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	<title>Memória Virtual &#187; 1º &#8220;Post&#8221;</title>
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		<title>1º &#8220;POST&#8221; &#8211; JPCOUTINHO.COM &#8211; DIÁRIOS &#8211; 30.10.2003</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Dec 2003 12:30:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admine</dc:creator>
				<category><![CDATA[1º "Post"]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;CHEGA DE SAUDADE. Os Diários começam agora. Eu sei que demorei. Nada disto é fácil. Foi preciso reunir três incomparáveis génios da computação e assaltar o banco.
Tudo tratado. O Pedro estruturou a coisa. A Marlene desenhou a coisa. O Hélder caricaturou o coiso. E eu, penhorado, fugi para parte incerta. Prometi apenas escrever.
Diariamente. Ninguém falou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;CHEGA DE SAUDADE. Os <a href="http://jpcoutinho.com">Diários</a> começam agora. Eu sei que demorei. Nada disto é fácil. Foi preciso reunir três incomparáveis génios da computação e assaltar o banco.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Tudo tratado. O Pedro estruturou a coisa. A Marlene desenhou a coisa. O Hélder caricaturou o coiso. E eu, penhorado, fugi para parte incerta. Prometi apenas escrever.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Diariamente. Ninguém falou em pagamento. Pagamento? Tenham vergonha na cara. Isto é arte. A arte deve ser o avesso das mesquinhas questões mundanas. Os filistinos nunca aprendem. Nem eu. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Obrigado por terem vindo. Façam o favor de entrar. Não se assustem com o cão. À vossa esquerda, os pecados. À vossa direita, as virtudes. Faz sentido: pecados para a esquerda, virtudes para a direita. Eu juro que foi totalmente involuntário. Não se ria, dr. Sigmund. E de hoje em diante, pecados e virtudes, devidamente alternados. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>De que tratam estes Diários? Como o nome indica, dos dias do plumitivo. Os meus. Os vossos. Não existem diários privados. Eu sei, eu sei: podemos citar dezenas de exemplos. Mas citamos dezenas de exemplos precisamente porque são exemplos públicos. Fim de conversa. Melhor abreviar a missa e passar directamente ao ataque. Eu acredito na posteridade. Mas a minha posteridade será triste. Larvas e bichos. Viúvas carentes. Amantes recentes. Uma prole alargada a discutir a paternidade. A Associação Portuguesa de Escritores a esgadanhar-se de remorsos. Maria Gabriela Lençol a murmurar: «ele até era bom moço&#8230;». O melhor é aproveitar. Já. Para ler. Escrever. Rir. Chorar. Fustigar. Ser fustigado. São as linhas da minha rotina. Prometo controlar-me. Mas se algum filho da puta sair das marcas, eu juro que<br />
[Peço imensa desculpa ao auditório. Não volta a acontecer.]</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>De modos que: cinco dias por semana. Dias úteis. Dias inúteis. De segunda a sexta. Prometo abrir a alma &#8211; a alma &#8211; e comentar o mundo. Que será, no essencial, o meu. Não é uma questão de vaidade. É uma questão de fé: espalhar a Palavra pelos incréus é tarefa que me coube em vida. Aceito com resignação e cumpro com esperança. Todos temos contas a prestar a Deus no Dia do Juízo Final. Eu procurei abreviar caminho e passarei a prestar contas ao auditório neste Juízo Final &#8211; canto inferior direito, com actualização diária. Ou quase. Não se acanhem. Não se excitem. Não se macem.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Segunda estou de volta para começar a trabalhar. No duro. Até lá, passem a palavra. E, por favor, tenham medo, tenham muito medo. Um cronista sem reputação é como um político que diz a verdade. Não. Faz. Sentido.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E assim, com &#8220;chave de ouro&#8221;, se fecha este ciclo de &#8220;1º Post&#8221; (<em>iniciado com &#8220;A Coluna Infame&#8221;</em>) que, ao longo deste mês, tive o grande prazer de conhecer, apresentar e recordar</strong>.</p>
<p>[848]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>1º &#8220;POST&#8221; &#8211; BARNABÉ &#8211; 10.09.2003</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2003 18:07:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonel Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[1º "Post"]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O que é que tem o Barnabé?
O que é que tem o Barnabé?
