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Liga Europa – Sorteio dos 1/4 de Final e das 1/2 Finais
1/4 de final
AC Milan – Roma
Liverpool – Atalanta
Bayer Leverkusen – West Ham
Benfica – O. Marseille
Os jogos da primeira mão serão disputados a 11 de Abril, estando a segunda mão agendada para 18 de Abril.
1/2 finais
Benfica / O. Marseille – Liverpool / Atalanta
AC Milan / Roma – Bayer Leverkusen / West Ham
Os jogos das meias-finais estão agendados para 2 de Maio (1.ª mão) e 9 de Maio (2.ª mão).
Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/4 de Final e das 1/2 Finais
1/4 de final
Arsenal – Bayern München
At. Madrid – Borussia Dortmund
Real Madrid – Manchester City
Paris St.-Germain – Barcelona
Os jogos da primeira mão serão disputados nas seguintes datas: 9 e 10 de Abril. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 16 e 17 de Abril.
1/2 finais
At. Madrid / Borussia Dortmund – Paris St.-Germain / Barcelona
Arsenal / Bayern München – Real Madrid / Manchester City
Os jogos das meias-finais estão agendados para 30 de Abril e 1 de Maio (1.ª mão) e 7 e 8 de Maio (2.ª mão).
Liga Conferência Europa – 1/8 de Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Viktoria Plzeň - Servette 0-0 (3-1gp) 0-0 0-0 Aston Villa - Ajax 4-0 0-0 4-0 Club Brugge - Molde 3-0 1-2 4-2 Fenerbahçe - Union St.-Gilloise 0-1 3-0 3-1 PAOK - Dinamo Zagreb 5-1 0-2 5-3 Lille - Sturm Graz 1-1 3-0 4-1 Fiorentina - Maccabi Haifa 1-1 4-3 5-4 Maccabi Tel-Aviv - Olympiacos 1-6 (a.p.) 4-1 5-7
Liga Europa – 1/8 de Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Liverpool - Sparta Praha 6-1 5-1 11-2 Villarreal - O. Marseille 3-1 0-4 3-5 Brighton - Roma 1-0 0-4 1-4 Rangers - Benfica 0-1 2-2 2-3 West Ham - Freiburg 5-0 0-1 5-1 Atalanta - Sporting 2-1 1-1 3-2 Slavia Praha - AC Milan 1-3 2-4 3-7 Bayer Leverkusen - Qarabağ 3-2 2-2 5-4
Liga Europa – 1/8 de final – Rangers – Benfica
Rangers – Jack Butland, James Tavernier, Connor Goldson, John Souttar, Rıdvan Yılmaz, Mohamed Diomande (86m – Nicolas Raskin), John Lundstram, Scott Wright (73m – Rabbi Matondo), Thomas Lawrence (73m – Todd Cantwell), Fábio Silva e Cyriel Dessers (77m – Kemar Roofe)
Benfica – Anatoliy Trubin, Alexander Bah, António Silva, Nicolás Otamendi, Fredrik Aursnes, João Neves, Florentino Luís, Ángel Di María (89m – João Mário), Rafael “Rafa” Silva (90m – Tiago Gouveia), David Neres (65m – Orkun Kökçü) e Marcos Leonardo (45m – Casper Tengstedt)
0-1 – Rafael “Rafa” Silva – 66m
Cartões amarelos – Connor Goldson (55m); Casper Tengstedt (90m)
Árbitro – Ivan Kružliak (Eslováquia)
O Benfica ganhou – pela primeira vez em 12 partidas disputadas por clubes portugueses em Glasgow, frente ao Rangers, que somava, até agora, oito vitórias, obtidas frente ao FC Porto (três), Sp. Braga (duas), Sporting, Boavista, Marítimo; para além de três empates (dois com o Sporting e um com o Benfica). E ganhou porque é melhor. Bastante melhor, aliás.
Porém, ainda não foi desta que ficou patente a grande diferença a nível de qualidade individual entre as duas formações. Não foi, claro, uma exibição brilhante, nem, ainda menos, um jogo extraordinário do Benfica, como a ele se referiu Roger Schmidt.
Logo de entrada, o jogo parecia aberto, com “bola cá, bola lá”, mas sem efectivas ocasiões. À medida que o tempo ia avançando, o Rangers ia deixando transparecer – como já mostrara na Luz – as dificuldades dos seus jogadores a nível técnico, recorrendo, sobretudo, a bolas pelo ar e tentativas de lançamentos em profundidade.
