Posts filed under ‘Desporto’
I Liga – 2020-21 – Classificação final
Equipa J V E D GM GS P 1.º Sporting 34 26 7 1 65 - 20 85 2.º FC Porto 34 24 8 2 74 - 29 80 3.º Benfica 34 23 7 4 69 - 27 76 4.º Sp. Braga 34 19 7 8 53 - 33 64 5.º Paços Ferreira 34 15 8 11 40 - 41 53 6.º Santa Clara 34 13 7 14 44 - 36 46 7.º V. Guimarães 34 12 7 15 37 - 44 43 8.º Moreirense 34 10 13 11 37 - 43 43 9.º Famalicão 34 10 10 14 40 - 48 40 10.º B SAD 34 9 13 12 25 - 35 40 11.º Gil Vicente 34 11 6 17 33 - 42 39 12.º Tondela 34 10 6 18 36 - 57 36 13.º Boavista 34 8 12 14 39 - 49 36 14.º Portimonense 34 9 8 17 34 - 41 35 15.º Marítimo 34 10 5 19 27 - 47 35 16.º Rio Ave 34 7 13 14 25 - 40 34 17.º Farense 34 7 10 17 31 - 48 31 18.º Nacional 34 6 7 21 30 - 59 25
Campeão – Sporting – Entrada directa na Fase de Grupos da Liga dos Campeões
2.º classificado – FC Porto – Entrada directa na Fase de Grupos da Liga Campeões
3.º classificado – Benfica – 3.ª elimin. acesso à Fase Grupos da Liga Campeões
4.º classificado – Sp. Braga – Entrada directa na Fase de Grupos da Liga Europa
5.º classificado – Paços Ferreira – Play-off acesso F. Grupos “Conference League”
6.º classificado – Santa Clara – 2.ª elimin. acesso F. Grupos “Conference League”
Despromovidos – Farense e Nacional
Promovidos – Estoril + Vizela/Arouca
Play-off de manutenção/promoção – Rio Ave (I); Vizela/Arouca/Académica (II)
Melhores marcadores:
1. Pedro Gonçalves (Sporting) – 23
2. Haris Seferović (Benfica) – 22
3. Mehdi Taremi (FC Porto) – 16
Palmarés – Campeões:
Benfica (37) – 1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05; 2009-10; 2013-14; 2014-15; 2015-16; 2016-17; 2018-19
FC Porto (29) – 1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08; 2008-09; 2010-11; 2011-12; 2012-13; 2017-18; 2019-20
Sporting (19) – 1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02; 2020-21
Belenenses (1) – 1945-46
Boavista (1) – 2000-01
Liga Europa – 1/2 finais (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Roma - Manchester United 3-2 2-6 5-8 Arsenal - Villarreal 0-0 1-2 1-2
A final será disputada no Stadion Energa Gdańsk, em Gdańsk, a 26 de Maio, entre Villarreal e Manchester United.
Liga dos Campeões – 1/2 finais (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Manchester City - P. St.-Germain 2-0 2-1 4-1 Chelsea - Real Madrid 2-0 1-1 3-1
A final será disputada no Estádio Olímpico Atatürk, em Istambul, a 29 de Maio, entre Manchester City e Chelsea.
Liga Europa – 1/2 finais (1.ª mão)
Manchester United – Roma – 6-2
Villarreal – Arsenal – 2-1
Liga dos Campeões – 1/2 finais (1.ª mão)
Paris Saint-Germain – Manchester City – 1-2
Real Madrid – Chelsea – 1-1
Liga Europa – 1/4 de final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Manchester United - Granada 2-0 2-0 4-0 Slavia Praha - Arsenal 0-4 1-1 1-5 Roma - Ajax 1-1 2-1 3-2 Villarreal - D. Zagreb 2-1 1-0 3-1
As meias-finais da Liga Europa, agendadas para 29 de Abril (1.ª mão) e 6 de Maio (2.ª mão), terão o seguinte alinhamento (previamente sorteado):
Manchester United – Roma
Villarreal – Arsenal
Liga dos Campeões – 1/4 de final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total B. Dortmund - Manchester City 1-2 1-2 2-4 Chelsea - FC Porto 0-1 2-0 2-1 Paris St.-Germain - Bayern 0-1 3-2 3-3 Liverpool - Real Madrid 0-0 1-3 1-3
As meias-finais da Liga dos Campeões, agendadas para 27 e 28 de Abril (1.ª mão) e 4 e 5 de Maio (2.ª mão), terão o seguinte alinhamento (previamente sorteado):
Paris Saint-Germain – Manchester City
Real Madrid – Chelsea
Liga Europa – 1/4 de final (1.ª mão)
Granada – Manchester United – 0-2
Arsenal – Slavia Praha – 1-1
Ajax – Roma – 1-2
D. Zagreb – Villarreal – 0-1
Liga dos Campeões – 1/4 de final (1.ª mão)
Manchester City – Borussia Dortmund – 2-1
FC Porto – Chelsea – 0-2
Bayern München – Paris Saint-Germain – 2-3
Real Madrid – Liverpool – 3-1
Luxemburgo – Portugal (Mundial 2022 – Qualif.)
