Para o período de férias, uma interessante série no El País, sobre a origem dos nomes das nações sul-americanas, no ano em que se comemora o bi-centenário das primeiras independências
A Alma Mater – Biblioteca Digital de Fundo Antigo da Universidade de Coimbra, recentemente lançada, disponibiliza a pesquisa dos documentos digitais existentes nas bibliotecas da Universidade, possibilitando a consulta em pormenor de cada um desses documentos, nomeadamente livros antigos, manuscritos, cartas, fotografias e desenhos. Agrega um vasto acervo, constituído por cerca de quatro mil documentos, publicados na sua maioria antes de 1940, aos quais correspondem perto de 500 mil imagens.
A maestrina portuguesa Joana Carneiro foi distinguida com o prémio Helen M. Thompson (criado em 1981 para celebrar a vida e a obra de Helen M. Thompson, que promoveu a orquestra sinfónica nos EUA), pela sua actividade na direcção da Berkeley Simphony, que exerce apenas desde o início da temporada de 2009-10.
A Liga das Orquestras Americanas justificou a atribuição do prémio pelo reconhecimento do «empenho de Joana Carneiro em alargar a comunidade base da Berkeley Simphony e a tradição da orquestra, ao apresentar trabalhos de compositores do nosso tempo», sublinhando ainda que «em apenas uma época, o talento excepcional de Joana Carneiro inspirou os músicos da Berkeley Simphony e aumentou a qualidade do seu desempenho».
Natural da aldeia de Azinhaga (concelho da Golegã), onde nasceu a 16 de Novembro de 1922, José Saramago, Prémio Nobel da Literatura em 1998, e também distinguido com o “Prémio Camões” (em 1995), faleceuhoje, aos 87 anos, na ilha de Lanzarote (Canárias), em Espanha, onde residia há vários anos.
Escritor tardio (não obstante ter publicado o primeiro livro, “Terra do Pecado”, em 1947), da sua obra destacam-se os romances: Manual de Pintura e Caligrafia (1977), Levantado do Chão (1980), Memorial do Convento (1982), O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984), A Jangada de Pedra (1986), História do Cerco de Lisboa (1989), O Evangelho Segundo Jesus Cristo (1991), Ensaio Sobre a Cegueira (1995), Todos os Nomes (1997), Ensaio Sobre a Lucidez (2004), As Intermitências da Morte (2005), A Viagem do Elefante (2008) e Caim (2009).
A Fundação Francisco Manuel dos Santos promove a publicação de uma colecção de ensaios, textos breves sobre os mais diversos problemas contemporâneos, com especial incidência na realidade portuguesa, tendo por grandes objectivos programáticos: conhecer Portugal, pensar o País e contribuir para a identificação e a resolução dos grandes problemas nacionais, assim como promover o debate público.
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