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Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – 2021 – 2ª jornada
16.11.21 – Itália – Espanha – 4-4
16.11.21 – Andorra – Alemanha – 1-5
16.11.21 – França – Portugal – 5-3
1º França, 6; 2º Espanha, 4; 3º Portugal e Alemanha, 3; 5º Itália, 1; 6º Andorra, 0
Mesmo estando já de “pré-aviso” pelo resultado ontem averbado pela equipa francesa, a selecção de Portugal não conseguiu encontrar antídoto para contrariar o adversário, tendo, praticamente, entrado a perder, passando por situações de desvantagem de 0-2 (resultado ao intervalo) e de 1-4 – mesmo após ter reduzido logo a abrir a segunda metade -, mas consentindo mais dois golos entre os 45 e os 47 minutos.
Já na fase derradeira da partida, o melhor que a equipa nacional conseguiu foi atenuar o marcador, primeiro para 2-4, fechando com o terceiro tento, a fixar o 3-5 final, numa partida em que estiveram em especial evidência os irmãos Carlo e Roberto do Benedetto (este, actualmente a militar no Liceo, na Corunha), respectivamente com dois e três tentos apontados.
Terá valido a Portugal, para manter ainda algumas aspirações, o empate registado no Itália-Espanha, o que, em paralelo, proporciona uma tão inesperada quanto sensacional posição de liderança à selecção de França, com um inusitado apuramento para a final da competição em perspectiva.
Mundial 2022 – Qualificação – Zona Europeia

(clicar na imagem para ampliar)
As selecções da Sérvia, Espanha, Suíça, França, Bélgica, Dinamarca, Países Baixos, Croácia, Inglaterra e Alemanha garantiram o apuramento directo para a fase final do Mundial 2022, no Qatar.
Por seu lado, disputarão os play-off de qualificação, para preenchimento das três vagas restantes, as seguintes selecções:
Portugal – 17p. (17-6) Turquia – 15p. (18-16) Escócia – 17p. (14-7) Polónia – 14p. (18-10) Itália – 16p. (13-2) Macedónia do Norte – 12p. (14-11) Rússia – 16p. (14-5) Ucrânia – 12p. (11-8) Suécia – 15p. (12-6) Áustria – (via Liga das Nações) País de Gales – 15p. (14-9) R. Checa – (via Liga das Nações)
Estas doze selecções serão emparelhadas (por sorteio) em três “vias” de apuramento, cada uma com quatro participantes, sendo disputadas, em cada uma dessas vias, dois jogos de “meias-finais”, a que se seguirá a respectiva “final”, entre os vencedores da eliminatória prévia.
As seis selecções da coluna da esquerda serão “cabeças-de-série”, jogando em casa nas “meias-finais”; depois, nas três “finais”, não será já aplicável tal estatuto, sendo sorteado quem jogará em casa.
Os jogos estão agendados para 24 e 25 de Março (“meias-finais”) e 28 e 29 de Março de 2022 (“finais”).
Por razões de índole política, a Rússia e a Ucrânia não poderão defrontar-se.
Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – 2021 – 1ª jornada
15.11.21 – Itália – França – 5-8
15.11.21 – Espanha – Andorra – 11-0
15.11.21 – Portugal – Alemanha – 10-0
1º Espanha, Portugal e França, 3; 4º Itália, Alemanha e Andorra, 0
A primeira grande surpresa deste torneio foi o categórico triunfo da selecção francesa ante a favorita equipa italiana, com os gauleses, que subiram muito de nível nos últimos anos – tendo dois dos seus elementos a actuar em equipas portuguesas (casos de Carlo Di Benedetto, no FC Porto, e de Rémi Herman, na Juv. Viana) -, a mostrar que terão de ser um adversário a ter em conta.
Portugal – Sérvia (Mundial 2022 – Qualif.)
