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Liga Conferência – 2025-26 – 3ª Jornada – Resultados e Classificação
06.11.2025 - Mainz - Fiorentina 2-1 06.11.2025 - Sparta Praha - Raków Częstochowa 0-0 06.11.2025 - AEK Athens - Shamrock Rovers 1-1 06.11.2025 - AEK Larnaca - Aberdeen 0-0 06.11.2025 - Shakhtar Donetsk - Breiðablik 2-0 06.11.2025 - Noah - Sigma Olomouc 1-2 06.11.2025 - KuPS Kuopio - Slovan Bratislava 3-1 06.11.2025 - Celje - Legia Warsaw 2-1 06.11.2025 - Samsunspor - Hamrun Spartans 3-0 06.11.2025 - BK Häcken - Racing Strasbourg 1-2 06.11.2025 - Crystal Palace - AZ Alkmaar 3-1 06.11.2025 - Lausanne - Omonoia 1-1 06.11.2025 - Dynamo Kyiv - Zrinjski Mostar 6-0 06.11.2025 - Shkëndija - Jagiellonia Białystok 1-1 06.11.2025 - Lincoln Red Imps - Rijeka 1-1 06.11.2025 - Rayo Vallecano - Lech Poznań 3-2 06.11.2025 - Shelbourne - Drita 0-1 06.11.2025 - Rapid Wien - Univ. Craiova 0-1
Liga Europa – 2025-26 – 4ª Jornada – Resultados e Classificação
06.11.2025 - FC Salzburg - Go Ahead Eagles 2-0 06.11.2025 - FC Basel - FCSB 3-1 06.11.2025 - Midtjylland - Celtic 3-1 06.11.2025 - Utrecht - FC Porto 1-1 06.11.2025 - Crvena zvezda - Lille 1-0 06.11.2025 - Dinamo Zagreb - Celta de Vigo 0-3 06.11.2025 - Malmö - Panathinaikos 0-1 06.11.2025 - Nice - Freiburg 1-3 06.11.2025 - Sturm Graz - Nottingham Forest 0-0 06.11.2025 - Aston Villa - Maccabi Tel-Aviv 2-0 06.11.2025 - Bologna - Brann 0-0 06.11.2025 - Viktoria Plzeň - Fenerbahçe 0-0 06.11.2025 - Ferencvárosi - Ludogorets 3-1 06.11.2025 - P.A.O.K. - Young Boys 4-0 06.11.2025 - Rangers - AS Roma 0-2 06.11.2025 - Betis - Ol. Lyonnais 2-0 06.11.2025 - Sp. Braga - Genk 3-4 06.11.2025 - VfB Stuttgart - Feyenoord 2-0
Liga dos Campeões – 2025-26 – 4ª Jornada – Resultados e Classificação
04.11.2025 - Slavia Praha - Arsenal 0-3 04.11.2025 - Napoli - Eintracht Frankfurt 0-0 04.11.2025 - Atlético de Madrid - Union Saint-Gilloise 3-1 04.11.2025 - Bodø/Glimt - AS Monaco 0-1 04.11.2025 - Juventus - Sporting 1-1 04.11.2025 - Liverpool - Real Madrid 1-0 04.11.2025 - Olympiacos - PSV Eindhoven 1-1 04.11.2025 - Paris Saint-Germain - Bayern München 1-2 04.11.2025 - Tottenham - F.C. Copenhagen 4-0 05.11.2025 - Pafos - Villarreal 1-0 05.11.2025 - Qarabağ - Chelsea 2-2 05.11.2025 - Ajax - Galatasaray 0-3 05.11.2025 - Club Brugge - FC Barcelona 3-3 05.11.2025 - Internazionale - Kairat Almaty 2-1 05.11.2025 - Manchester City - Borussia Dortmund 4-1 05.11.2025 - Newcastle United - Athletic Bilbao 2-0 05.11.2025 - O. Marseille - Atalanta 0-1 05.11.2025 - Benfica - Bayer Leverkusen 0-1
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Benfica – Bayer Leverkusen
Benfica – Anatoliy Trubin, Fredrik Aursnes, Tomás Araújo, Nicolás Otamendi, Samuel Dahl (69m – Andreas Schjelderup), Richard Ríos, Enzo Barrenechea, Dodi Lukébakio, Leandro Barreiro (69m – Amar Dedić), Heorhiy Sudakov (69m – Gianluca Prestianni) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis
Bayer Leverkusen – Mark Flekken, Jarell Quansah, Loïc Badé, Edmond Tapsoba, Arthur Soares, Aleix García, Ibrahim Maza, Alejandro “Álex” Grimaldo, Claudio Echeverri (57m – Malik Tillman), Ernest Poku (88m – Eliesse Ben Seghir) e Christian Kofane (57m – Patrik Schick)
0-1 – Patrik Schick – 65m
Cartões amarelos – Ibrahim Maza (41m), Edmond Tapsoba (55m) e Malik Tillman (79m); Dodi Lukébakio (62m) e Nicolás Otamendi (78m)
Cartões vermelhos – Rogier Meijer (Treinador adjunto – 83m); João Tralhão (Treinador adjunto – 83m)
Árbitro – Simone Sozza (Itália)
O Benfica realizou exibição razoável durante cerca de uma hora de jogo, porém inconsequente. Pior: a partir do momento em que sofreu o golo, deu sinais de derrotismo, não mais conseguiria criar jogadas com cabeça, tronco e membros, que pudessem levar perigo junto da área contrária. O resultado pode ser considerado algo injusto, mas é o que é: ganha quem marca, independentemente da “nota artística”.
A equipa portuguesa registou clara superioridade a nível das estatísticas (22-6 em termos de remates!), controlou o jogo, criou várias oportunidades, tendo tido alguma dose de infelicidade, com duas bolas a embater nos ferros da baliza (Lukébakio, rematando ao poste, logo aos doze minutos; e Otamendi, cabeceando à trave, aos 33 minutos), a par de outras ocasiões desperdiçadas (destacam-se duas seguidas, à beira do intervalo, outra vez por Lukébakio e por Pavlídis, sem o guarda-redes na baliza, mas a bola a ser travada, “in extremis”, pelo defesa), que justificariam plenamente ter-se adiantado no marcador. Só faltou materializar o futebol explanado.
Porém, “quem não marca, sofre”, com o passar do tempo, e o nulo a persistir, a formação germânica – que vinha de uma traumatizante goleada sofrida (2-7!), em Leverkusen, ante o Paris Saint-Germain – ia acreditando que seria possível levar de Lisboa um resultado positivo.
E bastou um momento em que Ríos e Barrenechea vacilaram, para Grimaldo, com um excelente “passe a rasgar”, lançar Schick; o guardião benfiquista ainda começou por negar o golo, em intervenção apertada, mas, noutro lance de grande infelicidade, Dahl, ao tentar afastar a bola, de cabeça, colocou-a “direitinha” no ponto de mira do avançado checo, que, também de cabeça, não teve qualquer dificuldade em empurrar para o fundo da baliza, apanhando Trubin em contrapé.
Mourinho fez uma tripla substituição, apostando em Prestianni e Schjelderup, entrando também Dedić para lateral direito, de molde a libertar Aursnes para tarefas mais ofensivas; a equipa foi tentando, mas, porventura, já pouco crente nas suas capacidades, sempre “mais com o coração do que com a cabeça”, de forma algo precipitada e sem discernimento, também enervada pelo constante anti-jogo da equipa alemã.
E, naturalmente, o resultado não se alteraria, o que se traduz na quarta derrota em outros tantos jogos e o fantasma dos zero pontos a subsistir e a alastrar na mente de todos.