Por seu lado, o Benfica, também com uma primeira metade bastante fraca, teria apenas uma oportunidade para criar perigo junto da baliza contrária.
A turma escocesa veio mais agressiva para a segunda metade, procurando colocar mais intensidade e a equipa benfiquista passou uma fase em que pareceu algo perdida em campo, podendo mesmo o Rangers ter chegado ao golo.
Com o avançar do relógio, o Rangers foi esmorecendo, e, ao contrário, o Benfica ia-se animando.
Até que, num repente, numa jogada com início ainda antes da linha divisória de meio-campo (o que o árbitro assistente pareceu não ter vislumbrado…), num toque subtil de cabeça, Di María, desmarcou um rapidíssimo Rafa, que correu todo o meio-campo contrário, para, isolado na cara do guardião, não vacilar, fazendo anichar a bola no fundo das redes. Uma vez mais seria ainda necessário um longo compasso de espera, até que o “VAR” confirmasse a posição regular de Rafa, no momento do passe.
Faltavam jogar cerca de 25 minutos, mas logo se percebeu que o golo tinha sido a “estocada final” no Rangers, a partir daí absolutamente incapaz de criar algum lance com “pés e cabeça”.
O Benfica estava, agora, muito mais confiante, e confortável na defesa do seu sector recuado, tendo disposto, aliás, de boa ocasião para ampliar a contagem a seu favor.
Num desafio sem grandes primores técnicos, acabou por prevalecer a lei do mais forte – mesmo que, durante larga fatia do encontro, sem a fluidez de jogo que seria expectável, como que algo desconfiado de si próprio…
Pela terceira época consecutiva o Benfica avança para os 1/4 de final (desta vez na Liga Europa, depois de duas temporadas em que alcançou tal fase na Liga dos Campeões), esperando-se que seja possível melhorar ainda este desempenho, mas, necessariamente, com outra qualidade de jogo, em especial a nível colectivo.
Liga dos Campeões – 1/8 de Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Arsenal - FC Porto 1-0 (4-2gp) 0-1 1-1 Barcelona - Napoli 3-1 1-1 4-2 Real Sociedad - P. St.-Germain 1-2 0-2 1-4 At. Madrid - Inter 2-1 (3-2gp 0-1 2-2 B. Dortmund - PSV Eindhoven 2-0 1-1 3-1 Bayern München - Lazio 3-0 0-1 3-1 Manchester City - København 3-1 3-1 6-2 Real Madrid - RB Leipzig 1-1 1-0 2-1
Liga Conferência Europa – 1/8 de Final (1.ª mão)
Servette – Viktoria Plzeň – 0-0
Ajax – Aston Villa – 0-0
Molde – Club Brugge – 2-1
Union St.-Gilloise – Fenerbahçe – 0-3
Dinamo Zagreb – PAOK – 2-0
Sturm Graz – Lille – 0-3
Maccabi Haifa – Fiorentina – 3-4
Olympiacos – Maccabi Tel-Aviv – 1-4
Liga Europa – 1/8 de Final (1.ª mão)
Sparta Praha – Liverpool – 1-5
O. Marseille – Villarreal – 4-0
Roma – Brighton – 4-0
Benfica – Rangers – 2-2
Freiburg – West Ham – 1-0
Sporting – Atalanta – 1-1 (06.03.2024)
AC Milan – Slavia Praha – 4-2
Qarabağ – Bayer Leverkusen – 2-2
Liga Europa – 1/8 de final – Benfica – Rangers
Benfica – Anatoliy Trubin, Alexander Bah (84m – Álvaro Carreras), António Silva, Nicolás Otamendi, Fredrik Aursnes, João Neves, Florentino Luís, David Neres (84m – Tiago Gouveia), Rafael “Rafa” Silva, Ángel Di María e Arthur Cabral (65m – Marcos Leonardo)
Rangers – Jack Butland, James Tavernier, Connor Goldson, John Souttar, Rıdvan Yılmaz, Mohamed Diomande (83m – Nicolas Raskin), John Lundstram, Dujon Sterling (76m – Cole McKinnon), Thomas Lawrence (76m – Ryan Jack), Fábio Silva (90m – Ross McCausland) e Cyriel Dessers (76m – Kemar Roofe)
0-1 – Thomas Lawrence – 7m
1-1 – Ángel Di María (pen.) – 45m+2
1-2 – Dujon Sterling – 45m+5
2-2 – Connor Goldson (p.b.) – 67m
Cartões amarelos – Ángel Di María (35m) e Alexander Bah (72m); Dujon Sterling (27m), Jack Butland (45m) e Rıdvan Yılmaz (67m)
Árbitro – Tobias Stieler (Alemanha)
Pouco mais de três anos volvidos, os caminhos de Benfica e Rangers voltam a cruzar-se na Liga Europa, e, tal como em Novembro de 2020 (na altura, com dois empates, a três golos, em Lisboa, e a dois tentos, em Glasgow – tendo, de ambas as vezes, recuperado, nos minutos finais, desvantagens de dois golos), só a custo a formação benfiquista conseguiu forçar nova igualdade, outra vez a duas bolas (depois de, por duas vezes, ter visto o adversário colocar-se à frente no marcador).