Estádio da Luz, Lisboa
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, José Fonte, Rúben Dias, Nuno Mendes, Renato Sanches (84m – Rúben Neves), Danilo Pereira (90m – André Silva), João Moutinho (64m – João Palhinha), Cristiano Ronaldo, Bernardo Silva (64m – Bruno Fernandes) e Diogo Jota (83m – João Félix)
Sérvia – Predrag Rajković, Nikola Milenković, Miloš Veljković (65m – Uroš Spajić), Strahinja Pavlović, Andrija Živković (69m – Nemanja Radonjić), Saša Lukić, Nemanja Gudelj (45m – Aleksandar Mitrović), Sergej Milinković-Savić, Filip Kostić (89m – Luka Jović), Dušan Tadić e Dušan Vlahović
1-0 – Renato Sanches – 2m
1-1 – Dušan Tadić – 33m
1-2 – Aleksandar Mitrović – 90m
Cartões amarelos – João Cancelo (8m), João Moutinho (61m) e Renato Sanches (67m); Nemanja Gudelj (13m), Strahinja Pavlović (66m), Nikola Milenković (70m) e Aleksandar Mitrović (90m)
Árbitro – Daniele Orsato (Itália)
Integrado num grupo demasiado fraco, sem efectiva oposição, a selecção de Portugal não conseguiu, porém, evitar chegar ao último dia sem ter a situação resolvida – não tendo descolado da Sérvia, que foi “replicando” os resultados da turma portuguesa face aos restantes adversários – o que deixaria tudo em aberto para uma espécie de “final”, na qual, à excepção do factor casa, tudo parecia jogar já a favor dos sérvios, quer em termos anímicos, como, inclusivamente, a nível do estado de forma presente das duas equipas.
Ou seja, mercê de uma sucessão de variados equívocos próprios – e também, necessariamente, de grave falha alheia, não podendo escamotear-se a situação do golo não validado, que teria resultado no triunfo português na Sérvia – a equipa nacional foi-se – ao longo de toda a campanha de qualificação – “pondo a jeito”.
O que teria o seu corolário, precisamente, neste derradeiro e decisivo embate. Necessitando “apenas” de empatar, e tendo entrado praticamente a ganhar – beneficiando de uma má saída de jogo por parte do guarda-redes, interceptada por Bernardo Silva, que assistiu um isolado Renato Sanches, a rematar sem dificuldade para o fundo da baliza –, Portugal quase tudo faria de errado, a partir daí, ao longo de quase noventa minutos.
Efectivamente, a partir dos 10 minutos, a Sérvia mandou no jogo, perante um adversário perdido dentro de campo, falho de orientação. E, também neste caso, não pode fugir-se a apontar o claro principal responsável deste grande fiasco: obviamente, Fernando Santos.
O jogo na Irlanda fizera já “soar” as campainhas de alarme; era necessário mudar o “chip”, mas a selecção portuguesa não só não o conseguiu fazer, como, inclusivamente, agravou o já fraco desempenho, e, ainda pior, a atitude demonstrada dentro de campo.
Os equívocos começaram logo na formação do “onze” inicial: fazendo entrar Danilo Pereira, para posição mais recuada (em detrimento de João Palhinha) e Renato Sanches (em vez de Bruno Fernandes), Fernando Santos denotava, “por actos e omissões”, que privilegiava a defesa do empate, apostando numa estratégia de contenção, procurando surpreender o adversário, com lances de rompante mais esporádico e eventuais oportunidades de rápidas transições, em alternativa ao assumir efectivo do jogo, sendo que a equipa portuguesa se encontra perfeitamente capacitada para tal, devendo ter tomado a iniciativa em vez de se limitar a ser reactiva.
O resultado foi que, praticamente durante todo o jogo, Portugal não conseguiu “ter bola”, convidando o adversário a “vir para cima” da sua área, pelo que não surpreenderia que a Sérvia – já depois de ter desperdiçado outras ocasiões de perigo – chegasse, ainda cedo no jogo, ao golo do empate, num lance infeliz de Rui Patrício, que não conseguiu deter a bola, o que proporcionava aos visitantes ainda um suplemento anímico extra para acreditar, com maior convicção, de que seria possível o apuramento.
