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Liga Europa – 2023-24 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D West Ham Ajax Rangers Atalanta Olympiacos Marseille Betis Sporting Freiburg Brighton Sparta Praha Sturm Graz Bačka Topola AEK Aris Limassol Raków Częst. Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Liverpool Villarreal Roma B. Leverkusen LASK Rennes Slavia Praha Qarabağ U. St.-Gilloise Maccabi Haifa Sheriff Tir. Molde Toulouse Panathinaikos Servette BK Häcken
A primeira jornada disputa-se no próximo dia 21 de Setembro, estando agendado para 14 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga Europa desta temporada disputa-se no “Aviva Stadium”, em Dublin, Irlanda, prevista para 22 de Maio de 2024.
As equipas do Betis, Freiburg, Olympiacos, Qarabağ, Roma, Sheriff Tiraspol, Stade Rennais, Sturm Graz e Union Saint-Gilloise repetem a participação na fase de Grupos da Liga Europa da época passada.
Liga dos Campeões – 2023-24 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Bayern München Sevilla Napoli Benfica Man. United Arsenal Real Madrid Inter København PSV Eindhoven Sp. Braga Salzburg Galatasaray Lens Union Berlin Real Sociedad Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Feyenoord P. St.-Germain Man. City Barcelona At. Madrid B. Dortmund RB Leipzig FC Porto Lazio AC Milan Crvena zvezda Sh. Donetsk Celtic Newcastle Young Boys Royal Antwerp
A primeira jornada está agendada para os próximos dias 19 e 20 de Setembro, estando previsto para 12 e 13 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga dos Campeões desta temporada é prevista disputar-se no “Wembley Stadium”, em Londres, Inglaterra, a 1 de Junho de 2024.
AC Milan, At. Madrid, Barcelona, Bayern München, Benfica, Borussia Dortmund, Celtic, FC Porto, FC Salzburg, Inter, København, Manchester City, Napoli, Paris Saint-Germain, RB Leipzig, Real Madrid, Sevilla e Shakhtar Donetsk são os 18 clubes que repetem a participação na fase de Grupos da Liga dos Campeões da época passada.
Jonas Vingegaard bisa vitória “Tour de France”
Ao contrário do registado no ano anterior, esta edição do “Tour” foi completamente dominada pelo dinamarquês Jonas Vingegaard, que repete, desta feita com significativa vantagem, o triunfo do ano passado.
O esloveno Tadej Pogačar, que vencera as duas edições precedentes da prova, repete igualmente o 2.º lugar da edição anterior.
Por seu lado, Adam Yates apresenta importante progresso, saltando do 10.º posto de 2022 para um lugar no pódio (3.º), imediatamente à frente… do seu irmão gémeo Simon Yates.
David Gaudu foi o outro ciclista (para além dos três do pódio) a repetir uma posição no “top 10”, mas, neste caso, tendo baixado do 4.º ao 9.º posto.
O português Nélson Oliveira, que tinha sido 52.º classificado no ano anterior, termina, desta vez, a prova… na 53.ª posição – depois de ter sido também já 55.º em 2020 e 47.º em 2015, numa demonstração de grande regularidade ao longo dos anos. O Campeão do Mundo de 2013, Rui Costa, já a aproximar-se dos 37 anos, foi o outro português a completar a prova deste ano.