Stade Josy Barthel, Luxemburgo
Luxemburgo – Anthony Moris, Laurent Jans, Maxime Chanot, Lars Gerson, Michael Pinto (65m – Marvin Martins), Christopher Martins (87m – Aldin Skenderović), Olivier Thill (58m – Sébastien Thill), Leandro Barreiro, Vincent Thill (58m – Maurice Deville), Gerson Rodrigues e Danel Sinani (87m – Edvin Muratović)
Portugal – Anthony Lopes, João Cancelo, Rúben Dias, José Fonte, Nuno Mendes, Rúben Neves (89m – Sérgio Oliveira), Renato Sanches, Bernardo Silva (68m – João Palhinha), Cristiano Ronaldo, Diogo Jota (68m – Rafa Silva) e João Félix (41m – Pedro Neto)
1-0 – Gerson Rodrigues – 30m
1-1 – Diogo Jota – 45m
1-2 – Cristiano Ronaldo – 51m
1-3 – João Palhinha – 80m
Cartões amarelos – Maxime Chanot (20m); Diogo Jota (39m) e Rúben Dias (70m) e Renato Sanches (83m)
Cartão vermelho – Maxime Chanot (87m)
Árbitro – Sergei Ivanov (Rússia)
Poderia supor-se que a equipa portuguesa – que saíra de Belgrado com um “amargo de boca” e uma inevitável sensação de injustiça (pela não validação do que teria sido o seu terceiro golo, e, consequentemente, da vitória) – entraria em campo, no Luxemburgo, disposta a, desde o primeiro minuto, expressar o seu sentimento de revolta.
Pois, a meia hora inicial do jogo mostraria precisamente o contrário: um lote de jogadores notoriamente desinspirados, com uma estranha passividade, a permitir ao Luxemburgo gerir o jogo de acordo com a sua conveniência.
Sabia-se que a selecção luxemburguesa tem feito progressos notórios, e que vinha, inclusivamente, de uma tão sensacional como surpreendente vitória na Irlanda. Acresce, naturalmente, a motivação de defrontar o Campeão da Europa em título, num grupo em que, ademais, são vários os jogadores com ligações afectivas a Portugal.
Ainda assim poucos seriam os que poderiam crer no resultado que se verificava aos trinta minutos: mercê de um tento da autoria de Gerson Rodrigues – nascido no Pragal – o Luxemburgo estava a ganhar aos campeões europeus!
Até então, a formação nacional dispusera de uma única ocasião de perigo, desaproveitada por Renato Sanches. Sentindo o “toque a rebate”, o “onze” português, claro, espevitaria, curiosamente com o recuo de Bernardo Silva, a apoiar Rúben Neves e Renato Sanches, vindo ainda a beneficiar de uma substituição forçada (por lesão de João Félix), com a entrada de Pedro Neto, o qual viria precisamente a estar no origem do golo do empate, cruzando para mais um cabeceamento de excelente execução do muito oportuno Diogo Jota, mesmo a findar a primeira metade da partida.
Um golo que surgiu na “altura certa”, proporcionado a Fernando Santos, no intervalo, uma conversa em tom algo diferente do que teria sido se se mantivesse a escandalosa situação de desvantagem.
Com a serenidade recuperada, Portugal viria a desferir, logo no recomeço, um golpe decisivo, com o golo de Cristiano Ronaldo, apenas com seis minutos decorridos, a operar a reviravolta e, necessariamente, a fazer duvidar os luxemburgueses da possibilidade de virem ainda a alcançar um resultado positivo. De imediato, Nuno Mendes poderia até ter ampliado a contagem…
O que não significa que a turma da casa tivesse abdicado de ir em busca de tal “proeza”, à medida que o tempo ia decorrendo e o resultado tangencial subsistia, tendo, em paralelo, a selecção portuguesa voltado a baixar a intensidade de jogo. À passagem dos 70 minutos, o Luxemburgo ameaçaria mesmo o empate, não fora a atenta intervenção de Anthony Lopes.
Por seu lado, Cristiano Ronaldo, continuando a denotar estar em mau momento de forma – porventura também afectado por alguma ansiedade em procurar fazer, rapidamente, os (agora) seis golos que o separam do “record” do iraniano Ali Daei -, não conseguiria desfeitear Anthony Moris, perdendo, no mesmo lance, duas soberanas ocasiões, no “cara-a-cara” com o guardião contrário (viria ainda, “à terceira”, a introduzir a bola na baliza, mas, então, já em posição irregular).
Portugal só descansaria enfim, a dez minutos do final, com o recém-entrado João Palhinha, muito eficaz, a apontar o terceiro golo, que selava o triunfo, que, por agora, lhe confere o 1.º lugar do Grupo (em igualdade pontual com a Sérvia), após uma intensa série de três jogos disputados, num bem curto período de apenas seis dias. Um registo claramente superior ao nível exibicional demonstrado…
GRUPO A Jg V E D G Pt 1º Portugal 3 2 1 - 6 - 3 7 2º Sérvia 3 2 1 - 7 - 5 7 3º Luxemburgo 2 1 - 1 2 - 3 3 4º Irlanda 2 - - 2 2 - 4 - 5º Azerbaijão 2 - - 2 1 - 3 -
3ª jornada
30.03.2021 – Azerbaijão – Sérvia – 1-2
30.03.2021 – Luxemburgo – Portugal – 1-3