Tal intensificar-se-ia – depois de, aparentemente, se ter ainda conseguido, durante certo período da segunda parte, como que “adormecer o jogo” –, com a saída de Bernardo Silva (porventura acusando desgaste ou sequelas da lesão que o impediram de jogar na Irlanda), o que se traduziu em retirar de campo o único elemento que ainda ia procurando a bola, coincidindo, em paralelo, com um ainda maior recuo da posição de Danilo Pereira, para junto dos centrais. Definitivamente, Portugal “chamava” pelos cruzamentos – nem sempre com o melhor discernimento – dos sérvios.
A entrada de Rúben Neves, a cerca de cinco minutos do fim, visava, declaradamente, a preservação do empate; André Silva só demasiado tarde seria chamado a jogo, em situação de desespero, já em período de compensação, após o segundo tento da Sérvia.
Esse golo, sofrido em cima do minuto 90, foi, de certo modo, cruel, na forma como, “in extremis”, afastava Portugal do 1.º lugar no grupo, mas o que se pode até estranhar é que não tenha surgido mais cedo.
De facto, também neste desafio, a equipa portuguesa se foi “pondo a jeito”, à mercê de qualquer lance mais fortuito, que sempre poderia surgir… como acabaria por acontecer, com Mitrović a aparecer, livre de marcação, descaído sobre o lado esquerdo, a cabecear com todo o “à vontade” para a baliza, na sequência de um cruzamento de longa distância, do lado contrário. A Sérvia confirmava o apuramento para a fase final do Mundial.
Para Portugal, a qualificação directa, a ter sido alcançada – e, afinal, estivemos a um minuto de a consumar -, já seria com muito pouco “brilho”. Assim, fica uma amarga sensação de enorme desperdício de talento de uma notável geração, mal orientado, e com opções tácticas e estratégicas completamente desajustadas.
De ter o apuramento “garantido” – o que, mesmo que algo inconscientemente, sempre acreditámos ser o desfecho natural ao longo de toda esta campanha – passámos, “num ápice”, para uma situação que pode ser muito complexa, de disputa de play-off, em moldes inovadores: dos 12 participantes em tal fase de qualificação, apenas três serão premiados com o apuramento para a fase final.
Numa primeira eliminatória, teremos ainda a vantagem de jogar em casa, frente a adversário teoricamente menos cotado, mercê da nossa condição de “cabeça-de-série” nesse sorteio; mas, depois, na eliminatória final, não só poderá ter de vir a ser disputada em terreno alheio (dependendo do sorteio), como poderemos vir a enfrentar adversários do nível de exigência de uma Suíça (que eliminou os Campeões do Mundo em título, França, no Europeu, apenas caindo no desempate da marca de grande penalidade ante a Espanha) – ou, eventualmente ainda pior, se for a Campeão da Europa, Itália, a terminar esse grupo no 2.º lugar –, Suécia, Rússia, Polónia, possivelmente a Ucrânia, ou, ainda, a Turquia ou a Noruega (ou, no limite, até os Países Baixos).
Para tal – beneficiando de termos ainda até Março de 2022 para nos prepararmos – será imprescindível, primeiro, começar por recuperar animicamente a equipa do tremendo choque agora sofrido, e, em paralelo, assentar ideias sobre a forma mais apropriada de enfrentar tais adversários, em função das características dos jogadores portugueses, definindo e colocando em prática o sistema de jogo mais ajustado.
GRUPO A Jg V E D G Pt 1º Sérvia 8 6 2 - 18 - 9 20 2º Portugal 8 5 2 1 17 - 6 17 3º Irlanda 8 2 3 3 11 - 8 9 4º Luxemburgo 8 3 - 5 8 -18 9 5º Azerbaijão 8 - 1 7 5 -18 1
10ª jornada
14.11.2021 – Portugal – Sérvia – 1-2
14.11.2021 – Luxemburgo – Irlanda – 0-3
(mais…)
Irlanda – Portugal (Mundial 2022 – Qualif.)
