Leonel Vicente
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Portugal – 3 medalhas no Campeonato da Europa de Atletismo

Nos Campeonatos da Europa de Atletismo, disputados em Barcelona, os atletas da selecção portuguesa acabam de conquistar mais duas medalhas, ampliando para três o pecúlio já alcançado.

Depois de, ontem, João Vieira ter repetido o 3º lugar que havia obtido já na anterior edição, em 2006, nos 20 km Marcha, Naide Gomes repetiria também a 2ª posição na prova do Salto em Comprimento, com 6,92 metros – empatando com a vencedora, a letã Ineta Radevica (atleta que representou o F. C. Porto), com o desempate a ser efectuado, nos termos regulamentares, pela segunda melhor marca alcançada por cada uma das atletas (respectivamente 6,68 e 6,87 metros); logo de seguida, seria Jessica Augusto a conquistar também a medalha de bronze nos 10 000 metros (atrás de Elvan Abeylegesse, da Turquia, e de Inga Abitova, da Rússia).

A encerrar o segundo dia de competição, uma empolgante final dos 100 metros, com o bi-Campeão Europeu (100 e 200 metros) de 2006, Francis Obikwelu, regressado após a interrupção da carreira, a ser creditado com o 4º lugar – numa prova vencida pelo francês Christophe Lemaitre, com a marca de 10.11s -, tendo os atletas classificados do 2º ao 5º lugar sido cronometrados com o mesmo tempo (10.18s)!

Alberto Contador x 3

Depois dos triunfos de 2007 e 2009 – e de se ter visto impedido de correr a prova em 2008, dada a não admissão da sua equipa -, o ciclista espanhol Alberto Contador (de 27 anos) somou hoje a sua terceira vitória no “Tour de France” (em quatro presenças na competição), em que – porventura não de forma tão categórica como se poderia antecipar, por condicionantes físicas – acabaria não obstante por confirmar o seu favoritismo, vencendo o luxemburguês Andy Schleck (que repete a posição de vice-líder do ano passado), pela escassa margem de 39 segundos, ao fim de mais de 3 600 km de prova.

Após o sucesso que constituíra o seu regresso na edição precedente da Volta a França (depois de 3 anos de “sabática” e, então, já praticamente com 38 anos), com um excelente 3º lugar, o estado-unidense Lance Armstrong – hepta-vencedor da competição, de 1999 a 2005 – quedou-se este ano, no que terá sido o seu derradeiro “Tour”, pela 23ª posição na classificação geral, limitando-se a subir ao pódio final como vencedor por equipas, a Radioshack (conjunto que integra também o português Sérgio Paulinho, com um bom desempenho, vencedor de uma etapa – o que daria importante contributo para a vitória colectiva – e 46º na geral final).

O também português Rui Costa, na sua estreia na maior competição velocipédica mundial, conclui a prova no 73º lugar (entre 170 ciclistas que conseguiram chegar aos Champs Élysées, a Paris), sendo o 12º na tabela classificativa específica aos “jovens” (menos de 25 anos).

1. Alberto Contador (Espanha) – Astana – 91h 58′ 48″
2. Andy Schleck (Luxemburgo) – Saxo Bank – a 00′ 39″
3. Denis Menchov (Rússia) – Rabobank – a 02′ 01″
4. Samuel Sanchez (Espanha) – Euskaltel – Euskadi – a 03′ 40″
5. Jurgen van den Broeck (Bélgica) – Omega Pharma – Lotto – a 06′ 54″
6. Robert Gesink (Holanda) – Rabobank – a 09′ 31″
7. Ryder Hesjedal (Canadá) – Garmin – a 10′ 15″
8. Joaquin Rodriguez Oliver (Espanha) – Katusha Team – a 11′ 37″
9. Roman Kreuziger (R. Checa) – Liquigas-Doimo – a 11′ 54″
10. Christopher Horner (França) – Radioshack – a 12′ 02″

46. Sérgio Paulinho (Portugal) – Radioshack – a 1h 25′ 43″

73. Rui Costa (Portugal) – Caisse d’Epargne – a 2h 12′ 28″

Alma Mater – Biblioteca Digital de Fundo Antigo da Universidade de Coimbra

A Alma MaterBiblioteca Digital de Fundo Antigo da Universidade de Coimbra, recentemente lançada, disponibiliza a pesquisa dos documentos digitais existentes nas bibliotecas da Universidade, possibilitando a consulta em pormenor de cada um desses documentos, nomeadamente livros antigos, manuscritos, cartas, fotografias e desenhos. Agrega um vasto acervo, constituído por cerca de quatro mil documentos, publicados na sua maioria antes de 1940, aos quais correspondem perto de 500 mil imagens.

