Leonel Vicente
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Archive for the ‘Media e Comunicação’


San Francisco Panorama – Homenagem à imprensa escrita

A editora McSweeney’s (EUA) publicará brevemente uma edição especial do “San Francisco Panorama“, em homenagem à imprensa escrita, com cerca de 380 páginas, resultado da participação de mais de 150 colaboradores, visando apontar o caminho para a sobrevivência dos jornais em papel: edições de luxo, com design cuidado e conteúdos de qualidade, incluindo trabalhos de investigação.

(via 233grados.com)

New York Times – Innovation Portfolio


O New York Times apresenta o “Innovation Portfolio“, agregando algumas das suas melhores realizações a nível de infografia e de interactividade.

(via Journalism.co.uk)

diário2.com


Numa iniciativa de Paulo Querido, foi hoje lançado o diário2.com.

Ranking mundial de liberdade de imprensa

«It is disturbing to see European democracies such as France, Italy and Slovakia fall steadily in the rankings year after year» e «Europe should be setting an example as regards civil liberties. How can you condemn human rights violations abroad if you do not behave irreproachably at home?», são referências apontadas por Jean-François Julliard, secretário-geral da “Reporters Without Borders”.

No ranking recentemente publicado, a liderança é repartida por Dinamarca, Finlândia, Irlanda, Noruega e Suécia, sem qualquer ponto de penalização, seguidos de perto por Estónia, Holanda, Suíça e Islândia.

Nesta tabela, Portugal caíu da 16ª para a 30ª posição (8 pontos), a par da Costa Rica e Mali, mas, ainda assim, à frente de parceiros da União Europeia como a Grécia (35º lugar), Polónia e Eslovénia (37º), França (43º), Eslováquia e Espanha (44º), Itália (49º) ou Roménia (50º). Os EUA ascenderam da 36ª à 20ª posição.

Nos últimos anos, Portugal ocupou o seguinte lugar nesta hierarquia (desde 2002 a 2009), respectivamente: 7º / 28º / 25º / 23º / 10º / 8º / 16º / 30º.

A fechar a tabela de 2009, surgem nas últimas 10 posições (166ª a 175ª): Vietnam, Iémen, China, Laos, Cuba, Myanmar, Irão, Turquemenistão, Coreia do Norte e Eritreia.

Este índice avalia o estado da liberdade de imprensa, reflectindo o grau de liberdade que os jornalistas e meios de comunicação dispõem, assim como os esforços desenvolvidos pelas autoridades para respeitar e assegurar o respeito por essa liberdade.

O questionário de base leva em consideração a moldura legal aplicável aos órgãos de comunicação social (incluindo penalidades por ofensas à imprensa, a existência de monopólios estatais e como os media são regulados), assim como o nível de independência dos meios de comunicação públicos.

Avalia ainda o nível de auto-censura em cada país e a capacidade dos media para investigar e criticar.

Hemeroteca digital do ABC

Manifesto Internet: como o jornalismo funciona hoje. 17 constatações

Em resposta à “Declaração de Hamburgo”, um grupo de jornalistas alemães preparou o “Manifesto Internet“, rapidamente traduzido para vários idiomas, incluindo o português (trabalho de Pedro Teichgräber e Paulo Querido):

1. A Internet é diferente.
2. A Internet é um império dos media tamanho de bolso.
3. A Internet é a nossa sociedade é a Internet.
4. A liberdade da Internet é inviolável.
5. A Internet é a vitória da informação.
6. A Internet muda melhora o jornalismo.
7. A Internet requer gestão de ligações.
8. Ligações recompensam, citações enfeitam.
9. A Internet é um novo palco para o discurso político.
10. Hoje, liberdade de imprensa significa liberdade de opinião.
11. Mais é mais – não existe algo como demasiada informação.
12. A Tradição não é um modelo de negócio.
13. Os direitos de autor tornam-se um dever cívico na Internet.
14. A Internet tem muitas moedas.
15. O que está na Net fica na Net.
16. A qualidade permanece a mais importante das qualidades.
17. Tudo para todos.

(ver a versão detalhada, aqui)

«TVI: menos conjecturas e mais factos»

A tempestade levantada a propósito da suspensão do Jornal Nacional de Manuela Moura Guedes tem produzido muito ruído e não tem tido muita substância. Não faria mal algum esforço de reflexão (se é que isso interessa a alguém).

[...]

Dito isto, ocorrem-me perguntas sobre as quais gostaria de ver mais análise e, sobretudo, mais factos:

  • A quem interessa uma decisão como aquela que foi tomada, no momento em que foi tomada? Ao PS? Ao PSD? À TVI? A outros partidos? A outros canais? Aos cidadãos, em geral?
  • A avaliar pelos elementos disponíveis, que objectivos procurou atingir, para além do óbvio de liquidar o programa semanal?
  • Como se explica que se continue a insistir com a colagem da PRISA ao governo socialista espanhol e, por essa via, ao português, quando é conhecido, há largos meses, que a situação se alterou profundamente e que se criou um fosso entre as duas partes?
  • Existem sinais de que os jornalistas da TVI sejam constrangidos para não continuarem a fazer o seu trabalho, de acordo com o profissionalismo que lhes é exigido, nos vários jornais de que dispõem diariamente?
  • Quais são os actos que podem ser invocados para comprovar a imputada pressão governamental para calar aquele Jornal Nacional? [...]

(Manuel Pinto, no Jornalismo & Comunicação)

Jornal com maior tiragem no mundo

Dainik Jagran

Dainik Jagran – Actualmente o jornal com maior tiragem no mundo (17 milhões de exemplares) - via Webmanario

A Voz de Londres: Um olhar sobre a rádio na II Guerra Mundial


(Rádio Renascença – via Atrium)

If Man Walked on the Moon Today

Uma versão ficcionada pela Slate do que poderia ser a cobertura mediática da chegada do homem à Lua, se ela tivesse ocorrido, pela primeira vez, agora…

(via Certamente!)