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Liga Europa – 2024-25 – 5ª Jornada – Resultados e Classificação
28.11.2024 - Athletic Bilbao - Elfsborg 3-0 28.11.2024 - AZ Alkmaar - Galatasaray 1-1 28.11.2024 - Beşiktaş - Maccabi Tel-Aviv 1-3 28.11.2024 - Dynamo Kyiv - Viktoria Plzeň 1-2 28.11.2024 - RFS Riga - P.A.O.K. 0-2 28.11.2024 - Qarabağ - Ol. Lyonnais 1-4 28.11.2024 - Anderlecht - FC Porto 2-2 28.11.2024 - Lazio - Ludogorets 0-0 28.11.2024 - Midtjylland - Eintracht Frankfurt 1-2 28.11.2024 - Twente - Union Saint-Gilloise 0-1 28.11.2024 - Ferencvárosi - Malmö 4-1 28.11.2024 - FCSB - Olympiacos 0-0 28.11.2024 - Manchester United - Bodø/Glimt 3-2 28.11.2024 - Nice - Rangers 1-4 28.11.2024 - Real Sociedad - Ajax 2-0 28.11.2024 - Sp. Braga - Hoffenheim 3-0 28.11.2024 - Slavia Praha - Fenerbahçe 1-2 28.11.2024 - Tottenham - AS Roma 2-2
Liga dos Campeões – 2024-25 – 5ª Jornada – Resultados e Classificação
26.11.2024 - Sparta Praha - Atlético de Madrid 0-6 26.11.2024 - Slovan Bratislava - AC Milan 2-3 26.11.2024 - Bayer Leverkusen - FC Salzburg 5-0 26.11.2024 - Young Boys - Atalanta 1-6 26.11.2024 - FC Barcelona - Stade Brestois 3-0 26.11.2024 - Bayern München - Paris Saint-Germain 1-0 26.11.2024 - Internazionale - RB Leipzig 1-0 26.11.2024 - Manchester City - Feyenoord 3-3 26.11.2024 - Sporting - Arsenal 1-5 27.11.2024 - Crvena zvezda - VfB Stuttgart 5-1 27.11.2024 - Sturm Graz - Girona 1-0 27.11.2024 - AS Monaco - Benfica 2-3 27.11.2024 - Aston Villa - Juventus 0-0 27.11.2024 - Bologna - Lille 1-2 27.11.2024 - Celtic - Club Brugge 1-1 27.11.2024 - Dinamo Zagreb - Borussia Dortmund 0-3 27.11.2024 - Liverpool - Real Madrid 2-0 27.11.2024 - PSV Eindhoven - Shakhtar Donetsk 3-2
Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Monaco – Benfica
Monaco – Radosław Majecki, Vanderson Campos, Thilo Kehrer, Wilfried Singo, Caio Henrique (57m – Christian Mawissa), Lamine Camara (57m – Soungoutou Magassa), Denis Zakaria (90m – George Ilenikhena), Maghnes Akliouche, Alexandr Golovin, Eliesse Ben Seghir (63m – Mohammed Salisu) e Breel Embolo (63m – Folarin Balogun)
Benfica – Anatoliy Trubin, Alexander Bah, Nicolás Otamendi, Tomás Araújo, Álvaro Carreras, Florentino Luís (65m – Zeki Amdouni), Fredrik Aursnes (85m – Leandro Barreiro), Ángel Di María (90m – Benjamín Rollheiser), Orkun Kökçü, Kerem Aktürkoğlu e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (65m – Arthur Cabral)
1-0 – Eliesse Ben Seghir – 13m
1-1 – Evangelos “Vangelis” Pavlídis – 48m
2-1 – Soungoutou Magassa – 67m
2-2 – Arthur Cabral – 84m
2-3 – Zeki Amdouni – 88m
Cartões amarelos – Denis Zakaria (41m), Thilo Kehrer (41m), Wilfried Singo (42m) e Christian Mawissa (79m); Florentino Luís (6m), Álvaro Carreras (29m) e Kerem Aktürkoğlu (42m)
Cartão vermelho – Wilfried Singo (58m)
Árbitro – Rade Obrenovič (Eslovénia)
Esta foi uma tão importante como atípica vitória do Benfica, a operar a reviravolta no marcador já nos derradeiros minutos da partida, tirando partido do facto de dispor de superioridade numérica face ao adversário, com Di María, numa das suas grandes noites, a “fabricar” os dois golos que permitiram tal sucesso.