O Barnabé é um blogue sobre política e cultura. O Barnabé não é um blogue intimista. O Barnabé é tão Narciso como os outros, mas tem vergonha na cara. O Barnabé é um blogue pós-narcisista.
O Barnabé é um blogue de esquerda e heterodoxo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;<strong>O que é que tem o </strong><a href="http://barnabe.weblog.com.pt"><strong>Barnabé?</strong></a></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O que é que tem o Barnabé?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Barnabé é um blogue sobre política e cultura. O Barnabé não é um blogue intimista. O Barnabé é tão Narciso como os outros, mas tem vergonha na cara. O Barnabé é um blogue pós-narcisista.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Barnabé é um blogue de esquerda e heterodoxo. O Barnabé não é um albergue espanhol. É um hotel de seis estrelas.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Barnabé não é paroquial e acompanha os debates internacionais.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Barnabé é laico, republicano e há mesmo quem seja socialista. Há até um anarquista.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Barnabé não está com meias medidas. Defende nem mais nem menos do que a redistribuição das riquezas à escala mundial. O Barnabé considera a Internet uma dessas riquezas e age, no cantinho que é o seu, pela partilha dos extraordinários recursos e conhecimentos que ela pode oferecer.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Barnabé procura a polémica entre blogues, entre colunistas de jornais e entre os seus próprios criadores. O Barnabé ameaça com a mão e dá com o pé. O Barnabé não é simpático. Não é nem do Belenenses nem da Académica.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Barnabé é plural. O Barnabé não tem entre os seus participantes neo-conservadores, testemunhas de Jeová e munícipes de Felgueiras.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Barnabé é diferente dos outros. Não será lido por mais de cem pessoas, e fará tudo para dar nas vistas, entrará em polémica com Pacheco Pereira.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Os pais do Barnabé têm mais ou menos a idade do Barnabé - alguns são mais velhos -, canção de Sérgio Godinho de 1972. São eles:</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- Daniel Oliveira é político a tempo inteiro, polemista, bloquista, bloguista, sensacionalista e pai babado.<br />
- André Belo é historiador em fase terminal de doutoramento caótico, escritor anedótico e emigrado neurótico em Paris<br />
- Rui Tavares é historiador em fase comatosa de doutoramento, anarquista, percussionista e voyeurista.<br />
- Pedro Oliveira é historiador, conservador de esquerda, ex-editor da revista &#8220;Política Internacional&#8221; e em fase vegetativa de doutoramento.<br />
- Celso Martins é jornalista do &#8220;Expresso&#8221;, pai babado mas crítico de arte, professor.<br />
- Rosa Pomar é conhecedora do misterioso mundo do html, ilustradora, tecnológica, pós-moderna e mãe babada.</em></p>
<p style="text-align: justify;">São quase todos amigos há mais de 10 anos. Discutem violentamente e atacam-se mutuamente. Não são, no entanto, permitidos insultos vindos de pessoas estranhas ao serviço. O email do Barnabé é barnabe@yahoogroups.com..</p>
<p>[842]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>1º &#8220;POST&#8221; &#8211; GRANDE LOJA DO QUEIJO LIMIANO &#8211; 01.09.2003</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Dec 2003 18:19:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admine</dc:creator>
				<category><![CDATA[1º "Post"]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Caros Bloguistas, blogueiros&#8230;
Como já repararam este é um blogue diferente. Primeiro, porque é diferente; segundo, porque não é igual aos outros; terceiro, porque não venho para aqui escrever sobre tudo e sobre nada; quarto, porque nem sempre escrevo.
