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Mundial de Râguebi – Final

Disputou-se hoje em Yokohama a final do Campeonato do Mundo de Râguebi, entre as selecções da África do Sul e de Inglaterra, com uma inequívoca vitória da selecção sul-africana.

É o seguinte o palmarés da prova, que conta nove edições, desde a estreia em 1987:

  • 1987 (N. Zelândia)N. Zelândia – França – 29-9 (3.º País de Gales)
  • 1991 (Inglaterra)Austrália – Inglaterra – 12-6 (3.º N. Zelândia)
  • 1995 (África do Sul)África do Sul – N. Zelândia – 15-12 (a.p.) (3.º França)
  • 1999 (País de Gales)Austrália – França – 35-12 (3.º África do Sul)
  • 2003 (Austrália)Inglaterra – Austrália – 20-17 (a.p.) (3.º N. Zelândia)
  • 2007 (França)África do Sul – Inglaterra – 15-6 (3.º Argentina)
  • 2011 (N. Zelândia)N. Zelândia – França – 8-7 (3.º Austrália)
  • 2015 (Inglaterra)N. Zelândia – Austrália – 34-17 (3.º África do Sul)
  • 2019 (Japão)África do Sul – Inglaterra – 32-12 (3.º N. Zelândia)

Ontem, no jogo de disputa do 3.º e 4.º lugares, a N. Zelândia venceu o País de Gales por categórica marca de 40-17.

27 Outubro, 2019 at 12:06 pm Deixe um comentário

Mundial de Râguebi – 1/2 finais

26.10.2019 – Inglaterra – N. Zelândia – 19-7
27.10.2019 – País Gales – África do Sul – 16-19

Para chegar à Final (a disputar no próximo Sábado, 2 de Novembro, em Yokohama) a Inglaterra ganhou sucessivamente a Tonga (35-3), EUA (45-7), Argentina (39-10) – tendo o jogo com a França sido cancelado -, Austrália (40-16) e N. Zelândia.

Por seu lado, a África do Sul começou por perder com a N. Zelândia (23-13), tendo vencido de seguida a Namíbia (57-3), Itália (49-3), Canadá (66-7), Japão (26-3) e País de Gales.

27 Outubro, 2019 at 11:55 am Deixe um comentário

Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo D
PSV Eindhoven – LASK Linz – 0-0
Sporting – Rosenborg – 1-0

1º PSV Eindhoven, 7; 2º Sporting, 6; 3º LASK Linz, 4; 4º Rosenborg, 0

Grupo F
E. Frankfurt – Standard Liège – 2-1
Arsenal – V. Guimarães – 3-2

1º Arsenal, 9; 2º E. Frankfurt, 6; 3º Standard Liège, 3; 4º V. Guimarães, 0

Grupo G
FC Porto – Rangers – 1-1
Young Boys – Feyenoord – 2-0

1º Young Boys, 6; 2º Rangers e FC Porto, 4; 4º Feyenoord, 3

Grupo K
Slovan Bratislava – Wolverhampton – 1-2
Beşiktaş – Sp. Braga – 1-2

1º Sp. Braga, 7; 2º Wolverhampton, 6; 3º Slovan Bratislava, 4; 4º Beşiktaş, 0
(mais…)

24 Outubro, 2019 at 9:55 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Brugge – Paris St.-Germain – 0-5
Galatasaray – Real Madrid – 0-1