Sérgio Paulinho vence etapa no “Tour de France”

Sérgio Paulinho, ao serviço da equipa Radioshack, obteve hoje a 10ª vitória individual de ciclistas portugueses em etapas da Volta a França em bicicleta – competição velocipédica por etapas mais importante a nível mundial -, depois dos triunfos de Joaquim Agostinho (5, duas das quais em 1969, e uma nas edições de 1973, 1977 e 1979), Acácio da Silva (3, em 1987, 1988 e 1989 – ano em que envergou a camisola amarela da prova) e Paulo Ferreira (1, em 1984).


(foto – via TSF)

Na etapa de hoje, entre Chambery e Gap, o ciclista português – vice-campeão olímpico em 2004, em Atenas, e também já vencedor de uma etapa na “Vuelta”, em Espanha, em 2006 – culminou da melhor forma uma longa fuga, de quase 150 km, protagonizada por um grupo de 6 ciclistas, conseguindo, já na parte final da etapa, destacar-se do grupo, a par do bielorrusso Vasil Kiryienka, vencendo ao sprint sobre a linha de meta, ambos com cerca de 14 minutos de vantagem sobre o pelotão.


(foto – via El País)

A primeira vitória da equipa no “Tour” foi também notícia no The New York Times.

France.fr – Portal oficial da França


Celebrando o 14 juillet, dia nacional de França, é lançado hoje o portal oficial da França: France.fr – também o primeiro país a marcar presença com uma página oficial no Facebook.

O site oficial http://www.france.fr visa promover a imagem, os valores e as especificidades da França no mundo, propondo conteúdos de actualidade, informações práticas e serviços, agrupados com base em 6 temáticas:

- Connaître: aprofundar os conhecimentos sobre a França (geografia, história, valores, instituições)

- Visiter: descobrir a França, preparar a sua estadia

- Vivre: informar e utilizar os serviços práticos da vida quotidiana francesa (alojamento, saúde, justiça, desporto…)

- Etudier: orientação e formação ao longo da vida

- Travailler: conhecer as especificidades do mercado do trabalho francês e as informações práticas sobre a vida activa

- Entreprendre: apoio à implantação e desenvolvimento da actividade a nível internacional.

ESPANHA – Campeã do Mundo Futebol – 2010

  1/8 FINAL          1/4 FINAL        1/2 FINAIS        FINAL

UruguaiCoreia Sul2-1 UruguaiGana1-1 EUAGana1-2 UruguaiHolanda2-3

HolandaEslováquia2-1 Holanda0 HolandaBrasil2-1 BrasilChile3-0


ArgentinaMéxico3-1 ArgentinaAlemanha0-4 AlemanhaInglaterra4-1 Espanha1

ParaguaiJapão0-0 AlemanhaEspanha0-1 ParaguaiEspanha0-1 EspanhaPortugal1-0 UruguaiAlemanha2-3

Marcadores (Final) – Andrés Iniesta (Espanha)

Marcadores (3º/4º lugar) – Thomas Müller (Alemanha), Edinson Cavani (Uruguai), Diego Forlán (Uruguai), Marcell Jansen (Alemanha) e Sami Khedira (Alemanha)

Melhores marcadores:

  • 5 golos – Thomas Müller (Alemanha), David Villa (Espanha), Wesley Sneijder (Holanda) e Diego Forlán (Uruguai)
  • 4 golos – Gonzalo Higuaín (Argentina), Robert Vittek (Eslováquia) e Miroslav Klose (Alemanha)
  • 3 golos – Luís Suarez (Uruguai), Landon Donovan (EUA), Asamoah Gyan (Gana) e Luís Fabiano (Brasil)
  • 2 golos – Elano (Brasil), Tiago (Portugal), Kalu Uche (Nigéria), Lee Jung-Soo (Coreia do Sul), Brett Holman (Austrália), Keisuke Honda (Japão), Samuel Eto’o (Camarões), Lee Chung-Yong (Coreia Sul), Lukas Podolski (Alemanha), Carlos Tevez (Argentina), Javier Hernandez (México), Robinho (Brasil), Arjen Robben (Holanda) e Andrés Iniesta (Espanha)

Melhor jogador – Diego Forlán (Uruguai)

