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Liga dos Campeões – 2024-25 – 3ª Jornada – Resultados e Classificação
22.10.2024 - AC Milan - Club Brugge 3-1 22.10.2024 - AS Monaco - Crvena zvezda 5-1 22.10.2024 - Arsenal - Shakhtar Donetsk 1-0 22.10.2024 - Aston Villa - Bologna 2-0 22.10.2024 - Girona - Slovan Bratislava 2-0 22.10.2024 - Juventus - VfB Stuttgart 0-1 22.10.2024 - Paris Saint-Germain - PSV Eindhoven 1-1 22.10.2024 - Real Madrid - Borussia Dortmund 5-2 22.10.2024 - Sturm Graz - Sporting 0-2 23.10.2024 - Atalanta - Celtic 0-0 23.10.2024 - Stade Brestois - Bayer Leverkusen 1-1 23.10.2024 - Atlético de Madrid - Lille 1-3 23.10.2024 - Young Boys - Internazionale 0-1 23.10.2024 - FC Barcelona - Bayern München 4-1 23.10.2024 - FC Salzburg - Dinamo Zagreb 0-2 23.10.2024 - Manchester City - Sparta Praha 5-0 23.10.2024 - RB Leipzig - Liverpool 0-1 23.10.2024 - Benfica - Feyenoord 1-3
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Benfica – Feyenoord
Benfica – Anatoliy Trubin, Alexander Bah (88m – Andreas Schjelderup), Tomás Araújo, Nicolás Otamendi, Álvaro Carreras, Fredrik Aursnes, Florentino Luís (65m – Zeki Amdouni), Orkun Kökçü (72m – Renato Sanches), Ángel Di María (65m – Jan-Niklas Beste), Kerem Aktürkoğlu e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (72m – Arthur Cabral)
Feyenoord – Timon Wellenreuther, Mvula Lotomba (75m – Anis Hadj Moussa), Gernot Trauner, Dávid Hancko, Hugo Bueno (88m – Gijs Smal), In-beom Hwang, Antoni-Djibu Milambo, Quinten Timber, Ibrahim Osman (59m – Thomas Beelen), Igor Paixão e Ayase Ueda (75m – Julián Carranza)
0-1 – Ayase Ueda – 12m
0-2 – Antoni-Djibu Milambo – 33m
1-2 – Kerem Aktürkoğlu – 66m
1-3 – Antoni-Djibu Milambo – 90m
Cartões amarelos – Zeki Amdouni (90m) e Renato Sanches (90m); Quinten Timber (39m)
Árbitro – Halil Umut Meler (Turquia)
Outra vez do “dia” para a “noite”. Ou como a exibição de “mão cheia” frente ao At. Madrid parece – apenas três semanas volvidas – já tão distante.
Acima de tudo, o Benfica – aparentemente impreparado para a forma de actuar do adversário – nunca conseguiu atinar com as marcações às velozes setas que o Feyenoord tinha do meio-campo para a frente, tendo chegado mesmo a perder por completo o “Norte” em determinado período, em que o adversário não só marcou dois golos, como chegou a ter outro lance de golo invalidado (o que, aliás, voltaria a suceder, mais tarde, já na segunda parte).
Igor Paixão, Hwang, Milambo e Timber pareciam “Diabos” à solta, em pleno relvado da Luz, quais motas em acelerações contínuas na direcção da baliza benfiquista, com um sector defensivo (nele se incluindo a zona intermediária) demasiado permeável, concedendo demasiados espaços entre linhas, sem bola, e a perder a maior parte dos duelos individuais.
Não surpreendeu, pois, o primeiro golo do Feyenoord, quando estavam jogados pouco mais de dez minutos. E, até ao segundo tento, o que se assistiu foi a um corropio junto da área do Benfica, com o seu meio-campo muito falho de intensidade.
Em 45 minutos o melhor que a equipa portuguesa conseguira foi um remate de Bah, a acertar no poste, a meio desse primeiro tempo.
Depois da “pausa técnica” do intervalo, a equipa pareceu surgir em campo com algum maior discernimento, dando um primeiro sinal de inconformismo quando Pavlidis rematou para defesa apertada, de recurso, com o pé, de Wellenreuther.
Com o jogo “partido”, arriscando poder sofrer um terceiro golo, o Benfica, porfiando no ataque, seria premiado com o tento de Aktürkoğlu – imediatamente após as entradas em campo de Beste e Amdouni –, na recarga, precisamente, a uma primeira tentativa do alemão.
Na melhor fase da equipa, Aktürkoğlu teve ocasião para marcar de novo, e Wellenreuther voltaria a ter intervenção de grande nível, a remate de Amdouni, rechaçando a bola para a trave da sua baliza.