Liga Conferência – 2025-26 – 2ª Jornada – Resultados e Classificação
23.10.2025 - AEK Athens - Aberdeen 6-0 23.10.2025 - BK Häcken - Rayo Vallecano 2-2 23.10.2025 - Breiðablik - KuPS Kuopio 0-0 23.10.2025 - Shakhtar Donetsk - Legia Warsaw 1-2 23.10.2025 - Drita - Omonoia 1-1 24.10.2025 - Rijeka - Sparta Praha 1-0 23.10.2025 - Shkëndija - Shelbourne 1-0 23.10.2025 - Racing Strasbourg - Jagiellonia Białystok 1-1 23.10.2025 - Rapid Wien - Fiorentina 0-3 23.10.2025 - Mainz - Zrinjski Mostar 1-0 23.10.2025 - AZ Alkmaar - Slovan Bratislava 1-0 23.10.2025 - Crystal Palace - AEK Larnaca 0-1 23.10.2025 - Hamrun Spartans - Lausanne 0-1 23.10.2025 - Lincoln Red Imps - Lech Poznań 2-1 23.10.2025 - Samsunspor - Dynamo Kyiv 3-0 23.10.2025 - Shamrock Rovers - Celje 0-2 23.10.2025 - Sigma Olomouc - Raków Częstochowa 1-1 23.10.2025 - Univ. Craiova - Noah 1-1
Liga Europa – 2025-26 – 3ª Jornada – Resultados e Classificação
23.10.2025 - FC Salzburg - Ferencvárosi 2-3 23.10.2025 - Fenerbahçe - VfB Stuttgart 1-0 23.10.2025 - Feyenoord - Panathinaikos 3-1 23.10.2025 - FCSB - Bologna 1-2 23.10.2025 - Go Ahead Eagles - Aston Villa 2-1 23.10.2025 - Genk - Betis 0-0 23.10.2025 - Ol. Lyonnais - FC Basel 2-0 23.10.2025 - Sp. Braga - Crvena zvezda 2-0 23.10.2025 - Brann - Rangers 3-0 23.10.2025 - AS Roma - Viktoria Plzeň 1-2 23.10.2025 - Young Boys - Ludogorets 3-2 23.10.2025 - Celtic - Sturm Graz 2-1 23.10.2025 - Lille - P.A.O.K. 3-4 23.10.2025 - Maccabi Tel-Aviv - Midtjylland 0-3 23.10.2025 - Malmö - Dinamo Zagreb 1-1 23.10.2025 - Nottingham Forest - FC Porto 2-0 23.10.2025 - Celta de Vigo - Nice 2-1 23.10.2025 - Freiburg - Utrecht 2-0
Liga dos Campeões – 2025-26 – 3ª Jornada – Resultados e Classificação
21.10.2025 - FC Barcelona - Olympiacos 6-1 21.10.2025 - Kairat Almaty - Pafos 0-0 21.10.2025 - Arsenal - Atlético de Madrid 4-0 21.10.2025 - Bayer Leverkusen - Paris Saint-Germain 2-7 21.10.2025 - F.C. Copenhagen - Borussia Dortmund 2-4 21.10.2025 - Newcastle United - Benfica 3-0 21.10.2025 - PSV Eindhoven - Napoli 6-2 21.10.2025 - Union Saint-Gilloise - Internazionale 0-4 21.10.2025 - Villarreal - Manchester City 0-2 22.10.2025 - Athletic Bilbao - Qarabağ 3-1 22.10.2025 - Galatasaray - Bodø/Glimt 3-1 22.10.2025 - AS Monaco - Tottenham 0-0 22.10.2025 - Atalanta - Slavia Praha 0-0 22.10.2025 - Chelsea - Ajax 5-1 22.10.2025 - Eintracht Frankfurt - Liverpool 1-5 22.10.2025 - Bayern München - Club Brugge 4-0 22.10.2025 - Real Madrid - Juventus 1-0 22.10.2025 - Sporting - O. Marseille 2-1
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Newcastle – Benfica
Newcastle – Nicholas “Nick” Pope, Kieran Trippier, Malick Thiaw, Sven Botman, Daniel “Dan” Burn, Bruno Guimarães (90m – Joseph “Joe” Willock), Lewis Miley, Jacob Ramsey (63m – Joelinton de Lira), Jacob Murphy (63m – Harvey Barnes), Anthony Gordon (85m – Anthony Elanga) e Nick Woltemade (85m – William Osula)
Benfica – Anatoliy Trubin, Tomás Araújo, Nicolás Otamendi, António Silva, Amar Dedić (63m – Franjo Ivanović), Richard Ríos, Enzo Barrenechea, Fredrik Aursnes, Dodi Lukébakio, Heorhiy Sudakov e Evangelos “Vangelis” Pavlídis
1-0 – Anthony Gordon – 32m
2-0 – Harvey Barnes – 70m
3-0 – Harvey Barnes – 83m
Cartões amarelos – Malick Thiaw (17m); Dodi Lukébakio (45m) e Ricardo Rocha (Treinador adjunto – 65m)
Árbitro – Szymon Marciniak (Polónia)
Não há muitas palavras para qualificar a exibição do Benfica esta noite: foi (quase) tudo mau demais. A equipa benfiquista foi banalizada pela do Newcastle, acabando mesmo atropelada pela intensidade imprimida pelo adversário, completamente perdida em campo, com Trubin, com uma, duas, três defesas, a negar outros tantos golos nos derradeiros instantes, evitando humilhação maior.
