Posts filed under ‘Desporto’
Liga Conferência – 2025-26 – 1ª Jornada – Resultados e Classificação
02.10.2025 - Dynamo Kyiv - Crystal Palace 0-2 02.10.2025 - Lausanne - Breiðablik 3-0 02.10.2025 - Noah - Rijeka 1-0 02.10.2025 - Zrinjski Mostar - Lincoln Red Imps 5-0 02.10.2025 - Jagiellonia Białystok - Hamrun Spartans 1-0 02.10.2025 - Lech Poznań - Rapid Wien 4-1 02.10.2025 - KuPS Kuopio - Drita 1-1 02.10.2025 - Omonoia - Mainz 0-1 02.10.2025 - Rayo Vallecano - Shkëndija 2-0 02.10.2025 - Aberdeen - Shakhtar Donetsk 2-3 02.10.2025 - Sparta Praha - Shamrock Rovers 4-1 02.10.2025 - Fiorentina - Sigma Olomouc 2-0 02.10.2025 - AEK Larnaca - AZ Alkmaar 4-0 02.10.2025 - Legia Warsaw - Samsunspor 0-1 02.10.2025 - Celje - AEK Athens 3-1 02.10.2025 - Raków Częstochowa - Univ. Craiova 2-0 02.10.2025 - Shelbourne - BK Häcken 0-0 02.10.2025 - Slovan Bratislava - Racing Strasbourg 1-2
Liga Europa – 2025-26 – 2ª Jornada – Resultados e Classificação
02.10.2025 - AS Roma - Lille 0-1 02.10.2025 - Bologna - Freiburg 1-1 02.10.2025 - Celtic - Sp. Braga 0-2 02.10.2025 - Viktoria Plzeň - Malmö 3-0 02.10.2025 - Fenerbahçe - Nice 2-1 02.10.2025 - FCSB - Young Boys 0-2 02.10.2025 - Panathinaikos - Go Ahead Eagles 1-2 02.10.2025 - Ludogorets - Betis 0-2 02.10.2025 - Brann - Utrecht 1-0 02.10.2025 - FC Basel - VfB Stuttgart 2-0 02.10.2025 - FC Porto - Crvena zvezda 2-1 02.10.2025 - Feyenoord - Aston Villa 0-2 02.10.2025 - Genk - Ferencvárosi 0-1 02.10.2025 - Maccabi Tel-Aviv - Dinamo Zagreb 1-3 02.10.2025 - Nottingham Forest - Midtjylland 2-3 02.10.2025 - Ol. Lyonnais - FC Salzburg 2-0 02.10.2025 - Celta de Vigo - P.A.O.K. 3-1 02.10.2025 - Sturm Graz - Rangers 2-1
Liga dos Campeões – 2025-26 – 2ª Jornada – Resultados e Classificação
30.09.2025 - Atalanta - Club Brugge 2-1 30.09.2025 - Kairat Almaty - Real Madrid 0-5 30.09.2025 - Atlético de Madrid - Eintracht Frankfurt 5-1 30.09.2025 - Chelsea - Benfica 1-0 30.09.2025 - Internazionale - Slavia Praha 3-0 30.09.2025 - Bodø/Glimt - Tottenham 2-2 30.09.2025 - Galatasaray - Liverpool 1-0 30.09.2025 - O. Marseille - Ajax 4-0 30.09.2025 - Pafos - Bayern München 1-5 01.10.2025 - Qarabağ - F.C. Copenhagen 2-0 01.10.2025 - Union Saint-Gilloise - Newcastle United 0-4 01.10.2025 - Arsenal - Olympiacos 2-0 01.10.2025 - AS Monaco - Manchester City 2-2 01.10.2025 - Bayer Leverkusen - PSV Eindhoven 1-1 01.10.2025 - Borussia Dortmund - Athletic Bilbao 4-1 01.10.2025 - FC Barcelona - Paris Saint-Germain 1-2 01.10.2025 - Napoli - Sporting 2-1 01.10.2025 - Villarreal - Juventus 2-2
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Chelsea – Benfica
Chelsea – Robert Sánchez, Malo Gusto (80m – Reece James), Trevoh Chalobah, Benoît Badiashile (80m – Joshua Acheampong), Marc Cucurella, Enzo Fernández, Moisés Caicedo, Pedro Neto, Facundo Buonanotte (54m – Estêvão Gonçalves), Alejandro Garnacho (61m – Jamie Bynoe-Gittens) e Tyrique George (61m – João Pedro Jesus)
