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FESTA DOS TABULEIROS – 2007

(via http://www.tabuleiros.org/)
Programa para 08.07.07
– Procissão das Coroas e Pendões do Espírito Santo – Cidade, 9h15
– Cortejo dos Tabuleiros – Cidade, 16h00
– “Enfim a Festa – evocação a Nini Ferreira” – Canto Firme – Cine-Teatro Paraíso, 21h30
– Jantar com Mozart – Antónus – Convento de Cristo
– Quim Barreiros – Praça junto ao Estádio Municipal, 22h00
– Arraial popular – Jardim da Várzea Pequena, 22h00
– Espectáculo Piromusical – Zona Desportiva / Junto ao rio, 24h00
Programa para 09.07.07
– Distribuição do Bodo – Cidade, 10h00
– Espectáculo de encerramento – Quinta do Bill – Praça junto ao Estádio Municipal, 22h00
FESTA DOS TABULEIROS – CARTAZ 2007

(via http://www.tabuleiros.org/)
Programa para 07.07.07
– Cortejos parciais dos Tabuleiros – 10h00
– Abertura da Exposição dos Tabuleiros – Mata Nacional Sete Montes, 13h00
– Cortejo dos Jogos Populares – Cidade, 14h30
– Final dos Jogos Populares – Parque de Campismo, 15h00
– Banda de Ourém – Cine-Teatro Paraíso, 17h00
– Banda de Sopros Holandeses – Canto Firme – Praça da República, 22h00
– Da Weasel – Praça junto ao Estádio Municipal, 22h00
– Arraial popular – Jardim da Várzea Pequena, 22h00
– Espectáculo Pirotécnico – Zona Desportiva / Junto ao rio, 24h00
FESTA DOS TABULEIROS – CARTAZ 2003

(via http://www.tabuleiros.org/)
Programa para 06.07.07
– Cortejos do Mordomo – 18h00
– Concertos de fim de tarde – Canto Firme – Salão Cine-Teatro Paraíso, 18h30
– Sonho de Uma Noite de Verão – Fatias de Cá – Mata Nacional Sete Montes, 19h19
– Inauguração das Ruas Populares Ornamentadas, 20h30
– Tuna Templária – Cidade, 20h30
– “Enfim a Festa – evocação a Nini Ferreira” – Canto Firme – Salão Cine-Teatro Paraíso, 21h30
– Arraial popular – Jardim da Várzea Pequena, 22h00
FESTA DOS TABULEIROS – CARTAZ 1956

(via http://www.tabuleiros.org/)
Programa para 05.07.07
– Fórum do Espírito Santo – GACC – Casa dos Cubos, manhã e tarde
– Concertos de fim de tarde – Canto Firme – Salão Cine-Teatro Paraíso, 18h30
– Sonho de Uma Noite de Verão – Fatias de Cá – Mata Nacional Sete Montes, 19h19
– Tomar a Dançar – Grupo de Danças de Salão da Nabantina – Salão da Nabantina, 21h00
– “Enfim a Festa – evocação a Nini Ferreira” – Canto Firme – Cine-Teatro Paraíso, 21h30
– Banda de Sopros Holandesa – Canto Firme – Praça da República, 22h00
– Arraial popular – Jardim da Várzea Pequena, 20h00
FESTA DOS TABULEIROS – CARTAZ 1953

(via http://www.tabuleiros.org/)
Programa para 04.07.07
– Concertos de fim de tarde – Canto Firme – Salão Cine-Teatro Paraíso, 18h30
– Sonho de Uma Noite de Verão – Fatias de Cá – Mata Nacional Sete Montes, 19h19
– “Enfim a Festa – evocação a Nini Ferreira” – Canto Firme – Cine-Teatro Paraíso, 21h30
FESTA DOS TABULEIROS – CARTAZ 1950

