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Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Barcelona - Manchester City 2-1 2-0 4-1 Manchester United - Olympiakos 3-0 0-2 3-2 At. Madrid - AC Milan 4-1 1-0 5-1 Paris St.-Germain - B. Leverkusen 2-1 4-0 6-1 Chelsea - Galatasaray 2-0 1-1 3-1 Real Madrid - Schalke 04 3-1 6-1 9-2 Borussia Dortmund - Zenit 1-2 4-2 5-4 Bayern München - Arsenal 1-1 2-0 3-1
Os oito vencedores da fase de grupos acabaram por garantir o apuramento para os 1/4 Final, depois da boa reviravolta operada pelo Manchester United ao resultado negativo que averbara em Atenas, graças a um hat-trick de van Persie.
Teremos portanto os seguintes contingentes: Espanha (3) – Barcelona, At. Madrid e Real Madrid; Alemanha (2) – Borussia Dortmund e Bayern; Inglaterra (2) – Manchester United e Chelsea; França (1) – Paris St.-Germain. Quer a Alemanha, quer a Inglaterra perderam duas equipas nos 1/8 Final; sendo ainda de notar que a Itália ficou também sem representação na prova.
Liga Europa – 1/8 Final (1ª mão) – Tottenham – Benfica
Tottenham – Hugo Lloris, Kyle Walker (76m – Danny Rose), Younès Kaboul, Jan Vertonghen, Kyle Naughton, Aaron Lennon, Paulinho, Sandro (82m – Nabil Bentaleb), Christian Eriksen, Harry Kane (75m – Roberto Soldado) e Emmanuel Adebayor
Benfica – Jan Oblak, Sílvio, Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Ljubomir Fejsa, Lazar Marković, Rúben Amorim, Miralem Sulejmani (65m – Enzo Pérez), Rodrigo (87m – Lima) e Óscar Cardozo (66m – Nico Gaitán)
0-1 – Rodrigo – 30m
0-2 – Luisão – 58m
1-2 – Eriksen – 64m
1-3 – Luisão – 84m
Cartões amarelos – Sandro (9m) e Jan Vertonghen (81m); Sílvio (63m) e Rúben Amorim (81m)
Árbitro – Jonas Eriksson (Suécia)
Cerca de 52 anos depois da vitória nas 1/2 Finais da Taça dos Campeões Europeus, que proporcionou ao clube português o acesso à sua primeira Final nessa competição (que viria a vencer, frente ao Real Madrid, sagrando-se assim Campeão Europeu), o Benfica voltou hoje a defrontar a equipa do Tottenham, num regresso às grandes “noites europeias”, em que construiu e cimentou a sua glória, impondo-se, em pleno White Hart Lane, por categórica margem de 3-1 (que, inclusivamente, podia ter ainda ampliado, precisamente no derradeiro lance do desafio).
Uma equipa personalizada, com um grupo formando um verdadeiro colectivo, em que praticamente não se faz sentir a rotação de jogadores que o técnico Jorge Jesus vem colocando em prática (alinhando, de início, por exemplo, com Sílvio, na lateral direita, Rúben Amorim – que se viria a cotar com uma das principais figuras, com duas assistências para golo -, Sulejmani, ou o regressado Óscar Cardozo; e, desta forma, “poupando” Maxi Pereira, Enzo Pérez, Nico Gaitán ou Lima), o grande destaque vai para a solidariedade entre todos os jogadores, a par da invulgar proeza de Luisão, um defesa central a bisar, com dois golos de belo efeito.
Um magnífico resultado, que faz recordar um outro, precisamente pela mesma marca, obtido na época de 1991-92, igualmente em Londres, no terreno do Arsenal, e que, salvo um “cataclismo”, coloca o Benfica com “pé e meio” na eliminatória seguinte. Em Lisboa, bastará gerir a preciosa vantagem adquirida esta noite.
Denotando boa atitude desde início, num jogo bastante movimentado, em toada de parada e resposta, com o Tottenham a procurar a iniciativa do jogo, mas o Benfica a corresponder, acabaria por não surpreender o primeiro golo, à passagem da meia hora, numa excelente execução técnica de Rodrigo, a desmarcar-se em corrida, a partir da linha de meio-campo, e, ao aproximar-se da zona de acção do guarda-redes, a fazer a bola desferir uma trajectória, como que contornando o guardião adversário, para o poste mais distante, sem hipóteses.
No segundo tempo, o cariz do jogo não se alteraria significativamente, com a equipa portuguesa confiante, e a chegar mesmo ao 2-0, na sequência de um canto – após magnífica defesa de Lloris, a evitar o golo de Rúben Amorim -, em que Luisão, oportuno, surgiu a desviar de cabeça, inapelavelmente, para o fundo das redes.
