ao colocar um país europeu da União Monetária como se fosse um dos mais arriscados do mundo, é apenas o reflexo do que se adivinha ser o futuro da Grécia ditado pelos seus parceiros do euro. […]

A crise da dívida no euro não é uma crise da Grécia, de Portugal, da Irlanda. É um problema no euro gerado pela desregulação financeira com epicentro nos Estados Unidos e agravado com a terapia de salvação de todos os bancos com políticas expansionistas aceleradas, a seguir ao colapso da Lehman Brother’s, em 2008.

Ou, noutro registo, citando o Professor Adriano Moreira:

Não recordo, e por isso não usarei certamente com rigor as palavras usadas algures por Soros, quando avisou sobre a fragilidade dos sistemas financeiros em que vivíamos, e a facilidade com que um especulador experimentado, como é comprovadamente o seu caso que não esconde, poderia desequilibrar o sistema de qualquer país. É possível que tenha exagerado no comentário, mas os factos estão a demonstrar que a fragilidade frequenta muitos dos Estados, incluindo o nosso, e que, sem que a identidade de cada um dos povos europeus seja afectada, a crise do Estado é evidente, e que a relação entre ambas as realidades tem graves debilidades no que toca à confiança.

E, ainda:

Parece de insistir sobre a necessidade de uma diplomacia consistente, apoiada em recursos suficientes, para enfrentar um mundo em mudança, em nome de um Estado que se deixou resvalar para a exiguidade ao somar os efeitos da crise mundial com as insuficiências internas de governo e administração. […]

Para a situação portuguesa, aquilo que, por exemplo, Boris Biancheri chamou a necessidade de conciliar o mundo, tem, entre outras exigências, a de conciliar a Europa rica com a Europa pobre, fortalecendo a confiabilidade do projecto europeu, quer para cumprir obrigações assumidas, quer para recuperar das crises, quer para contribuir com imaginação criadora para a reorganização da governança mundial em paz. As divergências que ameaçam o processo europeu apenas tornam mais imperativo o esforço diplomático.

17 Junho, 2011 at 8:10 pm 3 comentários

Carlos Tavares – Director-Geral de Operações na Renault

O português Carlos Tavares, de 52 anos, Engenheiro, colaborador do Grupo Renault há cerca de 30 anos, com passagens pelo Japão (na Administração da Nissan) e pelos EUA, acaba de ascender à segunda posição na hierarquia deste grupo automóvel francês a nível mundial, reportando directamente ao Presidente, de origem brasileira, Carlos Ghosn.

A ler, a entrevista de Carlos Tavares, hoje publicada no prestigiado jornal económico francês, Les Echos, de que transcrevo abaixo alguns excertos:

«Vous retrouvez aujourd’hui Renault, que vous aviez quitté en 2004. Comment comptez-vous faire pour y restaurer la confiance ?

Ce que je perçois de Renault aujourd’hui, c’est que c’est une entreprise qui a un plan stratégique et qui est impatiente de le mettre en oeuvre. Ma principale préoccupation sera de libérer tout le potentiel de l’entreprise pour que ce plan « Renault 2016-Drive the Change » soit un succès. La passion des employés dans une entreprise comme la nôtre est un facteur déterminant du succès. Autre différence claire par rapport au Renault que j’avais connu : la reconnaissance que le monde bouge, qu’il y a des opportunités à saisir à l’international. […]

Dans la gouvernance de Renault, que faut-il à présent changer ?

Tous les salariés de l’entreprise doivent pouvoir travailler en confiance, en toute liberté. Une des priorités de l’encadrement est de créer un contexte de sérénité, de concentration pour pouvoir faire des voitures innovantes et de grande qualité. Il faut parler, expliquer et surtout écouter. Ce sera mon premier travail dans les prochains mois.

A qui aurez-vous des comptes à rendre ? A Carlos Ghosn uniquement, ou parfois au gouvernement ?