Benfica – Anatoliy Trubin, Amar Dedić, António Silva (73m – Tomás Araújo), Nicolás Otamendi, Samuel Dahl, Richard Ríos (77m – Leandro Barreiro), Enzo Barrenechea, Dodi Lukébakio (77m – Andreas Schjelderup), Fredrik Aursnes (89m – Henrique Araújo), Heorhiy Sudakov (77m – Franjo Ivanović) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis
1-0 – Richard Ríos (p.b.) – 18m
Cartões amarelos – Enzo Fernández (45m), Facundo Buonanotte (46m) e João Pedro Jesus (62m); Enzo Barrenechea (34m), Richard Ríos (49m), Fredrik Aursnes (64m), Nicolás Otamendi (83m), Tomás Araújo (88m) e José Mourinho (Treinador – 90m)
Cartão vermelho – João Pedro Jesus (90m)
Árbitro – Daniel Siebert (Alemanha)
No regresso de José Mourinho a Stamford Bridge (muito bem recebido pelos adeptos) – e, também, à Liga dos Campeões, após mais de cinco anos de ausência – e no reencontro com o Chelsea, depois do Mundial de Clubes, o Benfica adoptou, com naturalidade, uma atitude conservadora, procurando pressionar (o mais) alto (possível) e apostar em momentos de transição.
Dentro dos dez minutos iniciais, a um primeiro lance ameaçador protagonizado por Enzo Fernández, ripostou a equipa benfiquista com um remate de Lukébakio, descaído sobre o lado esquerdo, a obrigar o guardião contrário a uma defesa de recurso, a dois tempos, tendo a bola ressaltado ainda no poste.
Mas o Chelsea, mais poderoso, logo levaria perigo ao sector recuado do Benfica, por mais de uma ocasião, antes de, num lance infeliz, Richard Ríos – que no minuto imediatamente anterior tinha desaproveitado uma promissora jogada de ataque, rematando fraco e à figura – introduzir (desta vez com um forte remate) a bola na própria baliza, ao tentar safar, de forma precipitada (e desastrada), um cruzamento perigoso para a zona central da pequena área.
Muito cedo no jogo a formação portuguesa, agora já em desvantagem no marcador, via o seu “plano de jogo” como que desvanecer-se, passando a enfrentar uma situação de desconforto, em que, mais tarde ou mais cedo, teria de procurar arriscar, em busca de um eventual golo, que pudesse evitar nova derrota.
E, até ao intervalo, foi sempre o Chelsea a estar na “mó de cima”, não permitindo veleidades ao adversário. Na segunda metade, com o passar do tempo, a turma londrina ia adoptando uma atitude mais pragmática, de preservação da vantagem, moderando as investidas no ataque, gerindo o jogo.
Só nos dez minutos finais o Benfica conseguiria “forçar”, mostrando personalidade, tendo, então, tido a capacidade de obrigar o rival a acantonar-se nas imediações da sua área, mas, efectivamente, pecou por ser praticamente inofensivo nas tentativas de aproximação à baliza (tendo o lance de maior “frisson” sido um remate de Aursnes interceptado por um defesa, em “carrinho”).
A atitude revelada pelo conjunto benfiquista foi positiva, mas o futebol exibido ficou curto para poder aspirar a mais, pese embora perante um adversário com pouca assertividade, que, a espaços, foi deixando também a sensação de não confiar plenamente em si próprio, como que retraindo-se, evitando o risco.
