EXPO’98 (XV)
Outros pavilhões a merecer destaque foram, nomeadamente:
• Pavilhão do Território - Definido como um conjunto de espaços assinalados pelas palavras “Afirmar”, “Comunicar”, “Conservar”, “Navegar”, “Inventar”, “Transformar” e “Viver”, representava um convite à descoberta dos territórios que constituem a diversidade sócio-geográfica de Portugal.
• Pavilhão da Água - Com preocupações didácticas, era um espaço de interacção entre a água e a ciência, procurando mostrar a importância da água para a vida, num edifício que dava a ilusão de estar suspenso no ar. Aproveitando jogos de cores, luzes e sons, mesclados com efeitos especiais, os visitantes tinham a possibilidade de aceder a inúmeras experiências, desde compor música, a brincar com imagens a 3 dimensões, conduzir barcos em miniatura, assistir à formação das ondas e dos furacões, e conhecer o ciclo da água.
• Pavilhão dos Açores - Tinha como figura central um cachalote, mamífero emblemático do arquipélago. A biodiversidade, o clima e as paisagens estavam também representados, num pavilhão com cerca de 588 m2.
• Pavilhão da Madeira - Dividido em três núcleos: A Viagem e as Ilhas, a História e o Presente, colocava em evidência os grandes ciclos de desenvolvimento, como o açúcar, o vinho e o turismo, também com destaque para as flores e finalizando com a famosa levada madeirense.
• Pavilhão de Macau - Com uma fachada característica - uma réplica da Igreja de S. Paulo, possibilitava aos visitantes uma viagem imaginária ao Oriente, desde o Casino, ao Gande Prémio de Macau, a amplos jardins, recriando quotidianos típicos do território.
Referências bibliográficas
- “Guia Oficial da EXPO’98”
- http://www.parquedasnacoes.pt/pt/expo98/default.asp
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Expo_98
- http://www.civilium.net/infocil/expo98.shtml
- http://www.bie-paris.org/