Classificação geral final:
1.º Jonas Vingegaard (Dinamarca) – Jumbo – Visma – 82h 05′ 42”
2.º Tadej Pogačar (Eslovénia) – UAE Team Emirates – a 07′ 29”
3.º Adam Yates (Grã-Bretanha) – UAE Team Emirates – a 10′ 56”
4.º Simon Yates (Grã-Bretanha) – Team Jayco AlUla – a 12′ 23”
5.º Carlos Rodríguez Cano (Espanha) – Ineos Grenadiers – a 13′ 17”
6.º Pello Bilbao López (Espanha) – Bahrain Victorious – a 13′ 27”
7.º Jai Hindley (Austrália) – Bora – Hansgrohe – a 14′ 44”
8.º Felix Gall (Áustria) – AG2R Citroën Team – a 16′ 09”
9.º David Gaudu (França) – Groupama – FDJ – a 23′ 08”
10.º Guillaume Martin (França) – Cofidis – a 26′ 30”
…
53.º Nelson Oliveira (Portugal) – Movistar Team – a 3h 08′ 26”
67.º Rui Costa (Portugal) – Intermarché-Circus-Wanty – a 3h 37′ 57”
É a seguinte a lista completa dos vencedores da maior prova de ciclismo mundial:
- 5 vitórias – Jacques Anquetil (1957, 1961, 1962, 1963 e 1964), Eddy Merckx (1969, 1970, 1971, 1972 e 1974), Bernard Hinault (1978, 1979, 1981, 1982 e 1985) e Miguel Indurain (1991, 1992, 1993, 1994 e 1995);
- 4 vitórias – Christopher Froome (2013, 2015, 2016 e 2017)
- 3 vitórias – Philippe Thys (1913, 1914 e 1920), Louison Bobet (1953, 1954 e 1955) e Greg Lemond (1986, 1989 e 1990)
- 2 vitórias – Lucien Petit-Breton (1907 e 1908), Firmin Lambot (1919 e 1922), Ottavio Bottecchia (1924 e 1925), Nicolas Frantz (1927 e 1928), André Leducq (1930 e 1932), Antonin Magne (1931 e 1934), Sylvère Maes (1936 e 1939), Gino Bartali (1938 e 1948), Fausto Coppi (1949 e 1952), Bernard Thévenet (1975 e 1977), Laurent Fignon (1983 e 1984), Alberto Contador (2007 e 2009), Tadej Pogačar (2020 e 2021) e Jonas Vingegaard (2022 e 2023);
- 1 vitória – Maurice Garin (1903), Henri Cornet (1904), Louis Trousselier (1905), René Pottier (1906), François Faber (1909), Octave Lapize (1910), Gustave Garrigou (1911), Odile Defraye (1912), Léon Scieur (1921), Henri Pélissier (1923), Lucien Buysse (1926), Maurice De Waele (1929), Georges Speicher (1933), Romain Maes (1935), Roger Lapébie (1937), Jean Robic (1947), Ferdi Kubler (1950), Hugo Koblet (1951), Roger Walkowiak (1956), Charly Gaul (1958), Federico Bahamontes (1959), Gastone Nencini (1960), Felice Gimondi (1965), Lucien Aimar (1966), Roger Pingeon (1967), Jan Janssen (1968), Luis Ocaña (1973), Lucien Van Impe (1976), Joop Zoetemelk (1980), Stephen Roche (1987), Pedro Delgado (1988), Bjarne Riis (1996), Jan Ullrich (1997), Marco Pantani (1998), Oscar Pereiro (2006), Carlos Sastre (2008), Andy Schleck (2010), Cadel Evans (2011), Bradley Wiggins (2012), Vincenzo Nibali (2014), Geraint Thomas (2018) e Egan Bernal (2019) .
A competição não se disputou nas épocas das duas Guerras Mundiais (1915 a 1918 e 1940 a 1946). Foram anuladas as classificações (7 vitórias) de Lance Armstrong nas edições de 1999 a 2005.
Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – 2023 – Final
Final – Espanha – Portugal – 4-2
3.º / 4.º lugar – Itália – França – 3-3 (5-5 a.p.) (4-3 g.p.)
5.º / 6.º lugar – Suíça – Alemanha – 3-0
7.º / 8.º lugar – Inglaterra – Andorra – 4-3
Num jogo que começou por ser repartido, a Espanha chegou à vantagem a meio da primeira parte (12 minutos), não tendo o marcador voltado a funcionar nesses 25 minutos iniciais.
Porém, na retoma do encontro, após o intervalo, com mais dois golos em menos de 30 segundos (na viragem do quinto para o sexto minuto), ampliando a contagem para 3-0, a selecção espanhola praticamente sentenciou esta final, não obstante faltasse ainda bastante tempo de jogo.
A equipa portuguesa ainda animaria, reduzindo para 1-3 logo ao 7.º minuto do segundo tempo, mas, a partir daí, não conseguiria disfarçar a ansiedade em querer chegar a novo golo o mais rapidamente possível, o que lhe retirou algum discernimento no ataque. Por seu lado, os espanhóis iam gerindo o jogo, sempre à espreita de poder aproveitar o adiantamento contrário para voltar a marcar.
Faltavam seis minutos e meio quando Portugal – com Gonçalo Alves a bisar – marcou o segundo golo, passando a desvantagem a ser tangencial. Parecia estarmos no bom caminho para nova e sensacional recuperação.
Contudo, seria “sol de (muito) pouca dura”: apenas 24 segundos volvidos, outra vez na conversão de um livre directo (tal como sucedera no 3-0), a Espanha repunha a diferença de dois golos (também com dois bis, de Marc Grau e de Marc Julià) e confirmava a vitória nesta final.