Liga Europa – 2025-26 – 1ª Jornada – Resultados e Classificação
24.09.2025 - Midtjylland - Sturm Graz 2-0 24.09.2025 - P.A.O.K. - Maccabi Tel-Aviv 0-0 24.09.2025 - Crvena zvezda - Celtic 1-1 24.09.2025 - Dinamo Zagreb - Fenerbahçe 3-1 24.09.2025 - Malmö - Ludogorets 1-2 24.09.2025 - Nice - AS Roma 1-2 24.09.2025 - Betis - Nottingham Forest 2-2 24.09.2025 - Sp. Braga - Feyenoord 1-0 24.09.2025 - Freiburg - FC Basel 2-1 25.09.2025 - Go Ahead Eagles - FCSB 0-1 25.09.2025 - Lille - Brann 2-1 25.09.2025 - Aston Villa - Bologna 1-0 25.09.2025 - Young Boys - Panathinaikos 1-4 25.09.2025 - FC Salzburg - FC Porto 0-1 25.09.2025 - Utrecht - Ol. Lyonnais 0-1 25.09.2025 - Ferencvárosi - Viktoria Plzeň 1-1 25.09.2025 - Rangers - Genk 0-1 25.09.2025 - VfB Stuttgart - Celta de Vigo 2-1
Liga dos Campeões – 2025-26 – 1ª Jornada – Resultados e Classificação
16.09.2025 - Athletic Bilbao - Arsenal 0-2 16.09.2025 - PSV Eindhoven - Union Saint-Gilloise 1-3 16.09.2025 - Juventus - Borussia Dortmund 4-4 16.09.2025 - Real Madrid - O. Marseille 2-1 16.09.2025 - Benfica - Qarabağ 2-3 16.09.2025 - Tottenham - Villarreal 1-0 17.09.2025 - Olympiacos - Pafos 0-0 17.09.2025 - Slavia Praha - Bodø.Glimt 2-2 17.09.2025 - Ajax - Internazionale 0-2 17.09.2025 - Bayern München - Chelsea 3-1 17.09.2025 - Liverpool - Atlético de Madrid 3-2 17.09.2025 - Paris Saint-Germain - Atalanta 4-0 18.09.2025 - Club Brugge - AS Monaco 4-1 18.09.2025 - F.C. Copenhagen - Bayer Leverkusen 2-2 18.09.2025 - Eintracht Frankfurt - Galatasaray 5-1 18.09.2025 - Manchester City - Napoli 2-0 18.09.2025 - Newcastle United - FC Barcelona 1-2 18.09.2025 - Sporting - Kairat Almaty 4-1
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – Qarabağ
Benfica – Anatoliy Trubin, Amar Dedić, António Silva, Nicolás Otamendi, Samuel Dahl, Richard Ríos (79m – Leandro Barreiro), Enzo Barrenechea, Fredrik Aursnes (70m – Franjo Ivanović), Heorhiy Sudakov, Andreas Schjelderup (70m – Gianluca Prestianni) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (79m – Henrique Araújo)
Qarabağ – Mateusz Kochalski, Matheus Silva, Behlul Mustafazade, Kevin Medina, Elvin Cafarguliyev (77m – Toral Bayramov), Pedro Bicalho, Marko Janković (77m – Oleksiy Kashchuk), Leandro Andrade (66m – Emmanuel Addai), Kady Borges, Abdellah Zoubir e Camilo Durán (90m – Musa Qurbanlı)
1-0 – Enzo Barrenechea – 6m
2-0 – Evangelos “Vangelis” Pavlídis – 16m
2-1 – Leandro Andrade – 30m
2-2 – Camilo Durán – 48m
2-3 – Oleksiy Kashchuk – 86m
Cartões amarelos – Não houve
Árbitro – Erik Lambrechts (Bélgica)
Como o fácil se pode tornar muito complicado. Como um jogo que prometia uma goleada se converte numa humilhante derrota do Benfica, porventura uma das piores do seu historial em 65 anos de participações em competições europeias, em jogos em casa (recuando no tempo, apenas será possível encontrar – pese embora não ao mesmo nível – os desaires ante o Metalist Kharkiv e Getafe (ambos em 2008) e P.A.O.K. (1999)).
Até hoje, o desempenho do Qarabağ em jogos da “Champions League” não ia além de uma modesta participação na fase de Grupos (na época de 2017-18), que se saldara por dois empates (obtidos, ambos, ante o At. Madrid) e quatro derrotas (com apenas dois golos marcados e 14 sofridos).