1º Paris St.-Germain, 9; 2º Real Madrid, 4; 3º Brugge, 2; 4º Galatasaray, 1

Grupo B
Olympiakos – Bayern – 2-3
Tottenham – Crvena Zvezda – 5-0

1º Bayern, 9; 2º Tottenham, 4; 3º Crvena Zvezda, 3; 4º Olympiakos, 1

Grupo C
Shakhtar Donetsk – D. Zagreb – 2-2
Manchester City – Atalanta – 5-1

1º Manchester City, 9; 2º D. Zagreb e Shakhtar Donetsk, 4; 4º Atalanta, 0

Grupo D
At. Madrid – Bayer Leverkusen – 1-0
Juventus – Lokomotiv Moskva – 2-1

1º Juventus e At. Madrid, 7; 3º Lokomotiv Moskva, 3; 4º Bayer Leverkusen, 0

Grupo E
RB Salzburg – Napoli – 2-3
Genk – Liverpool – 1-4

1º Napoli, 7; 2º Liverpool, 6; 3º RB Salzburg, 3; 4º Genk, 1

Grupo F
Inter – B. Dortmund – 2-0
Slavia Praha – Barcelona – 1-2

1º Barcelona, 7; 2º Inter e B. Dortmund, 4; 4º Slavia Praha, 1

Grupo G
Benfica – Lyon – 2-1
RB Leipzig – Zenit – 2-1

1º RB Leipzig, 6; 2º Zenit e Lyon, 4; 4º Benfica, 3

Grupo H
Ajax – Chelsea – 0-1
Lille – Valencia – 1-1

1º Ajax e Chelsea, 6; 3º Valencia, 4; 4º Lille, 1

23 Outubro, 2019 at 9:55 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª jornada – Benfica – Olympique Lyonnais

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Tomás Tavares, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Gedson Fernandes, Florentino Luís, Gabriel Pires, Rafael “Rafa” Silva (20m – Luís Fernandes “Pizzi”), Franco Cervi (78m – Raúl de Tomás) e Haris Seferović (59m – Carlos Vinícius)

Olympique LyonnaisOlympique Lyonnais – Anthony Lopes, Léo Dubois, Jason Denayer, Marcelo, Youssouf Koné, Martin Terrier (56m – Thiago Mendes), Houssem Aouar (88m – Jeff Reine-Adélaïde), Lucas Tousart, Maxwel Cornet (66m – Bertrand Traoré), Moussa Dembélé e Memphis Depay

1-0 – Rafael “Rafa” Silva – 4m
1-1 – Memphis Depay – 70m
2-1 – Luís Fernandes “Pizzi” – 86m

Cartões amarelos – Luís Fernandes “Pizzi” (42m) e Gedson Fernandes (52m); Marcelo (10m), Moussa Dembélé (26m) e Youssouf Koné (38m)

Árbitro – Ivan Kružliak (Eslováquia)

Pese embora tenha entrado em campo com uma estratégia que visava surpreender o adversário – com Rafa mais adiantado, no apoio a Seferović, apostando em Cervi na esquerda e Gedson na direita (tendo Pizzi ficado no banco) -, o Benfica voltou a registar uma exibição muito pobre, tendo conseguido uma muito feliz vitória, a sua 200.ª do seu historial em jogos das competições europeias (marca apenas já atingida pelos “colossos” Barcelona, Real Madrid, Bayern, Juventus, Liverpool e AC Milan!).

E as coisas até começaram da melhor forma, com um golo logo ao quarto minuto, na segunda vez que a equipa portuguesa chegou à área contrária, com Rafa, liberto de marcação, beneficiando da passividade dos defesas, a visar a baliza com êxito, a passe de Cervi.

A equipa da casa teria outra ocasião de perigo, pouco antes dos 20 minutos, mas com o remate de Seferović, isolado frente ao guarda-redes, a sair desenquadrado.

Porém, o primeiro contratempo chegaria pouco depois, com a saída do mesmo Rafa, a ressentir-se de lesão, o que forçou Bruno Lage a “desmontar” o esquema que tinha delineado, fazendo entrar Pizzi, alterando o sistema táctico para um posicionamento mais conservador e previsível, tendo feito avançar Gedson (para a posição até então ocupada por Rafa), o qual, porém, daria sempre a sensação de estar a pisar terrenos estranhos.

Numa primeira parte não muito bem jogada, de parte a parte, com a bola muito aos repelões, o suíço desperdiçaria, ainda antes dos 40 minutos, outro lance de perigo, rematando por cima da trave da baliza francesa.

Mas, se – ainda no último quarto de hora da etapa inicial – o Lyon começara já a procurar ganhar ascendente em termos de posse de bola (com uma oportunidade soberana, negada por intercepção muito oportuna de Grimaldo), no segundo tempo esse domínio seria bem evidente, empurrando o Benfica para o seu meio-campo, com sucessivas tentativas, mesmo que algo atabalhoadas, mas que faziam antever que o golo seria questão de tempo… como foi.