O Tottenham procuraria reagir e, pouco depois, na sequência de um livre directo, próximo da grande área, o dinamarquês Eriksen, com uma execução perfeita, reduziu a desvantagem, dando ânimo à sua equipa, que, nos minutos imediatos, procurou carregar mais, em busca do tento da igualdade.
Mas a formação portuguesa rapidamente se recomporia, e, já depois de um primeiro remate, que o guardião francês, susteve com dificuldade, Luisão “encheu o pé” e disparou um remate fulminante, também sem hipótese de defesa, fixando o 3-1 final (que, conforme referido, poderia ter sido ainda dilatado no último lance do desafio).
Uma excelente exibição, de uma equipa confiante em si própria, a juntar mais uma noite de glória ao seu palmarés.
Liga Europa – 1/8 Final (1ª mão)
AZ – Anzhi – 1-0
Ludogorets – Valencia – 0-3
FC Porto – Napoli – 1-0
Lyon – Viktoria Plzen – 4-1
Sevilla – Betis – 0-2
Tottenham – Benfica – 1-3
Basel – Salzburg – 0-0
Juventus – Fiorentina – 1-1
Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Barcelona - Manchester City 2-1 2-0 4-1 Manchester United - Olympiakos --- 0-2 --- At. Madrid - AC Milan 4-1 1-0 5-1 Paris St.-Germain - B. Leverkusen 2-1 4-0 6-1 Chelsea - Galatasaray --- 1-1 --- Real Madrid - Schalke 04 --- 6-1 --- Borussia Dortmund - Zenit --- 4-2 --- Bayern München - Arsenal 1-1 2-0 3-1
Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão) – Benfica – PAOK
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, Sílvio, Rúben Amorim, Eduardo Salvio (60m – Lazar Marković), Filip Đjuričić (79m – Rodrigo), Nico Gaitán, André Gomes e Óscar Cardozo (60m – Lima)
PAOK – Panagiotis Glykos, Stelios Kitsiou, Kostas Katsouranis, Juan Insaurralde, Lino, Ergys Kaçe, Hedwiges Maduro, Lucas Martínez (74m – Zvonimir Vukić), Costin Lazăr, Sekou Oliseh (45m – Miroslav Stoch) (83m – Sotiris Ninis) e Stefanos Athanasiadis
1-0 – Nico Gaitán – 70m
2-0 – Lima (pen.) – 78m
3-0 – Lazar Marković – 79m
Cartões amarelos – Stelios Kitsiou (40m); Sílvio (76m)
Cartão vermelho – Kostas Katsouranis (69m)
Árbitro – Szymon Marciniak (Polónia)
Uma vitória por margem folgada do Benfica, que não traduz as dificuldades que a equipa portuguesa experimentou, sem grandes oportunidades de golo ao longo de toda a primeira parte (apenas um potente remate de Cardozo, a que o guardião contrário correspondeu de forma espectacular), e tendo então passado por um susto, quando Artur, numa deficiente intervenção, apenas à segunda conseguiu deter a marcha da bola, evitando, praticamente em cima da linha de golo, que os gregos se tivessem adiantado.
No segundo tempo, a toada de jogo não se alterou muito, com o Benfica a assumir sempre as “despesas”, controlando o jogo, e procurando construir lances ofensivos.
Mas a incerteza no desfecho do resultado, e, por consequência da eliminatória – apesar de tudo “presa” por um fio algo ténue, de um único golo de vantagem, alcançada na Grécia – prolongar-se-ia, até aos 70 minutos. Só nos derradeiros vinte minutos, jogando contra dez, o Benfica construiria então a tal vantagem folgada, de três golos.
Tudo começou com a falta grosseira de Katsouranis, praticamente em cima da área, na zona frontal, que lhe custou a expulsão por cartão vermelho directo. Na sequência do correspondente livre directo, Nico Gaitán, com uma execução perfeita – uma espécie de “Panenka”, num remate em “folha seca”, a fazer a bola passar por sobre a barreira -, abria o activo e conferia à equipa portuguesa a (definitiva) tranquilidade que há tanto tempo buscava.
Poucos minutos depois, uma mão na bola em plena área, originaria uma grande penalidade, que Lima, com segurança, converteu no segundo golo. E, no minuto imediato, aproveitando mais uma falha da equipa grega, Marković, obteria mais um golo de belo efeito, selando uma goleada (4-0 no conjunto das duas mãos).
Uma bela homenagem ao “velho Capitão”, Senhor Mário Coluna, anteontem desaparecido.
