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Liga Europa – 1/4 de Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Roma - AC Milan 2-1 1-0 3-1 Atalanta - Liverpool 0-1 3-0 3-1 West Ham - Bayer Leverkusen 1-1 0-2 1-3 O. Marseille - Benfica 1-0 (4-2 gp) 1-2 2-2
O sorteio das meias-finais, previamente realizado, ditou o seguinte alinhamento de jogos:
- O. Marseille – Atalanta
- Roma – Bayer Leverkusen
Liga Europa – 1/4 de final – Olympique Marseille – Benfica
Olympique Marseille – Pau López, Chancel Mbemba (45m – Michael Murillo), Leonardo Balerdi, Samuel Gigot (100m – Raimane Daou), Emran Soglo (59m – Faris Moumbagna), Iliman Ndiaye (75m – Joaquín Correa), Geoffrey Kondogbia, Amine Harit (110m – Gaël Lafont), Azzedine Ounahi (59m – Luis Henrique Lima), Jordan Veretout e Pierre-Emerick Aubameyang
Benfica – Anatoliy Trubin, Alexander Bah, António Silva, Nicolás Otamendi, Fredrik Aursnes, Florentino Luís, João Neves, Ángel Di María, Rafael “Rafa” Silva (102m – Arthur Cabral), David Neres (61m – João Mário) e Casper Tengstedt (61m – Orkun Kökçü)
1-0 – Faris Moumbagna – 79m
Desempate da marca de grande penalidade
Ángel Di María rematou ao poste
1-0 – Joaquín Correa
1-1 – Orkun Kökçü
2-1 – Geoffrey Kondogbia
2-2 – Nicolás Otamendi
3-2 – Leonardo Balerdi
António Silva permitiu a defesa a Pau López
4-2 – Luis Henrique Lima
Cartões amarelos – Chancel Mbemba (45m), Amine Harit (89m) e Samuel Gigot (89m); António Silva (38m), Casper Tengstedt (60m), Orkun Kökçü (109m) e Florentino Luís (113m)
Árbitro – Felix Zwayer (Alemanha)
O Benfica pôs-se a jeito para um desastre anunciado. Sem ambição, parecendo temerosa, a equipa remeteu-se a uma atitude defensiva, porventura expectante que poderia aguentar o nulo até final – o que, obviamente, era meio caminho andado para que tal “estratégia” corresse mal, perante um notório encolhimento, que, claro, estimulava o adversário, sem nada a perder, a arriscar mais e mais, até acabar por ser premiado.
A culminar uma noite muito pobre em termos exibicionais, também na “lotaria dos penalties”, os jogadores benfiquistas confirmaram a pouca inspiração, desde logo com a infelicidade do remate ao poste por parte de Di María.
Não sei quem terá achado que procurar repetir a abordagem do jogo de Toulouse – apesar de tudo, frente a um adversário ainda de menor potencial –, onde o Benfica já tinha escapado com alguma boa dose de felicidade, poderia ser uma boa ideia…
O pior de tudo, que, uma vez mais, transparece desta partida, é a falta de um colectivo. E, quando as individualidades falham (casos de Di María e Rafa, “ausentes” do jogo – e, também, no sector defensivo, com Otamendi muito intranquilo), é difícil alcançar os objectivos.
Mas, quando o objectivo é falhado perante um adversário notoriamente inferior, fica bastante mais difícil de compreender e aceitar.
Tradicionalmente mexendo tarde na equipa, Schmidt mexeu também mal, neste desafio: Neres, que parecia procurar dar alguns sinais de inconformismo, tendo criado os dois lances mais promissores, no início da segunda parte, viria a ser um dos sacrificados, logo à passagem do quarto e hora (em paralelo, o treinador fez então sair também o único “ponta de lança”, substituindo-o por um médio – entregando a Rafa a responsabilidade de ser o elemento mais ofensivo da equipa).
Ou seja, a partir do banco, a mensagem que era transmitida era a de recuar no terreno, e procurar lançamentos em profundidade, a tentar explorar a velocidade de Rafa. A equipa francesa, claro, aproveitou para se estender ainda mais no ataque, intensificando a pressão, arriscando tudo, e criando ocasiões de perigo.