Numa análise mais “a frio”, o aproveitamento dos lances de bola parada acabou por revelar-se decisivo (dois golos na sequência de livre directo e outro em “power-play”; face a um livre directo falhado, aquando da 10.ª falta da Espanha), mas a verdade é que o desafio ficou inevitavelmente condicionado pelo facto de Portugal ter andado sempre a correr “atrás do prejuízo”, o que permitiu à formação da casa uma abordagem ao jogo mais conveniente para as suas cores.
Nas 55 edições do Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – que teve a sua estreia em 1926 em Herne Bay (Inglaterra) – Portugal continua a ser o país que mais vezes se sagrou Campeão (21), seguido, cada vez mais de perto, pela Espanha (19), Inglaterra (12 – nas doze primeiras edições, até 1939) e Itália (3).
Para além dos 21 títulos conquistados (1947, 1948, 1949, 1950, 1952, 1956, 1959, 1961, 1963, 1965, 1967, 1971, 1973, 1975, 1977, 1987, 1992, 1994, 1996, 1998 e 2016), Portugal foi vice-campeão por 15 vezes (1951, 1953, 1954, 1957, 1969, 1979, 1981, 1983, 2000, 2002, 2008, 2010, 2012, 2018 e 2023), e 3.º classificado noutras 10 ocasiões (1936, 1937, 1939, 1955, 1985, 1990, 2004, 2006, 2014 e 2021); apenas por duas vezes tendo ficado em 4.º lugar (1932 e 1938).
Nas 50 edições em que participou (falhou as quatro primeiras, de 1926 a 1929 – tendo-se estreado em 1930 –, assim como a 8.ª, em 1934), somente em 1930 e 1931 (6.º classificado nas duas ocasiões) Portugal não alcançou um lugar de honra.
Campeão 2.º 3.º 4.º Total Portugal 21 15 10 2 48 Espanha 19 16 6 2 43 Inglaterra 12 1 - 2 15 Itália 3 12 24 8 47 França - 6 3 7 16 Suíça - 2 4 12 18 Alemanha - 2 4 10 16 Bélgica - 1 1 5 7 Holanda - - 4 6 10
Nota – Na edição de 2021 do Campeonato da Europa, foi decidido atribuir o 3.º lugar, “ex aequo”, às selecções de Portugal e da Itália.
Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – 1/2 finais
Meias-finais
Portugal – França – 5-2
Espanha – Itália – 4-4 (4-4 a.p.) (3-0 g.p.)
Apuramento do 5.º ao 8.º lugar
Suíça – Inglaterra – 2-1
Andorra – Alemanha – 0-2
Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – 1/4 de final
Portugal – Inglaterra – 15-2
Espanha – Alemanha – 5-0
Itália – Andorra – 4-1
França – Suíça – 5-0
As meias-finais, a disputar amanhã, têm o seguinte alinhamento:
Portugal – França
Espanha – Itália
Na disputa do 5.º ao 8.º lugar, teremos os seguintes jogos:
Suíça – Inglaterra
Andorra – Alemanha
Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – 2023 – 3ª jornada
Grupo A
17.07.23 – Portugal – Itália – 7-4
17.07.23 – Espanha – França – 2-2
18.07.23 – Espanha – Portugal – 3-3
18.07.23 – Itália – França – 4-2
19.07.23 – Portugal – França – 3-1
19.07.23 – Itália – Espanha – 4-7
1º Portugal, 7; 2º Espanha, 5; 3º Itália, 3; 4º França, 1
Grupo B
17.07.23 – Suíça – Inglaterra – 4-0
17.07.23 – Andorra – Alemanha – 6-2
18.07.23 – Andorra – Suíça – 2-5
18.07.23 – Inglaterra – Alemanha – 2-8
19.07.23 – Suíça – Alemanha – 9-3
19.07.23 – Inglaterra – Andorra – 2-4
1º Suíça, 9; 2º Andorra, 6; 3º Alemanha, 3; 4º Inglaterra, 0
Jogos disputados no Pavelló de l’Ateneu – Sant Sadurni d’Anoia, Barcelona.