Logo à passagem dos dez minutos, seria Rúben Dias, de cabeça, a salvar o golo; para, cerca dos vinte minutos, ser a vez de Cornet rematar à barra, depois de um desvio da bola em Ferro.

Após o tento do empate – com Depay, descaído sobre a esquerda, a surgir livre de marcação, a empurrar a bola, sem dificuldade, para a baliza, dando sequência a um cruzamento do lado contrário –  receou-se que o Benfica pudesse vir mesmo a acabar por perder, tal a dificuldade que denotava para “pegar no jogo”, com Vlachodimos também a ter uma boa (e aparatosa) intervenção, a socar um remate em arco, outra vez por Depay.

O figurino táctico alterar-se-ia, para os derradeiros doze minutos, com a entrada de Raúl de Tomás, a fazer dupla com o também substituto Carlos Vinícius, e o “onze” benfiquista teria então o seu melhor (curto) período, aproveitando alguma descompensação da equipa de Lyon, a qual, em paralelo, ia dando também alguns sinais de que o empate a satisfazia.

Primeiro, Pizzi, com um potente e (demasiado) colocado remate (o primeiro em toda a segunda a parte) de fora da área, faria a bola embater com estrondo no poste, num lance sem hipótese para Anthony Lopes.

No minuto imediato, os mesmos protagonistas estariam na base do regresso às vitórias do Benfica na Liga dos Campeões: o guardião português procurou, de forma algo precipitada, lançar rapidamente o contra-ataque, mas a bola saiu “enrolada” das suas mãos, caindo numa zona em que Pizzi, muito oportuno – antecipando-se ao defesa adversário – e eficaz, de primeira, sem preparação, num excelente gesto técnico, de elevado grau de dificuldade, rematou com sucesso a bola para a baliza escancarada, aproveitando o facto de o guarda-redes se encontrar adiantado e descaído sobre o lado esquerdo da grande área.

Até final, a equipa portuguesa teria então a capacidade de segurar as investidas contrárias, numa fase já de “desespero”, conservando a preciosa vantagem algo imprevistamente obtida, numa partida em que continuou a denotar muitas fragilidades e, a partir de determinada altura, dificuldades físicas para manter o ritmo e suster o avanço do adversário no terreno.

Resta esperar que esta vitória possa conferir ao grupo a tranquilidade e confiança que lhe tem faltado, também com Bruno Lage a parecer surgir agora com um algo estranho conformismo, num sinal radicalmente oposto aos que transmitiu aquando da assunção da responsabilidade pelo comando técnico da equipa. Que, sobre as vitórias, seja possível trabalhar com maior serenidade e, rapidamente, voltar a aproximar-se dos níveis exibicionais do final da época passada…

23 Outubro, 2019 at 9:54 pm Deixe um comentário

Grandes clássicos das competições europeias – (19) Bayern München – Arsenal

Bayern_München Arsenal

 Época Prova Ronda       1.ª Mão                2.ª mão
2000-01 LCE  Grupo Arsenal-Bayern   2-2   Bayern-Arsenal   1-0
2004-05 LCE   1/8  Bayern-Arsenal   3-1   Arsenal-Bayern   1-0
2012-13 LCE   1/8  Arsenal-Bayern   1-3   Bayern-Arsenal   0-2
2013-14 LCE   1/8  Arsenal-Bayern   0-2   Bayern-Arsenal   1-1
2015-16 LCE  Grupo Arsenal-Bayern   2-0   Bayern-Arsenal   5-1
2016-17 LCE   1/8  Bayern-Arsenal   5-1   Arsenal-Bayern   1-5

      Balanço global                J    V    E    D   GM   GS
Bayern München - Arsenal           12    7    2    3   27 - 13

Num confronto que apenas se iniciou já no século XXI, o Bayern tem sido um “carrasco” das aspirações do Arsenal, repetidamente travado pelos bávaros nos 1/8 de final da Liga dos Campeões (já por quatro vezes, três delas num período de apenas cinco anos, entre 2012 e 2017), em geral com o desfecho da eliminatória a ficar praticamente definido logo na 1.ª mão (o que, por outro lado, terá proporcionado ao Arsenal um triunfo em Munique, em 2012-13).