Classificação Final do Mundial 2010:

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Mundial 2010 – Final – Holanda – Espanha

Holanda 0-1

Holanda Maarten Stekelenburg, Gregory van der Wiel, John Heitinga, Joris Mathijsen, Giovanni van Bronckhorst (105m – Edson Braahfeid), Mark van Bommel, Nigel de Jong (99m – Rafael van der Vaart), Arjen Robben, Wesley Sneijder, Dirk Kuyt (71m – Eljero Elia) e Robin van Persie

Iker Casillas, Sergio Ramos, Gerard Piqué, Carles Puyol, Joan Capdevila, Sergio Busquets, Xabi Alonso (87m – Cesc Fábregas), Andrés Iniesta, Xavi Hernández, Pedro Rodríguez (60m – Jesús Navas) e David Villa (106m – Fernando Torres)

0-1 – Andrés Iniesta - 116m

Melhor jogador – Andrés Iniesta

Cartões amarelos – Robin van Persie (15m), Mark van Bommel (22m), Nigel de Jong (28m), Giovanni van Bronckhorst (54m), John Heitinga (57m), Arjen Robben (84m), Gregory van der Wiel (111m) e Joris Mathijsen (117m); Carles Puyol (16m), Sergio Ramos (23m), Joan Capdevila (67m), Andrés Iniesta (118m) e Xavi Hernández (120m)

Cartão vermelho – John Heitinga (109m)

Árbitro – Howard Webb (Inglaterra)

Johannesburg (19h30)

(foto via Record)

O jogo da Final do Campeonato do Mundo, entre as selecções da Espanha e Holanda, começou por prometer bastante, com a equipa espanhola a ameaçar a baliza holandesa por 2 vezes logo nos 10 minutos iniciais, primeiro com Sergio Ramos a cabecear e a solicitar a intervenção do guarda-redes adversário, depois com uma combinação entre Xavi e David Villa, a rematar à malha lateral.

Com os esquemas tácticos de ambas as equipas a encaixarem-se, com grande rigidez e intensidade nas marcações, o jogo decairia de qualidade, paralelamente a uma escalada da dureza colocada em alguns lances, com o árbitro a ter de exibir o cartão amarelo por 5 vezes no espaço de 13 minutos.

Passava já da meia hora de jogo quando ocorreria a situação de maior frisson… num lançamento de linha lateral de longa distância, com a bola a ser devolvida pela Holanda, para o guarda-redes Casillas, que se viu em apuros para evitar que acabasse por violar a sua baliza. Complementando o antes falhado gesto de fair-play, a Holanda marcaria o correspondente pontapé de canto com… um passe para o guardião espanhol.

Pouco depois, o primeiro lance ofensivo de perigo criado pela Holanda, com uma boa abertura, criando desequilíbrios,  para o lado esquerdo da grande área espanhola, onde um jogador holandês acabaria por… rematar na atmosfera.

Mesmo a fechar o primeiro tempo, Robben, com um remate sesgado junto ao poste, obrigaria Casillas a nova intervenção de elevado grau de dificuldade.

Tal como na abertura do jogo, a Espanha teria um reinício de partida em força, com uma flagrante ocasião de golo, na sequência de um canto, com um Puyol pleno de auto-confiança, a cabecear em plena área adversária, assistindo um companheiro; contudo, Capdevila, em posição privilegiada, não conseguiu fazer o desvio fatal. Pouco depois, numa “carga de ombro” algo deslocada – foi, efectivamente, uma carga pelas costas – o árbitro perdoaria à Holanda uma grande penalidade (mais à frente, já com 78 minutos decorridos, indultaria Iniesta, não o sancionando disciplinarmente).

Depois de uma entrada determinada da Espanha, a Holanda voltaria a equilibrar o jogo, dispondo mesmo, pouco depois dos 60 minutos, da maior sensação de golo, com Robben, beneficiando de uma excelente abertura em profundidade de Sneijder, a isolar-se pela faixa central, rasgando a defesa, mas, no “cara a cara” com Casillas, a não conseguir tornear o guarda-redes espanhol, a sair decididamente de entre os postes, a fazer espectacularmente a “mancha”, assim salvando a sua baliza.