Por isso mesmo, este blogue está já no top 10 dos blogues mais vistos, lidos e relidos em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Caros Bloguistas, blogueiros&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Como já repararam <a href="http://grandelojadoqueijolimiano.blogspot.com">este é um blogue diferente</a>. Primeiro, porque é diferente; segundo, porque não é igual aos outros; terceiro, porque não venho para aqui escrever sobre tudo e sobre nada; quarto, porque nem sempre escrevo.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por isso mesmo, este blogue está já no top 10 dos blogues mais vistos, lidos e relidos em todo o mundo. Daí que brevemente haverá alterações de fundo &#8211; Mais colunistas, mais informação, mais reflexão.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Haverá um painel fixo de colunistas que será constituído por jornalistas activos e passivos, politicos activos e passivos, cidadãos activos e passivos, homens públicos e homens secretos &#8211; também activos e passivos&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;">[836]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>1º &#8220;POST&#8221; &#8211; GLÓRIA FÁCIL &#8211; 10.08.2003</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Dec 2003 19:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonel Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[1º "Post"]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Primeira &#8220;posta&#8221;: a TSF 
Regressado de férias corro para os blogues. Quero ver, prioritariamente, como foi tratada a questão TSF (demissão da direcção, projecto Rangel, reacção dos trabalhadores, etc). Entristeço-me. Muita conversa &#8211; mas quase tudo ao lado. E tudo porque um trabalhador da casa, Carlos Vaz Marques, decidiu responder a uma &#8220;posta&#8221; de, se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;<a href="http://gloriafacil.blogspot.com"><strong>Primeira &#8220;posta&#8221;: </strong></a>a TSF </em></p>
<p style="text-align: justify;">Regressado de férias corro para os blogues. Quero ver, prioritariamente, como foi tratada a questão TSF (demissão da direcção, projecto Rangel, reacção dos trabalhadores, etc). Entristeço-me. Muita conversa &#8211; mas quase tudo ao lado. E tudo porque um trabalhador da casa, Carlos Vaz Marques, decidiu responder a uma &#8220;posta&#8221; de, se não me engano, Pedro Mexia, em que este considerava a TSF uma &#8220;rádio de esquerda&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Ligam-me à TSF profundas razões do coração. Mas também da razão. E, sendo assim, lamento que na luso-blogosfera não se tenha debatido o essencial: o que pretende a PT (via Emídio Rangel) para a TSF?</p>
<p style="text-align: justify;">As indicações disponíveis prometem o pior. Ou seja: acabar com a estação enquanto rádio-notícias. Porquê? Para bem de quem? Como inverter este processo? Porque não usar a blogosfera para fazer chegar este debate aos tubarões da PT, fazendo-os perceber que há no corpo ouvinte da rádio quem esteja preocupado?</p>
<p style="text-align: justify;">Lanço uma proposta concreta: que os trabalhadores da rádio preparem um documento sobre &#8220;O que deve ser e o que não deve ser a TSF&#8221;. E que o preparem já, antes da divulgação na íntegra do &#8220;projecto Rangel&#8221;, para que não seja demasiado contaminado por raciocínios meramente reactivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Darei as minhas achegas. Humildemente, como simples jornalista. Porque não sou da TSF nem nunca fiz rádio. Como &#8211; digamos assim &#8211; um ouvinte especializado&#8221;.</p>
<p>[829]</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>1º &#8220;POST&#8221; &#8211; A ESPUMA DOS DIAS &#8211; 29.07.2003</title>
		<link>http://memoriavirtual.net/2003/12/1%c2%ba-post/1%c2%ba-post-a-espuma-dos-dias-29072003/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2003 19:07:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admine</dc:creator>
				<category><![CDATA[1º "Post"]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Hipótese 
Não se publicava poesia.
Ninguém atribuía qualquer importância às capas dos livros.
O design gráfico não existia, naquela sociedade radicalmente anti-materialista com que sonhei. Uma sociedade anti-esteta, racionalista, nos limites do suportável.
As capas dos livros eram feias mas isso não tinha qualquer relevância.
