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Liga dos Campeões – 1/2 finais (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Real Madrid - Manchester City 3-1 (a.p.) 3-4 6-5 Villarreal - Liverpool 2-3 0-2 2-5
Aconteceu “Champions” no Santiago Bernabéu! Chegados aos 90 minutos, o Manchester City ganhava por 1-0 e todos teremos pensado que iríamos ver, a 28 de Maio, uma “final inglesa” em Paris. Até que o jovem (21 anos) brasileiro Rodrygo marcou por duas vezes, aos 90 e aos 91 minutos, forçando o prolongamento, em mais uma épica “remontada”, a cimentar a lenda do Real Madrid nesta competição. No tempo extra, uma grande penalidade proporcionaria aos merengues marcar presença na final pela 17.ª vez!
Um extremamente perdulário Manchester City (nos jogos das duas mãos), também a ver colocadas a nu insuspeitas fragilidades defensivas (tendo consentido três golos ao adversário em dois jogos sucessivos), por quatro vezes deixou escapar, de forma absolutamente inacreditável, vantagens de dois golos na eliminatória (2-0 – logo aos 11 minutos do encontro em Manchester, depois de ter entrado praticamente a ganhar, inaugurando o marcador aos dois minutos –, 3-1, 4-2 e o 5-3, que subsistia até ao fatídico minuto 90 da 2.ª mão)!
Já ontem, em Villarreal, tínhamos tido um desafio empolgante, com a equipa espanhola a surpreender, chegando ao intervalo a ganhar por 2-0, igualando então a eliminatória. Só que, neste caso, foi o Liverpool a marcar por três vezes em menos de um quarto de hora, sentenciando o desfecho a seu favor, apurando-se para a sua 10.ª final da prova.
Liga Conferência Europa – 1/2 finais (1.ª mão)
Leicester City – Roma – 1-1
Feyenoord – Olympique Marseille – 3-2
Liga Europa – 1/2 finais (1.ª mão)
RB Leipzig – Rangers – 1-0
West Ham – E. Frankfurt – 1-2
Liga dos Campeões – 1/2 finais (1.ª mão)
Manchester City – Real Madrid – 4-3
Liverpool – Villarreal – 2-0
Benfica Campeão Europeu – UEFA Youth League
Benfica – André Gomes, João Tomé (66m – Martim Ferreira), Tomás Araújo, António Silva, Rafael Rodrigues, Cher N’Dour, Žan Jevšenak (80m – Nuno Félix), Martim Neto (80m – Hugo Félix), Pedro Santos (80m – Ricardo Marques), Diego Moreira (59m – Luís Semedo) e Henrique Araújo
FC Salzburg – Adam Stejskal, Benjamin Atiabou (39m – Mario Pejazic), Samson Baidoo, Lukas Wallner (77m – Marcel Moswitzer), Lukas Ibertsberger, Lawrence Agyekum, Dijon Kameri (77m – Zétény Jánó), Tolgahan Sahin, Raphael Hofer (45m – Luka Reischl), Oumar Diakité (86m – Marcell Tibor Berki) e Roko Šimić
1-0 – Martim Neto – 2m
2-0 – Henrique Araújo – 15m
3-0 – Cher N’Dour – 53m
4-0 – Henrique Araújo – 57m
5-0 – Luís Semedo – 69m
6-0 – Henrique Araújo (pen.) – 89m
Cartões amarelos – Diego Moreira (22m) e António Silva (26m); Benjamin Atiabou (29m) e Marcel Moswitzer (90m)
Árbitro – Harm Osmers (Alemanha)

Na sua quarta presença em Finais (nas oito edições já disputadas nesta competição), na partida esta tarde disputada no Colovray Stadium, em Nyon (Suíça), o Benfica praticamente entrou a ganhar (logo no 2.º minuto), ampliando a vantagem para 2-0 ainda no quarto de hora inicial (tal como sucedera nas meias-finais, ante a Juventus, antes de ter o guarda-redes expulso), acabando por dominar durante quase todo o tempo do encontro, averbando um resultado verdadeiramente esmagador.
A equipa austríaca ainda procurou “reentrar no jogo” no último quarto de hora da primeira parte. Porém, o 3-0, no início da segunda metade, selou a vitória benfiquista, a demonstrar uma superioridade inequívoca, mercê de um forte sentido de colectivo, com uma equipa muito focada, num desafio em que quase tudo correu na perfeição para o Benfica.