A Espanha retribuiria o brinde cerca dos 70 minutos, quando David Villa, que, já na zona da pequena área, beneficiara de uma defeituosa tentativa de desvio de Heitinga, desperdiçou uma clamorosa oportunidade de golo, sendo agora a vez de Stekelenburg oferecer o corpo à bola. E, aos 77 minutos, em novo lance de “bola parada”, Sergio Ramos a fugir à marcação e, surgindo fulgurantemente, a rematar de cabeça, mas sem a melhor direcção…

Aos 83 minutos, Robben teria novo duelo com Casillas, desta vez num lance de mais difícil concretização, com o guarda-redes espanhol a conseguir furtar-lhe a bola.

No prolongamento manter-se-ia a toada de jogo, com a Espanha mais afoita; aos 95 minutos, Fábregas obrigaria Stekelenburg a nova intervenção de elevada dificuldade.

Com a expulsão de Heitinga, os derradeiros dez minutos seriam, para a equipa holandesa, principalmente de contenção, com a Espanha a tentar evitar o desempate da marca de grande penalidade… o que conseguiria, a 4 minutos do termo, com Iniesta, solto no lado direito da grande área, a ter todo o tempo para preparar o remate, fulminante, enviando a bola para o fundo da baliza holandesa, possibilitando a vitoriosa explosão de euforia espanhola, que – confirmando o seu estatuto de melhor equipa – soma ao título de Campeã da Europa, o ceptro máximo, de Campeã do Mundo!

P. S. Um título ampla e justamente celebrado pela imprensa espanhola… com um momento mágico que entra para a história (beijo de Casillas a Sara Carbonero, sua namorada e repórter de televisão, que o entrevistava em directo)!

Futebol e política

Ontem, em Barcelona, realizou-se a maior manifestação de sempre da história democrática da Catalunha. Mais de um milhão de catalães vieram para rua em defesa do Estatuto autonómico referendado em 2006. Hoje, a selecção de Espanha joga, pela primeira vez, uma final do campeonato do mundo de futebol. Afinal, como se prova, e ao contrário do que por aí se diz, o futebol não desvia a atenção das pessoas da defesa do que consideram os seus interesses.

(Tomás Vasques, no Hoje à conquilhas amanhã não sabemos)

A propósito, a ler também “Adéu Espanya“, por Rui Bebiano (A Terceira Noite).

Evocação do Cerco de Tomar de 1190

Decorre no próximo dia 11 de Julho (domingo), entre as 10 e as 13 horas, no Turismo – Mata – Castelo Tomar, uma evocação do “Cerco de Tomar de 1190″.

Depois da conquista, e início da construção do Castelo de Tomar, por Gualdim Pais, a 1 de Março de 1160, os muçulmanos ripostariam, e, em 1190, sob o reinado de D. Sancho I, após terem começado por reconquistar o castelo de Silves e o Algarve, fariam mesmo recuar os portugueses até aos limites constituídos pelo Rio Tejo, conquistando sucessivamente os castelos de Alcácer do Sal, Palmela e Almada, cercando Santarém, destruindo Torres Novas e Abrantes.

A 13 de Julho de 1190, o Castelo de Tomar seria cercado por cerca de 900 guerreiros conduzidos pelo califa Almançor (Abu Yusuf Ya’qub al-Mansur), tendo os árabes chegado mesmo a transpor a porta de Almedina (que dá, actualmente, para a mata dos Sete Montes), a qual passaria a ser conhecida como Porta do Sangue.

Ao fim de 6 dias de ataques, sempre sob a defesa de Gualdim Pais (então já com a idade de 72 anos) e dos Templários – avisados do avanço muçulmano através das atalaias existentes entre o Castelo de Almourol e Tomar -, os cerca de 200 portugueses instalados no Castelo conseguiriam aí deter a ofensiva muçulmana, obrigando o rei de Marrocos a levantar o cerco a Tomar, dando oportunidade ao início de novo ciclo de expansão do domínio português sobre o território.

Mundial 2010 – 1/2 Finais

  1/8 FINAL          1/4 FINAL        1/2 FINAIS        FINAL

UruguaiCoreia Sul2-1 UruguaiGana1-1 EUAGana1-2 UruguaiHolanda2-3

HolandaEslováquia2-1 Holanda- HolandaBrasil2-1 BrasilChile3-0


ArgentinaMéxico3-1 ArgentinaAlemanha0-4 AlemanhaInglaterra4-1 Espanha-

ParaguaiJapão0-0 AlemanhaEspanha0-1 ParaguaiEspanha0-1 EspanhaPortugal1-0 UruguaiAlemanha---