Em 2015-16, época em que ambos os clubes se apuraram na fase de grupos, o Arsenal seria também afastado, igualmente nos 1/8 de final, dessa feita pelo Barcelona (com um “score” de 1-5).

Para a história fica ainda um humilhante registo de três jogos consecutivos (precisamente os mais recentes) em que a turma germânica goleou a formação inglesa, sempre pela mesma marca de 5-1 (o último deles em pleno “Emirates”, em Londres)!

Após os embates com o Arsenal, o Bayern sagrar-se-ia vencedor da Liga dos Campeões nas épocas de 2000-01 e 2012-13 (os seus 4.º e 5.º títulos de Campeão Europeu).

Quanto aos londrinos, para além da Final da Liga dos Campeões de 2005-06 (perdida ante o Barcelona) e das meias-finais alcançadas em 2008-09, quedaram-se pelos 1/4 de final da competição em 2000-01, 2003-04, 2007-08 e 2009-10 – a que se seguiu uma incrível série de sete eliminações consecutivas nos 1/8 de final, entre 2011 e 2017!

23 Outubro, 2019 at 7:00 pm Deixe um comentário

Grandes clássicos das competições europeias – (20) Juventus – Olympiakos

Juventus Olympiakos

 Época Prova Ronda       1.ª Mão                2.ª mão
1967-68 TCE 1ª el. Olymp.-Juventus  0-0   Juventus-Olymp.  2-0
1998-99 LCE   1/4  Juventus-Olymp.  2-1   Olymp.-Juventus  1-1
1999-00 UEFA  1/16 Olymp.-Juventus  1-3   Juventus-Olymp.  1-2
2003-04 LCE  Grupo Olymp.-Juventus  1-2   Juventus-Olymp.  7-0
2014-15 LCE  Grupo Olymp.-Juventus  1-0   Juventus-Olymp.  3-2
2017-18 LCE  Grupo Juventus-Olymp.  2-0   Olymp.-Juventus  0-2

      Balanço global                J    V    E    D   GM   GS
Juventus - Olympiakos              12    8    2    2   25 -  9

Juventus e Olympiakos são dois dos clubes com maior número de participações em competições europeias, respectivamente 56 e 54, nos 65 anos de disputa destas provas, o que justifica a frequência do respectivo confronto directo, mesmo que a equipa grega não atinja, geralmente, fases adiantadas dos torneios (no seu longo historial não conseguiu melhor que as presenças nos 1/4 de final da Taça das Taças, em 1992-93, e da Liga dos Campeões, em 1998-99).

Deste modo – numa relação de forças desequilibrada como esta se tem revelado -, a vitória (2-1) averbada pelo Olympiakos em Palermo, no final de 1999, não deixa de ser um dos seus mais marcantes triunfos, pese embora tenha sido obtida na sequência de um desaire caseiro (1-3) na 1.ª mão, que, praticamente, sentenciou o desfecho dessa eliminatória da Taça UEFA.

Em épocas mais recentes, os confrontos entre ambos os clubes têm sido em fases de grupos da Liga dos Campeões, com destaque para a goleada (7-0) imposta pela Juventus na temporada de 2003-04.

Nos anos em que se cruzou com o Olympiakos, o melhor que a turma italiana conseguiu foi atingir a Final desta prova em 2015 (que viria a perder para o Barcelona).

22 Outubro, 2019 at 7:00 pm Deixe um comentário

Mundial de Râguebi – 1/4 de final

20.10.2019 – Japão – África do Sul – 3-26
19.10.2019 – N. Zelândia – Irlanda – 46-14
19.10.2019 – Inglaterra – Austrália – 40-16
20.10.2019 – País Gales – França – 20-19

Nas meias-finais teremos os seguintes jogos:

26.10.2019 – Inglaterra – N. Zelândia
27.10.2019 – País Gales – África do Sul

20 Outubro, 2019 at 1:20 pm Deixe um comentário

Ucrânia – Portugal (Europeu 2020 – Qualif.)