Até chegar à Final de hoje, o Benfica defrontou, na fase de grupos (de que foi o vencedor do seu grupo, à frente do Dynamo Kyiv), o Dynamo Kyiv (1-0 em casa e 0-4 fora), Barcelona (4-0 em casa e 3-0 fora) e Bayern (4-0 em casa e 2-0 fora); e, na fase a eliminar, Midtjylland (3-2 fora, nos 1/8 de final), Sporting (4-0, nos 1/4 de final) e Juventus (2-2, ganhando por 4-3 no desempate da marca de grande penalidade, nas meias-finais).

As oito finais já disputadas desta competição tiveram os seguintes desfechos:
-
- 2013-14 – Barcelona – Benfica – 3-0
- 2014-15 – Chelsea – Shakhtar Donetsk – 3-2
- 2015-16 – Chelsea – Paris Saint-Germain – 2-1
- 2016-17 – FC Salzburg – Benfica – 2-1
- 2017-18 – Barcelona – Chelsea – 3-0
- 2018-19 – FC Porto – Chelsea – 3-1
- 2019-20 – Real Madrid – Benfica – 3-2
- 2020-21 – Cancelada, devido à pandemia
- 2021-22 – Benfica – FC Salzburg – 6-0
Barcelona e Chelsea já bisaram o título, sendo também a segunda vez que as equipas portuguesas conquistam o troféu.

Liga Conferência Europa – 1/4 de Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Roma - Bodø/Glimt 4-0 1-2 5-2 Slavia Praha - Feyenoord 1-3 3-3 4-6 PAOK - Olympique Marseille 0-1 1-2 1-3 PSV Eindhoven - Leicester City 1-2 0-0 1-2
O alinhamento das meias-finais, previamente sorteado, será o seguinte – jogos a disputar a 28 de Abril (1.ª mão) e 5 de Maio (2.ª mão):
Leicester City – Roma
Feyenoord – Olympique Marseille
Liga Europa – 1/4 de Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Atalanta - RB Leipzig 0-2 1-1 1-3 Barcelona - E. Frankfurt 2-3 1-1 3-4 Olympique Lyon - West Ham 0-3 1-1 1-4 Rangers - Sp. Braga 3-1 (a.p.) 0-1 3-2
O alinhamento das meias-finais, previamente sorteado, será o seguinte – jogos a disputar a 28 de Abril (1.ª mão) e 5 de Maio (2.ª mão):
RB Leipzig – Rangers
West Ham – E. Frankfurt
Liga dos Campeões – 1/4 de final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Real Madrid - Chelsea 2-3 (a.p.) 3-1 5-4 At. Madrid - Manchester City 0-0 0-1 0-1 Bayern - Villarreal 1-1 0-1 1-2 Liverpool - Benfica 3-3 3-1 6-4
O alinhamento das meias-finais, previamente sorteado, será o seguinte – jogos a disputar a 26 e 27 de Abril (1.ª mão) e 3 e 4 de Maio (2.ª mão):
Manchester City – Real Madrid
Liverpool – Villarreal
Liga dos Campeões – 1/4 final (2.ª mão) – Liverpool – Benfica
Liverpool – Alisson Becker, Joseph “Joe” Gomez, Ibrahima Konaté, Joël Matip, Konstantinos “Kostas” Tsimikas, Naby Keïta, James Milner (57m – Thiago Alcântara), Jordan Henderson (57m – Fábio Tavares “Fabinho”), Diogo José “Jota” (57m – Mohamed Salah), Luis Díaz (66m – Sadio Mané) e Roberto Firmino (90m – Divock Origi)
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Gilberto Moraes (90m – Gil Dias), Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, Alejandro “Álex” Grimaldo, Everton Soares (90m – André Almeida), Julian Weigl, Adel Taarabt (66m – João Mário), Diogo Gonçalves (45m – Roman Yaremchuk), Gonçalo Ramos (78m – Paulo Bernardo) e Darwin Núñez
1-0 – Ibrahima Konaté – 21m
1-1 – Gonçalo Ramos – 32m
2-1 – Roberto Firmino – 55m
3-1 – Roberto Firmino – 65m
3-2 – Roman Yaremchuk – 73m
3-3 – Darwin Núñez – 82m
Cartões amarelos – Não houve
Árbitro – Serdar Gözübüyük (Países Baixos)
Como seria expectável confirmou-se o final da campanha do Benfica na presente edição da “Liga dos Campeões”. Mas, também como aqui escrevera na semana passada, o Benfica saiu da competição de “cabeça erguida”. Mais, surpreendeu até, impondo um empate (a três golos!) em Anfield Road, ante o poderosíssimo Liverpool.