Marcadores (1/2 Finais) – Giovanni van Bronckhorst (Holanda), Diego Forlán (Uruguai), Wesley Sneijder (Holanda), Arjen Robben (Holanda), Maxi Pereira (Uruguai) e Carles Puyol (Espanha)

Melhores marcadores:

  • 5 golos – David Villa (Espanha) e Wesley Sneijder (Holanda)
  • 4 golos – Gonzalo Higuaín (Argentina), Robert Vittek (Eslováquia), Thomas Müller (Alemanha), Miroslav Klose (Alemanha) e Diego Forlán (Uruguai)
  • 3 golos – Luís Suarez (Uruguai), Landon Donovan (EUA), Asamoah Gyan (Gana) e Luís Fabiano (Brasil)
  • 2 golos – Elano (Brasil), Tiago (Portugal), Kalu Uche (Nigéria), Lee Jung-Soo (Coreia do Sul), Brett Holman (Austrália), Keisuke Honda (Japão), Samuel Eto’o (Camarões), Lee Chung-Yong (Coreia Sul), Lukas Podolski (Alemanha), Carlos Tevez (Argentina), Javier Hernandez (México), Robinho (Brasil) e Arjen Robben (Holanda)

Espanha e Holanda são os Finalistas do Mundial de Futebol de 2010!

O que garante, desde já, que o novo Campeão do Mundo será da Europa (no que corresponderá ao primeiro título Mundial conquistado fora do continente europeu) e que atingirá o galardão máximo do futebol pela primeira vez na sua história…

Confirmando a consistência do seu futebol, na senda do título de Campeã da Europa conquistado em 2008, a Espanha, vencendo pela margem mínima pela quarta vez nesta competição (depois de 2-1 ao Chile no jogo decisivo da Fase de Grupos, e 1-0 frente a Portugal, Paraguai e Alemanha, nas sucessivas eliminatórias), atinge pela primeira vez a Final de um Campeonato do Mundo, perfilando-se como candidato lógico à conquista do Mundial.

Defrontará a selecção da Holanda, de regresso à Final, 32 anos decorridos após o Mundial da Argentina, em que repetira sem êxito a primeira tentativa da famosa “laranja mecânica”, de 1974.

A equipa dos Países Baixos chega ao encontro decisivo contando por vitórias todos os (6) jogos disputados nesta Fase Final, depois de ter somado também 8 vitórias (o pleno) na fase de qualificação. E, curiosamente, destas 6 vitórias obtidas na África do Sul, também 5 pela margem mínima, embora com bastantes mais golos que nas partidas da Espanha (1-0 ao Japão, 2-1 frente a Camarões, Eslováquia e Brasil, e 3-2 contra o Uruguai, num jogo em que, porém, o domínio foi superior à tangencial diferença no marcador).

Ou como um Campeão se faz de pequenos detalhes…

Muito realista, não se atemorizando perante as goleadas da Alemanha nos jogos precedentes (aviando Inglaterra e Argentina com a “chapa 4″), a Espanha, superior em termos de individualidades e de conjunto – com os germânicos privados da classe de Thomas Müller, a cumprir um jogo de suspensão -, conseguiu fazer o jogo que lhe mais convinha, controlando a bola… e a partida, sem permitir espaços aos alemães para os seus temíveis contra-ataques, que tão bem explorara nesta prova, assim anulando a força teutónica, acabando por repetir a dose já aplicada na Final do Europeu de 2008, desta vez graças a uma fulgurante cabeçada de Puyol.

Paradoxalmente –  e não obstante o poderio conferido pelo seu fantástico sector ofensivo -, numa das competições em que surgem porventura menos exuberantes (e depois de terem sido sucessivamente eliminados por Portugal no apuramento para o Mundial 2002 e nas Fases Finais do Europeu de 2004 e do Mundial de 2006…) os neerlandeses têm revelado uma eficácia total, outorgando ao desfecho da Final do próximo domingo um cariz de absoluta imprevisibilidade!

The evolving blogosphere – An empire gives way

Blogs are growing a lot more slowly. But specialists still thrive

ONLINE archaeology can yield surprising results. When John Kelly of Morningside Analytics, a market-research firm, recently pored over data from websites in Indonesia he discovered a “vast field of dead blogs”. Numbering several thousand, they had not been updated since May 2009. Like hastily abandoned cities, they mark the arrival of the Indonesian version of Facebook, the online social network.

Such swathes of digital desert are still rare in the blogosphere. And they should certainly not be taken as evidence that it has started to die. But signs are multiplying that the rate of growth of blogs has slowed in many parts of the world. In some countries growth has even stalled. [...]