As capas dos livros eram todas iguais. Uniformizadamente: uma fotografia tirada por um mau [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;<a href="http://lecumedesjours.blogspot.com"><strong>Hipótese </strong></a></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Não se publicava poesia.<br />
Ninguém atribuía qualquer importância às capas dos livros.<br />
O design gráfico não existia, naquela sociedade radicalmente anti-materialista com que sonhei. Uma sociedade anti-esteta, racionalista, nos limites do suportável.<br />
As capas dos livros eram feias mas isso não tinha qualquer relevância.<br />
As capas dos livros eram todas iguais. Uniformizadamente: uma fotografia tirada por um mau fotógrafo de instantâneos que levava 25 euros por fotografia. Mal se adivinhavam os corpos dos escritores, sentados algures em cafés indistintos, longínquos e misturados com a multidão de bebedores de bicas e comedores de pastéis de nata. Às vezes os escritores eram fotografados a esbracejar e enquanto falavam. Ficavam de boca aberta ou com os rostos tapados pelos braços em movimento.<br />
Nas contracapas publicavam-se os nomes dos autores e os dos seus pais e os números de contribuinte e de beneficiário da segurança social.<br />
Os autores publicavam em quartetos, um livro continha sempre quatro textos de quatro escritores que não tinham nada a ver uns com os outros.<br />
Os autores disputavam entre si a abertura dos livros. Organizavam-se duelos à moda antiga. Às vezes os autores morriam naquilo.<br />
Fazia-se lobbying junto dos editores para que colocassem este ou aquele romance no princípio dos livros. Às vezes funcionava.<br />
Os livros eram objectos horrendos com lombadas enormes.<br />
A tendência era para aumentar o número de romances por livro&#8221;.</em></p>
<p>[824]</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>1º &#8220;POST&#8221; &#8211; O CARIMBO &#8211; 22.07.2003</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Dec 2003 17:36:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admine</dc:creator>
				<category><![CDATA[1º "Post"]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;1 - INAUGURAÇÃO
Este é o post inaugural do Carimbo.
Como sabem, carimbo é o nome de um instrumento que se emprega para marcar papéis e é também o nome que se dá à marca colocada nesses mesmos papéis.
Os membros deste blog serão os carimbadores de serviço e não perderão a oportunidade de marcar com a sua modesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;<strong>1 - INAUGURAÇÃO</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Este é o post inaugural do <a href="http://ocarimbo.blogspot.com">Carimbo</a>.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Como sabem, carimbo é o nome de um instrumento que se emprega para marcar papéis e é também o nome que se dá à marca colocada nesses mesmos papéis.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Os membros deste blog serão os carimbadores de serviço e não perderão a oportunidade de marcar com a sua modesta opinião qualquer assunto que o justifique. No entanto, os nossos carimbos serão apenas sinais para chamar a atenção sobre algo e não deverão nunca ser considerados como marcas de ferrete cuja intenção é apenas difamar e denegrir.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Vamos tentar postar com regularidade&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: justify;">[818]</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>1º &#8220;POST&#8221; &#8211; COMPANHIA DE MOÇAMBIQUE &#8211; 03.07.2003</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Dec 2003 17:41:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admine</dc:creator>
				<category><![CDATA[1º "Post"]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Uma questão de princípio 
O colonialismo foi o fenómeno de mais longa duração na história portuguesa e Moçambique, porventura, o território colonial português onde o seu exercício mais se distanciou do pretenso luso-tropicalismo. Colonialismo, tão-somente, portanto&#8221;.
[810]
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;<strong>Uma questão de princípio </strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O colonialismo foi o fenómeno de mais longa duração na história portuguesa e <a href="http://companhiademocambique.blogspot.com">Moçambique</a>, porventura, o território colonial português onde o seu exercício mais se distanciou do pretenso luso-tropicalismo. Colonialismo, tão-somente, portanto&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: justify;">[810]</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>1º &#8220;POST&#8221; &#8211; A PRAIA &#8211; 03.07.2003</title>
		<link>http://memoriavirtual.net/2003/12/1%c2%ba-post/1%c2%ba-post-a-praia-03072003-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Dec 2003 10:54:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonel Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[1º "Post"]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Começar
Gostava de ter um blog com um aspecto gráfico à Pacheco Pereira, aquela barra vermelha com a palavra fica muito bonita, mas por enquanto isto é o que se pode arranjar.