As duas equipas estariam num período de “estudo mútuo”, com o Benfica talvez um pouco mais na expectativa, quando o Monaco se colocou em vantagem, ainda antes de decorrido o primeiro quarto de hora de jogo, no que, no imediato, constituía um rude golpe nas aspirações benfiquistas.
Logo numa das suas primeiras ofensivas, depois de uma defesa incompleta de Trubin, uma troca de bola entre dois jogadores da casa, perante a passividade contrária, resultava no abrir do activo.
A intensidade de jogo aumentaria, mas, até final do primeiro tempo, o Benfica não parecia capaz de superar a organização contrária, pese embora alguma maior toada de parada e resposta, por parte de ambas as formações.
No recomeço, Embolo provocou novo calafrio, com um remate ao poste da baliza de Trubin. Não obstante, de imediato, um “golo para os apanhados” beneficiaria, desta feita, o Benfica: um defesa monegasco tentava fazer um atraso de cabeça, num lance que resultou no isolar de Pavlídis, que, com muita serenidade, empatou a contenda.
Parecia, contudo, ser “sol de pouca dura”, porque, de imediato, a turma da casa voltava a marcar, valendo à equipa portuguesa a intervenção do VAR, a invalidar o golo, sancionando posição de fora-de-jogo.
Na resposta, Bah daria a melhor sequência a um cruzamento de Di María. De uma situação de 1-2, passava-se, num ápice, a 2-1, a favor do Benfica. Ou, pelo menos, assim parecia… Só que o VAR interveio de novo, recolocando tudo na mesma: mantinha-se o 1-1.
Foi então que sucedeu o momento crucial do desafio, pouco antes da hora de jogo: Wilfried Singo, que fora já admoestado com cartão amarelo (por reclamar do facto de o árbitro não ter exibido o que seria o segundo cartão amarelo a Carreras), veria, ele próprio, o cartão pela segunda vez, agora por ter cometido falta, sendo expulso.
De forma não muito usual ao nível europeu, o Benfica viria a beneficiar significativamente desta “dualidade” arbitral: o segundo amarelo poupado a Carreras resultou num primeiro amarelo a um adversário, que viria a estar na origem da inferioridade numérica da equipa do Monaco.
Os dois treinadores moveram então as peças, qual jogo de xadrez – “Adi” Hütter tinha, aliás, acabado de fazer duas substituições no minuto imediatamente anterior à expulsão, operando outras duas, cinco minutos volvidos, totalizando seis, dadas as trocas, no Benfica, de Pavlídis e Florentino, por Arthur Cabral e Amdouni.
Não estaria, então, nas previsões gerais, o que se seguiu: a suposta aposta ofensiva do Benfica teve resultados contraproducentes, com a perda de controlo a meio-campo, e seria inclusivamente o Monaco a recolocar-se em vantagem.
Em certos lances chegou a dar então a ilusão de que seria o Benfica a jogar com menos um, tal a impotência que denotava para conseguir travar a dinâmica do adversário, em rápidas transições, muito mais assertivo na recuperação de bola.
O Benfica parecia perdido, quando Di María tirou – por duas vezes – o “coelho da cartola”: primeiro, um cruzamento tenso, teleguiado, para o cabeceamento de Arthur Cabral, a dar “nova alma” à equipa, a acreditar que seria ainda possível chegar à vitória, enquanto, ao invés, o Monaco passava a duvidar de si próprio.
Já com Leandro Barreiro em campo, tendo saído Aursnes, mais três minutos passados, o argentino voltava a fazer das suas: outra vez a centrar, a solicitar a desmarcação do oportuno Amdouni, também de cabeça, a marcar o golo do (que chegou a parecer muito improvável) triunfo.
Um (feliz) desfecho que deixa o Benfica em muita boa situação para poder avançar na “Champions”, nesta época de estreia da “Liga única”.