De entre os 36 clubes que disputam a presente edição da prova só o Pafos e o Kairat Almaty (para além de Athletic Bilbao e Newcastle, estes devido ao reduzido número de participações em anos recentes) registam pior posição no ranking da UEFA.
Tudo parecia correr pelo melhor quando, apenas com cerca de um quarto de hora de jogo, e beneficiando dos amplos espaços nesse período concedidos pelo adversário, o Benfica ganhava já por 2-0 (com um improvável cabeceamento de Barrenechea, a antecipar-se à defesa, na sequência de um canto; e uma execução irrepreensível de Pavlídis, a ter de rodar para dominar a bola, rematando “à meia volta” – em ambos os casos com assistência do último reforço da equipa, o ucraniano Sudakov), antecipando-se, então, uma possível goleada.
Porém, algo inexplicavelmente, contra o que, até aí, fora a “corrente do jogo”, bastaria um golo sofrido – apontado por Leandro Andrade, um luso-cabo-verdiano, natural de Tavira, que chegara a jogar no Olhanense e no Fátima –, também a aproveitar uma bola parada, na recarga após um mau alívio, para a zona central da área, para que toda a equipa abanasse.
Os jogadores benfiquistas, agora demasiado intranquilos, passaram a acumular erros, ao mesmo tempo que a turma do Azerbaijão (cujo plantel integra nada menos de nove jogadores que haviam militado em clubes de escalão secundário em Portugal) ganhava confiança.
Até ao intervalo, o Qarabağ provocaria ainda alguns outros grandes sustos, em especial com um remate ao poste, seguido de uma notável defesa de Trubin, que voltaria a ter intervenção difícil mesmo a fechar a metade inicial do desafio.
Tinha sido apenas adiado o inevitável: apenas com três minutos de jogo do segundo tempo, já o resultado estava empatado, a duas bolas, mercê da passividade da defensiva portuguesa, tendo Camilo Durán (colombiano com passagens pelo Lusitânia dos Açores e Portimonense) explorado da melhor forma um passe longo, surgindo, sobre o flanco esquerdo, a rematar cruzado para o fundo da baliza.
As substituições operadas por Bruno Lage também não resultariam, com o jogo “muito mastigado”, sem fluidez, com tentativas de ataque mal definidas e improfícuas.
Numa fase de “jogo partido”, com o Benfica algo em desespero, e o adversário a procurar explorar o contra-ataque, temia-se o pior… que acabou mesmo por acontecer, quando, já na recta final, a formação azeri culminou uma incrível reviravolta, de 0-2 para 3-2, em pleno Estádio da Luz!
A partir de um lançamento em profundidade do seu guardião, os jogadores do Qarabağ, com “todo o tempo do mundo” e muito espaço, manobraram a seu bel-prazer dentro da grande área benfiquista, com trocas de passes, até que o também ucraniano Kashchuk (este, com passagem pelo Shakhtar Donetsk), igualmente com um remate em rotação, bateu inapelavelmente Trubin.
Até final, Barrenechea, de fora da área, ensaiaria ainda um remate à baliza, mas a bola sairia bastante por cima. Estava consumado o desastre.
Para o treinador, Bruno Lage, este seria um desaire sem remissão, que lhe custaria ser demitido do clube pela segunda vez, saindo pela “porta baixa”, vítima de falhas próprias e do desnorte da equipa que comandava, novamente incapaz de mudar o rumo.
O Benfica vê-se agora numa situação muito delicada, em que – para além de necessitar obter o máximo de pontos possível nos três restantes jogos em casa, todos de elevado grau de dificuldade (Bayer Leverkusen, Napoli e Real Madrid) – estará obrigado a ir buscar a(s) vitória(s) onde tal se afiguraria menos provável (nas visitas ao Chelsea, Newcastle, Ajax ou Juventus), de molde a poder colmatar o inacreditável desperdício desta noite.