O Feyenoord, tendo recuado no terreno, e perdido o controlo da partida, usava e abusava de acções faltosas e de anti-jogo, perdendo tempo, perante a complacência do árbitro.
Mas, nos derradeiros minutos, com o Benfica balanceado para o ataque, já algo atabalhoado, e bastante ansioso – e tendo, entretanto, o adversário conseguido “recompor-se” –, seriam os neerlandeses, já em tempo de compensação, a acabar por marcar uma vez mais, sentenciando o desfecho da partida.
Um jogo em que faltou equilíbrio à equipa benfiquista, em que, ao contrário da ronda anterior, o colectivo não funcionou, em contraponto com a máquina “bem oleada” de Roterdão, expondo cruamente as fragilidades do rival.
É verdade que o Benfica se pode queixar de alguma dose de infelicidade, perante as oportunidades de que dispôs para poder ter marcado mais do que um golo e, no caso, chegar ao empate… mas também o Feyenoord poderia ter ampliado a contagem a seu favor, pelo que, de todo, não se pode considerar a derrota injusta, perante um desempenho global tão inconstante e tão pouco conseguido.
Liga das Nações da UEFA – 2024/25 – 4.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Escócia-Portugal – 0-0 / Polónia-Croácia – 3-3
1º Portugal, 10; 2º Croácia, 7; 3º Polónia, 4; 4º Escócia, 1
Grupo 2 – Bélgica-França – 1-2 / Itália-Israel – 4-1
1º Itália, 10; 2º França, 9; 3º Bélgica, 4; 4º Israel, 0
Grupo 3 – Alemanha-Países Baixos – 1-0 / Bósnia-Herzegovina-Hungria – 0-2
1º Alemanha; 10; 2º Países Baixos e Hungria, 5; 4º Bósnia-Herzegovina, 1
Grupo 4 – Espanha-Sérvia – 3-0 / Suíça-Dinamarca – 2-2
1º Espanha, 10; 2º Dinamarca, 7; 3º Sérvia, 4; 4º Suíça, 1
Os dois primeiros classificados de cada um dos grupos qualificam-se para os 1/4 de final, a disputar em Março de 2025. O 3.º classificado de cada grupo disputará o “play-off” de manutenção/promoção com um dos 2.º classificados da Liga B. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2026/27).
Escócia – Portugal (Liga das Nações – 4.ª Jornada)
Escócia – Craig Gordon, Anthony Ralston (88m – Nicky Devlin), John Souttar, Grant Hanley, Andrew “Andy” Robertson, Ryan Christie (67m – Ryan Gauld), Billy Gilmour, Scott McTominay, Kenneth “Kenny” McLean, Ben Doak (67m – Lewis Morgan) e Ché Adams (83m – Lyndon Dykes)
Portugal – Diogo Costa, João Cancelo (88m – Nélson Semedo), Rúben Dias, António Silva, Nuno Mendes, Bruno Fernandes, João Palhinha (61m – Rúben Neves), Vitinha (88m – João Félix), Francisco Conceição (61m – Bernardo Silva), Cristiano Ronaldo e Diogo Jota (61m – Rafael Leão)
Cartões amarelos – Scott McTominay (27m); Diogo Jota (18m), João Palhinha (50m) e Rúben Dias (83m)
Árbitro – Lawrence Visser (Bélgica)
Do “dia” para a “noite”, a qualidade da exibição da equipa portuguesa, do jogo na Polónia para o jogo na Escócia. Parecendo apática, a selecção nacional nunca conseguiu aproximar-se do brilhantismo que revelara na fase inicial do desafio anterior, numa partida em que, naturalmente, assumiu maior iniciativa, exerceu mais pressão, mas em que criou poucas oportunidades de golo, também contrariadas pelo notável desempenho do veterano guardião Craig Gordon, nesta noite.
Não obstante a rotação empreendida por Roberto Martínez, procurando dar minutos ao maior número de jogadores, e manter a frescura física e vivacidade, foi um jogo falho de dinâmica, em que o jogo “não carburou”, não fluiu, usando e abusando de cruzamentos improfícuos, dando vantagem à defensiva escocesa. E, ao contrário, até seria a Escócia a assustar, testando a concentração de Diogo Costa.
No segundo tempo a situação não melhorou, num jogo que ia sendo motivo de aborrecimento. Só já dentro dos derradeiros dez minutos houve alguma maior movimentação, tendo a ocasião mais flagrante de golo surgido a dois minutos do final do tempo regulamentar, quando o guarda-redes da Escócia teve notável intervenção, a evitar o golo, num remate de Bruno Fernandes.