Aviva Stadium, Dublin
Irlanda – Gavin Bazunu, Matt Doherty, Seamus Coleman, Shane Duffy, John Egan, Enda Stevens (78m – James McClean), Chiedozie Ogbene (90m – William Keane), Josh Cullen, Jeff Hendrick (78m – Conor Hourihane), Jamie McGrath (61m – Adam Idah) e Callum Robinson
Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo, Pepe, Danilo Pereira, Diogo Dalot, João Palhinha, Matheus Nunes (57m – João Moutinho), Bruno Fernandes (75m – Renato Sanches), Cristiano Ronaldo, Gonçalo Guedes (56m – Rafael Leão) (83m – José Fonte) e André Silva (75m – João Félix)
Cartões amarelos – Chiedozie Ogbene (29m), Seamus Coleman (54m) e Matt Doherty (90m); Danilo Pereira (71m) e Pepe (72m)
Cartão vermelho – Pepe (82m)
Árbitro – Jesús Gil Manzano (Espanha)
Para o “bem” (título de Campeão Europeu em 2016) e para o “mal”, Fernando Santos deixou que se lhe colasse a imagem de jogar para o empate – é o próprio que, implicitamente, há muito tempo o reconheceu, com a sua “frase-chave”, de que é difícil a qualquer equipa do mundo ganhar a Portugal…
Ora, faltando disputar dois jogos nesta fase de qualificação, sendo que a selecção portuguesa tinha a garantia de que dois empates nessas partidas lhe garantiriam o apuramento, estava completo o círculo.
Ainda para mais, quando, efectivamente, para tais contas do apuramento, era indiferente ganhar ou empatar esta noite, uma vez que, em qualquer caso, será sempre necessário evitar a derrota frente à Sérvia.
Isto dito, o seleccionador português preocupou-se, em primeira instância, em procurar preservar os jogadores que estavam à beira de poder ser excluídos do decisivo embate de Domingo (entre eles João Cancelo, Rúben Dias e Diogo Jota), por terem visto já cartão amarelo; e, em paralelo, na escolha do “onze” que entrou de início em Dublin, apostando na componente física, para enfrentar uma equipa cujo ponto forte é precisamente esse.
Em função do contexto do jogo e das condicionantes apontadas – acresce ainda a indisponibilidade, por lesão, de Bernardo Silva -, foi muito pobre a exibição do conjunto português, num encontro entediante, que parecia nunca mais acabar. Foram raros os lances articulados que a equipa nacional conseguiu explanar no relvado, praticamente sem criar qualquer efectiva ocasião de golo, expondo-se, por outro lado, ao jogo directo e vertical dos irlandeses.
As substituições operadas, logo a partir de uma fase ainda relativamente prematura do jogo, não surtiriam também efeito. E as coisas conseguiriam piorar quando Pepe – que se tornou, aos 38 anos e 8 meses, no jogador mais velho de sempre a jogar pela selecção – viu, com um intervalo de apenas dez minutos, dois cartões amarelos, deixando a equipa em inferioridade numérica (ao mesmo tempo que ficava arredado do próximo jogo).
Fernando Santos não arriscou, recorrendo, de imediato, a José Fonte – em detrimento de Rafael Leão, que entrou e saiu de jogo, apenas após 27 minutos em campo, sinalizando bem da importância em manter o nulo… que seria preservado, não sem passar por alguns sustos, o último dos quais um lance de “golo” invalidado por contacto de Keane em Rui Patrício, na pequena área.
Foram, verdadeiramente, serviços mínimos. E a necessidade de, rapidamente, “mudar o chip”, para o desafio de Domingo… mesmo que o desfecho necessário seja o mesmo.
