Archive for 26 Novembro, 2004
MOZART – OBRA (I)
A obra de Mozart traduz o apogeu do estilo clássico, que com ele atinge a mais elevada expressão.
De entre essa vastíssima obra (41 sinfonias, 27 concertos para piano, 5 concertos para violino, 4 concertos para trompas, 1 concerto para flauta, 1 concerto para oboé, 1 concerto para clarinete, 1 concerto para fagote, uma sinfonia para violino, viola e orquestra, 1 concerto para flauta e harpa, 17 divertimentos, 13 serenatas, mais de 100 minuetes, 19 missas, 4 cantatas, 24 óperas, 12 árias de concerto e 50 canções para voz e piano), as suas preferidas foram as óperas, em particular Don Giovanni e Flauta Mágica.
Sinfonias
Mozart escreveu 41 sinfonias, destacando-se, na fase inicial, a Sinfonia n. 25. Outra peça de maior relevo seria a Sinfonia n. 35, Haffner, a primeira composta em Viena, antecedendo as suas mais famosas obras-primas: Sinfonia n. 36, Linz, Sinfonia n. 39, K.543, Sinfonia n. 40, K.550 e a Sinfonia n. 41, Júpiter, considerada a maior de todas.
Música instrumental
O instrumento favorito de Mozart era o piano. Além da Sonata em Lá Menor, K. 331, do famoso Rondó alla Turca, destacam-se as sonatas K. 310 e K. 457; para violino e piano, salientam-se as sonatas K. 454 e 526.
[1877]
"PESSOAL E TRANSMISSÍVEL XX-XXI"
O Diário de Notícias – com o apoio da TSF e das Edições ASA – distribuirá, na próxima segunda-feira, o livro “Pessoal e Transmissível XX-XXI”, com uma selecção de entrevistas de Carlos Vaz Marques, entre outros, a: Maria João Pires; Joana Carneiro; António Lobo Antunes; Jacinto Lucas Pires; António Damásio; João Magueijo; Carlos Sousa; Mariana Frutuoso de Melo; Eduardo Prado Coelho; Pedro Mexia; Aníbal Cavaco Silva; Nuno Severiano Teixeira.
(via Jornalismo e Comunicação)
[1876]
“A FILHA DO CAPITÃO" (VI)
A “tempestade” final precipitar-se-ia contudo a 9 de Abril de 1918 – data prevista para a rendição dos militares portugueses por tropas inglesas –, em que os alemães lançam um ataque decisivo sobre a frente de batalha a cargo da força portuguesa, no vale do Lys.
Esgotados, desmotivados, sem liderança e, finalmente, sem armamento, desesperando pelo auxílio dos aliados britânicos que acabaria por não chegar em tempo oportuno, os portugueses vêem-se numa situação de absoluta incapacidade para reagir ao ataque alemão; um a um, os militares vão sendo feridos, mortos ou feitos prisioneiros de guerra, o que acontece a Afonso, que assim se vê para sempre separado da sua amada.
Apenas após o armistício de 11 de Novembro de 1918, Afonso, ainda em cativeiro, perceberia que os alemães tinham perdido a guerra, acabando, já em Janeiro de 1919, por vir a ser libertado e a retornar a Portugal.
Regressaria à sua terra, Rio Maior, acabando – depois de perdida a ilusão de poder reencontrar a sua impossível paixão – por casar com a antiga namorada de adolescência.
Teria de esperar ainda 10 anos para fazer uma descoberta que, num regresso a França, com o comovente reencontro com o seu passado, lhe proporcionaria “reviver” a sua antiga paixão, agora projectada numa nova vida.
Uma bela história de amor, através da qual nos é possibilitado conhecer um pouco melhor o mundo, ficar a saber algo mais, sobre a vida num Seminário, num Quartel militar, sobre a Guerra, sobre a História…
Obviamente imperdível!
Há 1 ano no Memória Virtual – Resoluções de Ano Novo
[1875]