João Almeida 2.º na “Vuelta”
Depois de ter terminado já o “Giro” em 3.º (2023), 4.º (2020) e 6.º lugar (2021), o “Tour” no 4.º posto (2024) e a “Vuelta” na 5.ª (2022) e 9.ª posição (2023), João Almeida culmina a sua melhor época de sempre – em que se sagrou vencedor da “Volta ao País Basco”, do “Tour de Romandie” e da “Volta à Suíça” – obtendo o 2.º lugar na “Vuelta”, igualando o melhor registo de um ciclista português (Joaquim Agostinho, 2.º na “Vuelta” de 1974) em grandes provas de ciclismo por etapas.
João Almeida foi ainda vencedor da 13.ª etapa, com final no alto de L’Angliru, em que apenas Jonas Vingegaard (que obteve a vitória final na classificação geral, depois de ter sido também já vencedor do “Tour” em 2022 e 2023) o conseguiu acompanhar na escalada final.
Os dois primeiros classificados disputaram toda a competição praticamente a par, sendo que o dinamarquês começara por se superiorizar logo na 2.ª etapa (que venceu, ganhando 2+10 segundos de bonificação), bisando o triunfo na 9.ª etapa (ganhando, adicionalmente, 24+6 segundos), ampliando a vantagem em mais 4+10 segundos na 11.ª etapa. Por seu lado, João Almeida reduziria ainda (com a vitória na 13.ª etapa, e, antes, na 5.ª etapa, no contra-relógio por equipas) a diferença na classificação geral para 46 segundos.
No contra-relógio individual, da 18.ª etapa, que João Almeida terminou no 3.º lugar (face ao 9.º posto de Vingegaard), recuperando 10 segundos, a desvantagem na geral fora ainda encurtada para 40 segundos, passando, todavia, a 44 segundos logo no dia seguinte, mercê de mais uma bonificação do “camisola vermelha”, obtida em sprint intermédio.
Na etapa decisiva (20.ª e penúltima), com a escalada da “Bola del Mundo”, o dinamarquês voltou a ganhar, fixando a diferença final de um minuto e 16 segundos. A etapa derradeira, da consagração, com final previsto para Madrid, seria anulada a pouco menos de 60 km da meta, devido a acção de protesto contra Israel, em defesa da Palestina, tendo a estrada sido invadida por uma multidão de manifestantes.
Ao longo de toda a prova, o duelo entre os dois primeiros foi ainda condicionado pelo distinto posicionamento das respectivas equipas, com a Visma sempre a apoiar o seu líder, enquanto, na UAE, pareceu haver liberdade para todas as iniciativas individuais, culminando num total de 7 etapas ganhas – para além do contra-relógio por equipas, triunfos também para Jay Vine (6.ª e 10.ª etapa), Juan Ayuso (7.ª e 12.ª), João Almeida (13.ª) e Marc Soler (14.ª etapa).

Classificação geral final:
1.º Jonas Vingegaard (Dinamarca) – Team Visma – Lease a Bike – 74h 20′ 28”
2.º João Almeida (Portugal) – UAE Team Emirates XRG – a 01′ 16”
3.º Thomas Pidcock (Reino Unido) – Q36.5 Pro Cycling Team – a 03′ 11”
4.º Jai Hindley (Austrália) – Red Bull – Bora – Hansgrohe – a 03′ 41”
5.º Matthew Riccitello (EUA) – Israel – Premier Tech – a 05′ 55”
6.º Giulio Pellizzari (Itália) – Red Bull – Bora – Hansgrohe – a 07′ 23”
7.º Sepp Kuss (EUA) – Team Visma – Lease a Bike – a 07′ 45”
8.º Felix Gall (Áustria) – Decathlon AG2R La Mondiale Team – a 07′ 50”
9.º Torstein Træen (Noruega) – Bahrain Victorious – a 09′ 48”
10.º Matteo Jorgenson (EUA) – Team Visma – Lease a Bike – a 12′ 16”
É a seguinte a lista completa dos vencedores das 80 edições já disputadas da “Vuelta”:
- 4 vitórias – Roberto Heras (2000, 2003, 2004 e 2005); e Primož Roglič (2019, 2020, 2021 e 2024)