A perspectiva de apuramento para a fase seguinte continua bem presente (só uma improvável conjugação de resultados o poderia impedir), mas, por ora, tal ficou ainda adiado.
Liga das Nações da UEFA – 2024/25 – 3.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Croácia-Escócia – 2-1 / Polónia-Portugal – 1-3
1º Portugal, 9; 2º Croácia, 6; 3º Polónia, 3; 4º Escócia, 0
Grupo 2 – Israel-França – 1-4 / Itália-Bélgica – 2-2
1º Itália, 7; 2º França, 6; 3º Bélgica, 4; 4º Israel, 0
Grupo 3 – Hungria-Países Baixos – 1-1 / Bósnia-Herzegovina-Alemanha – 1-2
1º Alemanha; 7; 2º Países Baixos, 5; 3º Hungria, 2; 4º Bósnia-Herzegovina, 1
Grupo 4 – Espanha-Dinamarca – 1-0 / Sérvia-Suíça – 2-0
1º Espanha, 7; 2º Dinamarca, 6; 3º Sérvia, 4; 4º Suíça, 0
Os dois primeiros classificados de cada um dos grupos qualificam-se para os 1/4 de final, a disputar em Março de 2025. O 3.º classificado de cada grupo disputará o “play-off” de manutenção/promoção com um dos 2.º classificados da Liga B. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2026/27).
Polónia – Portugal (Liga das Nações – 3.ª Jornada)
Polónia – Łukasz Skorupski, Sebastian Walukiewicz (45m – Jakub Kiwior), Jan Bednarek, Paweł Dawidowicz, Przemysław Frankowski, Sebastian Szymański (84m – Krzysztof Piątek), Maximillian “Maxi” Oyedele (66m – Jakub Moder), Piotr Zieliński, Nicola Zalewski (76m – Michael Ameyaw), Karol Świderski (76m – Kacper Urbański) e Robert Lewandowski
Portugal – Diogo Costa, Diogo Dalot, Rúben Dias, Renato Veiga, Nuno Mendes, Bruno Fernandes (90m – Otávio), Rúben Neves, Bernardo Silva (90m – Samuel “Samu” Costa), Pedro Neto (82m – Nélson Semedo), Cristiano Ronaldo (63m – Diogo Jota) e Rafael Leão (63m – Francisco Trincão)
0-1 – Bernardo Silva – 26m
0-2 – Cristiano Ronaldo – 37m
1-2 – Piotr Zieliński – 78m
1-3 – Jan Bednarek (p.b.) – 88m
Cartões amarelos – Sebastian Walukiewicz (45m), Przemysław Frankowski (51m), Krzysztof Piątek (88m) e Łukasz Skorupski (88m); Pedro Neto (32m)
Árbitro – Serdar Gözübüyük (Países Baixos)
Esta foi, pelo menos na primeira parte, uma das melhores exibições da selecção nacional nos últimos anos. Empurrando, desde início, a Polónia para o seu sector mais recuado, a equipa portuguesa funcionou como um colectivo quase perfeito, com Bruno Fernandes e Bernardo Silva a pautarem o jogo.
Foram múltiplas as ocasiões de perigo criadas, boa parte não concretizadas em golo, como sucedeu com as tentativas de Dalot, Cristiano Ronaldo (acertando na barra da baliza contrária), Rúben Neves ou Bruno Fernandes, neste caso tendo sido Skorupski a negar o golo.
Mas, quem porfia, sempre alcança, e, ainda antes da meia hora, Portugal inaugurava o marcador, numa triangulação entre Rúben Neves, Bruno Fernandes (a assistir de cabeça) e Bernardo Silva, que rematou para o fundo da baliza.
Não conseguindo a equipa polaca suster a “avalancha” de futebol português, foi com naturalidade que, cerca de dez minutos volvidos, a contagem foi ampliada para o 2-0, por intermédio de Cristiano Ronaldo, na sequência de um remate de Rafael Leão ao poste.
Com o jogo controlado, e a vitória, aparentemente, assegurada, o ritmo baixou significativamente na segunda metade, com a turma portuguesa a gerir o tempo.
Foi, de alguma forma, imprevisto o golo da Polónia, já no quarto de hora de final, a alimentar ainda a esperança da equipa da casa de evitar a derrota.
Não vacilando, Portugal viria, já próximo do minuto 90, a confirmar o triunfo, quando Bednarek, ao tentar interceptar uma bola cruzada por Nuno Mendes, acabou por a introduzir na sua própria baliza.
Três jogos, três vitórias, Portugal lidera isolado o seu Grupo, tendo em mira o apuramento para os 1/4 de final da prova.
