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Liga dos Campeões – 5ª Jornada – CSKA Moskva – Benfica

CSKACSKA Moskva – Igor Akinfeev, Mário Fernandes, Vasili Berezutski, Viktor Vasin, Sergei Ignashevich, Georgi Shchennikov (50m – Kirill Nababkin), Vitinho (77m – Konstantin Kuchaev), Bibras Natcho, Aleksandr Golovin, Alan Dzagoev (84m – Astemir Gordyushenko) e Pontus Wernbloom

BenficaBenfica – Bruno Varela, André Almeida, Jardel, Luisão, Eliseu (83m – Andrija Živković), Ljubomir Fejsa, Filipe Augusto (57m – Raúl Jiménez), Eduardo Salvio, Pizzi, Diogo Gonçalves (45m – Franco Cervi) e Jonas

1-0 – Georgi Shchennikov – 13m
2-0 – Jardel (p.b.) – 56m

Cartões amarelos – Pontus Wernbloom (39m), Kirill Nababkin (70m) e Bibras Natcho (72m); Eliseu (31m) e Luisão (61m)

Árbitro – Deniz Aytekin (Alemanha)

Em boa verdade não sei se haveria ainda alguém realmente a “fazer contas” às ínfimas possibilidades de apuramento para os 1/8 de final (dependentes de goleadas nos dois últimos jogos), ou, sequer, à possibilidade de prosseguir nas competições europeias desta temporada, por via da transição para a Liga Europa. De facto, tal cenário (mesmo o menos irrealista) ficara praticamente comprometido com a vitória do CSKA em Basileia.

O que não se esperaria porventura – ou talvez sim… – é que o Benfica continuasse a dar tão fraca conta das suas capacidades na presente edição da Liga dos Campeões.

(Ainda) pior do que o acumular de cinco desaires em outros tantos jogos disputados, é a sensação de impotência, de “atirar a toalha ao chão”, que a atitude exibida pelo conjunto português denuncia.

Praticamente entrando a perder, o melhor que o Benfica alcançaria seria uma oportunidade de, de imediato, restabelecer a igualdade, poucos minutos volvidos após o golo inaugural da equipa russa (um tento “irregular”, validado pelo árbitro)… mas, afinal, um lance em que Jonas nem sequer conseguiria rematar à baliza.

À medida que o relógio ia avançando, a turma portuguesa ia dando sinais de cada vez maior conformismo, já sem esboçar a mínima tentativa de reacção.

Onze jogadores desinspirados em campo, muito longe de qualquer referência de colectivo, que rapidamente denotou descrer por completo da possibilidade de evitar mais um desaire, desta feita, perante um adversário que, em condições “normais”, deveria estar perfeitamente ao alcance do Benfica…

Resta um último jogo para tentar uma saída honrosa desta triste campanha europeia.

22 Novembro, 2017 at 7:55 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 4ª Jornada – Resultados e Classificações

Ainda com duas jornadas por disputar, garantiram já o apuramento para os 1/16 de final as equipas do D. Kyiv, FCSB, Arsenal, Lazio e Zenit.

Grupo C
Başakşehir – Hoffenheim – 1-1
Ludogorets – Sp. Braga – 1-1

1º Ludogorets, 8; 2º Sp. Braga, 7; 3º Hoffenheim, 4; 4º Başakşehir, 2

Grupo I
V. Guimarães – Olympique Marseille – 1-0
Salzburg – Konyaspor – 0-0

1º Salzburg, 8; 2º Marseille, 6; 3º V. Guimarães e Konyaspor, 4

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2 Novembro, 2017 at 9:24 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Manchester United – Benfica – 2-0
Basel – CSKA Moskva – 1-2