GRUPO A Jg V E D G Pt 1º Portugal 7 5 2 - 16 - 4 17 2º Sérvia 7 5 2 - 16 - 8 17 3º Luxemburgo 7 3 - 4 8 -15 9 4º Irlanda 7 1 3 3 8 - 8 6 5º Azerbaijão 8 - 1 7 5 -18 1
9ª jornada
11.11.2021 – Azerbaijão – Luxemburgo – 1-3
11.11.2021 – Irlanda – Portugal – 0-0
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Liga Conferência Europa – 4ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
LASK Linz – Alashkert – 2-0
Maccabi Tel-Aviv – HJK Helsinki – 3-0
1º Maccabi Tel-Aviv e LASK Linz, 10; 3º HJK Helsinki, 3; 4º Alashkert, 0
Grupo B
Gent – Partizan – 1-1
Flora Tallinn – Anorthosis – 2-2
1º Gent, 10; 2º Partizan, 7; 3.º Flora Tallinn e Anorthosis, 2
Grupo C
Zorya Luhansk – CSKA-Sofia – 2-0
Roma – Bodø/Glimt – 2-2
1º Bodø/Glimt, 8; 2º Roma, 7; 3º Zorya Luhansk, 6; 4º CSKA-Sofia, 1
Grupo D
AZ Alkmaar – CFR Cluj – 2-0
Randers – Jablonec – 2-2
1º AZ Alkmaar, 10; 2º Jablonec, 5; 3º Randers, 4; 4º CFR Cluj, 1
Grupo E
Union Berlin – Feyenoord – 1-2
Slavia Praha – Maccabi Haifa – 1-0
1º Feyenoord, 10; 2º Slavia Praha, 6; 3º Maccabi Haifa, 4; 4º Union Berlin, 3
Grupo F
PAOK – København – 1-2
Lincoln Red Imps – Slovan Bratislava – 1-4
1º København, 9; 2º Slovan Bratislava e PAOK, 7; 4º Lincoln Red Imps, 0
Grupo G
Tottenham – Vitesse – 3-2
Rennes – Mura Murska – 1-0
1º Rennes, 10; 2º Tottenham, 7; 3º Vitesse, 6; 4º Mura Murska, 0
Grupo H
Omonia – Basel – 1-1
Kairat Almaty – Qarabağ – 1-2
1º Qarabağ, 10; 2º Basel, 8; 3º Omonia, 2; Kairat Almaty, 1
Liga Europa – 4ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
O. Lyon – Sparta Praha – 3-0
Brøndby – Rangers – 1-1
1º O. Lyon, 12; 2º Rangers e Sparta Praha, 4; 4º Brøndby, 2
Grupo B
Real Sociedad – Sturm Graz – 1-1
Monaco – PSV – 0-0
1º Monaco, 8; 2º Real Sociedad, 6; 3º PSV, 5; 4º Sturm Graz, 1
Grupo C
Legia Warsaw – Napoli – 1-4
Leicester – Spartak Moskva – 1-1
1º Napoli, 7; 2º Legia Warsaw, 6; 3º Leicester, 5; 4º Spartak Moskva, 4
Grupo D
Antwerp – Fenerbahçe – 0-3
Olympiakos – E. Frankfurt – 1-2
1º E. Frankfurt, 10; 2º Olympiakos, 6; 3º Fenerbahçe, 5; 4º Antwerp, 1
Grupo E
O. Marseille – Lazio – 2-2
Galatasaray – Lokomotiv Moskva – 1-1
1º Galatasaray, 8; 2º Lazio, 5; 3º O. Marseille, 4; 4º Lokomotiv Moskva, 2
Grupo F
Sp. Braga – Ludogorets – 4-2
Crvena zvezda – Midtjylland – 0-1
1º Sp. Braga, 9; 2º Crvena zvezda, 7; 3º Midtjylland, 5; 4º Ludogorets, 1
Grupo G
Ferencváros – Celtic – 2-3
B. Leverkusen – Betis – 4-0
1º B. Leverkusen, 10; 2º Betis, 7; 3º Celtic, 6; 4º Ferencváros, 0
Grupo H
Genk – West Ham – 2-2
D. Zagreb – Rapid Wien – 3-1
1º West Ham, 10; 2º D. Zagreb, 6; 3º Genk, 4; 4º Rapid Wien, 3
O Lyon é a primeira equipa a garantir, desde já – ainda com duas rondas por disputar nesta fase de grupos -, o 1.º lugar do seu grupo e consequente apuramento directo para os 1/8 de final.
