Posts filed under ‘Cultura, Artes e Letras’

"O CADERNO VERMELHO"

“Paul Auster tem mesmo um caderno vermelho, onde desde há anos regista os acontecimentos bizarros, as coincidências, os factos estranhos e outras inverosimilhanças de que algum dia tenha sido vítima, confidente ou testemunha. Em relatos de escassas páginas, por vezes mesmo de escassos parágrafos, podemos ler aqui, retiradas desse caderno, treze histórias arquibreves onde o autor se revela um coleccionador apaixonado (e algo inquieto) dos bons e dos maus momentos que a realidade lhe reservou. (…) Eis pois, ao dispor dos conhecedores, um caderno verdadeiro que é, ao mesmo tempo, uma fascinante miniatura do universo austeriano”.

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14 Julho, 2003 at 7:57 am

"A TRILOGIA DE NOVA IORQUE"

“O livro mais emblemático de Paul Auster: três fascinantes histórias de mistério, centradas no submundo da grande cidade norte-americana, em que o leitor, tal como os personagens, se torna prisioneiro dos irresistíveis enredos, dos puzzles alucinantes, em que o autor é mestre incontestado. Cidade de vidro, Fantasmas e O Quarto Fechado constituem os três andamentos de uma sinfonia única, em que Paul Auster comprova por que é hoje considerado um dos grandes nomes da literatura de língua inglesa”.

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13 Julho, 2003 at 6:45 pm

O MEU PÉ DE LARANJA LIMA

Pronto! 

Para remediar a falha (mais uma absolutamente imperdoável) do José Mauro de Vasconcelos, não me resta outra solução senão apresentar alguns dos mais belos extractos de uma das obras-primas da literatura universal: “O Meu Pé de Laranja Lima” (de 1968, praticamente minha contemporânea…). 

Nos próximos dias… Porque haverá muita gente que não teve o privilégio de conhecer esta terna história de amizade… A seguir aos livros do Paul Auster…

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12 Julho, 2003 at 8:33 am 2 comentários

PAUL AUSTER

Nos próximos dias – porque a sua qualidade literária o exige –, terei como tema, numa série de 8 textos (um “mini-ciclo Paul Auster”), a referência a algumas das obras mais importantes de um dos mais consagrados escritores norte-americanos da actualidade e, claro, uma das minhas maiores preferências. 

Assim, sucessivamente, apresentarei breves “abstracts” (pelos editores, “com a devida vénia”) dos seguintes livros (cuja leitura integral recomendo vivamente): “A Trilogia de Nova Iorque”, “O Caderno Vermelho” (incluindo um capítulo do livro!), “Lulu on the Bridge”, “Leviathan”, “Mr. Vertigo”, “Timbuktu” e, por fim, da sua obra mais recente, “O Livro das Ilusões”. 

Nome cimeiro da literatura norte-americana, Paul Auster nasceu em 1947, tendo residido quatro anos em França antes de se radicar em Nova Iorque. 

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11 Julho, 2003 at 7:58 am

"THE AGE OF INNOCENCE"

Depois de ontem à noite, é inevitável recordar “Os Amigos de Alex” (quem se lembra do filme, perceberá concerteza). Mas esta não é a memória ideal que desejo conservar hoje. 

Aproveitando também o “flash-back”, o filme que preferiria guardar na memória do dia de hoje seria “A Idade da Inocência” (de Martin Scorcese), o esplendor do cinema, com os seus faustosos banquetes e salões de dança – a beleza em movimento, também com a deslumbrante Michelle Pfeiffer (bem acompanhada por Daniel Day Lewis e Winona Ryder).

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10 Julho, 2003 at 7:41 am

MIA COUTO

Porque é preciso continuar… É preciso recomeçar sempre… (Este era o texto que tinha preparado para ontem…). 