1º Manchester United, 12; 2º Basel e CSKA Moskva, 6; 4º Benfica, 0

Grupo B
Celtic – Bayern – 1-2
Paris St.-Germain – Anderlecht – 5-0

1º Paris St.-Germain, 12; 2º Bayern, 9; 3º Celtic, 3; 4º Anderlecht, 0

Grupo C
Roma – Chelsea – 3-0
At. Madrid – Qarabağ – 1-1

1º Roma, 8; 2º Chelsea, 7; 3º At. Madrid, 3; 4º Qarabağ, 2

Grupo D
Olympiakos – Barcelona – 0-0
Sporting – Juventus – 1-1

1º Barcelona, 10; 2º Juventus, 7; 3º Sporting, 4; 4º Olympiakos, 1

Grupo E
Liverpool – Maribor – 3-0
Sevilla – Spartak Moskva – 2-1

1º Liverpool, 8; 2º Sevilla, 7; 3º Spartak Moskva, 5; 4º Maribor, 1

Grupo F
Shakhtar Donetsk – Feyenoord – 3-1
Napoli – Manchester City – 2-4

1º Manchester City, 12, 2º Shakhtar Donetsk, 9; 3º Napoli, 3; 4º Feyenoord, 0

Grupo G
FC Porto – RB Leipzig – 3-1
Beşiktaş – Monaco – 1-1

1º Beşiktaş, 10; 2º FC Porto, 6; 3º RB Leipzig, 4; 4º Monaco, 2

Grupo H
Tottenham – Real Madrid – 3-1
B. Dortmund – APOEL – 1-1

1º Tottenham, 10; 2º Real Madrid, 7; 3º B. Dortmund e APOEL, 2

Paris St.-Germain, Bayern, Manchester City e Tottenham são as primeiras equipas a garantir, ainda com duas rondas por disputar, o apuramento para os 1/8 de final da Liga dos Campeões.

1 Novembro, 2017 at 10:39 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Manchester United – Benfica

Manchester UnitedManchester United – David de Gea, Matteo Darmian, Eric Bertrand Bailly, Chris Smalling, Daley Blind, Juan Mata (68m – Ander Herrera), Nemanja Matić, Scott McTominay, Anthony Martial (75m – Marcus Rashford), Jesse Lingard (45m – Henrikh Mkhitaryan) e Romelu Lukaku

BenficaBenfica – Mile Svilar, Douglas, Jardel, Rúben Dias, Álex Grimaldo (64m – Eliseu), Ljubomir Fejsa, Eduardo Salvio, Andreas Samaris, Pizzi (78m – Jonas), Diogo Gonçalves e Raúl Jiménez (74m – Haris Seferović)

1-0 – Mile Svilar (p.b.) – 45m
2-0 – Daley Blind (pen.) – 78m

Cartões amarelos – Eric Bertrand Bailly (24m) e Jesse Lingard (24m); Rúben Dias (6m), Eduardo Salvio (69m) e Andreas Samaris (77m)

Árbitro – Gediminas Mažeika (Lituânia)

Parecendo continuar a procurar “reinventar-se”, o Benfica voltou a apresentar “mexidas” no seu onze inicial, com as entradas de Jardel e Samaris, ficando Jonas, uma vez mais, no banco.

A estratégia de Rui Vitória começou por resultar, pelo menos a nível de controlo do jogo e posse de bola, com a equipa portuguesa pressionante, de alguma forma surpreendendo o Manchester United, no seu próprio reduto.

Mas, uma vez mais, cedo se perceberia que continuava a faltar profundidade ao futebol benfiquista, com bola sim, mas em zonas relativamente recuadas, longe da baliza adversária. Ao invés, era a turma inglesa a procurar avançar em transições rápidas.

Estava decorrido apenas o quarto de hora inicial e já o Manchester United beneficiava de uma grande penalidade, numa infantilidade de Douglas, que, depois de se embrulhar com um contrário, em plena grande área, ao cair no chão, tocou a bola com o braço. O jovem guardião do Benfica, Svilar, com excelente estirada, defenderia o remate de Martial, evitando o golo.

Mas o golo chegaria, mesmo ao findar o primeiro tempo, na sequência de um potente remate de meia distância de Matić, a embater no poste e a ressaltar, embatendo nas costas de Svilar… e anichando-se na baliza. Desta feita, um lance de extrema infelicidade para o guarda-redes benfiquista.

Na segunda metade, já em desvantagem no marcador, o Benfica sentiu-se de alguma forma “desarmado”, vendo o controlo do jogo passar para os pés do opositor, denotando alguma impotência para procurar alterar o rumo dos acontecimentos.