(via http://www.tabuleiros.org/)
Programa para 03.07.07
– Concertos de Fim de Tarde – Canto Firme – Salão Cine-Teatro Paraíso, 18h30
– Sonho de Uma Noite de Verão – Fatias de Cá – Mata Nacional Sete Montes, 19h19
– Contraponto – Zona Desportiva – 22h30
– “Enfim a Festa – evocação a Nini Ferreira” – Canto Firme – Cine-Teatro Paraíso, 21h30
– Arraial popular – Jardim da Várzea Pequena, 20h00
FESTA DOS TABULEIROS – CARTAZ 1929

(via http://www.tabuleiros.org/)
Programa para 02.07.07
– Concertos de Fim de Tarde – Canto Firme – Salão Cine-Teatro Paraíso, 18h30
– Sonho de Uma Noite de Verão – Fatias de Cá – Mata Nacional Sete Montes, 19h19
– Splash – Teatro Regional da Serra de Montemuro – Praça da República, 22h00
– Arraial popular – Jardim da Várzea Pequena, 20h00
ENCOMPASSING THE GLOBE: PORTUGAL AND THE WORLD IN THE 16TH AND 17TH CENTURIES
Estará patente – a partir de hoje e até ao próximo dia 16 de Setembro – na Arthur M. Sackler Gallery e no Museu Nacional de Arte Africana, em Washington (EUA), exposição promovida pela Smithsonian Institution (a maior jamais realizada por esta instituição) a propósito dos Descobrimentos portugueses.
Uma mostra com cerca de 300 objectos originários de cada uma das culturas contactadas pelas primeiras rotas comerciais de Portugal, desde o Brasil à China, passando pelo Golfo Pérsico, África, Índia, Sri Lanka, Indonésia e Japão.
Esta iniciativa compreende ainda um ciclo de cinema, conferências e outros espectáculos.
Pode saber mais nas seguintes páginas:
CONVENTO DE CRISTO (V)
“Guarda-se o melhor para o fim e o Claustro de D. João III (também conhecido por Claustro Principal ou dos Filipes – foi aqui que Filipe II de Espanha foi coroado Filipe I de Portugal) é considerada uma das obras-primas do Renascimento europeu. Projectado por Diogo de Torralva, o claustro foi concebido pela urgência de uma passagem digna entre a igreja e o dormitório dos frades e ficou concluído em 1562.
Para que a visita seja completa falta apenas desfrutar da paisagem envolvente (e descansar as pernas depois de uma extenuante exploração) antes de voltar a atravessar o portal que espera por se encerrar. Das ameias do castelo, pode admirar-se Tomar e a Mata dos Sete Montes, nome herdado pelas sete colinas que vigiam a área florestal.”
“Público”, suplemento “Fugas” (série “Lugares Mágicos de Portugal”), 30 de Dezembro de 2006 – texto de Carla B. Ribeiro
CONVENTO DE CRISTO (IV)
“No interior impõe-se a visita aos claustros da Lavagem, onde se procedia aos trabalhos de limpeza e manutenção das roupas dos monges, e o do cemitério, onde se encontram sepultados os habitantes do antigo convento, como é o caso de Diogo da Gama, irmão de Vasco da Gama e embaixador de D. Manuel I em Roma em 1502.
Seguem-se o Claustro da Hospedaria, com quatro galerias com arcadas duplas, separadas por contrafortes, onde o convento albergava os seus convidados ou os caminheiros em viagem. Também voltada para a rua estava o Claustro da Micha, com quatro alas abertas para o pátio por arcos plenos geminados e em asa de cesto, onde se distribuía alimento aos pobres. Mais recatado, o Claustro de Santa Bárbara, de pequenas dimensões, é ofuscado pela Janela do Capítulo. Daqui para chegar ao Claustro dos Corvos – estrutura quadrangular, com duas galerias de dupla arcada, separadas por contrafortes – passa-se pelos velhos açougue, cozinha, forno, casa de lenha e refeitório. Há ainda para descobrir o calefatório, onde se refugiavam os mais friorentos no pico do Inverno, e o das necessárias, com os anexos sanitários.”
“Público”, suplemento “Fugas” (série “Lugares Mágicos de Portugal”), 30 de Dezembro de 2006 – texto de Carla B. Ribeiro