Liga Europa – 2024-25 – 2ª Jornada – Resultados e Classificação
03.10.2024 - RFS Riga - Galatasaray 2-2 03.10.2024 - Ferencvárosi - Tottenham 1-2 03.10.2024 - Maccabi Tel-Aviv - Midtjylland 0-2 03.10.2024 - Olympiacos - Sp. Braga 3-0 03.10.2024 - Qarabağ - Malmö 1-2 03.10.2024 - Real Sociedad - Anderlecht 1-2 03.10.2024 - Lazio - Nice 4-1 03.10.2024 - Slavia Praha - Ajax 1-1 03.10.2024 - Hoffenheim - Dynamo Kyiv 2-0 03.10.2024 - Athletic Bilbao - AZ Alkmaar 2-0 03.10.2024 - Beşiktaş - Eintracht Frankfurt 1-3 03.10.2024 - FC Porto - Manchester United 3-3 03.10.2024 - Twente - Fenerbahçe 1-1 03.10.2024 - Viktoria Plzeň - Ludogorets 0-0 03.10.2024 - Elfsborg - AS Roma 1-0 03.10.2024 - P.A.O.K. - FCSB 0-1 03.10.2024 - Union Saint-Gilloise - Bodø/Glimt 0-0 03.10.2024 - Rangers - Ol. Lyonnais 1-4
Liga Conferência – 2024-25 – 1ª Jornada – Resultados e Classificação
02.10.2024 - İstanbul Başakşehir - Rapid Wien 1-2 02.10.2024 - V. Guimarães - Celje 3-1 03.10.2024 - Heidenheim - Olimpija Ljubljana 2-1 03.10.2024 - Cercle Brugge - St. Gallen 6-2 03.10.2024 - Astana - TSC Bačka Topola 1-0 03.10.2024 - Dinamo Minsk - Heart of Midlothian 1-2 03.10.2024 - Noah - Mladá Boleslav 2-0 03.10.2024 - Legia Warsaw - Betis 1-0 03.10.2024 - Molde - Larne 3-0 03.10.2024 - Omonoia - Víkingur Reykjavík 4-0 03.10.2024 - Fiorentina - The New Saints 2-0 03.10.2024 - Chelsea - KAA Gent 4-2 03.10.2024 - FC København - Jagiellonia Białystok 1-2 03.10.2024 - Lugano - HJK Helsinki 3-0 03.10.2024 - Petrocub Hîncești - Pafos 1-4 03.10.2024 - Borac Banja Luka - Panathinaikos 1-1 03.10.2024 - LASK - Djurgården 2-2 03.10.2024 - Shamrock Rovers - APOEL 1-1
Liga dos Campeões – 2024-25 – 2ª Jornada – Resultados e Classificação
01.10.2024 - FC Salzburg - Stade Brestois 0-4 01.10.2024 - VfB Stuttgart - Sparta Praha 1-1 01.10.2024 - Arsenal - Paris Saint-Germain 2-0 01.10.2024 - Bayer Leverkusen - AC Milan 1-0 01.10.2024 - Borussia Dortmund - Celtic 7-1 01.10.2024 - FC Barcelona - Young Boys 5-0 01.10.2024 - Internazionale - Crvena zvezda 4-0 01.10.2024 - PSV Eindhoven - Sporting 1-1 01.10.2024 - Slovan Bratislava - Manchester City 0-4 02.10.2024 - Shakhtar Donetsk - Atalanta 0-3 02.10.2024 - Girona - Feyenoord 2-3 02.10.2024 - Aston Villa - Bayern München 1-0 02.10.2024 - Dinamo Zagreb - AS Monaco 2-2 02.10.2024 - Liverpool - Bologna 2-0 02.10.2024 - Lille - Real Madrid 1-0 02.10.2024 - RB Leipzig - Juventus 2-3 02.10.2024 - Sturm Graz - Club Brugge 0-1 02.10.2024 - Benfica - Atlético de Madrid 4-0
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Benfica – At. Madrid
Benfica – Anatoliy Trubin, Alexander Bah (86m – António Silva), Tomás Araújo, Nicolás Otamendi, Álvaro Carreras, Florentino Luís, Ángel Di María (71m – Benjamín Rollheiser), Fredrik Aursnes, Orkun Kökçü (86m – Leandro Barreiro), Kerem Aktürkoğlu (71m – Jan-Niklas Beste) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (60m – Zeki Amdouni)
Atlético Madrid – Jan Oblak, José María Giménez, Axel Witsel, Reinildo Mandava, Marcos Llorente (33m – Nahuel Molina), Jorge Merodio “Koke” (45m – Conor Gallagher), Rodrigo De Paul (45m – Javier “Javi” Serrano), Samuel Lino, Antoine Griezmann (45m – Alexander Sørloth), Ángel Correa e Julián Alvarez (60m – Giuliano Simeone)
1-0 – Kerem Aktürkoğlu – 13m
2-0 – Ángel Di María (pen.) – 52m
3-0 – Alexander Bah – 75m
4-0 – Orkun Kökçü (pen.) – 84m
Cartões amarelos – Fredrik Aursnes (22m); Javi Serrano (70m), Reinildo Mandava (83m), José María Giménez (83m) e Ángel Correa (90m)
Árbitro – Serdar Gözübüyük (Países Baixos)
Foi uma noite quase perfeita do Benfica, com uma exibição desassombrada, a provocar o renegar do “ADN” da equipa de Simeone, que, a dado passo, acabou mesmo por “baixar os braços”, impotente para contrariar a superioridade manifestada pelo adversário.