De facto, só depois do segundo golo, resultante de outra grande penalidade, desta feita a sancionar acção de Samaris, Rui Vitória faria entrar Jonas, por troca com Pizzi, uma substituição que não resultou qualquer efeito.

Em síntese, o Benfica apresentou melhorias exibicionais, chegou a impor respeito em Old Trafford, mas, para além da falta de acutilância patenteada, não teve a dose mínima de felicidade, com um árbitro extremamente rigoroso, a não hesitar em apontar a marca de grande penalidade por duas vezes, e, sobretudo, com o primeiro tento sofrido, que, inevitavelmente, fez “mossa” em termos anímicos.

Paradoxalmente, dada a conjugação de resultados desta ronda, o Benfica mantém hipóteses – meramente académicas – de qualificação, em caso de vencer os dois jogos que faltam (e num eventual cenário de igualdade pontual a seis pontos com Basel e CSKA Moscovo, entrando então em acção a “máquina de calcular”, relativamente às diferenças de golos). Ao invés, o triunfo do CSKA na Suíça veio ainda dificultar a possibilidade de o Benfica transitar para a Liga Europa. Por seu lado, o Manchester United, com vitórias em todas as quatro jornadas já disputadas, não garantiu ainda, matematicamente, o apuramento!

31 Outubro, 2017 at 10:39 pm Deixe um comentário

160.º aniversário do mais antigo clube do Mundo – Sheffield Foot-ball Club

SheffieldFCCompletam-se hoje 160 anos da fundação do primeiro clube de futebol do Mundo, o Sheffield Foot-ball Club (actualmente no 8.º escalão inglês), criado por Nathaniel Creswick e William Prest (autores das primeiras regras do novo jogo), ainda antes da unificação das diferentes regras, decorrente da fundação, em 26 de Outubro de 1863, da “FA – Football Association“.

24 Outubro, 2017 at 10:52 am Deixe um comentário

Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo C
Hoffenheim – Başakşehir – 3-1
Sp. Braga – Ludogorets – 0-2

1º Ludogorets, 7; 2º Sp. Braga, 6; 3º Hoffenheim, 3; 4º Başakşehir, 1

Grupo I
Olympique Marseille – V. Guimarães – 2-1
Konyaspor – Salzburg – 0-2

1º Salzburg, 7; 2º Marseille, 6; 3º Konyaspor, 3; 4º V. Guimarães, 1

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19 Outubro, 2017 at 10:01 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Benfica – Manchester United – 0-1
CSKA Moskva – Basel – 0-2

1º Manchester United, 9; 2º Basel, 6; 3º CSKA Moskva, 3; 4º Benfica, 0

Grupo B
Bayern – Celtic – 3-0
Anderlecht – Paris St.-Germain – 0-4

1º Paris St.-Germain, 9; 2º Bayern, 6; 3º Celtic, 3; 4º Anderlecht, 0

Grupo C
Chelsea – Roma – 3-3
Qarabağ – At. Madrid – 0-0

1º Chelsea, 7; 2º Roma, 5; 3º At. Madrid, 2; 4º Qarabağ, 1

Grupo D
Barcelona – Olympiakos – 3-1
Juventus – Sporting – 2-1

1º Barcelona, 9; 2º Juventus, 6; 3º Sporting, 3; 4º Olympiakos, 0

Grupo E
Maribor – Liverpool – 0-7
Spartak Moskva – Sevilla – 5-1

1º Liverpool e Spartak Moskva, 5; 3º Sevilla, 4; 4º Maribor, 1

Grupo F
Feyenoord – Shakhtar Donetsk – 1-2
Manchester City – Napoli – 2-1

1º Manchester City, 9, 2º Shakhtar Donetsk, 6; 3º Napoli, 3; 4º Feyenoord, 0

Grupo G
RB Leipzig – FC Porto – 3-2
Monaco – Beşiktaş – 1-2

1º Beşiktaş, 9; 2º RB Leipzig, 4; 3º FC Porto, 3; 4º Monaco, 1

Grupo H
Real Madrid – Tottenham – 1-1
APOEL – B. Dortmund – 1-1

1º Real Madrid e Tottenham, 7; 3º B. Dortmund e APOEL, 1

18 Outubro, 2017 at 9:40 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Benfica – Manchester United

BenficaBenfica – Mile Svilar, Douglas, Luisão, Rúben Dias, Álex Grimaldo, Ljubomir Fejsa, Eduardo Salvio (83m – Franco Cervi), Pizzi (59m – Andrija Živković), Filipe Augusto, Diogo Gonçalves (69m – Jonas) e Raúl Jiménez