O “segredo” desta eliminatória acabou por estar na solidez defensiva do Benfica, que praticamente não concedeu qualquer oportunidade de golo ao adversário.
Um aspecto a preservar, no contexto da difícil concorrência que o clube defrontará na próxima eliminatória, a equipa inglesa do Tottenham.
Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Tottenham - Dnipro 3-1 0-1 3-2 Rubin Kazan - Betis 0-2 1-1 1-3 Napoli - Swansea 3-1 0-0 3-1 Trabzonspor - Juventus 0-2 0-2 0-4 Sevilla - Maribor 2-1 2-2 4-3 Shakhtar Donetsk - Viktoria Plzen 1-2 1-1 2-3 Lyon - Chernomorets Odessa 1-0 0-0 1-0 Ludogorets - Lazio 3-3 1-0 4-3 Fiorentina - Esbjerg 1-1 3-1 4-2 Salzburg - Ajax 3-1 3-0 6-1 Basel - Maccabi Tel-Aviv 3-0 0-0 3-0 E. Frankfurt - FC Porto 3-3 2-2 5-5 Genk - Anzhi 0-2 0-0 0-2 Valencia - D. Kyiv 0-0 2-0 2-0 Benfica - PAOK 3-0 1-0 4-0 AZ - Slovan Liberec 1-1 1-0 2-1
As duas equipas portuguesas conseguiram garantir o apuramento, de forma mais folgada o Benfica, mais “à tangente” o FC Porto, numa eliminatória algo esquisita, em que, em ambos os jogos, as equipas da casa desperdiçaram vantagem de 2-0 de que chegaram a dispor, permitindo aos adversários igualar a dois golos; sendo que, em Frankfurt, a equipa da casa chegaria ainda a nova vantagem (3-2), antes de conceder o tento decisivo a quatro minutos do final.
De entre os apurados, destaque para os contingentes espanhol (Valencia, Sevilla e Betis) e italiano (Juventus, Napoli e Fiorentina – que perdeu, nesta eliminatória, a Lazio), seguindo-se Portugal (único país com 2 clubes), para além de 8 outros países com apenas um representante cada (Inglaterra, França, Holanda, Rússia, Bulgária, R. Checa, Suíça e Áustria). De assinalar a ausência de clubes da Alemanha; por outro lado, houve uma razia completa nas equipas da Ucrânia (país, que a par da Itália, registava maior representação nesta eliminatória), com a eliminação de Chernomorets Odessa, Dnipro, D. Kyiv e Shakhtar Donetsk.
Dos clubes que transitaram da Liga dos Campeões mantêm-se em prova seis (Juventus, Benfica, Viktoria Plzeň, Basel, Napoli e FC Porto), apenas tendo sido afastados Shakhtar Donetsk e Ajax. Por seu lado, dos 12 vencedores da fase de grupos, prosseguem na competição Valencia, Ludogorets, Salzburg, Fiorentina, Sevilla, Lyon, Tottenham e AZ (apenas o Rubin Kazan, E. Frankfurt, Genk e Trabzonspor foram eliminados); os restantes dois apurados (Betis e Anzhi) tinham terminado a fase de grupos no 2.º lugar, respectivamente atrás de Lyon (grupo em que participou o V. Guimarães) e Tottenham.
Os encontros dos 1/8 Final, a disputar já nos próximos dias 13 e 20 de Março, têm o seguinte alinhamento:
AZ – Anzhi
Ludogorets – Valencia
FC Porto – Napoli
Lyon – Viktoria Plzen
Sevilla – Betis
Tottenham – Benfica
Basel – Salzburg
Juventus – Fiorentina
Destaque para o escaldante duelo entre os grandes rivais Sevilla e Betis, assim como para o confronto italiano, entre Juventus e Fiorentina, com as equipas portuguesas a defrontar adversários bastante poderosos, que implicarão uma necessidade de superação em ordem a permitir avançar na competição.
Liga dos Campeões – 1/8 Final (1ª mão)
18.02.2013 – Manchester City – Barcelona – 0-2
25.02.2013 – Olympiakos – Manchester United – 2-0
19.02.2013 – AC Milan – At. Madrid – 0-1
18.02.2013 – Bayer Leverkusen – Paris St.-Germain – 0-4
26.02.2013 – Galatasaray – Chelsea – 1-1
26.02.2013 – Schalke 04 – Real Madrid – 1-6
25.02.2013 – Zenit – Borussia Dortmund – 2-4
19.02.2013 – Arsenal – Bayern München – 0-2
Seis vitórias e um empate, a par de uma única derrota (do Manchester United, em Atenas), com um score global de 20-6 (!) – traduzindo uma tão inequívoca como imprevista superioridade (por tão flagrante) dos vencedores de grupos -, deixa as equipas que jogaram em terreno alheio nesta primeira mão, praticamente todas, à beira do apuramento para os 1/4 Final. Salvo maiores surpresas, das equipas que agora actuaram em casa, apenas o Olympiakos parece ter aspirações a, na segunda mão, em Manchester, confirmar tal apuramento.
