A Hemeroteca de Lisboa apresenta, até ao próximo dia 20 de Março, uma mostra de jornais da cidade, desde os séculos XVIII ao XX, com informação detalhada sobre cada periódico. Esta exposição decorre em paralelo a um ciclo de conferências sob o mote: “Para a História do Jornalismo Lisboeta (Séculos XVIII – XX)”.
Estarão patentes exemplares da “Gazeta de Lisboa” (1715), do “Jornal Encyclopedico” (1820), assim como “A Cidade”, “Olisipo” ou “Avenida”, entre outras publicações.
A British Library disponibiliza online uma cronologia multimédia de acontecimentos históricos, desde a Idade Média até à actualidade, incluindo reproduções de textos (nomeadamente manuscritos de grandes figuras da História), imagens e sons.
Num projecto com o apoio da Microsoft, a British Library disponibilizará brevemente, por via digital, a consulta de mais de 65 mil obras de ficção do século XIX, já em regime de acesso livre, expirado o período de direitos de autor, 70 anos após a morte dos autores.
Prevê-se que esta iniciativa se venha a estender também a livros do início do século XX.
O Museu Nacional da Imprensa apresenta até final do ano, no Porto, uma exposição documental – inserida no programa oficial das Comemorações do Centenário da República – sobre os movimentos que levaram à queda da monarquia: “A República na Imprensa: do Porto a Lisboa”.
«Clint Eastwood é, mesmo quando lhe negam o estatuto de criador de obras-primas, o melhor, senão o maior, cineasta do nosso tempo» (“Um voo cego a nada” – Innersmile).
Um filme que retrata a reconciliação de um povo, promovida por um líder singular, Nelson Mandela (aqui personificado por via de uma estupenda interpretação de Morgan Freeman), repleto de momentos altos e marcantes, de que, curiosamente, retenho um em especial, de particular simbolismo: quando François Pienaar, o capitão da equipa sul-africana, faz a distribuição à família, não de três (para o pai, mãe e namorada), mas sim de quatro bilhetes para a grande final…
“Escrita, Memória, Arquivo” é o título do mais recente número da Revista de Comunicação e Linguagens, da Universidade Nova de Lisboa, compreendendo textos da autoria de Bernard Stiegler, Herman Parret, Maria Augusta Babo, José Afonso Furtado, Luís Lima, José Augusto Mourão, Porfírio Silva e Pedro U. Lima, António Fernando Cascais, António Guerreiro, José Manuel Bártolo, Maria João Baltazar, Inês Gil, Pedro de Andrade, entre outros.
Referência em particular para o texto de José Afonso Furtado, director da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, abordando uma teoria do documento, «associado a escrita e ao modo de fixar a memória».
A Biblioteca Municipal de Vila Real apresenta, desde dia 12, uma exposição sob o lema «Coisas que aparecem no meio dos livros», desde marcadores, a flores secas, passando por cartas, poemas, ou até postais ilustrados, deixados – ao longo de cerca de meio século – no meio dos livros consultados. Uma interessante ideia!
O Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, foi hoje distinguido com o Prémio Pessoa, concedido anualmente à pessoa de nacionalidade portuguesa que durante esse período – e na sequência de uma actividade anterior – tiver sido protagonista de uma intervenção particularmente relevante e inovadora na vida artística, literária ou científica do país.
«Em tempos difíceis como os que vivemos actualmente, D. Manuel Clemente é uma referência ética para a sociedade portuguesa no seu todo», considerou o júri do Prémio Pessoa.
D. Manuel Clemente, de 61 anos, antigo Bispo auxiliar de Lisboa, foi nomeado Bispo do Porto em Fevereiro de 2007. Licenciado em História e Teologia, doutorado em Teologia Histórica, é presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, exercendo também funções de docência de História da Igreja na Universidade Católica Portuguesa, instituição em que é igualmente Director do Centro de Estudos de História Religiosa.