Tantas vezes o “cântaro vai à fonte”, que lá fica a asa: faltavam cerca de dez minutos para o final do tempo regulamentar, quando o Marseille conseguiu o golo que tanto almejava, empatando uma eliminatória que, a dada altura, chegara a parecer estar resolvida, ainda no Estádio da Luz.
Só no prolongamento Schmidt procuraria “emendar o tiro”, fazendo entrar Arthur Cabral… para a saída de Rafa. A equipa até deu alguns sinais de reacção positiva, mas era tarde demais. De facto, o Benfica fez muito pouco para justificar outro resultado.
O desfecho acabou por ser uma punição severa, mas que não se pode dizer que tenha sido totalmente injusta, perante a atitude demonstrada, em especial nesta 2.ª mão da eliminatória. Um triste adeus às provas europeias, numa temporada repleta de equívocos.
Liga dos Campeões – 1/4 de Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Bayern München - Arsenal 1-0 2-2 3-2 Borussia Dortmund - At. Madrid 4-2 1-2 5-4 Manchester City - Real Madrid 1-1 (3-4 gp) 3-3 4-4 Barcelona - Paris St.-Germain 1-4 3-2 4-6
O sorteio das meias-finais, previamente realizado, ditou o seguinte alinhamento de jogos:
- Borussia Dortmund – Paris St.-Germain
- Bayern München – Real Madrid
Liga Conferência Europa – 1/4 de Final (1.ª mão)
Club Brugge – PAOK – 1-0
Olympiacos – Fenerbahçe – 3-2
Aston Villa – Lille – 2-1
Viktoria Plzeň – Fiorentina – 0-0
Liga Europa – 1/4 de Final (1.ª mão)
AC Milan – Roma – 0-1
Liverpool – Atalanta – 0-3
Bayer Leverkusen – West Ham – 2-0
Benfica – O. Marseille – 2-1
Liga Europa – 1/4 de final – Benfica – Olympique Marseille
Benfica – Anatoliy Trubin, Alexander Bah, António Silva, Nicolás Otamendi, Fredrik Aursnes, João Neves, Florentino Luís, Ángel Di María, Rafael “Rafa” Silva, David Neres (71m – João Mário) e Casper Tengstedt (71m – Marcos Leonardo)
Olympique Marseille – Pau López, Chancel Mbemba (67m – Emran Soglo), Leonardo Balerdi, Samuel Gigot, Quentin Merlin (45m – Iliman Ndiaye), Luis Henrique Lima, Jordan Veretout, Geoffrey Kondogbia, Amine Harit, Pierre-Emerick Aubameyang e Faris Moumbagna (54m – Azzedine Ounahi)
1-0 – Rafael “Rafa” Silva – 16m
2-0 – Ángel Di María – 52m
2-1 – Pierre-Emerick Aubameyang – 67m
Cartão amarelo – David Neres (18m)
Árbitro – Michael Oliver (Inglaterra)
Foi um bom jogo o que o Benfica fez esta noite. Bom… na verdade, até à hora de jogo, altura em que se aguardava o 3-0.
Entrou personalizado – mesmo que o Marseille até tenha, nos minutos iniciais, ensaiado alguns ataques –, marcou cedo, e exerceu claro domínio, alicerçado numa dupla formada por Florentino e João Neves, a controlar e a pautar o jogo. Podia, até, ter chegado ao segundo golo ainda na primeira metade, se Tengstedt ou Neres estivessem mais inspirados.
Foi com os adeptos satisfeitos e confiantes que, ao intervalo, o Estádio da Luz viveu um dos seus grandes momentos, com a bela homenagem proporcionada a Sven-Göran Eriksson (ele que era o treinador aquando da famosa meia-final da Taça dos Campeões Europeus de 1989-90, em que o Benfica afastou o Marseille, apurando-se para a Final de Viena), acompanhado por muitos dos seus jogadores de há 40 (e de há 32) anos (nomes como os de Humberto Coelho, Delgado, Veloso, Álvaro, Vítor Paneira, Shéu, Carlos Manuel, Valdo, Diamantino, César Brito, Rui Águas, Michael Manniche, Filipović, José Carlos, William ou Paulo Madeira, entre outros, acompanhados pelo “adjunto” Toni).