Liga das Nações da UEFA – 2024/25 – Sorteio da Fase Final
Realizou-se esta manhã o sorteio da fase final da Liga das Nações da UEDA 2024/25, com o seguinte alinhamento de jogos (eliminatórias a disputar a duas mãos, agendadas para dias 20 e 23 de Março de 2025), nas suas várias vertentes:
1/4 de final
Países Baixos – Espanha
Croácia – França
Dinamarca – Portugal
Itália – Alemanha
O emparelhamento para as meias-finais, também já sorteado, será o seguinte:
Itália/Alemanha – Dinamarca/Portugal
Países Baixos/Espanha – Croácia/França
Play-off Liga A / Liga B
Turquia – Hungria
Ucrânia – Bélgica
Áustria – Sérvia
Grécia – Escócia
Play-off Liga B / Liga C
Kosovo – Islândia
Bulgária – Irlanda
Arménia – Geórgia
Eslováquia – Eslovénia
Play-off Liga C / Liga D
Gibraltar – Letónia
Malta – Luxemburgo
Liga das Nações da UEFA – 2024/25 – 6.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Croácia-Portugal – 1-1 / Polónia-Escócia – 1-2
1º Portugal, 14; 2º Croácia, 8; 3º Escócia, 7; 4º Polónia, 4
Grupo 2 – Itália-França – 1-3 / Israel-Bélgica – 1-0
1º França, 13; 2º Itália, 13; 3º Bélgica, 4; 4º Israel, 4
Grupo 3 – Hungria-Alemanha – 1-1 / Bósnia-Herzegovina-Países Baixos– 1-1
1º Alemanha; 14; 2º Países Baixos, 9; 3º Hungria, 6; 4º Bósnia-Herzegovina, 2
Grupo 4 – Espanha-Suíça – 3-2 / Sérvia-Dinamarca – 0-0
1º Espanha, 16; 2º Dinamarca, 8; 3º Sérvia, 6; 4º Suíça, 2
Qualificaram-se para os 1/4 de final, a disputar em Março de 2025: Portugal, França, Alemanha e Espanha (“cabeças-de-série”), Croácia, Itália, Países Baixos e Dinamarca.
Escócia, Bélgica, Hungria e Sérvia disputarão o “play-off” de manutenção/promoção com um dos 2.º classificados da Liga B (Ucrânia, Grécia, Áustria e Turquia).
Polónia, Israel, Bósnia-Herzegovina e Suíça serão despromovidos à Liga B (edição de 2026/27).
Croácia – Portugal (Liga das Nações – 6.ª Jornada)
Croácia – Dominik Livaković, Josip Šutalo, Duje Ćaleta-Car, Joško Gvardiol, Ivan Perišić (58m – Luka Sučić), Luka Modrić (78m – Nikola Moro), Mateo Kovačić (45m – Mario Pašalić), Borna Sosa (45m – Kristijan Jakić), Andrej Kramarić, Martin Baturina e Igor Matanović (63m – Ante Budimir)
Portugal – José Sá, Nélson Semedo, Tomás Araújo (63m – Tiago Djaló), Renato Veiga, João Cancelo, Otávio Monteiro (71m – Francisco Conceição), João Neves, Vítor Ferreira “Vitinha”, Nuno Mendes (80m – Diogo Dalot), João Félix e Rafael Leão (71m – Fábio Silva)
0-1 – João Félix – 33m
1-1 – Joško Gvardiol – 65m
Cartões amarelos – Renato Veiga (90m) e Fábio Silva (90m)
Árbitro – Davide Massa (Itália)
A concluir esta fase de “qualificação” da “Liga das Nações”, com o apuramento para os quartos-de-final (tal como o 1.º lugar do Grupo) já garantido desde a ronda anterior, a selecção de Portugal manteve a constância da inconstância exibicional, que tem sido o seu timbre nesta edição da prova.
Outra vez, duas partes (muito) distintas: a primeira a parecer deixar a promessa de uma possível vitória; a segunda, em que só com alguma sorte se acabou por evitar a derrota.
A equipa portuguesa entrou melhor, a dominar praticamente desde início, e criando perigo logo à passagem do quarto de hora.