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
RB Leipzig – Paris Saint-Germain – 2-2
Manchester City – Brugge – 4-1
1º Manchester City, 9; 2º Paris Saint-Germain, 8; 3º Brugge, 4; 4º RB Leipzig, 1
Grupo B
AC Milan – FC Porto – 1-1
Liverpool – Atlético Madrid – 2-0
1º Liverpool, 12; 2º FC Porto, 5; 3º Atlético Madrid, 4; 4º AC Milan, 1
Grupo C
Borussia Dortmund – Ajax – 1-3
Sporting – Beşiktaş – 4-0
1º Ajax, 12; 2º Sporting e Borussia Dortmund, 6; 4º Beşiktaş, 0
Grupo D
Real Madrid – Shakhtar Donetsk – 2-1
Sheriff Tiraspol – Inter – 1-3
1º Real Madrid, 9; 2º Inter, 7; 3º Sheriff Tiraspol, 6; 4º Shakhtar Donetsk, 1
Grupo E
Bayern München – Benfica – 5-2
Dynamo Kyiv – Barcelona – 0-1
1º Bayern München, 12; 2º Barcelona, 6; 3º Benfica, 4; 4º Dynamo Kyiv, 1
Grupo F
Atalanta – Manchester United – 2-2
Villarreal – Young Boys – 2-0
1º Villarreal e Manchester United, 7; 3º Atalanta, 5; 4º Young Boys, 3
Grupo G
Wolfsburg – Salzburg – 2-1
Sevilla – Lille – 1-2
1º Salzburg, 7; 2º Lille e Wolfsburg, 5; 4º Sevilla, 3
Grupo H
Juventus – Zenit – 4-2
Malmö – Chelsea – 0-1
1º Juventus, 12; 2º Chelsea, 9; 3º Zenit, 3; 4º Malmö, 0
Ainda com duas jornadas por disputar, Liverpool, Ajax, Bayern e Juventus – todos com o pleno de vitórias – garantiram já o apuramento para os 1/8 de final da Liga dos Campeões.
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Bayern – Benfica
Bayern München – Manuel Neuer, Benjamin Pavard, Nianzou Tanguy-Austin, Dayotchanculle “Dayot” Upamecano, Alphonso Davies (64m – Omar Richards), Serge Gnabry (85m – Bouna Sarr), Leon Goretzka, Leroy Sané (72m – Thomas Müller), Joshua Kimmich (72m – Marcel Sabitzer), Kingsley Coman (64m – Jamal Musiala) e Robert Lewandowski
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Gilberto Moraes, Lucas Veríssimo, Jan Vertonghen, Felipe Silva “Morato”, João Mário (77m – Paulo Bernardo), Soualiho Meïté, Alejandro “Álex” Grimaldo (77m – Gonçalo Ramos), Luís Fernandes “Pizzi” (64m – Rafael “Rafa” Silva), Everton Soares (64m – Diogo Gonçalves) e Roman Yaremchuk (64m – Darwin Núñez)
1-0 – Robert Lewandowski – 26m
2-0 – Serge Gnabry – 32m
2-1 – Felipe Silva “Morato” – 38m
3-1 – Leroy Sané – 49m
4-1 – Robert Lewandowski – 61m
4-2 – Darwin Núñez – 74m
5-2 – Robert Lewandowski – 84m
Cartões amarelos – Dayotchanculle “Dayot” Upamecano (51m) e Nianzou Tanguy-Austin (69m); Lucas Veríssimo (45m)
Árbitro – Szymon Marciniak (Polónia)
Não há volta a dar: a sexta deslocação do Benfica a Munique traduziu-se na quinta goleada sofrida (duas vezes 1-4, outras duas vezes 1-5, e, agora, o 2-5) – apenas se salvou o jogo da temporada de 2015-16, com uma derrota por tangencial 0-1.