Prosseguindo na divulgação dos melhores, uma referência especial para Mia Couto, uma personalidade cativante, com uma escrita muito própria; é também “uma delícia” ouvi-lo! Uma serenidade e lucidez extremas…

Mia Couto nasceu na Beira, Moçambique, em 1955. Foi jornalista. É professor, biólogo, escritor. 

Aqui destaco duas das suas principais obras, a não perder: 

“Terra Sonâmbula” – Romance, tendo como envolvente de fundo a guerra em Moçambique, da qual traça um quadro de um realismo forte e brutal. Num cenário de pesadelo, cruzam-se personagens, por vezes com uma dimensão mítica, oscilando entre o desespero e uma esperança que recusam perder. Terra Sonâmbula é um romance admirável, tendo sido nomeado como um dos doze melhores livros africanos do século XX

“Um Rio Chamado Tempo, Uma Casa Chamada Terra” – A história de um estudante universitário, regressado à sua ilha-natal para participar no funeral do avô. Enquanto aguarda a cerimónia, vai testemunhando estranhas visitações na forma de pessoas e de cartas que lhe chegam do outro lado do mundo, levando-o a redescobrir uma outra história para a sua própria vida e para a da sua terra. Um relato das extraordinárias peripécias que envolvem o funeral, retratando paralelamente o conflito vivido por uma elite culturalmente afastada da generalidade do povo, de característica predominantemente rural. 

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9 Julho, 2003 at 7:46 pm

“A TRETA CONTINUA”

(Com os “impagáveis” António Feio e José Pedro Gomes) – no Coliseu, em Lisboa, a partir de hoje. Só para lembrar…

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8 Julho, 2003 at 7:55 am

"FATIAS DE CÁ"

Ainda a propósito de Tomar, mais um espectáculo a não perder: o “Fatias de Cá”, companhia de teatro, cujo nome se inspira no doce conventual local “Fatias de Tomar”, criada em 1979, a qual vem contribuindo para tornar Tomar numa cidade de referência a nível cultural. 

Nestes mais de 20 anos de vida, o Fatias de Cá estreou cerca de 30 espectáculos, desde Karl Valentim a Choderlos de LacIos, passando por Dario Fo, Frati, Gil Vicente, Yourcenar, Shakespeare, Lorca, Mozart, Plauto e Ayckboum e participou em Festivais de Teatro por todo o mundo. 

Actualmente composto por cerca de 80 membros, tem-se expandido numa perspectiva regional, desenvolvendo trabalho teatral em duas vertentes: amadora (você próprio pode inscrever-se para participar numa peça de teatro do “Fatias de Cá” como actor!) e profissional. 

O “Fatias de Cá” caracteriza-se também pela utilização de uma forma interactiva do património construído (por exemplo, com diferentes cenas, a decorrer em simultâneo, em diversas salas do Convento de Cristo, cabendo ao espectador seleccionar aquelas que pretende acompanhar …) e paisagístico (nomeadamente na Mata dos Sete Montes, em Tomar, em que o público vai acompanhando os actores, em sucessivas cenas, ao longo da mata …) – qualquer descrição que possa ser feita, ficará sempre aquém da participação que o leitor poderá “vivenciar”! 

Para conhecer os calendários de actuações e peças em representação, poderão dirigir-se ao Posto de Turismo em Tomar (ou consultar a net …). 

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5 Julho, 2003 at 12:55 pm

ADEUS, AUGUSTO ABELAIRA. ATÉ SEMPRE!

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5 Julho, 2003 at 10:27 am

P. S. – EQUADOR

Estou muito satisfeito com o meu “blogue”!… Então, não é que há uma entrada (visita ao “blogue”) resultado de uma pesquisa por “Miguel” + “Sousa” + “Tavares” + “Equador”??? (Espero que o meu texto tenha sido convincente, caso o “pesquisador” tivesse dúvidas sobre comprar ou não o livro…).

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4 Julho, 2003 at 7:26 pm

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