Manchester UnitedManchester United – David de Gea, Antonio Valencia, Victor Lindelöf, Chris Smalling, Daley Blind, Juan Mata (83m – Jesse Lingard), Ander Herrera, Nemanja Matić, Marcus Rashford (76m – Anthony Martial), Henrikh Mkhitaryan (90m – Scott McTominay) e Romelu Lukaku

0-1 – Marcus Rashford – 64m

Cartões amarelos – Luisão (5m) e Diogo Gonçalves (54m); Antonio Valencia (41m) e Jesse Lingard (90m)

Cartão vermelho – Luisão (90m)

Árbitro – Felix Zwayer (Alemanha)

Uma equipa do Benfica distante da sua melhor forma, ainda à procura dos melhores “acertos tácticos”, mas sobretudo carenciada de confiança, que só as vitórias podem proporcionar, enfrentava hoje uma difícil missão, atendendo à conjuntura – duas derrotas das duas rondas iniciais da prova – e ao adversário.

Rui Vitória praticamente operou uma “revolução” no onze inicial, confiando a baliza a um jovem guarda-redes, acabado de fazer 18 anos, que se estreava ao mais alto nível (o guardião mais jovem de sempre em jogos da Liga dos Campeões), para além de ter apostado também em Douglas (que ainda não jogara no campeonato) e nos jovens Rúben Dias e Diogo Gonçalves.

A estratégia adoptada foi a de reforçar o meio-campo (com Filipe Augusto junto a Fejsa), procurando ganhar em segurança defensiva, o que, porém, teria contraponto, na enorme dificuldade patenteada em estender o jogo, o que, no final da partida, se saldaria por nenhum remate enquadrado com a baliza adversária!

Para além disso, depois de uma meia-hora inicial em que o Benfica ainda procurou repartir a iniciativa, viria a baixar as linhas, cedendo o controlo do jogo ao Manchester United, começando, nos últimos dez minutos, a sofrer uma intensa pressão na sua zona defensiva.

Na segunda metade os contornos do jogo não se alterariam muito, com a turma inglesa confiante que o golo acabaria por surgir, mais tarde ou mais cedo.

E acabaria mesmo por chegar, da forma porventura mais inesperada, pelo caricato da situação: depois de ter já ensaiado dois cantos directos, Rashford, na sequência de um livre, rematou em profundidade, aproveitando o adiantamento de Svilar, que, inadvertidamente, ao recuar para conseguir segurar a bola, entraria notoriamente pela baliza dentro, numa infantilidade incrível, própria de um guarda-redes sem qualquer experiência…

Até final, o marcador não se alteraria, dado que o Manchester United estava satisfeito com o resultado.

A derrota benfiquista ficava indelevelmente associada ao erro de Svilar, mas, a verdade, é que, ao longo dos noventa minutos, a ideia que prevaleceu sempre foi de que, em qualquer outra oportunidade, os ingleses acabariam por marcar.

18 Outubro, 2017 at 9:39 pm Deixe um comentário

Mundial 2018 – Qualificação – Zona Europeia

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10 Outubro, 2017 at 9:52 pm Deixe um comentário

Portugal – Suíça (Mundial 2018 – Qualif.)