- 3 vitórias – Tony Rominger (1992, 1993 e 1994); e Alberto Contador (2008, 2012 e 2014)
- 2 vitórias – Gustaaf Deloor (1935 e 1936); Julián Berrendero (1941 e 1942); José Manuel Fuente (1972 e 1974); Bernard Hinault (1978 e 1983); Pedro Delgado (1985 e 1989); Alex Zülle (1996 e 1997); e Chris Froome (2011 e 2017)
- 1 vitoria – Delio Rodríguez (1945); Dalmacio Langarica (1946); Edward Van Dijck (1947); Bernardo Ruiz (1948); Emilio Rodríguez (1950); Jean Dotto (1955); Angelo Conterno (1956); Jesús Loroño (1957); Jean Stablinski (1958); Antonio Suárez (1959); Frans De Mulder (1960); Angelino Soler (1961); Rudi Altig (1962); Jacques Anquetil (1963); Raymond Poulidor (1964); Rolf Wolfshohl (1965); Francisco Gabica (1966); Jan Janssen (1967); Felice Gimondi (1968); Roger Pingeon (1969); Luis Ocaña (1970); Ferdinand Bracke (1971); Eddy Merckx (1973); Agustín Tamames (1975); José Pesarrodona (1976); Freddy Maertens (1977); Joop Zoetemelk (1979); Faustino Rupérez (1980); Giovanni Battaglin (1981); Marino Lejarreta (1982); Éric Caritoux (1984); Álvaro Pino (1986); Luis Herrera (1987); Sean Kelly (1988); Marco Giovannetti (1990); Melcior Mauri (1991); Laurent Jalabert (1995); Abraham Olano (1998); Jan Ullrich (1999); Ángel Casero (2001); Aitor González (2002); Alexander Vinokourov (2006); Denis Menchov (2007); Alejandro Valverde (2009); Vincenzo Nibali (2010); Chris Horner (2013); Fabio Aru (2015); Nairo Quintana (2016); Simon Yates (2018); Remco Evenepoel (2022); Sepp Kuss (2023); e Jonas Vingegaard (2025)
Hungria – Portugal (Mundial 2026 – Qualif.)
Hungria – Balázs Tóth, Bendegúz Bolla (90m – Zsombor Gruber), Attila Szalai, Willi Orbán, Loïc Négo, Milos Kerkez (90m – Márton Dárdai), Alex Tóth (60m – Bence Ötvös), Dominik Szoboszlai, Callum Styles (81m – Milán Vitális), Zsolt Nagy (60m – Dániel Lukács) e Barnabás Varga
Portugal – Diogo Costa, Rúben Neves, Rúben Dias, Nuno Mendes, João Cancelo, João Neves (79m – João Félix), Vítor Ferreira “Vitinha” (87m – António Silva), Pedro Neto (79m – João Palhinha), Bernardo Silva, Bruno Fernandes (66m – Francisco Trincão) e Cristiano Ronaldo (87m – Gonçalo Ramos)
1-0 – Barnabás Varga – 21m
1-1 – Bernardo Silva – 36m
1-2 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 58m
2-2 – Barnabás Varga – 84m
2-3 – João Cancelo – 86m
Cartões amarelos – Barnabás Varga (57m); João Neves (77m) e João Palhinha (90m)
Árbitro – Erik Lambrechts (Bélgica)
Num Grupo em que Portugal assume grande favoritismo, este seria o jogo mais determinante para afirmar a liderança, e, desde logo, colocar a selecção nacional em posição privilegiada para o apuramento.
O seleccionador, Roberto Martínez, surpreendeu com a colocação de Rúben Neves como um dos três elementos da linha de “centrais”, acabando, de certo modo, por ser feliz, sobretudo pela forma como viria a chegar à vitória.
A equipa portuguesa entrou a “mandar no jogo”, perante uma formação da Hungria, que, mesmo jogando no seu reduto, evitou expor-se ao risco. O grupo de Portugal instalou-se no meio-campo contrário, mas o espaço escasseava.
Porém, como tantas vezes sucede, numa das primeiras investidas da turma húngara, aproveitando alguma falta de coordenação contrária, com Barnabás Varga a ganhar a posição entre dois “centrais”, o avançado, muito oportuno, cabeceou para o golo.