José Mourinho optou por uma defesa a três, com Dedić e Aursnes a fechar as alas, e, passados os minutos iniciais, em que resistiu à entrada mais ofensiva da turma inglesa, o Benfica teve até um par de ocasiões de perigo, ambas por intermédio de Lukébakio, uma anulada pelo guardião, outra embatendo nos ferros da baliza.
Porém, à passagem da meia hora, uma falha a meio-campo logo foi aproveitada pelos donos da casa para inaugurar o marcador. A formação portuguesa acusou o toque, procurou recompor-se, conseguindo ainda manter a diferença mínima até ao intervalo.
Após o reatamento, quando necessitava ser mais afoito, intenso, mas também mais rigoroso, o Benfica como que se viu submergido pelo ritmo e poderio físico do Newcastle, em constantes cavalgadas em direcção ao sector recuado contrário.
O segundo golo, da confirmação da derrota, só surgiria aos 70 minutos, mas num lance que é bem paradigmático do desacerto geral: na sequência de um canto favorável ao Benfica, o guarda-redes Pope, fez, de primeira, um comprido lançamento com a mão, tendo António Silva (ainda no processo de recuperação, recuando para a área) falhado o corte, e, depois, Tomás Araújo, muito passivo, a deixar espaço para Barbes rematar cruzado, sem hipótese para Trubin.
Mourinho assistia no banco, aparentemente impávido, sem esboçar reacção, ao desmoronar da sua equipa, em especial em termos anímicos, não tendo, até final, feito qualquer substituição (a única, operada ainda com o marcador em 1-0, fora forçada, por lesão de Dedić).
Os últimos dez minutos foram penosos, com o Benfica, muito aquém do que seria de esperar dos elementos que compõem o seu plantel – como é possível que estes jogadores joguem (repetidamente) tão mal?! –, a aparentar não ter nível para disputar esta competição, de exigência máxima, que “não perdoa”.
O jogo n.º 500 da história do Benfica nas competições europeias não deixa saudades, mas não deverá ser para esquecer, mas para procurar retirar algum ensinamento.
Três jogos, três derrotas, zero pontos, a possibilidade de apuramento para o “play-off” bastante comprometida, para não dizer que será já utópica (faltará receber Bayer Leverkusen, Napoli – por acaso, hoje, sofrendo ambos severas goleadas – e Real Madrid, e deslocações aos terrenos do Ajax e da Juventus).
O mínimo que se pode exigir é que o Benfica possa honrar e dignificar o seu emblema no que resta desta edição da prova, de alguma forma mitigando a má imagem até agora deixada.
Portugal – Hungria (Mundial 2026 – Qualif.)