Je le vois de façon plutôt simple : cela fait sept ans que je travaille avec Carlos Ghosn, on se comprend très bien. Je m’attends à un travail en équipe. Je m’efforcerai de faire en sorte que l’entreprise, opérationnellement, atteigne ses objectifs, sinon plus. Quant au dialogue avec les actionnaires, c’est par nature une responsabilité du PDG, ça me paraît limpide. […]»

1 Junho, 2011 at 11:29 pm Deixe um comentário

Portugal Bailout – Sobre o pedido de resgate

19 Abril, 2011 at 11:29 pm Deixe um comentário

Resgate de Portugal na imprensa internacional (II)

15 Abril, 2011 at 7:57 pm Deixe um comentário

Resgate de Portugal na imprensa internacional

6 Abril, 2011 at 10:47 pm Deixe um comentário

Pedido de Portugal para activação dos mecanismos de apoio financeiro

«O Primeiro-Ministro português, José Sócrates, comunicou hoje ao Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, a intenção de Portugal pedir a activação dos mecanismos de auxílio financeiro.

O Presidente da Comissão Europeia garantiu que esse pedido será tratado da forma mais expedita possível, de acordo com as regras pertinentes.

O Presidente da Comissão Europeia reitera nesta ocasião a sua confiança na capacidade de Portugal superar as dificuldades actuais, com a solidariedade dos seus parceiros.»

(Comissão Europeia)

6 Abril, 2011 at 10:18 pm Deixe um comentário

Cronologia: como Portugal chegou ao pedido de resgate

«09 Mar – O Presidente da República, Cavaco Silva, toma posse para um segundo mandato e afirma que “há limites para os sacrifícios que se podem exigir ao comum dos cidadãos”.

11 Mar – Governo apresenta um novo pacote de medidas de austeridade para este ano, 2012 e 2013, entre as quais congelamentos e cortes nas pensões e a revisão e limitação dos benefícios e deduções fiscais, em sede de IRS e IRC.

11 Mar – Governo afirma que o PSD é “imprescindível” para a concretização das novas medidas do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC).

12 Mar – O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, anuncia que as novas medidas não contarão com o voto dos sociais-democratas.

13 Mar – O presidente do CDS-PP, Paulo Portas, advertiu que se o Governo não apresentar um projecto de resolução no Parlamento sobre o novo PEC, o seu partido toMará a iniciativa.

14 Mar – O primeiro-ministro anuncia que o Governo apresentará uma resolução sobre o PEC, advertindo que a oposição é “livre” para provocar uma crise política. Sócrates diz também que está disponível para negociar as novas medidas.

15 Mar – José Sócrates adverte que se o Parlamento aprovar uma moção contra as novas medidas de austeridade, isso significa a abertura de uma crise política com consequências “terríveis” para Portugal. Anuncia também que se recandidatará ao cargo caso haja eleições antecipadas.

16 Mar – Teixeira dos Santos diz que a inviabilização das medidas de austeridade anunciadas é “empurrar o país para a ajuda externa”.

17 Mar – O primeiro-ministro considera que a crise política é evitável e reitera estar disponível para negociar todas as medidas. No mesmo dia, o PS decide não apresentar uma resolução de apoio às medidas.

19 Mar – O primeiro-ministro revela que não está disponível para governar com a ajuda do Fundo Monetário Internacional (FMI) e reafirma que Portugal não precisa de ajuda externa.

20 Mar – PSD reitera que votará contra o novo PEC “em quaisquer circunstâncias”.

21 Mar – O ministro dos Assuntos Parlamentares afirma que “não pode ser afastado” o cenário da demissão do Governo na sequência de um chumbo do PEC IV na Assembleia da República.

23 Mar – O Parlamento aprova cinco resoluções de rejeição do PEC incluídas em projetos do PSD, CDS-PP, PCP, BE e Verdes.

23 Mar – A Presidência da República anuncia que o primeiro-ministro apresentou o pedido de demissão ao Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.

23 Mar – Numa comunicação ao país, José Sócrates afirma que a crise política só pode ser resolvida pela decisão soberana dos portugueses e lamenta que tenha sido “o único” a apelar ao sentido de responsabilidade para que se evitasse uma crise.

24 Mar – O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, considera “apropriado” um resgate a Portugal no valor de 75 mil milhões de euros.

24 Mar – O ministro da Presidência afirma que, apesar da crise política, o Governo continua a considerar evitável o recurso de Portugal à ajuda externa.

25 Mar – O primeiro-ministro assegura em Bruxelas que Portugal não precisa de ajuda externa para financiar a dívida pública.