Mas, este duplo confronto com o Bayern (também com goleada sofrida no Estádio da Luz), passa a integrar, no seu agregado, um dos três piores registos de sempre da longa história europeia do Benfica: depois do somatório de 0-7 com o Basel em 2017-18 e de 1-8 com o Celta de Vigo em 1999-00, esta (2-9) foi apenas a terceira vez que a equipa portuguesa averbou uma desvantagem de 7 golos no conjunto dos dois jogos.
Sobre esta verdadeira Némesis da história do Benfica, o Bayern München, basta atentar que, em todo o seu historial europeu, só por dez vezes o emblema da Luz registou desvantagem superior a três golos no somatório das duas “mãos”, tendo quatro delas sido ante os bávaros: os 2-9 desta época sucedem-se ao 1-7 de 2018-19, aos 2-7 de 1995-96 e ao 1-5 de 1975-76 (isto, para além do 1-4 de 1981-82).
No total, doze jogos com o Bayern – agora o parceiro mais repetido nas lides europeias (ultrapassando os onze embates dos benfiquistas com o Manchester United) -, sem que o Benfica tivesse conseguido vencer uma única vez: o melhor foram três empates (dois nulos, em 1975-76 e em 1981-82, e o 2-2 de 2015-16), tendo perdido nove vezes (acumulando seis goleadas), com um score agregado de 9-35 em golos marcados e sofridos.
Posto tudo isto não se pode dizer que o resultado desta noite tenha sido algo de “anormal” ou de inesperado. O que, só por si, não deixa de constituir mais uma página muito negativa da história do Benfica, que, ainda uma vez mais, foi incapaz de evitar nova goleada.
Ficou por perceber cabalmente a ideia de Jorge Jesus para este jogo: se assumiu, à partida, que estava perdido; se, sobretudo, procurou preservar alguns jogadores em risco de exclusão do próximo (e determinante) encontro ante o Barcelona, casos de Otamendi, Weigl e Rafa (dando, também, descanso a Darwin); se acreditou que as entradas de Meïté, Pizzi e Everton poderiam de algum modo contribuir para interpretar a sua estratégia de “pressão alta”.
A verdade é que o Benfica até começou por ter uma entrada positiva em campo, com Pizzi a ameaçar a baliza de Neuer logo nos minutos iniciais, para, à passagem do quarto de hora, chegar mesmo ao “golo”, por Lucas Veríssimo, num lance que, contudo, não seria validado pelo “VAR”, por controversa deslocação (“milimétrica”?) de Pizzi.
Mas a estratégia, que passaria por procurar evitar uma aglomeração defensiva concentrada junto da grande área benfiquista, tinha também associados grandes riscos, ainda para mais perante um adversário deste calibre, que, com grande sentido prático, aproveitou os espaços que se geravam nas costas do meio-campo e da defesa para, rapidamente – outra vez, num curto espaço de apenas seis minutos -, sentenciar, em termos práticos, o desfecho do jogo, com os dois primeiros tentos.
Com uma linha defensiva “improvisada”, com Grimaldo impotente para travar Coman, enquanto Kimmich tinha grande liberdade de movimentos, para solicitar a profundidade de Gnabry e Sané, sucediam-se os lances de perigo para a baliza de Vlachodimos, que ia fazendo o melhor que podia.
Seria, pois, já “contra-a-corrente” que o Benfica conseguiria reduzir para 1-2, na sequência de um lance de bola parada, com Morato a dar, de cabeça, a melhor sequência a um cruzamento de Grimaldo. Tal pouco afectaria o Bayern, que teve ocasião para repor a diferença de dois tentos ainda no primeiro tempo, na conversão de uma grande penalidade, mas Vlachodimos, com boa intervenção, negaria o golo a Lewandowski.