(The Economist – via Bomba Inteligente)

Mundial 2010 – 1/4 Final

  1/8 FINAL          1/4 FINAL        1/2 FINAIS        FINAL

UruguaiCoreia Sul2-1 UruguaiGana1-1 EUAGana1-2 UruguaiHolanda---

HolandaEslováquia2-1 ...- HolandaBrasil2-1 BrasilChile3-0


ArgentinaMéxico3-1 ArgentinaAlemanha0-4 AlemanhaInglaterra4-1 ...-

ParaguaiJapão0-0 AlemanhaEspanha--- ParaguaiEspanha0-1 EspanhaPortugal1-0 3º/4º3º/4º---

Marcadores (1/4 Final) – Robinho (Brasil), Wesley Sneijder (Holanda) – 2, Sulley Ali Muntari (Gana), Diego Forlán (Uruguai), Thomas Müller (Alemanha), Miroslav Klose (Alemanha) – 2, Arne Friedrich (Alemanha) e David Villa (Espanha)

Melhores marcadores:

  • 5 golos – David Villa (Espanha)
  • 4 golos – Gonzalo Higuaín (Argentina), Robert Vittek (Eslováquia), Wesley Sneijder (Holanda), Thomas Müller (Alemanha) e Miroslav Klose (Alemanha)
  • 3 golos – Luís Suarez (Uruguai), Landon Donovan (EUA), Asamoah Gyan (Gana), Luís Fabiano (Brasil) e Diego Forlán (Uruguai)
  • 2 golos – Elano (Brasil), Tiago (Portugal), Kalu Uche (Nigéria), Lee Jung-Soo (Coreia do Sul), Brett Holman (Austrália), Keisuke Honda (Japão), Samuel Eto’o (Camarões), Lee Chung-Yong (Coreia Sul), Lukas Podolski (Alemanha), Carlos Tevez (Argentina), Javier Hernandez (México) e Robinho (Brasil)

Depois da ilusória supremacia sul-americana na Fase de Grupos e nos 1/8 Final, na “hora da verdade”, num triplo confronto Europa-América do Sul, as três selecções europeias superiorizaram-se (com destaque para Holanda e Alemanha, eliminando os colossos Brasil e Argentina, esta severamente punida pelo conjunto germânico), assim avançando para as 1/2 Finais, em que o inesperado resistente do continente americano é o Uruguai.

Uns 1/4 Final bastante interessantes, repletos de cambiantes inesperadas, como a reviravolta holandesa frente ao Brasil, depois de sair para o intervalo a perder – com duas figuras a marcar a partida: pela negativa, Felipe Melo, marcando na própria baliza (golo que seria posteriormente atribuído a Sneijder), e sendo expulso, a um quarto de hora do fim, por pisar Robben; pela positiva, o referido Sneijder, creditado com dois tão preciosos quanto decisivos golos.

Ou a eliminação uruguaia evitada pelo seu ponta-de-lança Suárez, a substituir-se ao guarda-redes, com duas magníficas intervenções sobre a linha de golo, primeiro oferecendo o corpo à bola, e, na segunda delas, defendendo com as mãos, com a consequente grande penalidade a ser desperdiçada, no último segundo do prolongamento, por Gyan, acertando com estrondo na trave (no desempate da marca de grande penalidade, um então já inseguro Gana – depois da intensa pressão que exercera nos últimos 5 minutos do prolongamento não ter tido a melhor sorte – acabaria por ser derrotado por 2-4).

Já hoje, a lição de táctica e de futebol colectivo que a equipa alemã ofereceu às individualidades argentinas, com um concludente resultado, numa quase perfeita interpretação do sistema de contra-ataque, com realce para a exibição de Thomas Müller, perante uma impotente selecção da Argentina, incapaz de reagir aos sucessivos golpes que a Alemanha ia desferindo, uma, duas, três, quatro vezes…

E, a fechar, o animado Paraguai-Espanha, com duas grandes penalidades num minuto, ambas desperdiçadas (!) – Cardozo permitiu a defesa a Casillas – , com a segunda (a beneficiar a Espanha), a ter mesmo direito a repetição , dado que, à primeira, o árbitro não validou o golo, pelo facto de terem entrado na área diversos jogadores de ambas as equipas, antes da conversão do lance); na menos conseguida exibição espanhola neste Mundial, a partida seria decidida, já nos derradeiros 10 minutos, culminando uma excelente iniciativa de ataque, com Pedro, do lado esquerdo, a rematar cruzado, embatendo a bola no poste mais distante, ressaltando a bola para David Villa, que, no lado contrário, remataria também cruzado, no sentido oposto, acertando… nos 2 postes, antes da  caprichosa bola se acabar por anichar nas redes! Um verdadeiro golo “às três tabelas”…