Portugal Portugal – Rui Patrício, Cédric Soares, Pepe, José Fonte, Eliseu (68m – Antunes), William Carvalho, João Mário (90m – Danilo Pereira), João Moutinho, Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo e André Silva (75m – André Gomes)

Suíça Suíça – Yann Sommer, Stephan Lichtsteiner, Fabian Schär, Johan Djourou, Ricardo Rodríguez, Remo Freuler (45m – Denis Zakaria), Blerim Džemaili (66m – Steven Zuber), Granit Xhaka, Xherdan Shaqiri, Haris Seferović e Admir Mehmedi (66m – Breel Embolo)

1-0 – Johan Djourou (p.b.) – 41m
2-0 – André Silva – 57m

Cartões amarelos – Eliseu (45m); Remo Freuler (27m) e Denis Zakaria (69m)

Árbitro – Cüneyt Çakır (Turquia)

Culminando duas excelentes campanhas, em paralelo, com o pleno de vitórias face aos restantes adversários do grupo – pese embora se tenha revelado de nível geral bastante fraco, sobretudo no que respeita à Hungria e à Letónia, muito aquém das expectativas -, Portugal e Suíça tinham encontro marcado para esta espécie de “final”, que ditaria qual dos dois garantiria o apuramento directo, em prejuízo do outro, forçado a “horas extraordinárias”, num sempre imprevisível “play-off”.

A selecção suíça, com a vantagem teórica de poder jogar com dois resultados – apenas a derrota não servia as suas aspirações – apresentou-se muito coesa, com um forte sentido de colectivo, bem posicionada, jogando “olhos nos olhos” com os portugueses, mas, efectivamente, sem criar especial perigo.

Por seu lado, a equipa lusa, ambicionando a vitória, sabia que teria de ser paciente e não conceder qualquer espécie de facilidades ao oponente. Assim, com o jogo muito equilibrado a meio-campo, o primeiro lance de maior “frisson” surgiria já próximo dos 40 minutos, num remate de Bernardo Silva, a que o guardião suíço deu a melhor resposta para as suas cores.

Quando se esperava que o intervalo chegasse com o nulo no marcador, Portugal viria então a ser feliz: na sequência de um centro de Eliseu, João Mário atrapalhou Sommer e Djorou, tendo o guarda-redes desviado a bola contra o defesa, que, involuntariamente, fez auto-golo.

À saída para o descanso os papéis invertiam-se: era Portugal que passava a estar “qualificado”, cabendo aos suíços ir em busca do prejuízo.

Mas, contrariamente ao que sucedera há três dias em Andorra, desta feita o segundo tento surgiria cedo, ainda antes do quarto de hora da segunda metade, com André Silva, muito oportuno, a finalizar um lance criado por João Moutinho e Bernardo Silva.

Desde logo se sentiu que o apuramento já não nos escaparia. A equipa portuguesa, muito segura e confiante, controlou o jogo a seu bel-prazer, anulando qualquer veleidade que os suíços pudessem ter.

Ao invés, na parte final do desafio, seria inclusivamente Portugal a dispor de oportunidades para ampliar a marca, com Cristiano Ronaldo, isolado frente a Sommer, a permitir a defesa (80 minutos), e, já em período de compensação, Bernardo Silva, a perder o “timing” de uma assistência para Ronaldo, que, provavelmente, teria resultado em mais um golo, que lhe teria proporcionado igualar o polaco Lewandowski como melhor goleador desta fase de qualificação europeia para o Mundial.

Portugal, superior no momento decisivo, cumpria o seu destino: privilegiando o “jogar bem”, em detrimento do “jogar bonito”, completava uma série perfeita de nove vitórias, garantindo assim a 10.ª presença consecutiva em fases finais de grandes competições internacionais, desde 2000 (cinco Campeonatos da Europa e cinco Campeonatos do Mundo)!

GRUPO B        Jg   V   E   D     G    Pt
1º Portugal    10   9   -   1  32 - 4  27
2º Suíça       10   9   -   1  23 - 7  27
3º Hungria     10   4   1   5  14 -14  13
4º I. Faroé    10   2   3   5   4 -16   9
5º Letónia     10   2   1   7   7 -18   7
6º Andorra     10   1   1   8   2 -23   4

10ª jornada

10.10.2017 – Hungria – I. Faroé – 1-0
10.10.2017 – Letónia – Andorra – 4-0
10.10.2017 – Portugal – Suíça – 2-0

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10 Outubro, 2017 at 9:35 pm Deixe um comentário

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