Depois, com o passar do tempo, a intensidade baixou, tendo a Croácia equilibrado, pelo que o golo acabou por surgir num lance de inspiração de Vitinha, com uma assistência, ainda antes do meio-campo, a dar “meio golo” a João Félix, que, com boa execução técnica, não desperdiçou a oportunidade.
A turma croata mantinha a toada de jogo, e assustaria ainda antes do intervalo, com um remate de Kramarić a embater no poste, depois de desvio em Tomás Araújo.
A necessitar pontuar, para garantir o apuramento, a Croácia arriscou para a segunda parte, intensificando a pressão, vindo mesmo a chegar ao empate, com cerca de vinte minutos decorridos.
Faltava ainda bastante tempo, e até final, pese embora as tentativas ensaiadas por Roberto Martínez, por via das substituições operadas, seria sempre a equipa da casa a estar mais perto do golo, com o guardião José Sá a ser colocado à prova em várias ocasiões, com a bola a atingir os ferros da baliza portuguesa por mais um par de vezes.
Já em período de compensação, com a equipa portuguesa “empurrada contra as cordas”, Diogo Dalot salvaria o empate. Um final de partida que não deixou saudades, a implicar a devida reflexão sobre as suas causas.
Liga das Nações da UEFA – 2024/25 – 5.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Escócia-Croácia – 1-0 / Portugal-Polónia – 5-1
1º Portugal, 13; 2º Croácia, 7; 3º Escócia e Polónia, 4
Grupo 2 – França-Israel – 0-0 / Bélgica-Itália – 0-1
1º Itália, 13; 2º França, 10; 3º Bélgica, 4; 4º Israel, 1
Grupo 3 – Alemanha-Bósnia-Herzegovina – 7-0 / Países Baixos-Hungria – 4-0
1º Alemanha; 13; 2º Países Baixos, 8; 3º Hungria, 5; 4º Bósnia-Herzegovina, 1
Grupo 4 – Dinamarca-Espanha – 1-2 / Suíça-Sérvia – 1-1
1º Espanha, 13; 2º Dinamarca, 7; 3º Sérvia, 5; 4º Suíça, 2
Os dois primeiros classificados de cada um dos grupos qualificam-se para os 1/4 de final, a disputar em Março de 2025. O 3.º classificado de cada grupo disputará o “play-off” de manutenção/promoção com um dos 2.º classificados da Liga B. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2026/27).
Portugal – Polónia (Liga das Nações – 5.ª Jornada)
Portugal – Diogo Costa, Diogo Dalot, António Silva, Renato Veiga, Nuno Mendes (88m – Nuno Tavares), Bernardo Silva (76m – Samuel “Samu” Costa), João Neves (45m – Vítor Ferreira “Vitinha”), Bruno Fernandes, Pedro Neto (83m – Francisco Trincão), Cristiano Ronaldo e Rafael Leão (83m – João Félix)
Polónia – Marcin Bułka, Kamil Piątkowski, Jan Bednarek (45m – Sebastian Walukiewicz), Jakub Kiwior, Bartosz Bereszyński (32m – Jakub Kamiński), Mateusz Bogusz (45m – Dominik Marczuk), Taras Romanczuk, Piotr Zieliński, Nicola Zalewski, Krzysztof Piątek (80m – Antoni Kozubal) e Kacper Urbański (72m – Adam Buksa)
1-0 – Rafael Leão – 59m
2-0 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 72m
3-0 – Bruno Fernandes – 80m
4-0 – Pedro Neto – 83m
5-0 – Cristiano Ronaldo – 87m
5-1 – Dominik Marczuk – 88m
Cartões amarelos – João Neves (25m), Bruno Fernandes (25m), Cristiano Ronaldo (45m) e Nuno Tavares (90m); Marcin Bułka(56m)
Árbitro – Donatas Rumšas (Lituânia)
O clássico bordão do jogo com duas partes distintas é aplicável, com toda a propriedade, neste caso. Depois de uma primeira parte cinzenta – a dada altura ter-nos-emos tornado porventura demasiado exigentes, ao ponto de não ficarmos plenamente satisfeitos com uma goleada de 5-1 à Polónia… –, a selecção portuguesa deu, em especial na meia hora final, uma espécie de recital.