Ucrânia Ucrânia – Andriy Pyatov, Oleksandr Karavaev, Serhiy Kryvtsov, Mykola Matviyenko, Vitaliy Mykolenko (90m – Igor Plastun), Taras Stepanenko, Andriy Yarmolenko, Oleksandr Zinchenko, Ruslan Malinovskyi, Marlos (63m – Yevhen Konoplyanka) e Roman Yaremchuk (73m – Viktor Kovalenko)

Portugal Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo, Pepe, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, João Moutinho (56m – Bruno Fernandes), Danilo Pereira, João Mário (68m – Bruma), Cristiano Ronaldo, Bernardo Silva e Gonçalo Guedes (45m – João Félix)

1-0 – Roman Yaremchuk – 6m
2-0 – Andriy Yarmolenko – 27m
2-1 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 72m

Cartões amarelos – Taras Stepanenko (25m), Andriy Yarmolenko (47m), Oleksandr Zinchenko (90m) e Viktor Kovalenko (90m); Pepe (26m) e Rúben Dias (64m)

Cartão vermelho – Taras Stepanenko (72m)

Árbitro – Anthony Taylor (Inglaterra)

À partida este desafio – pese embora poder deixar as contas do apuramento praticamente definidas, não sendo, contudo, expectável que Portugal pudesse garantir desde já a qualificação (o que implicaria a necessidade de a Sérvia sair derrotada da Lituânia) – mais não decidia que o vencedor do grupo, sendo que, em paralelo, à Ucrània, sim, bastava o empate para confirmar o apuramento para a fase final.

As ideias tácticas que Fernando Santos tinha delineado para abordar este encontro (um 4-3-3 que não se mostrou operacional) rapidamente seriam colocadas em causa, com o primeiro golo – apontado na sequência de um pontapé de canto, com Rui Patrício ainda a deter o cabeceamento de Kryvtsov, mas não conseguindo já evitar a recarga de Yaremchuk -, quando estavam apenas decorridos os cinco minutos iniciais, o que, desde muito cedo, proporcionava aos ucranianos uma confortável posição, a de poder gerir o jogo, sem necessidade de arriscar, limitando-se a procurar explorar o erro.

Com o decorrer do tempo, a Ucrânia – também com bons executantes e bem organizada no terreno – demonstrava grande tranquilidade e acerto nas suas movimentações, pressionando Portugal logo à saída do meio-campo contrário, não dando espaço a que os portugueses pudessem explanar a criatividade do seu trio dianteiro.

Se as coisas já estavam difíceis, pior ficariam, ainda antes da meia-hora de jogo, com o segundo golo da selecção da casa, a aproveitar a desconcentração e passividade da defesa lusa.

O técnico português teve de alterar a estratégia, colocando em campo, primeiro, João Félix, e, pouco depois, Bruno Fernandes e Bruma, com Portugal a assumir o risco, jogando mais com o coração do que com a cabeça, tendo Danilo Pereira, Bernardo Silva e Cristiano Ronaldo obrigado Pyatov a atentas intervenções. É claro que, expondo-se mais, a equipa nacional concedeu espaços ao adversário, que poderia mesmo ter ampliado a marca.

Numa iniciativa de Bruma, a rematar, com a bola a ser interceptada com o braço por Stepanenko, surgiu a grande penalidade (e expulsão do ucraniano), com Portugal a reduzir para a desvantagem mínima, no golo n.º 700 da carreira de Cristiano Ronaldo.

Nos minutos imediatos, a selecção portuguesa voltou a criar perigo junto da área contrária (com mais dois remates de Ronaldo), mas o resultado não se alteraria, muito graças ao inspirado guardião ucraniano. Denotando alguma ansiedade e precipitação, não conseguiria, porém, aproveitar os cerca de vinte minutos que jogou em vantagem numérica, Só já em período de compensação Ronaldo voltaria a solicitar a intervenção de Pyatov; e, prestes a finalizar, num potente remate de fora da área, de Danilo Pereira, a bola embateria, com estrondo, no ferro da baliza, negando-se assim o empate.

No final de uma partida na qual, tendo dado demasiado “avanço” ao opositor, a qualidade técnica dos seus elementos poderia, ainda assim, com mais serenidade, ter evitado a derrota (tal foi a quantidade de tentativas de remate), a selecção nacional vê as contas complicarem-se, na medida em que fica agora sem margem de erro, necessitando vencer os seus dois últimos jogos para não ficar dependente de terceiros (jogo entre a Sérvia e a Ucrânia, sendo que os ucranianos têm, desde já, garantido o 1.º lugar do grupo).