O alinhamento dos jogos dos 1/4 de final, a disputar amanhã, é o seguinte:
Portugal – Inglaterra
Espanha – Alemanha
Itália – Andorra
França – Suíça
Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – 2023 – 2ª jornada
Grupo A
17.07.23 – Portugal – Itália – 7-4
17.07.23 – Espanha – França – 2-2
18.07.23 – Espanha – Portugal – 3-3
18.07.23 – Itália – França – 4-2
1º Portugal, 4; 2º Itália, 3; 3º Espanha, 2; 4º França, 1
Grupo B
17.07.23 – Suíça – Inglaterra – 4-0
17.07.23 – Andorra – Alemanha – 6-2
18.07.23 – Andorra – Suíça – 2-5
18.07.23 – Inglaterra – Alemanha – 2-8
1º Suíça, 6; 2º Andorra e Alemanha, 3; 4º Inglaterra, 0
Jogos disputados no Pavelló de l’Ateneu – Sant Sadurni d’Anoia, Barcelona.
Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – 2023 – 1ª jornada
Grupo A
17.07.23 – Portugal – Itália – 7-4
17.07.23 – Espanha – França – 2-2
1º Portugal, 3; 2º Espanha e França, 1; 4º Itália, 0
Grupo B
17.07.23 – Suíça – Inglaterra – 4-0
17.07.23 – Andorra – Alemanha – 6-2
1º Andorra e Suíça, 3; 3º Alemanha e Inglaterra, 0
Jogos disputados no Pavelló de l’Ateneu – Sant Sadurni d’Anoia, Barcelona.
Islândia – Portugal (Europeu 2024 – Qualif.)
Rúnar Rúnarsson, Valgeir Lunddal Friðriksson (78m – Alfons Sampsted), Guðlaugur Victor Pálsson, Sverrir Ingason, Hördur Magnússon, Willum Þór Willumsson, Arnór Ingvi Traustason (75m – Ísak Bergmann Jóhannesson), Jóhann Guðmundsson, Albert Guðmundsson, Alfreð Finnbogason (75m – Sævar Atli Magnússon) e Jón Dagur Þorsteinsson (79m – Hákon Arnar Haraldsson)
Portugal – Diogo Costa, Rúben Dias, Pepe, Danilo Pereira (84m – Otávio), Diogo Dalot, Rúben Neves (67m – Gonçalo Inácio), Bruno Fernandes (84m – Vítor Ferreira “Vitinha”), João Cancelo (67m – Raphaël Guerreiro), Bernardo Silva (90m – Diogo Jota), Cristiano Ronaldo e Rafael Leão
0-1 – Cristiano Ronaldo – 89m
Cartões amarelos – Diogo Dalot (27m), Bernardo Silva (74m) e Cristiano Ronaldo (83m); Albert Guðmundsson (45m), Alfreð Finnbogason (45m), Willum Willumsson (70m) e Jón Dagur Þorsteinsson (74m)
Cartão vermelho – Willum Willumsson (81m)
Árbitro – Daniel Siebert (Alemanha)
Como muitas vezes tem sucedido, o resultado acabou por ser melhor que a exibição: Portugal conseguiu, in extremis, manter o pleno de vitórias (quatro), preservando a sua baliza inviolada, totalizando agora 14 golos marcados!
Este jogo fica ainda assinalado por uma outra estatística inevitavelmente de relevo: a 200.ª internacionalização de Cristiano Ronaldo ao serviço da principal equipa da selecção nacional.
A equipa portuguesa pareceu entrar com boa iniciativa, assumindo o controlo do jogo, mas as investidas foram infrutíferas e a partida entrou numa fase de alguma modorra.
Sem conseguir encontrar antídoto para desmontar o sistema do adversário, Roberto Martínez ia tentando alternativas, e, desta feita, acabaria por ser o substituto de Rúben Neves (Gonçalo Inácio) a imprimir algum ritmo à partida, acabando por ser “premiado” com a assistência para o golo de Cristiano, mesmo ao “cair do pano”, aproveitando o facto de a Islândia se encontrar já, então, reduzida a dez elementos.
GRUPO J Jg V E D G Pt 1º Portugal 4 4 - - 14 - 0 12 2º Eslováquia 4 3 1 - 5 - 1 10 3º Luxemburgo 4 2 1 1 4 - 6 7 4º Islândia 4 1 - 3 8 - 6 3 5º Bósnia-Herzegovina 4 1 - 3 3 - 7 3 6º Liechtenstein 4 - - 4 0 -14 -
4ª jornada
20.06.2023 – Bósnia-Herzegovina – Luxemburgo – 0-2
20.06.2023 – Islândia – Portugal – 0-1
20.06.2023 – Liechtenstein – Eslováquia – 0-1



