EURO 2004 – A a Z (M)

Maniche – Esteve quase “para ficar de fora”; seria chamado “à última hora”, roubando o lugar a Luís Boa Morte. Viria a ser a peça decisiva do puzzle. Correu quilómetros em todos os jogos, “dando o litro”, sem evidenciar nunca sinais de esgotamento; um verdadeiro “poço de energia2. Pleno de auto-confiança, nunca teve receio de arriscar o remate à baliza… e “petiscou”, com excelentes golos, um deles (contra a Holanda), o melhor golo do Campeonato. Sem ele, talvez Portugal não tivesse conseguido o sucesso que alcançou.
Miguel – Agarrou com “unhas e dentes” a oportunidade que Scolari lhe proporcionou, na sequência do erro de Paulo Ferreira que daria o primeiro golo à Grécia; beneficiou da postura atacante sempre assumida por Portugal, o que fez com que não se notassem eventuais debilidades defensivas. Um bom Campeonato, superando as expectativas.
Moreira – Chegado do Europeu de Esperanças nas vésperas do início da prova, e, possivelmente, “em trânsito” para os Jogos Olímpicos, o jovem guarda-redes teve uma óptima experiência de aprendizagem de sucesso ao mais alto nível. De que poderá aproveitar futuramente.
Mostovoi – Foi por ele que se começou a “desmoronar” a equipa russa, com a contestação às opções do treinador. Seria expulso da equipa que, a partir daí, ficaria dispersa, sem unidade e concentração.
Há 1 ano no Memória Virtual – Os blogues e a dialéctica autor/leitor
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