GRUPO B           Jg     V     E     D       G       Pt
1º Ucrânia         7     6     1     -    15 -  2    19
2º Portugal        6     3     2     1    14 -  6    11
3º Sérvia          6     3     1     2    12 - 13    10
4º Luxemburgo      6     1     1     4     5 - 11     4
5º Lituânia        7     -     1     6     5 - 19     1

8ª jornada

14.10.2019 – Lituânia – Sérvia – 1-2
14.10.2019 – Ucrânia – Portugal – 2-1
(mais…)

14 Outubro, 2019 at 9:38 pm Deixe um comentário

Mundial de Râguebi – 5.ª Jornada

Grupo A
20.09.19 – Japão – Rússia – 30-10
22.09.19 – Irlanda – Escócia – 27-3
24.09.19 – Rússia – Samoa – 9-34
28.09.19 – Japão – Irlanda – 19-12
30.09.19 – Escócia – Samoa – 34-0
03.10.19 – Irlanda – Rússia – 35-0
05.10.19 – Japão – Samoa – 38-19
09.10.19 – Escócia – Rússia – 61-0
12.10.19 – Irlanda – Samoa – 47-5
13.10.19 – Japão – Escócia – 28-21

1º Japão, 19; 2º Irlanda, 16; 3º Escócia, 11; 4º Samoa, 5; 5º Rússia, 0

Grupo B
21.09.19 – N. Zelândia – África Sul – 23-13
22.09.19 – Itália – Namíbia – 47-22
26.09.19 – Itália – Canadá – 48-7
28.09.19 – África Sul – Namíbia – 57-3
02.10.19 – N. Zelândia – Canadá – 63-0
04.10.19 – África Sul – Itália – 49-3
06.10.19 – N. Zelândia – Namíbia – 71-9
08.10.19 – África Sul – Canadá – 66-7
12.10.19 – N. Zelândia – Itália – Cancelado (devido ao tufão Hagibis)
13.10.19 – Namíbia – Canadá – Cancelado (devido ao tufão Hagibis)

1º N. Zelândia, 16; 2º África Sul, 15; 3º Itália, 12; 4º Namíbia, 2; 5º Canadá, 2

Grupo C
21.09.19 – França – Argentina – 23-21
22.09.19 – Inglaterra – Tonga – 35-3
26.09.19 – Inglaterra – EUA – 45-7
28.09.19 – Argentina – Tonga – 28-12
02.10.19 – França – EUA – 33-9
05.10.19 – Inglaterra – Argentina – 39-10
06.10.19 – França – Tonga – 23-21
09.10.19 – Argentina – EUA – 47-17
12.10.19 – Inglaterra – França – Cancelado (devido ao tufão Hagibis)
13.10.19 – EUA – Tonga – 19-31

1º Inglaterra, 17; 2º França, 15; 3º Argentina, 11; 4º Tonga, 6; 5º EUA, 0

Grupo D
21.09.19 – Austrália – I. Fiji – 39-21
23.09.19 – P. Gales – Geórgia – 43-14
25.09.19 – I. Fiji – Uruguai – 27-30
29.09.19 – Austrália – P. Gales – 25-29
29.09.19 – Geórgia – Uruguai – 33-7
03.10.19 – Geórgia – I. Fiji – 10-45
05.10.19 – Austrália – Uruguai – 45-10
09.10.19 – P. Gales – I. Fiji – 29-17
11.10.19 – Austrália – Geórgia – 27-8
13.10.19 – P. Gales – Uruguai – 35-13

1º P. Gales, 19; 2º Austrália, 16; 3º I. Fiji, 7; 4º Geórgia, 5; 5º Uruguai, 4

Em função das classificações de cada grupo, fica assim delineado o alinhamento dos 1/4 de final:

20.10.19 – Japão – África do Sul
19.10.19 – N. Zelândia – Irlanda
19.10.19 – Inglaterra – Austrália
20.10.19 – País Gales – França

13 Outubro, 2019 at 1:43 pm Deixe um comentário

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