O conjunto português não se descompôs, tendo reagido bem, intensificando a pressão, criando algumas oportunidades para marcar, negadas pelo guardião da Hungria, em especial por Ronaldo, à passagem da meia hora.
O tento do empate não tardaria, num lance em que estiveram envolvidos João Neves e Rúben Neves, antes da bola chegar a Bernardo Silva, que, no limite do “fora-de-jogo”, rematou para o fundo da baliza.
No início da segunda parte manteve-se a toada da partida, tendo a equipa portuguesa beneficiado de uma grande penalidade (por ressalto da bola no braço de um jogador húngaro) para operar a reviravolta no marcador: Cristiano Ronaldo, na conversão, hesitou, procurando fazer, por várias vezes, a simulação de “paradinha”, acabando por rematar, sem balanço, com a bola muito colocada, junto ao poste. Foi o seu 39.º golo em jogos da fase de qualificação para o Campeonato do Mundo, igualando o “record” do guatemalteco Carlos Ruiz.
Ainda durante algum período foi Portugal a “estar por cima”, podendo ter ampliado a vantagem, nomeadamente quando João Cancelo obrigou Balázs Tóth a defesa apertada, próximo dos 70 minutos; todavia, a Hungria ia-se mostrando mais afoita, a testar a defensiva portuguesa, e viria mesmo a restabelecer a igualdade, a duas bolas, com Varga a bisar.
Restavam jogar pouco mais de cinco minutos, e foi, então, que chegou a tal dose de “felicidade”, numa jogada com a assinatura de João Cancelo: foi ele que, ainda em zona intermediária, começou por recuperar uma bola, depois Vitinha a abrir para Bernardo Silva, que assistiu para Cancelo, de primeira, ainda de fora da área, rematar colocado, para o golo da vitória.
Já em período de compensação, João Félix teria ainda hipótese de dilatar a vantagem, num remate que saiu ligeiramente ao lado do poste, mas o fundamental tinha sido já alcançado.
GRUPO F Jg V E D G Pt 1º Portugal 2 2 - - 8 - 2 6 2º Arménia 2 1 - 1 2 - 6 3 3º Hungria 2 - 1 1 4 - 5 1 4º Irlanda 2 - 1 1 3 - 4 1
2ª jornada
09.09.2025 – Arménia – Irlanda – 2-1
09.09.2025 – Hungria – Portugal – 2-3
(mais…)
Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – 2025 – Final
Final – Portugal – França – 4-1
3.º / 4.º lugar – Itália – Espanha – 3-1
5.º / 6.º lugar – Andorra – Suíça – 3-1
7.º / 8.º lugar – Alemanha – Áustria – 9-3
Após uma penosa fase de grupos, em que somou por derrotas os três jogos disputados, a selecção nacional reagiu da melhor forma, tendo eliminado, nas meias-finais, o Campeão do Mundo em título e tri-campeão europeu, para, na Final, se impor categoricamente a uma equipa francesa que, nos últimos anos, tem vindo a consolidar o seu crescimento, afirmando-se entre os “grandes”.
Num confronto entre dois seleccionadores portugueses (Paulo Freitas e Nuno Lopes), Portugal tivera, precisamente no desafio frente à França, a sua pior exibição, mas, desta feita, a configuração do jogo foi bem diferente, sempre com a turma lusa em superioridade, assumindo a iniciativa, perante um adversário que apostava, principalmente, no poderio físico, procurando explorar o contra-ataque.
O nulo subsistiria até cerca dos quinze minutos, altura em que Portugal inaugurou o marcador, por intermédio de Rafael Bessa. A abordagem da formação francesa cedo lhe custou ficar sobrecarregada de faltas, e, apenas quatro minutos volvidos, o resultado seria ampliado para 2-0, por Alvarinho, na sequência de livre directo, a sancionar a 10.ª falta da França.
A equipa portuguesa parecia confiante, e o desafio praticamente ficaria decidido com o 3-0, apontado por Gonçalo Alves apenas quatro minutos após o recomeço, outra vez na conversão de lance de bola parada, desta feita uma grande penalidade.