Não terá sido mera coincidência que a notável exibição da equipa lusa na segunda metade do desafio tenha coincidido com a entrada em campo de Vitinha: obviamente, não só pela acção individual que teve, mas, sobretudo, pela forma como o colectivo passou a carrilar.
Após o segundo golo de Portugal, a selecção polaca “entregou-se”, tendo ficado à deriva nos dez minutos finais, em que sofreu mais três tentos. É, por outro lado, dificilmente compreensível (ou talvez não, vá lá…) a desconcentração da equipa portuguesa que, no lance imediatamente após o 5-0, consentiu um golo, a “manchar” o belo desempenho alcançado.
Nem sempre regular durante todo o tempo de jogo, com mais oscilações entre “altos” e “baixos” do que seria desejável, a verdade é que a selecção portuguesa volta a cumprir com distinção uma fase de qualificação, desta feita da “Liga das Nações”, tendo garantido desde já o 1.º lugar no Grupo, e consequentemente apuramento para os quartos-de-final, em que beneficiará, pois, do estatuto de “cabeça-de-série”.
No plano individual, Cristiano Ronaldo (a ampliar para 135 a sua contagem de golos ao serviço da selecção, atingindo o total de 910 golos na carreira) passou também a ostentar o “record” de maior número de triunfos em jogos internacionais de selecções (132 vitórias, em 217 jogos), superando a marca de 131 jogos vencidos, do espanhol Sergio Ramos.
Liga Conferência – 2024-25 – 3ª Jornada – Resultados e Classificação
07.11.2024 - Petrocub Hîncești - Rapid Wien 0-3 07.11.2024 - TSC Bačka Topola - Lugano 4-1 07.11.2024 - HJK Helsinki - Olimpija Ljubljana 0-2 07.11.2024 - KAA Gent - Omonoia 1-0 07.11.2024 - Legia Warsaw - Dinamo Minsk 4-0 07.11.2024 - Pafos - Astana 1-0 07.11.2024 - Shamrock Rovers - The New Saints 2-1 07.11.2024 - Víkingur Reykjavík - Borac Banja Luka 2-0 07.11.2024 - APOEL - Fiorentina 2-1 07.11.2024 - Chelsea - Noah 8-0 07.11.2024 - Djurgården - Panathinaikos 2-1 07.11.2024 - FC København - İstanbul Başakşehir 2-2 07.11.2024 - Heart of Midlothian - Heidenheim 0-2 07.11.2024 - Jagiellonia Białystok - Molde 3-0 07.11.2024 - Larne - St. Gallen 1-2 07.11.2024 - LASK - Cercle Brugge 0-0 07.11.2024 - Betis - Celje 2-1 07.11.2024 - V. Guimarães - Mladá Boleslav 2-1
Liga Europa – 2024-25 – 4ª Jornada – Resultados e Classificação
06.11.2024 - Beşiktaş - Malmö 2-1 07.11.2024 - Eintracht Frankfurt - Slavia Praha 1-0 07.11.2024 - Bodø/Glimt - Qarabağ 1-2 07.11.2024 - FCSB - Midtjylland 2-0 07.11.2024 - Galatasaray - Tottenham 3-2 07.11.2024 - Elfsborg - Sp. Braga 1-1 07.11.2024 - Nice - Twente 2-2 07.11.2024 - Olympiacos - Rangers 1-1 07.11.2024 - Ludogorets - Athletic Bilbao 1-2 07.11.2024 - Union Saint-Gilloise - AS Roma 1-1 07.11.2024 - Ajax - Maccabi Tel-Aviv 5-0 07.11.2024 - AZ Alkmaar - Fenerbahçe 3-1 07.11.2024 - Dynamo Kyiv - Ferencvárosi 0-4 07.11.2024 - RFS Riga - Anderlecht 1-1 07.11.2024 - Viktoria Plzeň - Real Sociedad 2-1 07.11.2024 - Manchester United - P.A.O.K. 2-0 07.11.2024 - Lazio - FC Porto 2-1 07.11.2024 - Hoffenheim - Ol. Lyonnais 2-2