O que, porém, não tardaria: logo a abrir a segunda metade, Sané apontava o terceiro ponto dos bávaros, para, pouco mais de dez minutos volvidos, aproveitando as facilidades concedidas, Lewandowski bisar, elevando a contagem para um já pesado 4-1, num típico lance de transição rápida, aproveitando o adiantamento da defesa benfiquista. Receou-se que o “placard” pudesse continuar a subir, tais as dificuldades do Benfica em suster a intensidade contrária.
As coisas como que “acalmariam” com as várias substituições operadas – sobretudo entre o minuto 64 e o 72 -, com Jesus a dar alguns minutos a Rafa e a Darwin, e o Benfica conseguiria mesmo marcar pela segunda vez, por intermédio do uruguaio, a finalizar uma excelente iniciativa individual de João Mário, dando um “nó” em Upamecano, retirando toda a oposição do seu caminho. Haveria ainda tempo para a estreia absoluta de Paulo Bernardo na equipa principal do Benfica.
Mas o jogo terminaria da “pior maneira” – a “cereja no topo do bolo” da humilhação -, com Neuer, com caminho livre, a sair da sua baliza e a fazer um lançamento longo para Lewandowski, em velocidade, a isolar-se, deixando para trás todos os adversários, chegando, sem dificuldade ao “hat-trick” no seu 100.º jogo na Liga dos Campeões. Por seu lado, o Bayern fechava com “chave de ouro” o seu jogo n.º 500 em competições internacionais (somando aos 493 encontros em provas europeias, os 3 na “Taça Intercontinental” e os 4 no “Campeonato do Mundo de clubes”).
Entretanto, com a vitória obtida pelo Barcelona em Kiev, o Benfica baixou ao 3.º lugar do grupo, dependendo agora a sua continuidade na prova de um resultado positivo (sendo indispensável, no mínimo, um empate) em Barcelona.
Liga Conferência Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Alashkert – LASK Linz – 0-3
HJK Helsinki – Maccabi Tel-Aviv – 0-5
1º Maccabi Tel-Aviv e LASK Linz, 7; 3º HJK Helsinki, 3; 4º Alashkert, 0
Grupo B
Partizan – Gent – 0-1
Anorthosis – Flora Tallinn – 2-2
1º Gent, 9; 2º Partizan, 6; 3.º Flora Tallinn e Anorthosis, 1
Grupo C
CSKA-Sofia – Zorya Luhansk – 0-1
Bodø/Glimt – Roma – 6-1
1º Bodø/Glimt, 7; 2º Roma, 6; 3º Zorya Luhansk, 3; 4º CSKA-Sofia, 1
Grupo D
CFR Cluj – AZ Alkmaar – 0-1
Jablonec – Randers – 2-2
1º AZ Alkmaar, 7; 2º Jablonec, 4; 3º Randers, 3; 4º CFR Cluj, 1
Grupo E
Feyenoord – Union Berlin – 3-1
Maccabi Haifa – Slavia Praha – 1-0
1º Feyenoord, 7; 2º Maccabi Haifa, 4; 3º Slavia Praha e Union Berlin, 3
Grupo F
København – PAOK – 1-2
Slovan Bratislava – Lincoln Red Imps – 2-0
1º PAOK, 7; 2º København, 6; 3º Slovan Bratislava, 4; 4º Lincoln Red Imps, 0
Grupo G
Vitesse – Tottenham – 1-0
Mura Murska – Rennes – 1-2
1º Rennes, 7; 2º Vitesse, 6; 3º Tottenham, 4; 4º Mura Murska, 0
Grupo H
Basel – Omonia – 3-1
Qarabağ – Kairat Almaty – 2-1
1º Basel e Qarabağ, 7; 3º Kairat Almaty e Omonia, 1