Desconfio que este blog vai ser do género diário, inspirado ou mesmo copiando involuntariamente aqueles que eu mais aprecio no género, o do Pedro Mexia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;<strong>Começar</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Gostava de ter um blog com um aspecto gráfico à Pacheco Pereira, aquela barra vermelha com a palavra fica muito bonita, mas por enquanto isto é o que se pode arranjar.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Desconfio que este blog vai ser do género diário, inspirado ou mesmo copiando involuntariamente aqueles que eu mais aprecio no género, o do Pedro Mexia e o do Pedro Lomba. Não sei se este blog merece um título tão bom. Vou mudar de parágrafo para falar sobre o título.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><a href="http://a-praia.blogspot.com">A Praia</a> foi o título que eu inventei para uma revista sobre política e ideias que havia de ter saído por 1999 &#8211; mas não saíu. Tenho um orgulho imenso neste título &#8211; e a bem dizer noutros que já inventei (more on this later; aliás, aqui vai haver umbiguismo em barda).</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>A Praia era um projecto excelente, só foi pena não se ter feito. A minha ideia era juntar um grupo de amigos para coordenar a revista, e depois pedir artigos a uma série de gente. Alguns dos amigos já não são meus amigos, mas eu continuo a não ter dúvidas de que teriam sido óptimas pessoas para fazer A Praia:</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>o Daniel Oliveira, que entre outras coisas agora assina de vez em quando uns posts no blog-de-esquerda e teve uma polémica com o João Pereira Coutinho (para este não faço link, esteja lá onde estiver) que deu origem ao fim da Coluna Infame (quem nunca a leu, vá ler, porque mesmo depois de morta continua a valer a pena);</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>o Pedro Adão e Silva, que agora é membro do secretariado do PS e escreve no País Relativo;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>o Pedro Magalhães, que entre outras coisas escreve óptimos artigos de opinião no Público (hei-de falar muito nisto);</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>o António Ravara, que agora talvez seja uma espécie de infoexcluído;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>o Pedro Rufino, que é um dos autores da revista de arquitectura Prototypo;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>o André Belo, que faz um blog a partir de Paris;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>o Paulo Varela Gomes, que escreve umas colunas de opinião numa revista que não se recomenda, Os Meus Livros.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Numa próxima ocasião explico o título&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: justify;">[805]</p>
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		<title>1º &#8220;POST&#8221; &#8211; TERRAS DO NUNCA &#8211; 25.06.2003</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2003 18:05:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admine</dc:creator>
				<category><![CDATA[1º "Post"]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Primeiro 
«E as coisas? Como vão as coisas? As coisas estão malparadas. O que quer dizer, exatamente, a Coisa? Não é a vida em geral. A Vida é tudo o que tu tocas e que te toca. Já a Coisa é outra coisa.»
O Luis Fernando Verissimo (assim, sem acentos), nem que seja em versão amputada, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;<strong>Primeiro </strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>«E as coisas? Como vão as coisas? As coisas estão malparadas. O que quer dizer, exatamente, a Coisa? Não é a vida em geral. A Vida é tudo o que tu tocas e que te toca. Já a Coisa é outra coisa.»</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Luis Fernando Verissimo (assim, sem acentos), nem que seja em versão amputada, como é o caso, vai ser um dos visitantes involuntários mais frequentes destas Terras. Porque sim, mas também porque não. O Nelson Rodrigues tem quase tanto espaço como ele na estante. Mas, no que às Coisas diz respeito, <a href="http://terrasdonunca.blogspot.com">este blogue</a> tem tudo a ver com o Luis e nada a ver com o Nelson. Se quiserem, tomem isto como uma declaração de princípios&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: justify;">[798]</p>
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		<title>1º &#8220;POST&#8221; &#8211; A ESQUINA DO RIO &#8211; 25.06.2003</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2003 18:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonel Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[1º "Post"]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A POLÉMICA BLOG
Feliz coincidência esta, poder começar uma nova coluna semanal de imprensa ao mesmo tempo que um blog &#8211; e vou usar a forma blog em vez do blogue politicamente correcto. A coisa tem ainda mais graça por causa da polémica desencadeada por um editorial do DNA de sábado passado, onde se defendia, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;<strong>A POLÉMICA BLOG</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Feliz coincidência esta, poder começar uma nova coluna semanal de imprensa <a href="http://aesquinadorio.blogspot.com">ao mesmo tempo que um blog</a> &#8211; e vou usar a forma blog em vez do blogue politicamente correcto. A coisa tem ainda mais graça por causa da polémica desencadeada por um editorial do DNA de sábado passado, onde se defendia, na realidade, que quem tem acesso a escrever nos media tradicionais não devia utilizar este novo media que são os blogs.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Num interessante artigo publicado na Online Journalism Review Mark Glaser aborda a forma como os blogs estão a influenciar os media e pediu a oito influentes bloggers para estabelecerem listas dos seus blogs preferidos. Listas e artigo em glaser&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: justify;">[790]</p>
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