Na parte final haveria ainda algum “frisson”, dado que Portugal ficou em inferioridade numérica para o derradeiro minuto e cinquenta segundos, tendo a França, a jogar “5 para 3” (abdicando do guarda-redes) reduzido para 1-3, por Bruno Di Benedetto. Mantendo os franceses o risco total, uma perda de bola originaria, nos últimos instantes, o 4-1, com Rafael Bessa a isolar-se e a rematar para a baliza… vazia.
Se é verdade que Portugal perdera, na (inócua) fase de grupos com a França (2.º), Itália (3.º) e Espanha (4.º), deverá também atentar-se que – para além de ter, entretanto, revertido já tais derrotas, nas meias-finais (Espanha) e na Final (França) deste Europeu – a selecção portuguesa ganhara, há apenas duas semanas, na Catalunha, a “GoldenCat”, tendo, então, vencido igualmente jogos disputados ante a França, Itália e Catalunha (base da equipa de Espanha).
A realidade é que as quatro selecções são actualmente muito equiparadas e a vitória poderá cair para qualquer uma delas, em qualquer jogo, decidindo-se as partidas por “detalhes”. Na conquista deste Campeonato da Europa, destaque para várias defesas decisivas de Xano Edo, tendo também alguma influência o factor público.
Nestes dois torneios em que Portugal se sagrou Campeão, em 4 jogos com a França, registou 2 vitórias, 1 empate e 1 derrota; frente à Itália, 1 vitória e 1 derrota; com a Espanha/Catalunha, 1 vitória, 1 empate (tendo deixado escapar o triunfo a 29 segundos do final, mas acabando por se superiorizar no desempate por “penalties”) e 1 derrota.
Portugal – Alejandro “Xano” Edo, José “Zé” Miranda, José “Rafa” Costa, Gonçalo Alves (1) e Hélder Nunes; Rafael “Rafa” Bessa (2), Luís Querido, Miguel Rocha, Álvaro Morais “Alvarinho” (1) e Gonçalo “Guga” Bento (guarda-redes suplente)
França – Pedro Chambel, Bruno Di Benedetto, Rémi Herman, Roberto Di Benedetto e Carlo Di Benedetto; Stanislas “Stan” Vankammelbecke, Anthony da Costa, Marc Rouzé, Corentin Turluer e Tom Savreux (guarda-redes suplente)
Portugal sagrou-se Campeão Europeu pela 22.ª vez no seu historial, voltando a reforçar a liderança no número de títulos conquistados. Nas 56 edições do Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – que teve a sua estreia em 1926 em Herne Bay (Inglaterra) – após os 22 troféus de Portugal, seguem-se a Espanha (19), Inglaterra (12 – nas doze primeiras edições, até 1939) e Itália (3).
Para além dos 22 títulos conquistados (1947, 1948, 1949, 1950, 1952, 1956, 1959, 1961, 1963, 1965, 1967, 1971, 1973, 1975, 1977, 1987, 1992, 1994, 1996, 1998. 2016 e 2025), Portugal foi vice-campeão por 15 vezes (1951, 1953, 1954, 1957, 1969, 1979, 1981, 1983, 2000, 2002, 2008, 2010, 2012, 2018 e 2023), e 3.º classificado noutras 10 ocasiões (1936, 1937, 1939, 1955, 1985, 1990, 2004, 2006, 2014 e 2021); apenas por duas vezes tendo ficado em 4.º lugar (1932 e 1938).
Nas 51 edições em que participou (falhou as quatro primeiras, de 1926 a 1929 – tendo-se estreado em 1930 –, assim como a 8.ª, em 1934), somente em 1930 e 1931 (6.º classificado nas duas ocasiões) Portugal não alcançou um lugar de honra.
Campeão 2.º 3.º 4.º Total Portugal 22 15 10 2 49 Espanha 19 16 6 3 44 Inglaterra 12 1 - 2 15 Itália 3 12 25 8 48 França - 7 3 7 17 Suíça - 2 4 12 18 Alemanha - 2 4 10 16 Bélgica - 1 1 5 7 Holanda - - 4 6 10
Nota – Na edição de 2021 do Campeonato da Europa, foi decidido atribuir o 3.º lugar, “ex aequo”, às selecções de Portugal e da Itália.