Devido a falhas próprias (outra vez a sofrer golos de lances de “bola parada”, denotando fragilidades defensivas) a equipa portuguesa nunca conseguiu, efectivamente, reentrar na eliminatória. Mas tal até poderia ter acontecido, não fosse a sensacional defesa de Alisson, ao que teria sido o 4-3 para o Benfica, já perto do minuto 90. Um golo que, a ter ocorrido, poderia ter ainda lançado dúvida substancial no espírito dos jogadores da casa…
Sendo que, para além dos três tentos – e do tal lance do hipotético “4-3” – a turma benfiquista viu ainda invalidados outros dois “golos”, o que demonstra bem a personalidade com que enfrentou o adversário.
É, igualmente, verdade que o Liverpool, depois de ter consentido o empate a um, tratou de “fechar” outra vez a eliminatória, com o bis de Roberto Firmino, e que, a partir daí, voltou a “descansar” sobre a vantagem de que dispunha, em gestão para novo embate com o Manchester City, para as meias-finais da Taça de Inglaterra (numa lógica de activa “rotação” do plantel, Klopp fizera alinhar, logo de início, apenas quatro dos jogadores que tinham começado o desafio no Estádio da Luz: o guarda-redes Alisson Becker, Konaté, Keïta e Luis Díaz).
Pois, seria precisamente o defesa central, Konaté, na sequência de um canto, a inaugurar outra vez o marcador, tal como sucedera na Luz, e, praticamente na mesma fase, ainda na metade inicial do primeiro tempo. Isto, depois de Everton ter criado perigo junto da baliza contrária, logo aos 13 minutos… mas, também, de Vlachodimos ter já “dito presente”, a “adiar” a chegada do primeiro golo do Liverpool.
Reagindo bem, privilegiando as transições rápidas – quase de imediato Darwin, depois de “picar” a bola sobre Alisson, veria o primeiro lance de golo invalidado pela arbitragem –, apenas cerca de dez minutos volvidos após o tento sofrido, Gonçalo Ramos restabeleceria mesmo a igualdade, dando o melhor aproveitamento, sem vacilar, a um ressalto de bola, que o deixara isolado.
Até final da primeira parte, perdura ainda a imagem do sensacional desarme de Grimaldo, antecipando-se a Luis Díaz, a “tirar o pão da boca” ao colombiano, que se aprestava para visar a baliza.
No recomeço Nélson Veríssimo apostou na entrada de Yaremchuk (por troca com Diogo Gonçalves, que “substituira” o lesionado Rafa), procurando reforçar o sector ofensivo. Porém, uma dupla falha, de Vlachodimos e Vertonghen, possibilitou a Firmino recolocar a sua equipa em vantagem, apenas com dez minutos decorridos. E, mais outros dez minutos passados, o brasileiro, não enjeitando as “facilidades”, bisava.
Klopp fizera já entrar em jogo Thiago Alcântara, Fabinho e Salah, a que se juntaria ainda, de imediato após o 3-1, Sadio Mané – alterações a fazer recear que o “placard” pudesse continuar a subir, a favor do Liverpool.
Mas, nessa altura, já a equipa inglesa “desligara os motores”, e o Benfica não se faria também rogado, aproveitando o espaço livre nas costas do sector recuado do adversário, para reequilibrar a contenda. O ucraniano isolar-se-ia, desviando-se de Alisson, para reduzir para 2-3.
E, numa jogada com semelhanças, Darwin voltaria também a marcar ao Liverpool (depois de ter já bisado, nesta edição da prova, ante o Barcelona, e de ter marcado igualmente frente ao Bayern e ao Ajax), restabelecendo o empate a 3-3! (Por curiosidade, ambos os golos começaram por ser sancionados com “fora-de-jogo” por parte do árbitro assistente, vindo a ser validados por via da análise do “VAR”).
Faltavam jogar oito minutos mais o tempo de compensação e o jogo estava “partido”, com desequilíbrios defensivos de um lado e de outro. Mas a tal ocasião soberana para o 4-3, a favor do Benfica, surgiria já tarde, e, pior, sairia gorada, pela soberba intervenção de Alisson. E, por seu lado, também Mané, em posição irregular, teria um “golo” não validado.