Na fase imediata da prova (1/2 Finais, a disputar nas próximas terça e quarta-feira), repete-se a Final do EURO 2008 – um apetecível Espanha-Alemanha -, com Uruguai e Holanda a medirem forças para decidir a outra vaga no jogo decisivo.

“Jornalismo Público 2.0 – O fim dos tempos ou a reinvenção do Jornalismo?”

Das mais belas notas do Mundo

(no Telegraph)

Mundial 2010 – 1/8 Final

  1/8 FINAL          1/4 FINAL        1/2 FINAIS        FINAL

UruguaiCoreia Sul2-1 UruguaiGana--- EUAGana1-2 ......---

HolandaEslováquia2-1 ...- HolandaBrasil--- BrasilChile3-0


ArgentinaMéxico3-1 ArgentinaAlemanha--- AlemanhaInglaterra4-1 ...-

ParaguaiJapão0-0 ......--- ParaguaiEspanha--- EspanhaPortugal1-0 3º/4º3º/4º---

Marcadores (1/8 Final) – Luís Suarez (Uruguai) – 2, Lee Chung-Yong (Coreia Sul), Kevin Prince Boateng (Gana), Landon Donovan (EUA), Asamoah Gyan (Gana), Miroslav Klose (Alemanha), Lukas Podolski (Alemanha), Matthew Upson (Inglaterra), Thomas Müller (Alemanha) – 2, Carlos Tevez (Argentina) – 2, Gonzalo Higuaín (Argentina), Javier Hernandez (México), Arjen Robben (Holanda), Wesley Sneijder (Holanda), Robert Vittek (Eslováquia), Juan (Brasil), Luís Fabiano (Brasil), Robinho (Brasil) e David Villa (Espanha)

Melhores marcadores:

  • 4 golos – Gonzalo Higuaín (Argentina), Robert Vittek (Eslováquia) e David Villa (Espanha)
  • 3 golos – Luís Suarez (Uruguai), Landon Donovan (EUA), Asamoah Gyan (Gana), Thomas Müller (Alemanha) e Luís Fabiano (Brasil)
  • 2 golos – Diego Forlán (Uruguai), Elano (Brasil), Tiago (Portugal), Kalu Uche (Nigéria), Lee Jung-Soo (Coreia do Sul), Brett Holman (Austrália), Keisuke Honda (Japão), Samuel Eto’o (Camarões), Lee Chung-Yong (Coreia Sul), Miroslav Klose (Alemanha), Lukas Podolski (Alemanha), Carlos Tevez (Argentina), Javier Hernandez (México) e Wesley Sneijder (Holanda)

Para os jogos dos 1/4 Final, a disputar nos próximos dias 2 e 3 de Julho, estão apuradas 4 selecções da América do Sul (apenas 1 eliminada, o Chile, pelo Brasil, da mesma Confederação) – podendo inclusivamente, no limite, aspirar a monopolizar as 1/2 Finais -, 3 da Europa (as 6 que se haviam qualificado para os 1/8 Final jogaram entre si…) e o sobrevivente africano, o Gana.

Mundial 2010 – Portugal – Espanha (1/8 Final)

Portugal Espanha 0-1

Portugal Eduardo, Ricardo Costa, Bruno Alves, Ricardo Carvalho, Fábio Coentrão, Pepe (72m – Pedro Mendes), Simão Sabrosa (72m – Liedson), Raul Meireles, Tiago, Cristiano Ronaldo e Hugo Almeida (58m – Danny)

Iker Casillas, Sergio Ramos, Gerard Piqué, Carles Puyol, Joan Capdevila, Sergio Busquets, Xabi Alonso, Xavi Hernández, Andrés Iniesta, David Villa (88m – Pedro Rodríguez) e Fernando Torres (58m – Fernando Llorente)

0-1 – David Villa – 63m

(Foto Record)

Um primeiro sinal de aviso logo no minuto inicial, com um excelente remate de Fernando Torres, a que Eduardo correspondeu com uma magnífica intervenção, situação quase de imediato repetida por mais duas vezes, com David Villa como protagonista, deram o mote a uns 5 minutos de abertura de jogo aflitivos, de verdadeiro sufoco, sem que a equipa portuguesa conseguisse “pegar na bola”.