Embalada, a equipa portuguesa ampliaria mesmo a vantagem, logo nos minutos iniciais do segundo tempo, numa boa combinação entre Neres e Di María, parecendo ter “encostado às cordas” o adversário, que dava sinais de estar algo perdido em campo, sem saber como se organizar para suster as investidas benfiquistas, patenteando mesma alguma descrença.
Porém, bastaria uma falha defensiva, que Aubameyang não perdoou, para o Marseille reentrar na eliminatória, e, aliás, no próprio jogo.
Acusando muito o toque, vindo ao de cima a intranquilidade, e começando a denotar maior fadiga – dada a intensiva utilização de vários dos seus jogadores principais –, o Benfica decaiu abruptamente de produção, oferecendo à formação francesa a possibilidade de causar perigo junto da sua baliza.
Ao invés, perdia-se o sentido do colectivo, com Di María e Rafa a procurarem, por si sós, fazer o que a equipa não era já capaz. E o “prejuízo” poderia até ter sido maior, num jogo em que o Benfica ficou a dever a si próprio não viajar a França com a eliminatória praticamente garantida.
Roger Schmidt, perspectivado como principal responsável por uma época aquém das expectativas – depois da eliminação da Taça de Portugal e da derrota ante o Sporting, que deixa o campeonato bastante mais difícil –, não foi poupado, tendo ouvido um coro de assobios.
O Benfica vai ter de se unir e ser corajoso, para enfrentar a “fúria” do Vélodrome.
Liga dos Campeões – 1/4 de Final (1.ª mão)
Arsenal – Bayern München – 2-2 (09.04.2024)
At. Madrid – Borussia Dortmund – 2-1
Real Madrid – Manchester City – 3-3 (09.04.2024)
Paris St.-Germain – Barcelona – 2-3
Europeu 2024 – Play-off de qualificação (Finais)
Play-off A
País de Gales – Polónia – 0-0 (0-0 a.p.) (4-5 g.p.)
Play-off B
Ucrânia – Islândia – 2-1
Play-off C
Geórgia – Grécia – 0-0 (0-0 a.p.) (4-2 g.p.)
Está completo o lote de 24 países apurados para a Fase Final do “EURO 2024”, assim repartidas pelos seis grupos:
Grupo A Grupo B Grupo C Alemanha Espanha Inglaterra Hungria Albânia Dinamarca Escócia Croácia Eslovénia Suíça Itália Sérvia Grupo D Grupo E Grupo F França Bélgica Portugal Áustria Roménia Turquia Países Baixos Eslováquia R. Checa Polónia Ucrânia Geórgia
Portugal fará a sua estreia no dia 18.06.2024, frente à R. Checa, em Leipzig. O 2.º jogo será a 22.06.2024, frente à Turquia, em Dortmund. O 3.º jogo está agendado para 26.06.2024, em Gelsenkirchen, frente à Geórgia.
Apuram-se para os 1/8 de final os 2 primeiros classificados de cada grupo, assim como os quatro melhores dos 3.º classificados.
Europeu 2024 – Play-off de qualificação (1/2 finais)
Play-off A
Polónia – Estónia – 5-1
País de Gales – Finlândia – 4-1
Play-off B
Israel – Islândia – 1-4
Bósnia-Herzegovina – Ucrânia – 1-2
Play-off C
Geórgia – Luxemburgo – 2-0
Grécia – Cazaquistão – 5-0
Liga Conferência Europa – Sorteio dos 1/4 de Final e das 1/2 Finais
1/4 de final
Club Brugge – PAOK
Olympiacos – Fenerbahçe
Aston Villa – Lille
Viktoria Plzeň – Fiorentina
Os jogos da primeira mão serão disputados a 11 de Abril, estando a segunda mão agendada para 18 de Abril.
1/2 finais
Aston Villa / Lille – Olympiacos / Fenerbahçe
Viktoria Plzeň / Fiorentina – Club Brugge / PAOK
Os jogos das meias-finais estão agendados para 2 de Maio (1.ª mão) e 9 de Maio (2.ª mão).