Nas edições anteriores, foram premiados:
2008 – Carrilho da Graça (arquitecto)
2007 – Irene Pimentel (historiadora e investigadora)
2006 – António Câmara (professor catedrático, empresário e investigador)
2005 – Luís Miguel Cintra (actor e encenador)
2004 – Mário Cláudio (escritor)
2003 – José Gomes Canotilho (constitucionalista)
2002 – Manuel Sobrinho Simões (investigador)
2001 – João Bénard da Costa (crítico e historiador de cinema)
2000 – Emmanuel Nunes (compositor)
1999 – Manuel Alegre (poeta) e José Manuel Rodrigues (fotógrafo)
1998 – Eduardo Souto de Moura (arquitecto)
1997 – José Cardoso Pires (escritor)
1996 – João Lobo Antunes (neurocirurgião)
1995 – Vasco Graça Moura (ensaísta)
1994 – Herberto Hélder (poeta)
1993 – Fernando Gil (filósofo)
1992 – Hannah e António Damásio (neurocientistas)
1991 – Cláudio Torres (arqueólogo)
1990 – Menez (pintora)
1989 – Maria João Pires (pianista)
1988 – António Ramos Rosa (poeta)
1987 – José Mattoso (historiador)
“100 anos do futebol em Torres Novas” é o tema de uma exposição que estará patente na sala polivalente da Biblioteca Municipal local, a partir do próximo sábado, dia 28 de Novembro (inauguração pelas 17 horas).
A iniciativa visa assinalar a efeméride do primeiro jogo de futebol realizado em Torres Novas, corria o ano de 1909. Através de suporte documental, com destaque para a fotografia, a exposição ilustra os factos e as fases por que passou o desenvolvimento do futebol em Torres Novas desde o início do século XX, e inclui um conjunto de objectos ligados à história do jogo, como equipamentos e troféus antigos de clubes de Torres Novas, Riachos e Meia Via.
Presente na mostra estará também a camisola envergada por José Torres no jogo Portugal-Rússia do Mundial de 1966, em que o “bom gigante” marcou o golo que deu a vitória e o terceiro lugar aos “magriços”.
Acompanha ainda esta exposição – aberta ao público até 10 de Janeiro de 2010, no horário de funcionamento da biblioteca (até às 19h30 nos dias úteis; até às 17h30 aos sábados) – uma pequena mostra de livros de temática futebolística.
Era uma vez um navio da marinha real britânica com cerca de 27 metros de comprimento que entre 1826 e 1843 fez três grandes viagens para cartografar os mares do hemisfério sul – chamava-se Beagle. Na segunda dessas viagens embarcaram 74 tripulantes, entre os quais um jovem e entusiasta naturalista de 22 anos. Durante quatro anos, nove meses e cinco dias, entre 1831 e 1836, Charles Darwin viajou à volta do mundo no navio comandado pelo Capitão FitzRoy. Mas apenas um terço desse período, cerca de 18 meses, foram realmente passados no mar. Durante a maior parte do tempo Darwin caminhou em terra firme, em longas caminhadas e expedições a cavalo, trilho acima, trilho abaixo numa recolha incansável de fósseis, plantas e animais, muitos nunca antes descritos pela ciência. A lavra foi grande e quando voltou a pisar Inglaterra no dia 2 de Outubro de 1836, tinha recolhido 5436 espécimes. [...]
No próximo dia 24 de Novembro o Observatório do Mar dos Açores (OMA) associa-se às celebrações darwinianas com o lançamento de um pequeno opúsculo que celebra a passagem de Darwin pelos Açores.
A obra será lançada no próximo dia 24 de Novembro pelas 18h na Biblioteca Municipal de São Roque do Pico e na Fábrica da Baleia do Faial.
É hoje inaugurada (pelas 18 horas), na Galeria Fernando Pessoa do Centro Nacional de Cultura, a exposição de pintura de Alice Valente, reunindo um conjunto de obras do projecto “CORPOtraçoCORPO”.
A Biblioteca Nacional de Portugal promove a realização de visitas de estudo aos seus serviços, dirigidas principalmente aos estudantes e especialistas nas áreas das ciências documentais.
Assim, a visita geral denominada “Circuito do Leitor” tem como objectivo o conhecimento do “percurso” desde a entrada nas instalações até à recepção dos livros no lugar escolhido da sala de Leitura Geral, informando sobre os procedimentos de pesquisa, o fundo geral da BNP e as regras de utilização. Encontra-se nesta visita a resposta às questões relativas às formas de disponibilização dos fundos, regras de funcionamento e outros serviços da biblioteca, bem como instrumentos, serviços e procedimentos de identificação das obras no depósito e sua movimentação.
Entrada livre, sujeita a marcação prévia na Biblioteca Nacional de Portugal. Duração 1h30; Limite de 10 pessoas por visita. Dias 27 de Outubro, 10 e 24 de Novembro, 10 horas.
1. Este “blogue" tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular páginas na Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de comunicação social, que nem sempre será viável citar ou referenciar.
Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.
2. Os comentários expressos neste "blogue" vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste "blogue", pelo que publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo.
Reservo-me também o direito de eliminar comentários que possa considerar difamatórios, ofensivos, caluniosos ou prejudiciais a terceiros; textos de carácter promocional poderão ser também excluídos.