25 Mar – Jerónimo de Sousa recusa dar “aval” a um pedido de ajuda externa, considerando que se trata de “uma ameaça” que condicionaria a “soberania”, a “economia” e os “direitos sociais”.

27 Mar – Sócrates acusa o PSD de já se ter rendido ao FMI e de pretender de forma “disfarçada” impor a sua agenda “liberal” através da intervenção daquela instituição.

31 Mar – O Presidente da República anuncia a Marcação de eleições legislativas antecipadas para 5 de Junho, depois de ouvir o Conselho de Estado.

31 Mar – O ministro da Presidência afirma que um eventual pedido de ajuda externa por parte do Estado envolveria uma negociação de condições, que ultrapassaria as competências de um Governo de gestão. O PSD contesta a ideia de que o Governo não tem condições de pedir ajuda financeira externa.

31 Mar – O PSD subscreve a posição do Presidente da República de que o Governo, apesar de limitado a funções de gestão, tem condições para pedir ajuda financeira externa, se for necessário fazê-lo, e terá apoio para isso.

02 Abr – Pedro Passos Coelho garante que, se for eleito primeiro-ministro, caso o país precise de ajuda externa não hesitará “um segundo”, considerando que “não se deixa um país a correr riscos que são desnecessários”.

04 Abr – José Sócrates lamenta ter sido “o único dirigente político” a alertar para as consequências do chumbo do PEC e afirma que fará “tudo” para evitar um pedido de ajuda externa. Por outro lado, nega que tenha sido discutido na reunião do Conselho de Estado o recurso a um empréstimo intercalar.

05 Abr – Bagão Félix acusa o primeiro-ministro de mentir, sendo apoiado pelo também conselheiro de Estado António Capucho. Almeida Santos e Carlos César contrapuseram que Sócrates falou a verdade.

05 Abr – Bloco de Esquerda afirma que ajuda externa significa o “agravamento de todas as medidas” que levaram ao actual contexto económico.

05 Abr – O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, reitera que a União Europeia está pronta para responder a um eventual pedido de ajuda de Portugal, mas disse desconhecer a possibilidade de uma “ajuda intercalar”.

06 Abr – O presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB) considera “urgente” que Portugal peça ajuda externa financeira à Europa, já que os bancos nacionais não têm mais dinheiro para emprestar.

06 Abr – A agência de notação financeira Fitch baixa o ‘rating’ das obrigações hipotecárias de seis bancos portugueses, na sequência do corte da notação de Portugal em três níveis, estando a um nível de ser considerado ‘lixo’ (‘junk’).

06 Abr – Os juros exigidos pelos investidores para deter títulos de dívida soberana portuguesa a cinco anos negociaram de manhã acima dos 10%, enquanto os de 10 anos eram negociados com uma taxa de 8,767.

06 Abr – O Estado colocou no mercado 1.005 milhões de euros em dívida com maturidade em Outubro deste ano e Março de 2012, pagando nesta última um juro 5,902%, mais 1,571 pontos percentuais que na última emissão semelhante.

06 AbrJosé Sócrates anuncia que endereçou à Comissão Europeia um pedido de assistência financeira.»

(Público)

6 Abril, 2011 at 9:59 pm Deixe um comentário

Older Posts Newer Posts


Autor – Contacto

Destaques


Literatura de Viagens e os Descobrimentos Tomar - História e Actualidade
União de Tomar - Recolha de dados históricosSporting de Tomar - Recolha de dados históricos

Calendário

Fevereiro 2026
S T Q Q S S D
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
232425262728  

Arquivos

Pulsar dos Diários Virtuais

O Pulsar dos Diários Virtuais em Portugal

O que é a memória?

Memória - TagCloud

Jogos Olímpicos

Categorias

Notas importantes

1. Este “blogue" tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular páginas na Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de comunicação social, que nem sempre será viável citar ou referenciar.

Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.

2. Os comentários expressos neste "blogue" vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste "blogue", pelo que publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo.

Reservo-me também o direito de eliminar comentários que possa considerar difamatórios, ofensivos, caluniosos ou prejudiciais a terceiros; textos de carácter promocional poderão ser também excluídos.