Quando foi possível ultrapassar essa espécie de bloqueio psicológico, Portugal dispôs, por sua vez, nos minutos que se sucederam, de duas ocasiões de perigo junto da área espanhola, conquistando dois pontapés de canto sucessivos.

O jogo acalmaria de intensidade, até que, aos 20 minutos, um remate de Tiago obrigaria Casillas a uma intervenção de elevado índice de dificuldade, ainda apertado por Hugo Almeida, que, de cabeça, procurava fazer a emenda. Portugal disporia de uma outra grande oportunidade, estavam decorridos 27 minutos, na sequência de um livre apontado por Cristiano Ronaldo, com um potente remate que provocaria grande atrapalhação a Casillas… sem que, contudo, ninguém aparecesse para a recarga.

Já com a primeira parte a encaminhar-se para o seu termo, aos 39 minutos, Hugo Almeida não conseguiu dar a melhor sequência a uma assistência de Raul Meireles. E, aos 42 minutos, Casillas a ter de sair da sua área, antecipando-se a Simão Sabrosa, que corria veloz em perseguição da bola. De imediato, outra ocasião de perigo, com Tiago, em boa posição, a rematar de cabeça… mas defeituosamente.

O segundo tempo iniciar-se-ia com uma toada mais pausada, com o primeiro sobressalto, aos 51 minutos, a ser provocado por Hugo Almeida, descaído sobre o lado esquerdo, a esperar por Cristiano Ronaldo, para procurar fazer a assistência, com Puyol, com um corte imperfeito, a criar muito perigo para a sua baliza.

Aos 56 minutos, uma boa jogada de ataque da equipa portuguesa, com a bola a passar por vários jogadores, e Raul Meireles a cruzar em direcção da zona da pequena área, obrigando Casillas a afastar o perigo a soco.

A primeira intervenção de Llorente, aos 60 minutos, obrigaria Eduardo à “defesa da noite”, num gesto de reflexo. No minuto seguinte, Villa remataria a bola colocada, a passar a rasar o poste da baliza portuguesa.

E, aos 63 minutos, numa jogada algo confusa, num momento de desconcentração da defesa portuguesa, hesitante, pensando numa eventual situação de fora de jogo [que, através do recurso a meios tecnológicos, se viria a confirmar... por 22 centímetros!], surgiria David Villa, descaído sobre o lado esquerdo, isolado, à segunda, em recarga a um primeiro pontapé ainda defendido por Eduardo, a rematar para o fundo da baliza portuguesa. Ao fim de 5 horas e meio de jogo, Eduardo sofria o primeiro golo na prova…

Com a equipa portuguesa a acusar o toque, na sequência de uma perda de bola que proporcionou uma jogada rápida da Espanha, o guarda-redes evitaria o segundo golo, iam decorridos 70 minutos.

Numa altura em que o tempo começava a correr demasiado depressa, Carlos Queiroz tentava espevitar a equipa, com uma dupla substituição, entrando Pedro Mendes e Liedson, respectivamente por troca com Pepe e Simão Sabrosa.

Aos 76 minutos, uma vez mais, Eduardo a opor-se a um potente remate de David Villa.

A Espanha, em vantagem no marcador, assegurava a posse de bola, deixando o tempo escoar-se, não dando oportunidade a Portugal de “pegar no jogo”.

Quase a findar a partida, aos 87 minutos, Llorente, isolado na cara de Eduardo, desviou subtilmente de cabeça, mas a bola sairia ligeiramente ao lado.

Esgotada física e, sobretudo, animicamente, sem capacidade de reacção, a sensação que persiste é que a selecção de Portugal como que “desistiu cedo demais” de lutar por um resultado positivo, acabando por sair sem glória deste Mundial, não obstante ter sofrido um único golo na competição.


(infografia La informacion.com)

Melhor jogador – Xavi Hernández

Cartões amarelos – Tiago (80m); Xabi Alonso (74m)

Cartão vermelho – Ricardo Costa (89m)

Árbitro – Hector Baldassi (Argentina)

(ver crónica, estatísticas e fotos no The New York Times)

Cape Town (19h30)

Crise na Zona Euro – Infografia BBC News

Um excelente trabalho da BBC News, incluindo um sumário das medidas adoptadas por cada país

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