Subitamente, o Benfica arranca uma das suas melhores exibições nas competições europeias, nos últimos anos. Uma equipa personalizada, cada elemento sabendo a sua missão, com o colectivo a funcionar praticamente em pleno.
Desde início, foi a equipa portuguesa a assumir a iniciativa, empurrando o adversário para o seu meio-campo, exercendo forte pressão em todo o terreno, não concedendo espaços ao At. Madrid.
À passagem dos cinco minutos já Pavlidis levara sinal de perigo junto à defensiva contrária por duas vezes, primeiro com um remate a ser desviado por Witsel, e, na sequência do pontapé de canto, proporcionando uma boa intervenção de Oblak, por curiosidade, dois antigos jogadores benfiquistas.
Mas o golo não tardaria; à terceira foi de vez: num lance iniciado numa recuperação de bola de Bah, a após triangulação envolvendo Pavlidis e Aursnes, este fez o passe para Aktürkoğlu desferir um remate sem hipótese de defesa.
Com Carreras a jogar bastante adiantado, sendo as suas subidas no terreno, por vezes, compensadas por Aktürkoğlu – enquanto, em paralelo, no outro flanco, Aursnes combinava com Bah –, e Di María a vaguear pelo terreno, dificultando a marcação, o Benfica parecia ter sempre superioridade numérica na zona nevrálgica do meio-campo.
Na primeira parte o Atlético de Madrid só criaria um lance de perigo, num centro-remate de Samuel Lino, a embater na trave. Já próximo do intervalo, Pavlidis esteve perto de aumentar a contagem, rematando cruzado, com Oblak batido, mas a bola acertaria no poste…
No recomeço da partida, Simeone contava já três substituições, procurando alterar o rumo do desafio. Mas, ao contrário, seria o Benfica a acentuar ainda o seu domínio.
E bastariam cerca de cinco minutos para, em lance na área, um dos suplentes recém-entrado em campo, Gallagher, pisar o pé de Pavlidis, lance sancionado com grande penalidade, após intervenção do “VAR”. Na conversão, Di María não deu possibilidades a Oblak; estava feito o 2-0.
A equipa espanhola “abanou”, e o Benfica poderia ter marcado de novo, mas, dessa feita, o guardião esloveno conseguiria contrariar os intentos do argentino.
Bruno Lage também mexeria no “onze”, fazendo entrar Amdouni, e, depois, Rollheiser e Beste, mantendo uma notável dinâmica do conjunto, sempre em alta rotação, com uma parte final ainda em crescendo, um “quebra-cabeças” para o At. Madrid.
Seria precisamente Beste a enviar, a partir da marca de pontapé de canto, a bola direccionada para a cabeça de Bah, que fez o desvio para o fundo da baliza, ampliando o “placard” para 3-0.
A vitória benfiquista estava consumada. A formação espanhola “entregava os pontos”.
Outra vez num lance com a intervenção de Beste, passando a Amdouni, este só seria travado em falta por Reinildo, o que dava origem à segunda grande penalidade da noite, agora convertida por Kökçü. Era a goleada!
Que só não chegou aos 5-0, porque, já em período de compensação, Oblak negou o golo, outra vez a remate de Beste, em particular evidência nos minutos em que esteve em campo; tendo havido ainda tempo para Amdouni rematar novamente ao poste…
As estatísticas finais são eloquentes: 10-0 em remates à baliza! Frente a um adversário que, três dias antes, empatara com o Real Madrid (para o campeonato espanhol), o Benfica demonstrou insuspeita superioridade em todos os capítulos do jogo, numa noite de “gala”.