Vindo de dois desaires, ante o Sporting (para a Taça), e, logo de seguida, a traumática goleada (0-5) sofrida no Estádio do Dragão, frente ao FC Porto, o Benfica pareceu entrar em campo determinado a esconjurar os fantasmas, em busca de, rapidamente, chegar ao golo.
A equipa encarnada, bastante pressionante, instalou-se no meio-campo contrário e, logo nos minutos iniciais, ganhou vários cantos… só que, na primeira vez que o Rangers conseguiu libertar-se e chegar próximo da área benfiquista, marcou!
Não se descompondo, o Benfica tentou manter a toada, continuando a conquistar mais cantos, todos eles improfícuos. A melhor oportunidade surgiria a remate de David Neres, com o guardião Butland, a negar o golo, e a evitar ainda que a recarga de Arthur Cabral pudesse ser bem-sucedida.
Com Rafa muito apagado, era Di María a tentar pautar o jogo, mas usando e abusando de sucessivos cruzamentos, que, sistematicamente, saíam mal.
Tal como sucedera na eliminatória anterior, com o Toulouse, valeria outra grande penalidade “de VAR”, quando um defesa escocês, inadvertidamente, tocou na bola com o braço. Di María, chamado novamente a converter, não falhou, empatando, já em período de compensação da primeira parte.
Ninguém esperaria o “golpe de teatro” que, quase de imediato, se seguiria: ao quinto minuto desse tempo adicional, aproveitando a desconcentração e as falhas defensivas oferecidas, o Rangers recolocava-se em vantagem.
O Benfica ia para o intervalo, outra vez, a necessitar de se reerguer. Voltou para a segunda metade, de novo, pressionante – perante um adversário que, à medida que o tempo ia avançando, cada vez mais se ia acantonando na sua zona mais recuada.
A posse de bola era, praticamente, um exclusivo da equipa da casa. Mas o esférico era muito “mal tratado”, com iniciativas bastante atabalhoadas, sem um “fio de jogo”.
Numa das raras saídas da turma escocesa, Fábio Silva teve ainda mais uma oportunidade para marcar, com Trubin, atento, a dar boa resposta a um perigoso remate.
E acabaria por ser em mais um dos inúmeros “cruzamentos falhados” de Di María, que viria a surgir o golo que permitia restabelecer a igualdade, e, ainda assim, levar a eliminatória em aberto para a Escócia: na sequência de um livre, a bola sobrevoou a área, onde o infeliz Goldson, ao tentar a intercepção, cabeceando-a desastradamente para trás, marcou – pela segunda vez em dois jogos no Estádio da Luz, ao serviço do Rangers – na sua própria baliza!
Como que “jogando sobre brasas”, com níveis de confiança muito afectados, seriam os adeptos na bancada a tentar “empurrar” a equipa benfiquista para a frente, nos minutos finais. Mas o dia era um “dia não” e Di María desperdiçaria ainda oportunidade para consumar a reviravolta.
Para a segunda mão, em Glasgow, será necessário um importante trabalho de mentalização, para que o Benfica consiga “assentar” o seu jogo, perante um adversário que, esta noite, denotou grandes fragilidades, mas que, no seu reduto, adoptará certamente outro posicionamento e atitude dentro de campo.




