Archive for 21 Outubro, 2003
PROFESSOR MONIZ PEREIRA
Este texto é classificado na “categoria” de “Desporto”, mas poderia estar também na de “Música”…
A esta hora, passa na televisão um programa de homenagem ao Professor Mário Moniz Pereira.
Como é bom ver estas homenagens “em tempo”, em que o homenageado está presente e “abrilhanta” a sessão!
Uma figura ímpar, um “fabricante” de campeões (com expoente máximo em Carlos Lopes e Fernando Mamede, sem esquecer os gémeos Domingos e Dionísio Castro).
Na Música, foi também autor de canções de grande sucesso.
Uma personalidade de enorme “humanismo”, que mantém registos de toda a sua vida, em intermináveis “cadernos”, em que, minuciosamente, toma nota de tudo.
Obrigado, Professor!
P. S. Só quem não tem sentimentos, é que pode ver o “reencontro” de Fernando Mamede com o Professor e não se emocionar.
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ELVIS AARON PRESLEY (IV)
Are You Lonesome Tonight?
Are you lonesome tonight,
do you miss me tonight?
Are you sorry we drifted apart?
Does your memory stray to a brighter sunny day
When I kissed you and called you sweetheart?
Do the chairs in your parlor seem empty and bare?
Do you gaze at your doorstep and picture me there?
Is your heart filled with pain, shall I come back again?
Tell me dear, are you lonesome tonight?
I wonder if you’re lonesome tonight
You know someone said that the world’s a stage
And each must play a part.
Fate had me playing in love you as my sweet heart.
Act one was when we met, I loved you at first glance
You read your line so cleverly and never missed a cue
Then came act two, you seemed to change and you acted strange
And why I’ll never know.
Honey, you lied when you said you loved me
And I had no cause to doubt you.
But I’d rather go on hearing your lies
Than go on living without you.
Now the stage is bare and I’m standing there
With emptiness all around
And if you won’t come back to me
Then make them bring the curtain down.
Is your heart filled with pain, shall I come back again?
Tell me dear, are you lonesome tonight?
(Escrita por Turk e Handman)
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ELVIS AARON PRESLEY (III)
Love Me Tender
Love me tender,
love me sweet,
never let me go.
You have made my life complete,
and I love you so.
Love me tender,
love me true,
all my dreams fulfilled.
For my darlin’ I love you,
and I always will.
Love me tender,
love me long,
take me to your heart.
For it’s there that I belong,
and we’ll never part.
Love me tender,
love me dear,
tell me you are mine.
I’ll be yours through all the years,
till the end of time.
(Escrita por Very Matson e Elvis Presley)
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ELVIS AARON PRESLEY (II)
Discografia:
1956 – Elvis Presley e Peace in the Valley
1957 – Loving you, Just for you e Elvis Christmas Album
1958 – Elvis Golden Records e King Creole
1959 – For LP Fans Only e A Date With Elvis
1960 – Elvis is Back! e GI Blues
1961 – His Hand is Mine, Something for Everybody e Blue Hawaii
1962 – Pot Luck e Girls! Girls! Girls!
1963 – It Happened at the World’s Fair
1964 – Fun in Acapulco, Kissin Cousins e Roustabout
1965 – Girl Happy, Elvis for Everyone e Harum Scarum
1966 – Frankie and Johnny, Paradise,Hawaiian Style e Spinout
1967 – How great Thou Art
1968 . Clambake
1969 – From Elvis in Memphis e From Memphis to Vegas / From Vegas to Memphis
1970 – On Stage-February,1970 e Elvis:That’s the Way it is
1971 – Elvis Country (I’m 1 000 years old) e Love letters from Elvis
1972 – Elvis as recorded at Madison Square Garden e Burning Love
1973 – Aloha from Hawaii
1974 – Elvis Recorded Live on Stage in Memphis
1977 – Moody Blue e Elvis in Concert
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ELVIS AARON PRESLEY (I)
Considerado o .rei. do rock’n'roll, Elvis Aaron Presley nasceu no Mississipi, em 1935, tendo acompanhado a família na mudança para Memphis em 1948.
Em 1953, vendo um anúncio no estúdio da Memphis Recording Service, que dizia “faça o seu próprio disco: duas canções por 4 dólares”. Resolveu, então gravar, a título de presente de aniversário para a mãe, “My Happiness”. No ano seguinte, repetiu “a dose”, com”That’s Alright Mama., que viria a tornar-se o primeiro dos seus êxitos.
Em 1955, surge efectivamente o seu primeiro grande sucesso, “Heartbreak Hotel”, recriando música negra, com elementos de country e gospel, nascendo assim o “rockabilly”.
O público jovem encantou-se com o seu vigor e a sua sensualidade.
Nos anos seguintes, sucedem-se os sucessos “Blue Suedes Shoes”, “Hound Dog”, “All Shook up”, “Don’t Be Cruel”, assim como os primeiros filmes – “Love me Tender”, “Loving You”, “Jailhouse Rock”, “King Creole”.
Em 1958, Elvis Presley foi recrutado para o Exército, tendo passado dois anos na Alemanha, onde conheceu Priscilla Beaulieu.
Ao regressar, em 1960, participou nos filmes “Flaming Star”, “Follow That Dream”, “Wild in the Country” e lançou, entre outros sucessos, as canções “His Latest Flame”, “She’s not You”, “Are You Lonesome Tonight?”, “lt’s Now or Never”, introduzindo um estilo bem menos agressivo e mais romântico, a que se associou também uma mudança do seu público, substituindo os jovens por uma audiência “de mais idade”.
Em 1967, casou-se com Priscilla e, no ano seguinte, nasceu a sua filha Lisa Marie.
No início da década de 70, foram lançados os documentários “Elvis: That’s the Way it Is” e “Elvis on Tour”, e o famoso especial de TV, também editado em disco, “Elvis: Aloha from Hawaii via Satelite”.
Em 1973, porém, uma mudança em sua vida pessoal afectaria a sua carreira de forma determinante: a partir do divórcio de Priscilla, Elvis teve vários problemas de saúde e excesso de peso, sendo hospitalizado mais de cinco vezes em quatro anos.
Elvis continuou a gravar e a participar em espectáculos até sua morte, no dia 16 de Agosto de 1977, oficialmente em consequência de um colapso cardíaco (havendo indícios de que abusava de barbitúricos e outras drogas).
O fim de Elvis Presley foi chorado no mundo inteiro, mas os seus inúmeros fan-clubes continuam vivos.
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GUERRA E PAZ
Um dos maiores encenadores europeus, Piotr Fomenko leva à cena no Centro Cultural de Belém (Grande Auditório), de 21 a 23 de Outubro, “Guerra e Paz”, a obra-prima da literatura mundial, de Leon Tolstoi (escrita entre 1863 e 1868).
Lisboa será a última etapa da digressão europeia de “Guerra e Paz”, para esta companhia russa, que aqui assinalará também a 100ª representação.
A representação será feita em língua russa, com legendagem em português.
A crónica de duas famílias aristocratas russas (os Rostov e os Bolkonski) durante a guerra contra Napoleão (1805-12). Sem cenas de batalha, traduzindo uma vontade de .mostrar a guerra durante os tempos de paz e serenidade e, paradoxalmente, a paz que coexiste com a guerra e as batalhas..
Mas sem eliminar os momentos de humor e até alguns números musicais, como se de um bailado se tratasse.
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