Portugal – Diogo Costa, Nélson Semedo, Rúben Dias, Renato Veiga, Nuno Mendes (78m – Nuno Tavares), Bruno Fernandes (62m – Francisco Conceição), Rúben Neves (62m – João Palhinha), Vítor Ferreira “Vitinha”, Bernardo Silva, Pedro Neto (62m – João Félix) e Cristiano Ronaldo (78m – Gonçalo Ramos)
Hungria – Balázs Tóth, Loïc Négo, Willi Orbán, Attila Szalai, Milos Kerkez (79m – Márton Dárdai), András Schäfer (38m – Alex Tóth), Callum Styles (79m – Milán Vitális), Dominik Szoboszlai, Bendegúz Bolla (58m – Dániel Lukács), Roland Sallai e Barnabás Varga
0-1 – Attila Szalai – 8m
1-1 – Cristiano Ronaldo – 22m
2-1 – Cristiano Ronaldo – 45m
2-2 – Dominik Szoboszlai – 90m
Cartões amarelos – Bruno Fernandes (34m) e João Félix (90m); Callum Styles (50m) e Dániel Lukács (90m)
Árbitro – Srđan Jovanović (Sérvia)
Foi um jogo com algumas similitudes com o disputado na Hungria, e que, contrariamente às expectativas generalizadas, não permitiu festejar, já esta noite, o apuramento para o Mundial… que, no derradeiro minuto, ficaria adiado.
Tal como sucedera em Budapeste, Portugal entrou a perder, perante uma equipa que, ao longo de todo o desafio, mostrou que sabe jogar, desinibida, levando perigo até à área contrária por várias vezes. Tirando partido das bolas paradas, a turma magiar inaugurava o marcador, na sequência de um pontapé de canto, logo depois de Diogo Costa ter feito uma boa intervenção.
Portugal beneficiou, de seguida, do facto de a formação húngara ter, durante largo período, abdicado de subir no terreno, o que permitiu pensar o jogo e ir em busca da recuperação, com o tento da igualdade a surgir apenas um quarto de hora volvido, num bom centro de Nélson Semedo, com Cristiano Ronaldo, oportuno e bem posicionado, na pequena área, a ter apenas de empurrar a bola – estabelecendo então, com 40 tentos marcados, novo “record” absoluto de golos em jogos de qualificação para o Mundial.
E a equipa portuguesa, a jogar melhor do que na partida anterior, consumaria a reviravolta ainda antes do intervalo: se o primeiro golo tivera origem no flanco direito, o segundo nasceria na esquerda, com Nuno Mendes a fazer um cruzamento, em arco, que foi quase “meio golo”, com Cristiano Ronaldo, outra vez do lado contrário, novamente de primeira, com um toque decidido para o fundo da baliza.
A festa parecia poder começar. Só que os húngaros não estavam pelos ajustes. É verdade que Portugal teve infelicidade, com duas bolas a embater praticamente no mesmo ponto do poste da baliza de Balázs Tóth, à passagem da hora de jogo, primeiro num potente disparo, de meia distância, de Rúben Dias, e, no minuto imediato, a remate, mais em jeito, de Bruno Fernandes – que, a terem passado uns centímetros ao lado, teriam sentenciado o desfecho da partida.
Pouco depois de ter entrado em campo, João Félix poderia também ter marcado o terceiro golo português… Contudo, algo inexplicavelmente, o jogo como que ficaria “partido”, e a Hungria começaria a empurrar a equipa portuguesa para trás, tendo Szalai rematado também à trave, ainda com Rúben Dias a salvar o lance.
A selecção nacional retraiu-se, “encolheu-se” e “pôs-se a jeito”, face a uma equipa da Hungria ameaçadora, dispondo de vários pontapés de canto, até que, já em período de compensação, uma arrancada até à linha final originou um cruzamento, com a bola a percorrer toda a linha da pequena área, sem que ninguém a tivesse afastado, aparecendo Szoboszlai, completamente só, sem dificuldade em fazer o golo do empate, num verdadeiro “balde de água fria”.
A festa ficará anda (de)pendente de mais dois pontos (ou um, mantendo a vantagem na diferença de golos global) nos dois jogos que restam (deslocação à Irlanda e recepção à Arménia).