O desafio chegava ao fim. O Liverpool “respirava fundo”, perante uma evolução inesperada dos contornos do jogo, nos derradeiros vinte minutos, protagonizada por um Benfica corajoso, a mostrar grande carácter, na melhor das suas exibições nesta fase a eliminar.
Uma “missão impossível” que esteve “a um passo” de poder vir a tornar-se “possível” (pelo menos, o forçar do prolongamento), mesmo que se tenha em consideração que tal foi, em larga medida, “concedido” pelo Liverpool, muito confiado na vantagem que alcançara já. Mas, em paralelo, a confirmação de que o acreditar é uma força motriz determinante.
Os (mais de quatro mil) adeptos, satisfeitos com a exibição e atitude demonstrada, envoltos no “espírito de Anfield”, “vitoriariam” demoradamente a equipa, que teria inclusivamente de voltar ao relvado, já depois de ter começado por recolher às cabinas.
Hóquei em Patins – Liga Europeia – 2021-22 – Fase de Grupos
Grupo A
23.10.2021 – La Vendéenne (Fra.) – Trissino (Itá.) – 2-5
23.10.2021 – Amatori Lodi (Itá.) – Sporting de Tomar (Por.) – 4-4
11.12.2021 – Trissino (Itá.) – Amatori Lodi (Itá.) – 2-1
11.12.2021 – Sporting de Tomar (Por.) – La Vendéenne (Fra.) – 2-0
29.01.2022 – Amatori Lodi (Itá.) – La Vendéenne (Fra.) – 4-1
29.01.2022 – Sporting de Tomar (Por.) – Trissino (Itá.) – 3-3
12.02.2022 – La Vendéenne (Fra.) – Amatori Lodi (Itá.) – 2-3
12.02.2022 – Trissino (Itá.) – Sporting de Tomar (Por.) – 4-4
26.03.2022 – Sporting de Tomar (Por.) – Amatori Lodi (Itá.) – 5-2
26.03.2022 – Trissino (Itá.) – La Vendéenne (Fra.) – 2-1
09.04.2022 – Amatori Lodi (Itá.) – Trissino (Itá.) – 2-3
09.04.2022 – La Vendéenne (Fra.) – Sporting de Tomar (Por.) – 2-4
Jg V E D G Pt 1º Trissino 6 4 2 - 19 - 13 14 2º Sporting de Tomar 6 3 3 - 22 - 15 12 3º Amatori Lodi 6 2 1 3 16 - 17 7 4º La Vendéenne 6 - - 6 8 - 20 -
Grupo B
23.10.2021 – Diessbach (Suí.) – Valongo (Por.) – 1-5
23.10.2021 – Coutras (Fra.) – Sarzana (Itá.) – 4-5
11.12.2021 – Valongo (Por.) – Coutras (Fra.) – 4-1
11.12.2021 – Sarzana (Itá.) – Diessbach (Suí.) – 7-4
29.01.2022 – Coutras (Fra.) – Diessbach (Suí.) – 4-6
29.01.2022 – Sarzana (Itá.) – Valongo (Por.) – 6-6
12.02.2022 – Diessbach (Suí.) – Coutras (Fra.) – 3-1
12.02.2022 – Valongo (Por.) – Sarzana (Itá.) – 4-0
26.03.2022 – Sarzana (Itá.) – Coutras (Fra.) – 5-3
26.03.2022 – Valongo (Por.) – Diessbach (Suí.) – 5-2
09.04.2022 – Coutras (Fra.) – Valongo (Por.) – 5-4
09.04.2022 – Diessbach (Suí.) – Sarzana (Itá.) – 4-7
Jg V E D G Pt 1º Valongo 6 4 1 1 28 - 15 13 2º Sarzana 6 4 1 1 30 - 25 13 3º Diessbach 6 2 - 4 20 - 29 6 4º Coutras 6 1 - 5 18 - 27 3
Garantiram a presença na “Final Four” da Liga Europeia – a disputar em Torres Novas, no “Palácio dos Desportos Helena Sentieiro” (a 14 e 15 de Maio) – as equipas do Trissino, Sporting de Tomar, Valongo e Sarzana.
É o seguinte o alinhamento das meias-finais:
- Trissino – Sarzana
- Sporting de Tomar – Valongo