Adeus, “Capitão”
Obrigado, “Senhor Coluna”!
Ao longo de 16 épocas (de 1954 a 1970), Mário Coluna disputou 525 jogos aos serviço do Benfica, tendo marcado 127 golos. Foi capitão de equipa, de 1963 a 1070. Conquistou 19 títulos (jogador com mais conquistas ao serviço do clube): 2 vezes Campeão Europeu (1960-61 e 1961-62); 10 vezes Campeão Nacional (1954-55, 1956-57, 1959-60, 1960-61, 1962-63, 1963-64, 1964-65, 1966-67, 1967-68, 1968-69); 7 Taças de Portugal.
Foi internacional pela “Selecção A” de Portugal – que capitaneou no “Mundial de 1966”, em Inglaterra, obtendo o 3.º lugar – por 57 vezes, tendo marcado 8 golos.
EURO 2016 – Sorteio da Fase de Qualificação
Realizou-se hoje, em Nice, o sorteio da Fase de Qualificação para o Campeonato da Europa de Futebol de 2016, cuja fase final será disputada em França. É a seguinte a constituição dos Grupos:
Grupo A Grupo B Grupo C Holanda Bósnia-Herzegovina Espanha R. Checa Bélgica Ucrânia Turquia Israel Eslováquia Letónia P. Gales Bielorrússia Islândia Chipre Macedónia Cazaquistão Andorra Luxemburgo Grupo D Grupo E Grupo F Alemanha Inglaterra Grécia Irlanda Suíça Hungria Polónia Eslovénia Roménia Escócia Estónia Finlândia Geórgia Lituânia I. Norte Gibraltar S. Marino I. Faroé Grupo G Grupo H Grupo I Rússia Itália Portugal Suécia Croácia Dinamarca Áustria Noruega Sérvia Montenegro Bulgária Arménia Moldávia Azerbaijão Albânia Liechtenstein Malta
Portugal – beneficiando do seu estatuto de “cabeça-de-série” – vê-se enquadrado num Grupo, em que terá como principais adversários a Dinamarca e a Sérvia, necessitando de justificar o seu favoritismo, para garantir o apuramento.
Com a fase final da prova a ter – numa estreia na história da competição -, um total de 24 países participantes, serão portanto apurados os 2 primeiros classificados de cada Grupo, assim como o melhor dos 3.º classificados, e, ainda outros 4 dos restantes 3.º (em sistema de play-off).
Liga Europa – 1/16 Final (1ª mão) – PAOK – Benfica
PAOK – Panagiotis Glykos, Stelios Kitsiou, Kostas Katsouranis, Juan Insaurralde, Lino, Ergys Kaçe, Hedwiges Maduro, Sotiris Ninis (63m – Lucas Martínez), Costin Lazăr (82m – Dimitris Salpingidis), Sekou Oliseh (76m – Miroslav Stoch) e Stefanos Athanasiadis
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Sílvio, Rúben Amorim, Filip Đjuričić, André Gomes (66m – Lazar Marković), Enzo Pérez (63m – Ljubomir Fejsa), Miralem Sulejmani (76m – Eduardo Salvio) e Lima
0-1 – Lima – 59m
Cartões amarelos – Ergys Kaçe (5m), Costin Lazăr (27m); Hedwiges Maduro (54m) e Miroslav Stoch (85m); André Gomes (45m)
Árbitro – Wolfgang Stark (Alemanha)
Colocando em marcha um plano de “rotatividade” nos antípodas do que praticara em anos anteriores, o treinador benfiquista, Jorge Jesus, terá pensado sobretudo em preservar a segurança defensiva, visando trazer a definição do desfecho da eliminatória para a 2.ª mão, no Estádio da Luz.
Embora sem que a equipa tivesse assumido, de forma decidida, uma toada ofensiva, o Benfica evidenciaria a sua superioridade, acabando por vencer mesmo em Salónica, vantagem importante para a definição do apuramento, mas que não é de modo a permitir quebras de concentração. A jogar em casa, a equipa portuguesa terá de enfrentar a partida da 2.ª mão com o fito de obter nova vitória, forma mais segura de garantir o precioso avanço alcançado na Grécia.