GRUPO F Jg V E D G Pt 1º Portugal 4 3 1 - 11 - 4 10 2º Hungria 4 1 2 1 8 - 7 5 3º Irlanda 4 1 1 2 4 - 5 4 4º Arménia 4 1 - 3 2 - 9 3
4ª jornada
14.10.2025 – Irlanda – Arménia – 1-0
14.10.2025 – Portugal – Hungria – 2-2
(mais…)
Portugal – Irlanda (Mundial 2026 – Qualif.)
Portugal – Diogo Costa, Diogo Dalot (62m – Nélson Semedo), Gonçalo Inácio (45m – Renato Veiga), Rúben Dias, Nuno Mendes, Bruno Fernandes (86m – Gonçalo Ramos), Rúben Neves, Vítor Ferreira “Vitinha” (62m – Francisco Trincão), Bernardo Silva, Pedro Neto (62m – Rafael Leão) e Cristiano Ronaldo
Irlanda – Caoimhín Kelleher, Jake O’Brien, Nathan Collins, Dara O’Shea, Seamus Coleman (86m – John Egan), Josh Cullen, Jayson Molumby, Ryan Manning, Festy Ebosele (64m – Michael “Mikey” Johnston), Chiedozie Ogbene (77m – William Smallbone) e Evan Ferguson (77m – Troy Parrott)
1-0 – Rúben Neves – 90m
Cartões amarelos – Bruno Fernandes (68m) e Bernardo Silva (90m); Festy Ebosele (18m), Caoimhín Kelleher (71m), Jayson Molumby (76m), Ryan Manning (84m) e Josh Cullen (87m)
Árbitro – Ivan Kružliak (Eslováquia)
Foi uma repetida sensação de “déjà vu” o desempenho da selecção nacional em mais este jogo da que será a sua mais fácil fase de qualificação de sempre: um futebol estereotipado, abusando dos cruzamentos para a área, falho de imaginação e criatividade. Uma equipa que parece denotar falta de motivação para enfrentar adversários deste tipo.
É claro que Portugal esteve sempre por cima no jogo, assumindo a iniciativa e controlo, praticamente de início a fim, ante uma selecção da Irlanda remetida a uma defesa porfiada, que se preocupava sobretudo em procurar bloquear as ofensivas contrárias.
Um dos melhores lances surgiu pouco depois do quarto de hora, primeiro com Cristiano Ronaldo a rematar ao poste, e, de imediato, na recarga, Bernardo Silva, com a baliza “aberta” a falhar o alvo. Depois, só perto do intervalo, Kelleher teria intervenção mais apertada, a safar um remate de cabeça de Gonçalo Inácio.
Sem alterações significativas na toada do jogo na fase inicial da segunda parte, Roberto Martínez tentou sacudir a equipa, com as entradas de Nélson Semedo, Francisco Trincão e Rafael Leão.
E seria precisamente um remate de Trincão, a embater no braço de um adversário, a proporcionar a mais flagrante oportunidade para quebrar a resistência irlandesa, mas Cristiano Ronaldo, rematando para o meio da baliza, permitiria a defesa do “penalty”, qual guarda-redes de andebol, esticando a ponta do pé.
Com o nulo a arrastar-se até ao final, Portugal teria então a fortuna de um dos múltiplos cruzamentos (numa boa execução de Trincão) ter sido concretizado pelo mais improvável goleador, Rúben Neves – que se estreou a marcar pela selecção –, surgindo, muito oportuno, na pequena área, a antecipar-se e a desviar, de cabeça, para o fundo da baliza, numa bela homenagem à memória de Diogo Jota.
Estava garantida, in extremis, a continuidade do pleno de vitórias…
GRUPO F Jg V E D G Pt 1º Portugal 3 3 - - 9 - 2 9 2º Hungria 3 1 1 1 6 - 5 4 3º Arménia 3 1 - 2 2 - 8 3 4º Irlanda 3 - 1 2 3 - 5 1
3ª jornada
11.10.2025 – Hungria – Arménia – 2-0
11.10.2025 – Portugal – Irlanda – 1-0
(mais…)









