LEONARDO (II)
Leonardo iniciou depois a produção de imagens para devoção privada, como “A Virgem com o Menino” (1475) e “A Virgem do Cravo” (1478).
Em 1480, trabalhava já para Lourenço de Médicis, no Jardim da Praça de São Marcos; em 1482, transferiu-se para Milão, onde viveria até 1499. Lourenço enviara-o à corte de Ludovico Sforza, apresentando-se Leonardo ao duque como autor de instrumentos de guerra e inventor secreto, mas também como artista, projectista de edifícios, escultor em pedra e bronze, pintor e até engenheiro hidráulico.
Entre 1482 e 1499, começou a receber várias encomendas de retratos; em 1483, começou os estudos para o cavalo do monumento a Sforza, mantendo-se não obstante concentrado na prática da pintura, como demonstra a mais precoce das suas obras-primas, a “Virgem dos Rochedos”.
Com “A Última Ceia” conseguiu uma das obras mais elogiadas e mitificadas de toda a história da pintura.
A propósito da “Última Ceia”, João Bénard da Costa publicou o seguinte texto no jornal “Público” de 14 de Novembro (ver também em “entrada estendida”).
[1464]
(more…)

Entretanto, em 1472, Leonardo já se encontrava inscrito na Compagnia di San Luca dos pintores florentinos, tendo iniciado nessa data “A Anunciação”, uma tela para o Convento de São Bartolomeo de Monteoliveto.



